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  "licenca": "https://sonoaireport.com/termos",
  "aviso": "Valores de referência para apoio à documentação. Não são conduta clínica: confirme com a literatura e o julgamento do médico responsável.",
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      "nome": "Vias urinárias / Rins",
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          "nota": "varia com altura, sexo, idade e biotipo",
          "fonte": "StatPearls / Radiology Key / Rumack",
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          "nota": "diferença maior sugere doença unilateral ou variação anatômica a correlacionar",
          "fonte": "StatPearls / AccessMedicine",
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        {
          "id": "vias_urinarias.2",
          "grupo": "vias_urinarias",
          "ruleId": "renal.parenchyma.thickness",
          "rotulo": "Parênquima renal — espessura",
          "valor": "1,3–2,5",
          "unidade": "cm",
          "nota": "menos de 1,0 cm é compatível com afinamento relevante",
          "fonte": "PMC Doppler kidney disease / StatPearls",
          "faixas": [
            {
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          "rotulo": "Córtex renal — espessura",
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          "unidade": "mm",
          "nota": "há variação por técnica; interpretar com ecogenicidade e tamanho renal",
          "fonte": "StatPearls / nephrology ultrasound reviews",
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            {
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              "status": "red",
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          ]
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        {
          "id": "vias_urinarias.4",
          "grupo": "vias_urinarias",
          "ruleId": "bladder.wall.thickness",
          "rotulo": "Parede vesical — bexiga cheia",
          "valor": "≤ 3",
          "unidade": "mm",
          "nota": "3–5 mm depende da repleção; >5 mm com bexiga cheia é suspeito",
          "fonte": "EFSUMB bladder chapter / StatPearls",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "normal cheia",
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            {
              "status": "yellow",
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            {
              "status": "red",
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          ]
        },
        {
          "id": "vias_urinarias.5",
          "grupo": "vias_urinarias",
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          "unidade": "mL",
          "nota": "bexiga parcialmente cheia melhora avaliação de parede e lesões",
          "fonte": "EFSUMB bladder chapter",
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        {
          "id": "vias_urinarias.6",
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          "valor": "comprimento × largura × profundidade × 0,52",
          "unidade": null,
          "nota": "alguns protocolos usam coeficientes diferentes conforme o formato vesical",
          "fonte": "StatPearls PVR / bladder volume studies",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "vias_urinarias.7",
          "grupo": "vias_urinarias",
          "ruleId": "bladder.postvoid.residual",
          "rotulo": "Resíduo pós-miccional",
          "valor": "<50 (elevado ≥100)",
          "unidade": "mL",
          "nota": "não há consenso formal (ICS 2016; ICI-RS 2023); o corte binário mais usado é ≥100 mL, e é o que a Conferência aplica. O protocolo local do serviço é mais estrito: >30 mL já é registrado como alterado. Medir logo após urinar e interpretar com sintomas e volume pré-miccional — a medida isolada varia muito.",
          "fonte": "ICS teaching module 2016 / ICI-RS 2023 / EAU / Lukacz 2006 / Milleman 2004 / Wong 2017 / Protocolo local",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "normal",
              "valor": "<50 mL",
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "zona contextual",
              "valor": "50–99 mL",
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "elevado",
              "valor": "≥100 mL",
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "esvaziamento inadequado",
              "valor": ">200 mL",
              "min": null,
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              "incluiMax": true,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "retenção crônica (AUA)",
              "valor": ">300 mL",
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          ]
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "vias_urinarias.c0",
          "grupo": "vias_urinarias",
          "nome": "Resíduo pós-miccional — leitura por consenso",
          "nota": "Use a calculadora acima com o volume pós-miccional medido em mL. O volume pré-miccional é opcional e calcula o percentual residual.",
          "fonte": "Protocolo local / Ministério da Saúde BR 2020 / ICS teaching module / StatPearls PVR / AUA white paper",
          "colunas": [
            "Faixa",
            "Leitura",
            "Comentário"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "< 50 mL",
                "Normal",
                "Normal na literatura. O protocolo local do serviço é mais estrito e já registra >30 mL como alterado."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "50–99 mL",
                "Zona contextual",
                "Interpretar com sintomas e com o volume pré-miccional. Não há consenso formal (ICS 2016; ICI-RS 2023)."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "≥ 100 mL",
                "Resíduo elevado",
                "Corte binário mais usado na literatura (Lukacz 2006; Milleman 2004; Wong 2017) e o que a Conferência automática aplica."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "> 200 mL",
                "Esvaziamento inadequado",
                "Sugere disfunção miccional ou obstrução, conforme contexto."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "> 300 mL",
                "Retenção crônica",
                "AUA usa >300 mL persistente como definição volumétrica de retenção crônica."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "> 400 mL",
                "Retenção urinária",
                "Geralmente tratado como retenção urinária."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "vias_urinarias.c1",
          "grupo": "vias_urinarias",
          "nome": "Hidronefrose — graduação ultrassonográfica",
          "nota": "A graduação é parcialmente subjetiva; diferenciar de pelve extrarrenal e cistos parapélvicos.",
          "fonte": "StatPearls Urinary Tract Ultrasound / SFU concepts",
          "colunas": [
            "Grau",
            "Achado",
            "Interpretação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Ausente",
                "Sistema coletor não dilatado",
                "Normal quando não há contexto obstrutivo."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Leve",
                "Dilatação inicial de cálices/pelve, papilas preservadas",
                "Achado real, mas pode depender de hidratação, bexiga cheia ou variante."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Moderada",
                "Cálices arredondados e papilas apagadas",
                "Maior suspeita de obstrução; correlacionar com dor, ureter e jato ureteral."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Grave",
                "Cálices confluentes e córtex afinado (<1 cm)",
                "Consenso de anormalidade importante; procurar causa obstrutiva."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "vias_urinarias.c2",
          "grupo": "vias_urinarias",
          "nome": "Bosniak 2019 — cistos renais",
          "nota": "Bosniak nasceu para TC/RM com contraste. No ultrassom sem contraste, use como triagem descritiva e recomende método contrastado se houver complexidade.",
          "fonte": "Bosniak v2019 (Radiology/RSNA) / StatPearls Urinary Tract Ultrasound",
          "colunas": [
            "Classe",
            "Descrição",
            "Risco malig.",
            "Observação"
          ],
          "linhas": [
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              "celulas": [
                "I",
                "Cisto simples: anecoico, parede fina e reforço posterior",
                "~0%",
                "Sem seguimento quando típico."
