| Membros inferiores — pesquisa de trombose | compressão sequencial | Documentar veia femoral comum, junção safenofemoral, veia femoral proximal/média/distal, veia poplítea, veias tibiais posteriores e fibulares; acrescentar gastrocnêmias, soleares e veias superficiais quando sintomáticas.normal consensual: compressível, pérvia, fásica e sem material intraluminalincompleto ou indeterminado: segmento não visto, panturrilha limitada ou alteração pós-trombóticaanormal consensual: veia não compressível, trombo ou ausência de fluxo após ajuste técnicoFonte: ACR-AIUM-SPR-SRU 2026 / IAC Vascular Testing / CBR-SBACV-SP 2020 |
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| Mapeamento venoso para varizes — técnica | ortostase + manobras padronizadas | Pesquisar refluxo preferencialmente em pé. Usar Valsalva na veia femoral comum e na junção safenofemoral; usar compressão/descompressão distal para os demais segmentos. Registrar posição, manobra e tempo de refluxo no Doppler espectral.técnica adequada: em pé ou posição dependente, manobra documentadalimitação técnica: não ficou em pé, dor, curativo, obesidade ou manobra ruimnão interpretar como mapeamento completo: refluxo pesquisado só em decúbito sem justificativaFonte: CBR-SBACV-SP 2020 / SVS-AVF-AVLS 2023 / ESVS 2022 |
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| Veia safena magna — pontos mínimos do mapa | junção + coxa + perna | Documentar junção safenofemoral, calibre anteroposterior da safena magna na coxa e na perna, extensão do refluxo, origem, drenagem, tributárias, safenas acessórias e eventual trajeto subdérmico ou hipoplásico.mapa completo: calibres + refluxo + origem/drenagem por segmentomapa incompleto: sem calibres, sem origem/drenagem ou sem descrição de acessóriasachado crítico associado: trombose, coto ascendente até junção profunda ou suspeita de extensão profundaFonte: CBR-SBACV-SP 2020 / CBR documentação mínima / SVS-AVF-AVLS 2023 |
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| Veia safena parva — pontos mínimos do mapa | junção + distância ao joelho + perna | A junção safenopoplítea é variável; registrar a distância até a interlinha/prega do joelho, calibre da safena parva por segmento, extensão cranial, veia de Giacomini e drenagem do refluxo.descrição útil: junção, distância ao joelho, calibre e extensão cranial descritosanatomia variável: sem junção típica, extensão cranial/Giacomini ou drenagem complexacomplicação: trombose superficial próxima da junção profunda ou extensão para sistema profundoFonte: CBR-SBACV-SP 2020 / Caggiati nomenclature / ESVS 2022 |
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| Mapeamento de safena para enxerto | calibre + continuidade + compressibilidade | Descrever por segmento: diâmetro, compressibilidade, continuidade, varicosidades, trombose, bifurcações, trajetos superficiais e comprimento aproveitável. O calibre aceitável varia por serviço; por segurança didática, menor que 2 mm fica vermelho, 2–2,9 mm amarelo e 3 mm ou mais verde se a parede e o trajeto forem adequados.favorável: ≥3 mm, compressível, contínua e sem varizes/tromboselimítrofe: 2–2,9 mm ou trecho útil curtodesfavorável: <2 mm, trombosada, varicosa importante ou descontínuaFonte: CBR-SBACV-SP 2020 / vascular lab vein mapping protocols |
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| Refluxo superficial — safenas, acessórias e tributárias | > 0,5 s | Pesquisa preferencialmente em ortostase ou posição dependente, com manobra padronizada e tempo de refluxo medido no Doppler espectral.normal: até 0,5 slimítrofe/técnico: 0,45–0,50 s ou manobra/posição inadequadarefluxo patológico: maior que 0,5 sFonte: CBR-SBACV-SP 2020 / SVS-AVF-AVLS 2023 / CMS LCD |
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| Refluxo profundo — segmento femoropoplíteo | > 1,0 s | Para veias femoral comum, femoral e poplítea, muitos consensos usam corte maior que 1,0 s; outros segmentos profundos usam maior que 0,5 s.normal: até 1,0 s no femoropoplíteozona cinzenta: 0,8–1,0 s ou técnica inconsistenterefluxo profundo: maior que 1,0 s no femoropoplíteoFonte: CBR-SBACV-SP 2020 / SVS-AVF / CMS LCD |
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| Veias perfurantes | > 0,35–0,50 s | Há divergência entre 0,35 s e 0,50 s. Consenso brasileiro aceita maior que 0,35 s; critérios terapêuticos internacionais frequentemente exigem maior que 0,5 s e diâmetro maior que 3,5 mm, especialmente sob úlcera ou pele alterada.normal consensual: menor que 0,35 sdivergência entre referências: 0,35–0,50 s ou sem diâmetro/contextopatológico mais aceito: maior que 0,50 s com diâmetro maior que 3,5 mm ou pele/úlcera relacionadaFonte: CBR-SBACV-SP 2020 / SVS-AVF / CMS LCD |
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| Membros superiores, jugulares e subclávias | compressão quando possível + Doppler | Veia jugular interna, axilar, braquial, basílica e cefálica devem ser comprimidas quando possível; a subclávia é parcialmente limitada pela clavícula e depende mais de cor, espectro, fasicidade e comparação contralateral.normal: compressível onde possível, fluxo espontâneo, fásico e simétricolimitação anatômica: subclávia não totalmente compressível, mas com Doppler normalobstrução/trombose: não compressível, sem preenchimento, colaterais ou onda contínua assimétricaFonte: SVU 2019 / ACR Appropriateness Criteria 2020 / AVF 2026 |
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| Trombose venosa superficial | não compressibilidade + trombo | Descrever extensão, distância da junção profunda, veia envolvida e sinais inflamatórios. Proximidade com junção safenofemoral/safenopoplítea ou extensão para sistema profundo aumenta a gravidade.ausente: veia superficial compressível e pérviasuperficial localizada: trombo superficial afastado do sistema profundoalto risco: próximo de junção profunda, extenso, ascendente ou com trombose profunda associadaFonte: ACR-AIUM-SPR-SRU / CBR-SBACV-SP |
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