| Protocolo anatômico mínimo | transdutor linear de alta frequência; planos transversal e longitudinal | Avaliar corpos cavernosos, corpo esponjoso, glande, uretra peniana quando relevante, túnica albugínea, fáscia profunda, artérias cavernosas, artérias dorsais e veia dorsal superficial/profunda conforme a hipótese.Fonte: RadioGraphics 2024 / University of Washington penile ultrasound protocol / Radiologia Brasileira |
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| Anatomia normal em modo B | dois corpos cavernosos dorsolaterais + corpo esponjoso ventral | A túnica albugínea aparece como linha ecogênica fina ao redor dos corpos eréteis; a artéria cavernosa costuma ser vista no centro de cada corpo cavernoso.Fonte: Translational Andrology and Urology / RadioGraphics |
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| Fratura peniana | descontinuidade da túnica albugínea + hematoma | Estalo, dor súbita, perda de ereção e equimose tornam o diagnóstico clínico provável; o ultrassom localiza a rotura e mede hematoma. Hematúria, retenção urinária ou ar nos corpos eréteis sugerem lesão uretral e mudam a urgência.túnica contínua: sem hematoma profundohematoma com túnica íntegra: diferencial de falso trauma/fraturafratura provável: defeito da túnicaFonte: Radiologia Brasileira 2019 / Translational Andrology and Urology 2017 |
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| Doença de Peyronie — placa | espessamento focal da túnica, fibrose ou calcificação | Descrever local, lado, comprimento, espessura, calcificação/sombra acústica, relação com septo e feixe neurovascular, curvatura durante ereção induzida quando realizada e fluxo Doppler ao redor da placa se houver suspeita de fase ativa.placa não calcificada: pode ser fase ativacalcificação: impacta planejamento terapêuticomassa ou erosão atípica: não assumir PeyronieFonte: AUA Peyronie guideline / RadioGraphics 2024 / Frontiers Pharmacol 2019 |
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| Priapismo isquêmico | fluxo cavernoso muito reduzido ou ausente | É emergência urológica, especialmente se ereção dolorosa persistente por mais de 4 horas. O Doppler deve ser feito antes da aspiração quando possível, pois a intervenção pode gerar hiperemia reativa e confundir a leitura.emergência: dor + rigidez + pouco/nenhum fluxoindeterminado: correlacionar com gasometria cavernosaFonte: EAU Priapism guideline / AUA-SMSNA Priapism guideline / Radiologia Brasileira |
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| Priapismo não isquêmico / alto fluxo | fluxo alto/turbulento, fístula ou pseudoaneurisma | Costuma ocorrer após trauma perineal/peniano e é menos doloroso. Não é a mesma urgência do priapismo isquêmico, mas é anormal e o Doppler localiza a fístula para compressão guiada, seguimento ou embolização.Fonte: EAU Priapism guideline / Radiologia Brasileira |
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| Trombose da veia dorsal superficial | veia não compressível + trombo ecogênico + ausência de fluxo | Também chamada doença de Mondor peniana. É geralmente benigna/autolimitada, mas o Doppler ajuda a diferenciar de Peyronie, linfangite esclerosante, massa e hematoma.anormal geralmente autolimitado: confirmar compressibilidade e fluxosinais sistêmicos ou massa: procurar outra causaFonte: Radiologia Brasileira / Korean J Radiol / case literature |
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| Doppler dinâmico — técnica | medir artérias cavernosas na base, a cada 5 min até 20–30 min | Registrar fármaco e dose, lado da injeção, tempo, grau de rigidez, velocidade sistólica de pico, velocidade diastólica final, índice de resistência e diferença entre os lados. O ângulo Doppler deve ficar abaixo de 60 graus.Fonte: EAU Erectile Dysfunction guideline / RadioGraphics 2024 / EPOS ECR 2024 |
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| Velocidade sistólica de pico após estímulo | verde forte >35; divergente 30–35; anormal <25 cm/s | A diretriz europeia considera maior que 30 cm/s geralmente normal; revisões radiológicas usam maior que 35 cm/s para excluir estenose significativa. Entre 25 e 35 cm/s, interpretar como zona cinzenta com rigidez, dose, ansiedade e tempo.normalidade forte: >35 cm/snormal por algumas fontes: 30–35 cm/sindeterminado: 25–29 cm/sinsuficiência arterial provável: <25 cm/sFonte: EAU / Scientific Reports 2022 / RadioGraphics 2024 |
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| Velocidade diastólica final | <3 pela diretriz europeia; >5 sugere escape venoso se entrada arterial for adequada cm/s | A leitura veno-oclusiva só é confiável quando houve resposta arterial suficiente e rigidez adequada; ansiedade e dose baixa podem simular escape venoso.normal estrito: <3 cm/szona cinzenta: 3–5 cm/sescape venoso provável: >5 cm/s com boa resposta arterialFonte: EAU / RadioGraphics / EPOS ECR 2024 |
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| Índice de resistência | >0,8 geralmente normal | Menor que 0,8 junto de velocidade diastólica final elevada sugere falha veno-oclusiva; usar com cautela se a resposta arterial foi ruim.normal: >0,8limítrofe: 0,75–0,80suspeito: <0,75 ou <0,8 com diástole elevadaFonte: EAU / RadioGraphics / EPOS ECR 2024 |
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