              ]
            },
            {
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                "II",
                "Poucos septos finos ou calcificação fina, sem componente sólido",
                "<1%",
                "Benigno em regra."
              ]
            },
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                "IIF",
                "Mais septos ou discreto espessamento: precisa seguimento",
                "~5–10%",
                "Zona cinzenta; TC/RM ou contraste melhoram caracterização."
              ]
            },
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                "Parede/septos espessos ou irregulares com realce",
                "~50%",
                "Indeterminado/suspeito."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
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                "IV",
                "Componente sólido realçante",
                "~90–100%",
                "Alta suspeição."
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "abdome",
      "slug": "abdome",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/abdome",
      "nome": "Abdome total / superior",
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      "medidas": [
        {
          "id": "abdome.0",
          "grupo": "abdome",
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          "rotulo": "Fígado — comprimento crânio-caudal na linha hemiclavicular",
          "valor": "≤ 15",
          "unidade": "cm",
          "nota": "15–16 cm é zona técnica/biotipo; medir no maior eixo reprodutível",
          "fonte": "Clinical Ultrasound in Hepatology / Radlines",
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          "nota": "12–13 cm varia por altura, sexo e técnica; acima de 13 cm costuma ser anormal",
          "fonte": "EFSUMB spleen / StatPearls",
          "faixas": [
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          "nota": "idade acima de 60 anos e opioides podem explicar dilatação leve sem obstrução",
          "fonte": "EFSUMB hepatobiliary / Cleveland Clinic J Med 2022",
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          "nota": "pode aumentar com o tempo após cirurgia; sintomas e bilirrubinas mudam a conduta",
          "fonte": "EFSUMB hepatobiliary / Cleveland Clinic J Med 2022",
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          "nota": "algumas referências usam >2 mm como dilatação intra-hepática",
          "fonte": "EFSUMB hepatobiliary / Abdominal Radiology",
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          "unidade": "mm",
          "nota": "pseudoespessamento ocorre se a vesícula estiver contraída ou sem jejum",
          "fonte": "EFSUMB hepatobiliary / StatPearls",
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          "valor": "< 6 baixo risco; ≥10–15 alto risco",
          "unidade": "mm",
          "nota": "SRU é menos intervencionista; diretrizes europeias tratam ≥10 mm com mais cautela",
          "fonte": "SRU 2022 Radiology / ESGAR-EAES-EFISDS-ESGE 2022",
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          "id": "abdome.7",
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          "unidade": "mm",
          "nota": "inspiração profunda pode chegar a 16 mm; interpretar com baço, colaterais e direção do fluxo",
          "fonte": "Polish Ultrasound Society / StatPearls",
          "faixas": [
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "abdome.8",
          "grupo": "abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Veia porta — velocidade média",
          "valor": "16–40",
          "unidade": "cm/s",
          "nota": "deve ser hepatopetal; fluxo hepatofugal é anormal independentemente do número",
          "fonte": "Polish Ultrasound Society / liver Doppler reviews",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "normal",
              "valor": "16–40 cm/s",
              "min": null,
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              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "lento limítrofe",
              "valor": "12–16 cm/s",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "anormal provável",
              "valor": "<12, >40 ou hepatofugal",
              "min": null,
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "abdome.9",
          "grupo": "abdome",
          "ruleId": "pancreatic.duct.diameter",
          "rotulo": "Ducto pancreático principal",
          "valor": "cabeça 3 / corpo 2 / cauda 1–1,5",
          "unidade": "mm",
          "nota": "aumenta discretamente com idade; medir no corpo próximo à cabeça quando possível",
          "fonte": "EFSUMB pancreas / Pancreatic ultrasound update 2024",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "normal no corpo",
              "valor": "≤2 mm",
              "min": null,
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              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "alto-normal/contexto",
              "valor": ">2–3 mm",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "dilatação provável",
              "valor": ">3 mm",
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              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "abdome.10",
          "grupo": "abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Pâncreas — espessura aproximada",
          "valor": "cabeça ~2; corpo/cauda 1–2",
          "unidade": "cm",
          "nota": "medida isolada é pouco robusta; valorizar ducto, contorno e lesões focais",
          "fonte": "EFSUMB pancreas",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "abdome.11",
          "grupo": "abdome",
          "ruleId": "aorta.abdominal.diameter",
          "rotulo": "Aorta abdominal — calibre máximo",
          "valor": "< 3",
          "unidade": "cm",
          "nota": "3,0 cm define aneurisma; limiar de reparo usual: ≥5,5 cm homem e ≥5,0 cm mulher",
          "fonte": "USPSTF / ACC-AHA 2022 / SVS",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "calibre usual",
              "valor": "<2,5 cm",
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "ectasia",
              "valor": "2,5–2,9 cm",
              "min": null,
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              "incluiMax": true,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "aneurisma",
              "valor": "≥3,0 cm",
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "abdome.12",
          "grupo": "abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Veia cava inferior — calibre e colapso inspiratório",
          "valor": "< 2,1 cm + colapso >50%",
          "unidade": null,
          "nota": "critérios estimam pressão atrial direita, não volemia isolada",
          "fonte": "ASE chamber quantification / POCUS Academy",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "pressão baixa/normal",
              "valor": "<2,1 cm + >50%",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "indeterminado",
              "valor": "achados discordantes",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "pressão elevada provável",
              "valor": ">2,1 cm + <50%",
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "abdome.13",
          "grupo": "abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Doppler abdominal — técnica mínima",
          "valor": "jejum 4–6 h quando possível; Doppler colorido e pulsado; ângulo até 60 graus; direção, velocidade e forma de onda documentadas",
          "unidade": null,
          "nota": "A direção do fluxo e a patência vascular têm o mesmo peso que o número da velocidade. Ajuste ganho, escala e filtro para não simular trombose por fluxo lento.",
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU abdomen parameter / StatPearls Liver Doppler",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "adequado",
              "valor": "direção + espectro + ângulo documentados",
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "limitado",
              "valor": "janela ruim, sem ângulo confiável ou sem jejum",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "incompleto",
