| Veia cava inferior — diâmetro e variação respiratória | ≤2,1 cm + >50% | Padrão ecocardiográfico para estimar pressão atrial direita em respiração espontânea; não usar isoladamente para decidir volume, especialmente em ventilação mecânica, atletas, hipertensão pulmonar ou disfunção do ventrículo direito.pressão direita baixa ou normal: ≤2,1 cm e colapso >50%intermediário ou contexto: diâmetro e colapso discordantescongestão provável no contexto agudo: >2,1 cm e colapso <50% + clínicaFonte: ASE right-heart guideline / ASE POCUS nomenclature |
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| Veia cava inferior — distensibilidade em pressão positiva | ≥18 % | Em ventilação com pressão positiva, variação elevada pode sugerir responsividade a volume em alguns estudos, mas depende de ritmo, volume corrente, pressão, complacência pulmonar, pressão abdominal e função do ventrículo direito.baixa variação: <18%possível responsividade: ≥18%não usar isoladamente se choque grave: integrar coração e pulmãoFonte: ICU IVC distensibility studies / critical-care POCUS reviews |
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| FAST/eFAST — janelas mínimas | pericárdio, quadrante superior direito, quadrante superior esquerdo, pelve, pleuras e deslizamento pulmonar | O objetivo é detectar líquido livre pericárdico, pleural ou intraperitoneal e pneumotórax. Em trauma instável, qualquer achado positivo muda prioridade de ressuscitação e equipe.completo e negativo: todas as janelas avaliadas sem líquido ou pneumotóraxincompleto ou seriado: janela ruim, achado duvidoso ou repetirpositivo em instabilidade: líquido livre, hemotórax, pneumotórax ou pericárdioFonte: ACEP Sonoguide FAST/eFAST / ATLS practice |
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| Derrame pericárdico — espessura diastólica | <1 / 1–2 / >2 cm | Classificação didática: pequeno, moderado e grande. A gravidade não depende só da espessura: colapso de câmaras direitas, veia cava túrgida, variação respiratória exagerada e instabilidade sugerem tamponamento.sem derrame: pericárdio sem líquidopequeno ou moderado estável: <2 cm sem colapsoalto risco: >2 cm, hemopericárdio ou sinais de tamponamentoFonte: ACEP cardiac tamponade / ASE POCUS cardiac nomenclature |
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| Pulmão — linhas B | ≥3 por espaço intercostal ou campo | Menos de três linhas B em um espaço costuma ser normal. Padrão bilateral difuso favorece edema; padrão focal favorece pneumonia, contusão, infarto, atelectasia ou doença pleural.pulmão aerado: 0–2síndrome intersticial: ≥3edema difuso com insuficiência respiratória: padrão bilateral + clínicaFonte: ACEP Lung Sonoguide / international lung ultrasound recommendations |
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| Pneumotórax — sinais principais | deslizamento ausente, linhas B ausentes, código de barras e ponto pulmonar | Deslizamento pleural presente exclui pneumotórax naquele ponto. Ponto pulmonar é muito específico no contexto correto; ausência de deslizamento isolada não é específica.deslizamento presente: pneumotórax excluído naquele pontodeslizamento ausente isolado: pode ser atelectasia, apneia, intubação seletiva ou aderênciapneumotórax provável: ponto pulmonar ou código de barras + clínicaFonte: ACEP Lung Sonoguide / BLUE protocol |
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| Líquido livre abdominal em trauma | qualquer líquido livre é FAST positivo | FAST é mais útil no paciente instável. No estável, FAST negativo não exclui lesão abdominal; considerar tomografia, observação e exame seriado conforme protocolo.sem líquido nas janelas avaliadas: FAST negativo nos campos preenchidostraço ou janela limitada: repetir ou complementarlíquido livre em instabilidade: acionar protocolo de trauma/choqueFonte: ACEP FAST Sonoguide / FAST reviews |
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| Aorta abdominal no POCUS — maior diâmetro externo | <3,0 cm | Medir de parede externa a parede externa, varrendo aorta proximal, média e distal até a bifurcação. Aneurisma é definido a partir de 3,0 cm; 2,5–2,9 cm fica como ectasia/limítrofe.sem aneurisma se exame completo: <2,5 cmectasia ou zona de comparação: 2,5–2,9 cmaneurisma abdominal: ≥3,0 cmFonte: ACEP Aorta Sonoguide / vascular ultrasound reviews |
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| Compressão venosa proximal para trombose | paredes devem tocar | Veia femoral comum, femoral/profunda na junção e poplítea devem colabar completamente com compressão perpendicular. Veia proximal não compressível é achado anormal; exame incompleto deve ser repetido ou complementado conforme risco.compressível: paredes encostam nos pontos avaliadosindeterminado: dor, obesidade, compressão oblíqua ou janela incompletanão compressível: compatível com trombose venosa profunda proximalFonte: ACEP DVT Sonoguide / emergency compression ultrasound literature |
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| Escore pulmonar semiquantitativo | 0–36 | Quando o serviço usa 12 zonas, cada zona recebe 0 a 3: linhas A ou até duas linhas B, três ou mais linhas B, linhas B coalescentes e consolidação. O corte de gravidade varia por população; use principalmente para tendência e perda de aeração.baixo nos campos preenchidos: 0–5intermediário / acompanhar tendência: 6–15alto em contexto respiratório: >15 + clínicaFonte: ACEP Lung Sonoguide / lung ultrasound score literature |
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| Procedimentos guiados à beira-leito | janela segura + profundidade + vasos | Para acesso vascular, toracocentese, paracentese, pericardiocentese e drenagens, registrar alvo, profundidade, trajeto da agulha, estruturas a evitar, Doppler quando útil e complicações imediatas.Fonte: ACEP POCUS guidelines / ACEP procedural ultrasound guidance |
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