| Fígado — comprimento crânio-caudal na linha hemiclavicular | ≤ 15 cm | 15–16 cm é zona técnica/biotipo; medir no maior eixo reprodutívelconsenso normal: ≤15 cmlimítrofe: >15–16 cmhepatomegalia provável: >16 cm✓ aplicada automaticamente no laudoFonte: Clinical Ultrasound in Hepatology / Radlines |
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| Baço — maior eixo longitudinal adulto | ≤ 12 cm | 12–13 cm varia por altura, sexo e técnica; acima de 13 cm costuma ser anormalnormal consensual: ≤12 cmlimítrofe/biotipo: >12–13 cmesplenomegalia provável: >13 cm✓ aplicada automaticamente no laudoFonte: EFSUMB spleen / StatPearls |
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| Colédoco com vesícula presente | ≤ 6–7 mm | idade acima de 60 anos e opioides podem explicar dilatação leve sem obstruçãonormal estrito: ≤6 mmlimítrofe/contexto: >6–7 mm ou idoso ≤8 mmdilatado provável: >7 mm sem contexto benignoFonte: EFSUMB hepatobiliary / Cleveland Clinic J Med 2022 |
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| Colédoco após colecistectomia | ≤ 8–10 mm | pode aumentar com o tempo após cirurgia; sintomas e bilirrubinas mudam a condutanormal pós-cirúrgico: ≤8 mmaceito por algumas fontes: >8–10 mmdilatação relevante: >10 mmFonte: EFSUMB hepatobiliary / Cleveland Clinic J Med 2022 |
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| Vias biliares intra-hepáticas | não visíveis / ≤ 1 mm | algumas referências usam >2 mm como dilatação intra-hepáticanormal: não visíveis ou ≤1 mmzona técnica: 1–2 mmdilatação: >2 mmFonte: EFSUMB hepatobiliary / Abdominal Radiology |
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| Vesícula biliar — parede em jejum | ≤ 3 mm | pseudoespessamento ocorre se a vesícula estiver contraída ou sem jejumnormal: ≤3 mmlimítrofe/contexto: >3–4 mmespessada: >4 mm✓ aplicada automaticamente no laudoFonte: EFSUMB hepatobiliary / StatPearls |
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| Pólipo vesicular incidental | < 6 baixo risco; ≥10–15 alto risco mm | SRU é menos intervencionista; diretrizes europeias tratam ≥10 mm com mais cautelabaixo risco: <6 mmseguimento/risco: 6–9 mm ou 10–14 mm baixo risco SRUavaliar cirurgia: ≥10 mm com risco ou ≥15 mmFonte: SRU 2022 Radiology / ESGAR-EAES-EFISDS-ESGE 2022 |
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| Veia porta — calibre em repouso | 6–13 mm | inspiração profunda pode chegar a 16 mm; interpretar com baço, colaterais e direção do fluxonormal: 6–13 mmlimítrofe/contexto: >13–16 mmdilatação sugestiva: >16 mm✓ aplicada automaticamente no laudoFonte: Polish Ultrasound Society / StatPearls |
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| Veia porta — velocidade média | 16–40 cm/s | deve ser hepatopetal; fluxo hepatofugal é anormal independentemente do númeronormal: 16–40 cm/slento limítrofe: 12–16 cm/sanormal provável: <12, >40 ou hepatofugalFonte: Polish Ultrasound Society / liver Doppler reviews |
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| Ducto pancreático principal | cabeça 3 / corpo 2 / cauda 1–1,5 mm | aumenta discretamente com idade; medir no corpo próximo à cabeça quando possívelnormal no corpo: ≤2 mmalto-normal/contexto: >2–3 mmdilatação provável: >3 mm✓ aplicada automaticamente no laudoFonte: EFSUMB pancreas / Pancreatic ultrasound update 2024 |
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| Pâncreas — espessura aproximada | cabeça ~2; corpo/cauda 1–2 cm | medida isolada é pouco robusta; valorizar ducto, contorno e lesões focaisFonte: EFSUMB pancreas |
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| Aorta abdominal — calibre máximo | < 3 cm | 3,0 cm define aneurisma; limiar de reparo usual: ≥5,5 cm homem e ≥5,0 cm mulhercalibre usual: <2,5 cmectasia: 2,5–2,9 cmaneurisma: ≥3,0 cm✓ aplicada automaticamente no laudoFonte: USPSTF / ACC-AHA 2022 / SVS |
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| Veia cava inferior — calibre e colapso inspiratório | < 2,1 cm + colapso >50% | critérios estimam pressão atrial direita, não volemia isoladapressão baixa/normal: <2,1 cm + >50%indeterminado: achados discordantespressão elevada provável: >2,1 cm + <50%Fonte: ASE chamber quantification / POCUS Academy |
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| Doppler abdominal — técnica mínima | jejum 4–6 h quando possível; Doppler colorido e pulsado; ângulo até 60 graus; direção, velocidade e forma de onda documentadas | A direção do fluxo e a patência vascular têm o mesmo peso que o número da velocidade. Ajuste ganho, escala e filtro para não simular trombose por fluxo lento.adequado: direção + espectro + ângulo documentadoslimitado: janela ruim, sem ângulo confiável ou sem jejumincompleto: suspeita vascular sem Doppler pulsado ou sem direção do fluxoFonte: ACR-AIUM-SPR-SRU abdomen parameter / StatPearls Liver Doppler |
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| Artéria hepática — índice de resistência | 0,50–0,70 | Fora do transplante, interpretar com contexto; no transplante e no pós-operatório, valores extremos, ausência de fluxo ou padrão tardus-parvus são relevantes.usual: 0,50–0,70limítrofe/contextual: 0,70–0,80 ou 0,45–0,50alerta: >0,80, <0,45, ausência de fluxo ou tardus-parvusFonte: StatPearls Liver Doppler / AJR liver Doppler |
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| Veias hepáticas — padrão espectral | trifásico ou fásico com ciclo cardíaco | Perda de fasicidade pode ocorrer por cirrose, congestão, técnica ou respiração; ausência de fluxo, trombo ou obstrução sugere doença venosa hepática.fásico: trifásico ou bifásico fisiológicomonofásico contextual: cirrose, técnica ou congestão sem tromboobstrutivo: sem fluxo, trombo, estenose ou colaterais venosasFonte: StatPearls Liver Doppler / liver Doppler reviews |
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| Derivação portossistêmica intra-hepática transjugular — velocidade | 90–190 cm/s | Usar apenas quando houver derivação. Velocidade fora da faixa, gradiente focal ou turbulência sugerem disfunção conforme protocolo local.usual: 90–190 cm/szona de atenção: 50–90 ou 190–250 cm/sdisfunção provável: <50 ou >250 cm/s, oclusão ou gradiente focalFonte: StatPearls Liver Doppler / institutional TIPS protocols |
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