              "valor": "suspeita vascular sem Doppler pulsado ou sem direção do fluxo",
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          ]
        },
        {
          "id": "abdome.14",
          "grupo": "abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Artéria hepática — índice de resistência",
          "valor": "0,50–0,70",
          "unidade": null,
          "nota": "Fora do transplante, interpretar com contexto; no transplante e no pós-operatório, valores extremos, ausência de fluxo ou padrão tardus-parvus são relevantes.",
          "fonte": "StatPearls Liver Doppler / AJR liver Doppler",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "usual",
              "valor": "0,50–0,70",
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "limítrofe/contextual",
              "valor": "0,70–0,80 ou 0,45–0,50",
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            {
              "status": "red",
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              "valor": ">0,80, <0,45, ausência de fluxo ou tardus-parvus",
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          ]
        },
        {
          "id": "abdome.15",
          "grupo": "abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Veias hepáticas — padrão espectral",
          "valor": "trifásico ou fásico com ciclo cardíaco",
          "unidade": null,
          "nota": "Perda de fasicidade pode ocorrer por cirrose, congestão, técnica ou respiração; ausência de fluxo, trombo ou obstrução sugere doença venosa hepática.",
          "fonte": "StatPearls Liver Doppler / liver Doppler reviews",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "fásico",
              "valor": "trifásico ou bifásico fisiológico",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "monofásico contextual",
              "valor": "cirrose, técnica ou congestão sem trombo",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "obstrutivo",
              "valor": "sem fluxo, trombo, estenose ou colaterais venosas",
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          ]
        },
        {
          "id": "abdome.16",
          "grupo": "abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Derivação portossistêmica intra-hepática transjugular — velocidade",
          "valor": "90–190",
          "unidade": "cm/s",
          "nota": "Usar apenas quando houver derivação. Velocidade fora da faixa, gradiente focal ou turbulência sugerem disfunção conforme protocolo local.",
          "fonte": "StatPearls Liver Doppler / institutional TIPS protocols",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "usual",
              "valor": "90–190 cm/s",
              "min": null,
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "zona de atenção",
              "valor": "50–90 ou 190–250 cm/s",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "disfunção provável",
              "valor": "<50 ou >250 cm/s, oclusão ou gradiente focal",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "abdome.c0",
          "grupo": "abdome",
          "nome": "Calculadora — LI-RADS US (rastreamento de CHC)",
          "nota": "Score de visualização A/B/C mede a limitação do exame (esteatose, ascite, biotipo). Visualização C grave pode indicar imagem alternativa. Aplicar só em paciente de risco (cirrose, hepatite B).",
          "fonte": "ACR LI-RADS US Surveillance v2024 / AASLD",
          "colunas": [
            "Categoria",
            "Significado",
            "Conduta"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "US-1",
                "Negativo",
                "Rastreamento US semestral (± alfafetoproteína)."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "US-2",
                "Subthreshold (nódulo <10 mm)",
                "Repetir US em 3–6 meses."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "US-3",
                "Positivo (nódulo ≥10 mm ou trombo novo)",
                "TC/RM multifásica ou CEUS LI-RADS."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "abdome.c1",
          "grupo": "abdome",
          "nome": "Calculadora — colecistite aguda (Tokyo TG18)",
          "nota": "A gravidade orienta o momento da colecistectomia e a necessidade de drenagem/suporte.",
          "fonte": "Tokyo Guidelines TG18 (J Hepatobiliary Pancreat Sci 2018)",
          "colunas": [
            "Critério/grau",
            "Definição"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "A — inflamação local",
                "Murphy ecográfico; parede >4 mm, distensão ou cálculo impactado."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "B — inflamação sistêmica",
                "Febre, PCR ou leucócitos elevados."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Diagnóstico",
                "A + B = colecistite aguda definitiva."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Gravidade I/II/III",
                "III = disfunção orgânica; II = leucócitos >18k, massa, >72 h ou inflamação local marcada; I = leve."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "abdome.c2",
          "grupo": "abdome",
          "nome": "CEUS hepático — realce das lesões focais",
          "nota": "CEUS avalia realce em tempo real sem radiação; o washout precoce/tardio ajuda a diferenciar benigno de maligno. Contraste de microbolhas é intravascular puro.",
          "fonte": "CEUS LI-RADS v2017 / EFSUMB CEUS guidelines 2020",
          "colunas": [
            "Padrão",
            "Fases",
            "Sugere"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Realce periférico nodular descontínuo + preenchimento centrípeto",
                "Arterial→tardia",
                "Hemangioma"
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Realce homogêneo com cicatriz central",
                "Arterial",
                "Hiperplasia nodular focal"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Hiperrealce arterial + washout tardio",
                "Arterial→tardia",
                "CHC (usar CEUS LI-RADS)"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Washout precoce e acentuado",
                "Portal precoce",
                "Metástase/colangiocarcinoma"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "abdome.c3",
          "grupo": "abdome",
          "nome": "Calculadora rápida — abdome superior",
          "nota": "A calculadora classifica medidas isoladas; não substitui laudo, comparação, exames laboratoriais ou sinais associados.",
          "fonte": "CBR / EFSUMB / SRU / USPSTF / ACC-AHA / ASE",
          "colunas": [
            "Cor",
            "Faixa prática",
            "Como usar"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Verde",
                "Fígado ≤15 cm; baço ≤12 cm; colédoco ≤6 mm; parede vesicular ≤3 mm; aorta <2,5 cm; veia porta 6–13 mm e 16–40 cm/s; ducto pancreático no corpo ≤2 mm.",
                "Valores em que as referências tendem a concordar como usuais."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Amarelo",
                "Fígado >15–16; baço >12–13; colédoco >6–7 ou idoso; pós-colecistectomia 8–10; parede >3–4; aorta 2,5–2,9; veia porta 13–16 ou 12–16 cm/s; ducto 2–3.",
                "Zona de divergência ou dependente de idade, jejum, biotipo, inspiração e sintomas."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Vermelho",
                "Colédoco >7 mm sem contexto benigno ou >10 mm pós-colecistectomia; vias intra-hepáticas >2 mm; parede vesicular >4 mm; baço >13 cm; aorta ≥3 cm; ducto pancreático >3 mm.",
                "Faixas em que as fontes convergem para anormalidade ou investigação conforme clínica."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "abdome.c4",
          "grupo": "abdome",
          "nome": "Vias biliares — colédoco e ductos intra-hepáticos",
          "nota": "Medir parede interna a parede interna e seguir o ducto até a cabeça pancreática quando possível.",
          "fonte": "EFSUMB hepatobiliary chapter / Cleveland Clinic J Med 2022",
          "colunas": [
            "Categoria",
            "Medida",
