| Protocolo mínimo do quadril adulto | anterior, lateral, medial, posterior e dinâmico quando indicado | Na região anterior, alinhar o transdutor ao colo femoral para recesso anterior e iliopsoas. Na lateral, avaliar trocânter maior, glúteo médio, glúteo mínimo, fáscia lata e bursas. Na medial, avaliar adutores/iliopsoas distal. Na posterior, avaliar isquiotibiais proximais e nervo ciático.Fonte: AIUM-ACR-SPR-SRU musculoskeletal ultrasound parameter / ESSR hip technical guideline |
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| Transdutor e profundidade | maior frequência que penetre adequadamente | Quadril profundo, obesidade e prótese podem exigir transdutor convexo ou menor frequência. Use Doppler com escala baixa e pouca compressão quando a pergunta for sinovite, infecção ou coleção.Fonte: AIUM-ACR-SPR-SRU musculoskeletal ultrasound parameter |
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| Derrame coxofemoral — distância cápsula anterior/colo femoral | 5–7 mm | Há divergência: protocolos práticos usam mais de 5 mm ou diferença de 2 mm; literatura musculoesquelética clássica usa 7 mm ou mais, e alguns estudos de artrose usam 8 mm. Medir no eixo do colo femoral e comparar com o lado oposto quando possível.Verde: <5 mm e sem assimetria relevanteAmarelo: 5–6,9 mm ou diferença de 1–1,9 mmVermelho: ≥7 mm ou diferença ≥2 mm; urgência depende de febre, trauma, prótese ou líquido complexoFonte: Ann Rheum Dis 2000 / Emory Emergency Ultrasound / AJR 2003 / Scientific Reports 2020 |
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| Bursa iliopsoas | normalmente colabada/não visível | Quando visível, procurar comunicação com a articulação, extensão para a pelve, relação com vasos femorais e compressão do nervo femoral.Verde: não visívelAmarelo: distensão simples ou tendinopatia associadaVermelho: complexa, volumosa, infectada, hemorrágica ou com compressão neural/vascularFonte: ESSR hip guideline / International Journal of Sports Physical Therapy 2024 |
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| Bursas peritrocantéricas | normalmente não visíveis | Dor lateral do quadril raramente é apenas bursite; a síndrome dolorosa trocantérica costuma envolver tendinopatia do glúteo médio ou mínimo, com ou sem bursa.Verde: bursa não visível e tendões preservadosAmarelo: bursa simples, tendinopatia ou calcificaçõesVermelho: rotura completa, retração, coleção complexa ou infecção possívelFonte: ESSR hip guideline / Br J Gen Pract 2017 review |
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| Tendões glúteos médio e mínimo | fibrilar e contínuo | Avaliar no trocânter maior em eixos longo e curto. Descrever qual tendão/faceta está acometido, espessamento, hipoecogenicidade, calcificação, fissura, gap, retração e Doppler.Fonte: AIUM-ACR-SPR-SRU / ESSR hip guideline / GTPS review |
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| Ressalto do quadril — manobra dinâmica | reproduzir movimento que causa o estalo | Ressalto interno costuma envolver iliopsoas sobre a eminência iliopectínea/femoral; ressalto externo envolve fáscia lata ou glúteo máximo sobre o trocânter. Se a suspeita for labral/intra-articular, ultrassom é limitado.Fonte: AIUM-ACR-SPR-SRU / IJSPT iliopsoas review / AJR dynamic snapping hip |
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| Osteoartrose — sinais acessíveis ao ultrassom | osteófitos, deformidade superficial e derrame/sinovite | Ultrassom pode ver osteófitos e deformidade anterior, mas não substitui radiografia para classificação de artrose nem ressonância quando cartilagem/labrum forem a pergunta.Fonte: Scientific Reports 2020 / BMJ Open hip osteoarthritis ultrasound |
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| Prótese de quadril dolorosa | derrame, coleção, massa, pseudotumor e tendões | Ultrassom ajuda a detectar coleções e guiar aspiração quando há suspeita de infecção periprotética, mas achado isolado não substitui correlação laboratorial, radiográfica e ortopédica.Fonte: AIUM-ACR-SPR-SRU / AJR prosthetic hip infection sonography |
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