            "Interpretação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Normal consensual",
                "Colédoco ≤6 mm com vesícula; ductos intra-hepáticos não visíveis ou ≤1 mm.",
                "Sem outros sinais, geralmente normal."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Zona de contexto",
                "Colédoco >6–7 mm; até 8 mm em idoso; 8–10 mm após colecistectomia; ductos intra-hepáticos 1–2 mm.",
                "Correlacionar com idade, opioides, cirurgia, dor, febre e bilirrubinas."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Dilatação provável",
                "Colédoco >7 mm com vesícula e sem causa benigna; >10 mm pós-colecistectomia; ductos intra-hepáticos >2 mm.",
                "Procurar obstrução, cálculo distal, massa ou estenose conforme quadro."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "abdome.c5",
          "grupo": "abdome",
          "nome": "Vesícula biliar — parede e pólipos",
          "nota": "SRU 2022 usa categorias morfológicas e tende a reduzir seguimento; diretrizes europeias são mais cautelosas em ≥10 mm.",
          "fonte": "SRU Radiology 2022 / ESGAR-EAES-EFISDS-ESGE 2022",
          "colunas": [
            "Achado",
            "Faixa",
            "Conduta de referência"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Parede em jejum",
                "≤3 mm",
                "Normal quando a vesícula está bem distendida."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Parede em jejum",
                ">3–4 mm",
                "Limítrofe; checar jejum, contração, ascite, hepatopatia e dor."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Parede em jejum",
                ">4 mm",
                "Espessamento relevante, sobretudo com cálculo, líquido perivesicular ou Murphy ultrassonográfico."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Pólipo baixo risco",
                "<6 mm",
                "Baixo risco na maioria das diretrizes."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Pólipo intermediário",
                "6–9 mm ou 10–14 mm baixo risco SRU",
                "Divergência SRU versus Europa; considerar morfologia, crescimento e fatores de risco."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Pólipo alto risco",
                "≥10 mm com fatores de risco ou ≥15 mm",
                "Avaliar cirurgia/encaminhamento conforme diretriz e contexto clínico."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "abdome.c6",
          "grupo": "abdome",
          "nome": "Aorta abdominal — rastreio de aneurisma",
          "nota": null,
          "fonte": "USPSTF / ACC-AHA 2022 / Society for Vascular Surgery",
          "colunas": [
            "Faixa",
            "Classificação",
            "Observação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "<2,5 cm",
                "Calibre usual",
                "Abaixo de ectasia."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "2,5–2,9 cm",
                "Ectasia",
                "Não atinge critério clássico de aneurisma, mas merece registro."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "≥3,0 cm",
                "Aneurisma de aorta abdominal",
                "Critério usado em programas de rastreio por ultrassom."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "≥5,0 cm mulher / ≥5,5 cm homem",
                "Limiar usual de reparo",
                "Depende de sintomas, crescimento, anatomia e risco cirúrgico."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "abdome.c7",
          "grupo": "abdome",
          "nome": "Veia porta — calibre, velocidade e direção",
          "nota": null,
          "fonte": "Polish Ultrasound Society portal system standards / StatPearls",
          "colunas": [
            "Cor",
            "Critério",
            "Leitura"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Verde",
                "6–13 mm, velocidade 16–40 cm/s, fluxo hepatopetal",
                "Faixa usual."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Amarelo",
                "13–16 mm em inspiração profunda ou pós-prandial; velocidade 12–16 cm/s",
                "Correlacionar com baço, ascite, colaterais e superfície hepática."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Vermelho",
                ">16 mm, velocidade <12 cm/s, fluxo hepatofugal ou trombose",
                "Sugere hipertensão portal ou doença vascular conforme contexto."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "abdome.c8",
          "grupo": "abdome",
          "nome": "Pâncreas e veia cava inferior — limites úteis",
          "nota": null,
          "fonte": "EFSUMB pancreas / Pancreatic ultrasound update 2024 / ASE chamber quantification",
          "colunas": [
            "Estrutura",
            "Normal",
            "Alerta"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Ducto pancreático principal no corpo",
                "≤2 mm",
                "Faixa usual no corpo pancreático."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Ducto pancreático principal",
                ">2–3 mm",
                "Alto-normal/limítrofe, especialmente em idosos ou na cabeça."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Ducto pancreático principal",
                ">3 mm",
                "Dilatação provável; considerar imagem seccional conforme sintomas e achados."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Veia cava inferior",
                "<2,1 cm + colapso >50%",
                "Compatível com pressão atrial direita baixa/normal."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Veia cava inferior",
                "achados discordantes",
                "Indeterminado; usar índices secundários e contexto."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Veia cava inferior",
                ">2,1 cm + colapso <50%",
                "Sugere pressão atrial direita elevada."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "abdome.c9",
          "grupo": "abdome",
          "nome": "Assistente rápido — abdome com Doppler",
          "nota": "Não use a velocidade isolada como conclusão. Combine direção, patência, forma de onda, calibre, baço, ascite, colaterais, técnica e indicação clínica.",
          "fonte": "StatPearls Liver Doppler / Radiographics liver Doppler / portal hypertension reviews",
          "colunas": [
            "Saída",
            "Cor",
            "Interpretação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Doppler preservado",
                "Verde",
                "Veia porta pérvia com fluxo em direção ao fígado, velocidade usual, artéria hepática com índice de resistência usual e veias hepáticas fásicas."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Achado contextual ou limitado",
                "Amarelo",
                "Fluxo portal lento, artéria hepática limítrofe, veia hepática monofásica sem trombo, ascite/esplenomegalia isoladas ou limitação técnica."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Achado vascular anormal",
                "Vermelho",
                "Fluxo portal hepatofugal, ausência de fluxo, trombose, cavernomatose, colaterais portossistêmicas, obstrução de veia hepática/cava ou disfunção de derivação."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "abdome.c10",
          "grupo": "abdome",
          "nome": "Protocolo técnico — Doppler hepatoportal",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU abdomen parameter / StatPearls Liver Doppler",
          "colunas": [
            "Item",
            "Registrar",
            "Por que importa"
          ],
          "linhas": [
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                "Veia porta principal e ramos",
                "Patência, direção em direção ao fígado ou para longe do fígado, velocidade e calibre.",
                "Base para hipertensão portal, trombose e fluxo colateral."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Artéria hepática",
                "Índice de resistência, velocidade sistólica e ascensão sistólica quando indicado.",
                "Ajuda em transplante, trombose portal, estenose e compensação arterial."
              ]
            },
            {
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                "Veias hepáticas e veia cava inferior",
                "Fasicidade, patência, trombo, compressão ou dilatação.",
                "Avalia congestão, Budd-Chiari, doença cardíaca direita e obstrução venosa."
              ]
            },
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                "Veia esplênica e confluência portal",
                "Patência, direção, trombo e colaterais.",
                "Importante em trombose portal/esplênica e hipertensão portal segmentar."
              ]
            },
            {
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              "celulas": [
                "Técnica",
                "Jejum, janela acústica, ângulo até 60 graus, escala/filtro e limitações.",
                "Evita falso diagnóstico de trombose por fluxo lento."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "abdome.c11",
          "grupo": "abdome",
          "nome": "Hipertensão portal e trombose — sinais no Doppler",
          "nota": null,
          "fonte": "StatPearls Liver Doppler / Doppler flow patterns in cirrhosis reviews",
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            "Cor",
            "Sinal",
            "Comentário"
          ],
          "linhas": [
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                "Verde",
                "Veia porta pérvia, fluxo em direção ao fígado, 16–40 cm/s, sem colaterais.",
                "Compatível com hemodinâmica usual quando o modo B concorda."
              ]
            },
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                "Amarelo",
                "Velocidade 12–16 cm/s, calibre 13–16 mm, baço aumentado ou ascite isolada.",
                "Zona de contexto; procurar combinação de sinais."
              ]
            },
            {
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                "Vermelho",
                "Fluxo para longe do fígado, ausência de fluxo, trombo, cavernomatose, veia umbilical recanalizada ou colaterais.",
                "Achados fortes para hipertensão portal avançada ou trombose."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "abdome.c12",
          "grupo": "abdome",
          "nome": "Artéria hepática, veias hepáticas e veia cava — leitura prática",
          "nota": "Esses limites são mais úteis no contexto certo. Transplante e derivação têm protocolos próprios e comparação seriada é essencial.",
          "fonte": "StatPearls Liver Doppler / institutional TIPS protocols / AJR liver Doppler",
          "colunas": [
            "Estrutura",
            "Verde",
            "Amarelo",
            "Vermelho"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Artéria hepática",
                "Índice de resistência 0,50–0,70 e diástole presente.",
                "0,70–0,80 ou 0,45–0,50 sem outro alerta.",
                ">0,80, <0,45, ausência de fluxo ou tardus-parvus."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
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                "Veias hepáticas",
                "Trifásicas/fásicas.",
                "Monofásicas com cirrose, técnica ou congestão provável.",
                "Trombo, ausência de fluxo, estenose ou colaterais venosas."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Veia cava inferior",
                "Pérvia, compressível/fásica conforme respiração e coração.",
                "Dilatada com colapso reduzido em congestão.",
                "Trombo, compressão tumoral ou extensão de trombo."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Derivação portossistêmica intra-hepática transjugular",
                "90–190 cm/s sem gradiente focal.",
                "50–90 ou 190–250 cm/s.",
                "<50, >250 cm/s, oclusão ou turbulência/gradiente focal."
              ]
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          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "doppler_hepatico_transplante",
      "slug": "doppler-hepatico-transplante",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/doppler-hepatico-transplante",
      "nome": "Doppler hepático / transplante hepático",
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      "medidas": [
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          "id": "doppler_hepatico_transplante.0",
          "grupo": "doppler_hepatico_transplante",
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          "nota": "Valores altos podem ser transitórios nas primeiras 48–72 h; baixo índice com tardus-parvus favorece estenose.",
          "fonte": "Radiographics/RSNA liver transplant Doppler / Clinical Imaging review / institutional transplant protocols",
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          "nota": "Acima de 80 ms é usado com baixo índice de resistência e onda tardus-parvus para suspeitar estenose.",
          "fonte": "Radiographics/RSNA / AJR liver transplant Doppler",
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          "fonte": "Radiographics/RSNA / liver transplant Doppler reviews",
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          "nota": "Alguns protocolos aceitam velocidades altas no pós-operatório imediato; razão e turbulência aumentam especificidade.",
          "fonte": "Radiographics/RSNA / liver transplant Doppler reviews",
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        {
          "id": "doppler_hepatico_transplante.6",
          "grupo": "doppler_hepatico_transplante",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Veia porta — razão anastomose/referência",
          "valor": "< 3:1",
          "unidade": null,
          "nota": "Razão ≥3:1 é critério forte quando há estreitamento focal, turbulência ou mudança seriada.",
          "fonte": "Radiographics/RSNA / transplant Doppler protocols",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
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        {
          "id": "doppler_hepatico_transplante.7",
          "grupo": "doppler_hepatico_transplante",
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          "rotulo": "Veias hepáticas e veia cava — forma de onda",
          "valor": "fásica/trifásica",
          "unidade": null,
          "nota": "Monofásica isolada pode ser inespecífica; sem fluxo, jato focal e razão elevada sugerem obstrução de saída.",
          "fonte": "Radiographics/RSNA / UW Liver Transplant Doppler protocol",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "obstrução provável",
              "valor": "sem fluxo, trombo, jato focal ou razão ≥3:1",
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        {
          "id": "doppler_hepatico_transplante.8",
          "grupo": "doppler_hepatico_transplante",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Derivação portossistêmica intra-hepática transjugular — velocidade",
          "valor": "90–190",
          "unidade": "cm/s",
          "nota": "Incluída para diferenciação; não confundir derivação com anastomose portal do transplante.",
          "fonte": "StatPearls Liver Doppler / TIPS institutional protocols",
          "faixas": [
            {
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              "valor": "50–90 ou 190–250 cm/s",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "disfunção provável",
              "valor": "<50, >250, oclusão ou gradiente focal",
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          ]
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      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "doppler_hepatico_transplante.c0",
          "grupo": "doppler_hepatico_transplante",
          "nome": "Assistente interativo — Doppler hepático e transplante",
          "nota": "O assistente calcula razões e classifica por cor. Em transplante, comparação com o Doppler basal pode ser mais importante que um número isolado.",
          "fonte": "Radiographics/RSNA / Clinical Imaging / AJR / UW and UT Southwestern transplant Doppler protocols",
          "colunas": [
            "Saída",
            "Cor",
            "Interpretação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Padrão preservado",
                "Verde",
                "Artéria hepática pérvia, índice de resistência usual, ascensão rápida, veia porta em direção ao fígado e veias hepáticas fásicas."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Zona limítrofe/contextual",
                "Amarelo",
                "Índice alto no pós-operatório imediato, velocidade intermediária, monofasicidade isolada ou limitação técnica."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Alerta vascular",
                "Vermelho",
                "Ausência de fluxo arterial, tardus-parvus com índice baixo, velocidade arterial ≥200 cm/s, trombo portal, razão portal/venosa ≥3:1 ou obstrução venosa."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "doppler_hepatico_transplante.c1",
          "grupo": "doppler_hepatico_transplante",
          "nome": "Protocolo técnico mínimo — fígado nativo e transplante",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU abdomen parameter / UW Liver TX Doppler / UTSW transplant protocol",
          "colunas": [
            "Vaso/etapa",
            "Registrar",
            "Por que importa"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Artéria hepática principal e ramos intra-hepáticos",
                "Patência, índice de resistência, velocidade sistólica, ascensão sistólica e local da amostra.",
                "Principal rastreio de trombose ou estenose arterial pós-transplante."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Veia porta principal, anastomose e ramos",
                "Direção, velocidade no jato e velocidade de referência antes/depois.",
                "Diferencia hiperfluxo transitório de estenose anastomótica."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Veias hepáticas e veia cava inferior",
                "Fasicidade, jato focal, velocidade na anastomose, razão e fluxo residual.",
                "Pesquisa obstrução de saída e congestão do enxerto."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Contexto cirúrgico",
                "Data do transplante, tipo de enxerto, técnica caval, stent, angioplastia e exame basal.",
                "Muda limiares e evita falso positivo no pós-operatório imediato."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Técnica Doppler",
                "Ângulo até 60 graus, escala baixa para fluxo lento, ganho ajustado, Doppler de amplitude quando necessário.",
                "Evita simular trombose por fluxo lento ou janela ruim."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "doppler_hepatico_transplante.c2",
          "grupo": "doppler_hepatico_transplante",
          "nome": "Artéria hepática pós-transplante — leitura por cor",
          "nota": "Índice alto isolado no pós-operatório imediato é uma armadilha conhecida; o mesmo achado tardio ou com disfunção do enxerto pesa mais.",
          "fonte": "Radiographics/RSNA liver transplant Doppler / Clinical Imaging 2014",
          "colunas": [
            "Cor",
            "Critério",
            "Leitura prática"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Verde",
                "Fluxo presente, índice 0,55–0,80, tempo de aceleração <80 ms, sem jato focal.",
                "Compatível com perviedade arterial quando o traçado é confiável."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Amarelo",
                "Índice >0,80 nas primeiras 72 h, velocidade 150–199 cm/s ou traçado tecnicamente limitado.",
                "Repetir/seguir, comparar com basal e correlacionar com laboratório."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Vermelho",
                "Sem fluxo, índice <0,50 com tardus-parvus, tempo >80 ms com baixo índice, velocidade focal ≥200 cm/s.",
                "Comunicação prioritária; considerar método complementar ou intervenção conforme protocolo."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "doppler_hepatico_transplante.c3",
          "grupo": "doppler_hepatico_transplante",
          "nome": "Veia porta transplantada — estenose, trombose e hiperfluxo",
          "nota": null,
          "fonte": "Radiographics/RSNA / Doppler ultrasound in liver transplant complications",
          "colunas": [
            "Cor",
            "Achado",
            "Interpretação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Verde",
                "Fluxo em direção ao fígado, sem trombo, velocidade <100 cm/s e razão <2:1.",
                "Padrão usual quando não há aliasing focal."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Amarelo",
                "Velocidade 100–124 cm/s, razão 2–2,9:1 ou velocidade alta no pós-operatório imediato sem estreitamento.",
                "Zona dependente de edema, calibre e comparação."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Vermelho",
                "Velocidade ≥125 cm/s com aliasing, razão ≥3:1, trombo ou ausência de fluxo.",
                "Sugere estenose portal, trombose ou fluxo crítico."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "doppler_hepatico_transplante.c4",
          "grupo": "doppler_hepatico_transplante",
          "nome": "Drenagem venosa do enxerto — veias hepáticas e veia cava",
          "nota": null,
          "fonte": "UW Liver TX Doppler / RSNA transplant imaging reviews",
          "colunas": [
            "Cor",
            "Achado",
            "Leitura"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Verde",
                "Veias hepáticas fásicas/trifásicas e veia cava pérvia.",
                "Contra obstrução de saída importante quando o restante concorda."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Amarelo",
                "Monofásica isolada, leve redução da fasicidade ou exame respiratório/técnico ruim.",
                "Inespecífico; repetir e correlacionar com ascite, derrame pleural e congestão."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Vermelho",
                "Sem fluxo, trombo, jato focal, aliasing importante ou razão ≥3:1.",
                "Sugere estenose/oclusão da drenagem venosa."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "doppler_hepatico_transplante.c5",
          "grupo": "doppler_hepatico_transplante",
          "nome": "Fígado nativo — Doppler hepático fora do transplante",
          "nota": "No fígado nativo, números isolados raramente fecham diagnóstico; direção do fluxo, trombo, colaterais e clínica dominam.",
          "fonte": "StatPearls Liver Doppler / Radiographics liver Doppler",
          "colunas": [
            "Estrutura",
            "Normal consensual",
            "Alerta"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Veia porta",
                "Fluxo em direção ao fígado, calibre 6–13 mm, velocidade média 16–40 cm/s.",
                "Fluxo para longe do fígado, trombo, cavernomatose, colaterais ou fluxo muito lento."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Artéria hepática",
                "Índice de resistência 0,50–0,70 fora do transplante, com diástole presente.",
                "Ausência de fluxo, índice extremo ou tardus-parvus no contexto certo."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Veias hepáticas",
                "Traçado fásico/trifásico.",
                "Sem fluxo, trombo, compressão ou padrão obstrutivo."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "doppler_hepatico_transplante.c6",
          "grupo": "doppler_hepatico_transplante",
          "nome": "Armadilhas e quando escalar",
          "nota": null,
          "fonte": "Radiographics/RSNA / Clinical Imaging review / transplant protocols",
          "colunas": [
            "Situação",
            "Risco de erro",
            "Como reduzir"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Primeiras 72 horas",
                "Índice arterial alto pode ser edema, espasmo ou aumento de resistência transitória.",
                "Comparar em série e pesar função do enxerto."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Fluxo lento",
                "Escala alta ou filtro alto podem simular trombose.",
                "Baixar escala, ajustar ganho e usar Doppler de amplitude."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Sem fluxo arterial no transplante",
                "Pode representar trombose arterial, evento tempo-sensível.",
                "Confirmar tecnicamente e comunicar imediatamente conforme rotina local."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Estenose arterial tardia",
                "Pode causar isquemia biliar, abscessos ou disfunção progressiva.",
                "Integrar Doppler com vias biliares, coleções e laboratório."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "doppler_hepatico_transplante.c7",
          "grupo": "doppler_hepatico_transplante",
          "nome": "Checklist de laudo — Doppler hepático/transplante",
          "nota": null,
          "fonte": "CBR reporting principles / ACR-AIUM practice parameter / transplant Doppler literature",
          "colunas": [
            "Bloco",
            "Texto que não deve faltar",
            "Cor se ausente"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Identificação",
                "Tempo pós-transplante, tipo de enxerto/anastomose se conhecido, comparação anterior.",
                "Amarelo"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Artéria hepática",
                "Patência, índice de resistência, velocidade, tempo de aceleração e presença/ausência de tardus-parvus.",
                "Vermelho se transplante"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Veia porta",
                "Direção, velocidade anastomótica, razão se suspeita, trombo e ramos.",
                "Vermelho se suspeita vascular"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Drenagem venosa",
                "Veias hepáticas, veia cava, fasicidade, jato focal e razão quando houver estenose suspeita.",
                "Amarelo/vermelho conforme achado"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Achados associados",
                "Vias biliares, coleções, ascite, derrame pleural e limitação técnica.",
                "Amarelo"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "tireoide",
      "slug": "tireoide",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/tireoide",
      "nome": "Tireoide / cervical",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "tireoide.0",
          "grupo": "tireoide",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Lobo direito/esquerdo — comprimento",
          "valor": "4–6",
          "unidade": "cm",
          "nota": "adulto; medir cada lobo separadamente",
          "fonte": "PMC Thyroid ultrasound / Endotext",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tireoide.1",
          "grupo": "tireoide",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Lobo direito/esquerdo — largura",
          "valor": "1–2",
          "unidade": "cm",
          "nota": null,
          "fonte": "PMC Thyroid ultrasound / Intedia",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tireoide.2",
          "grupo": "tireoide",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Lobo direito/esquerdo — espessura ântero-posterior",
          "valor": "1,3–1,8",
          "unidade": "cm",
          "nota": "até ~2,0 cm pode ser aceito por algumas referências",
          "fonte": "PMC Thyroid ultrasound / ATA teaching material",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tireoide.3",
          "grupo": "tireoide",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Volume tireoidiano total — mulher",
          "valor": "10–15",
          "unidade": "mL",
          "nota": "faixa usual; limite superior clássico para bócio: >18 mL",
          "fonte": "PMC Thyroid ultrasound / EJE 2025",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tireoide.4",
          "grupo": "tireoide",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Volume tireoidiano total — homem",
          "valor": "12–18",
          "unidade": "mL",
          "nota": "25 mL é melhor tratado como limite superior clássico, não como alvo de normalidade",
          "fonte": "PMC Thyroid ultrasound / EJE 2025",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tireoide.5",
          "grupo": "tireoide",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Cálculo do volume de cada lobo",
          "valor": "C × L × E × 0,479",
          "unidade": null,
          "nota": "comprimento, largura e espessura em cm; somar os dois lobos",
          "fonte": "WHO/ICCIDD ultrasound volume formula",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tireoide.6",
          "grupo": "tireoide",
          "ruleId": "thyroid.isthmus.thickness",
          "rotulo": "Istmo — espessura",
          "valor": "≤ 3–4",
          "unidade": "mm",
          "nota": null,
          "fonte": "Intedia / Endotext",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tireoide.7",
          "grupo": "tireoide",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Parênquima tireoidiano — Doppler colorido",
          "valor": "escasso a moderado e simétrico",
          "unidade": null,
          "nota": "Hiperfluxo difuso acentuado é anormal e deve ser correlacionado com TSH, T4 livre e anticorpos.",
          "fonte": "Ralls AJR 1988 / QJM 2025",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tireoide.8",
          "grupo": "tireoide",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Artérias tireoidianas — velocidade sistólica de pico",
          "valor": "ver faixas",
          "unidade": "cm/s",
          "nota": "Não há corte universal: valores entre 30 e 70 cm/s são zona de sobreposição entre estudos; acima de ~70 cm/s favorece hiperfluxo de Graves quando o padrão é difuso.",
          "fonte": "Frontiers Endocrinol 2024 meta-analysis / Arch Endocrinol Metab 2019",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Verde — sem hiperfluxo relevante",
              "valor": "<30 cm/s",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Amarelo — zona de sobreposição",
              "valor": "30–69 cm/s",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Vermelho — hiperfluxo acentuado",
              "valor": "≥70 cm/s",
              "min": null,
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              "quando": null
            }
          ]
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "tireoide.c0",
          "grupo": "tireoide",
          "nome": "Calculadora — EU-TIRADS (alternativa europeia)",
          "nota": "Sinais de alto risco (EU-TIRADS 5): muito hipoecoico, contorno irregular, mais alto que largo, microcalcificações. Comparar sempre com o ACR TI-RADS.",
          "fonte": "EU-TIRADS — Russ, Eur Thyroid J 2017 (ETA)",
          "colunas": [
            "Categoria",
            "Risco",
            "Punção a partir de"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "EU-TIRADS 2",
                "~0% (anecoico/espongiforme)",
                "—"
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "EU-TIRADS 3",
                "2–4% (baixo risco)",
                "≥20 mm"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "EU-TIRADS 4",
                "6–17% (risco intermediário)",
                "≥15 mm"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "EU-TIRADS 5",
                "26–87% (alto risco)",
                "≥10 mm"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tireoide.c1",
          "grupo": "tireoide",
          "nome": "Calculadora — Bethesda (citologia da tireoide)",
          "nota": "Bethesda é citológico (PAAF); o US (ACR/EU-TIRADS) decide QUEM puncionar. Riscos assumem sem NIFTP; testes moleculares refinam III e IV.",
          "fonte": "The Bethesda System, 3rd ed. 2023",
          "colunas": [
            "Categoria",
            "Risco de malignidade",
            "Conduta usual"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "I",
                "5–20% (não diagnóstica)",
                "Repetir PAAF guiada por US."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "II",
                "0–3% (benigna)",
                "Seguimento por risco ecográfico."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "III",
                "6–18% (AUS)",
                "Repetir PAAF, teste molecular ou lobectomia."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "IV",
                "10–40% (neoplasia folicular)",
                "Teste molecular ou lobectomia diagnóstica."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "V",
                "45–60% (suspeita)",
                "Cirurgia conforme extensão."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "VI",
                "94–99% (maligna)",
                "Cirurgia + estadiamento."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tireoide.c2",
          "grupo": "tireoide",
          "nome": "ACR TI-RADS 2017 — pontuação por características",
          "nota": "Escolha uma opção em composição, ecogenicidade, forma e margem. Em focos ecogênicos, some todos os achados presentes; se não houver, use 0 ponto.",
          "fonte": "ACR TI-RADS white paper 2017 / ACR TI-RADS Atlas",
          "colunas": [
            "Característica",
            "Achado",
            "Pontos",
            "Nota prática"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Composição",
                "Cístico ou quase completamente cístico",
                "0",
                "Não pontua suspeição pelo ACR."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Composição",
                "Esponjiforme",
                "0",
                "Múltiplos microcistos ocupando mais de 50% do nódulo."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Composição",
                "Misto cístico e sólido",
                "1",
                "Pontuar pela composição predominante descrita."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Composição",
                "Sólido ou quase completamente sólido",
                "2",
                "Característica que aumenta a pontuação, mas não define sozinha o nível."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Ecogenicidade",
                "Anecoico",
                "0",
                "Aplicável a nódulo cístico."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Ecogenicidade",
                "Isoecoico ou hiperecoico",
                "1",
                "Comparar com o parênquima tireoidiano adjacente."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Ecogenicidade",
                "Hipoecoico",
                "2",
                "Mais escuro que a tireoide, porém não mais escuro que músculo."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Ecogenicidade",
                "Muito hipoecoico",
                "3",
                "Mais escuro que a musculatura cervical anterior."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Ecogenicidade",
                "Não determinável",
                "1",
                "ACR orienta 1 ponto quando a ecogenicidade não puder ser definida."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Forma",
                "Mais largo que alto",
                "0",
                "Avaliar no plano transversal."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Forma",
                "Mais alto que largo",
                "3",
                "Sinal de maior suspeição no ACR TI-RADS."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Margem",
                "Lisa",
                "0",
                "Margem regular."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Margem",
                "Mal definida",
                "0",
                "Não é o mesmo que irregular; não pontua no ACR."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Margem",
                "Lobulada ou irregular",
                "2",
                "Pontua como margem suspeita."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Margem",
                "Extensão extratireoidiana",
                "3",
                "Invasão franca além da cápsula tireoidiana."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Margem",
                "Não determinável",
                "0",
                "Use quando a margem não puder ser avaliada com segurança."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Focos ecogênicos",
                "Nenhum ou artefato em cauda de cometa grande",
                "0",
                "Artefato de coloide grande é benigno no sistema."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Focos ecogênicos",
                "Macrocalcificações",
                "1",
                "Foco calcificado maior com sombra posterior."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Focos ecogênicos",
                "Calcificações periféricas em anel",
                "2",
                "Pontuar se presente; pode coexistir com outros focos."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Focos ecogênicos",
                "Focos ecogênicos puntiformes",
                "3",
                "Podem representar microcalcificações; somam com outros focos presentes."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tireoide.c3",
          "grupo": "tireoide",
          "nome": "ACR TI-RADS 2017 — nódulo tireoidiano",
          "nota": "Somar composição, ecogenicidade, forma, margem e focos ecogênicos. Conduta usa a maior dimensão do nódulo.",
          "fonte": "ACR TI-RADS — JACR 2017",
          "colunas": [
            "Nível",
            "Pontos",
            "Risco",
            "Punção aspirativa a partir de",
            "Seguimento por imagem"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
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                "TR1",
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                "0,3%",
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                "—"
              ]
            },
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                "—",
                "—"
              ]
            },
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                "3",
                "4,8%",
                "≥ 2,5 cm",
                "≥ 1,5 cm: 1, 3 e 5 anos"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
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                "9,1%",
                "≥ 1,5 cm",
                "≥ 1,0 cm: 1, 2, 3 e 5 anos"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
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                "≥ 7",
                "35%",
                "≥ 1,0 cm",
                "≥ 0,5 cm: anual por 5 anos"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tireoide.c4",
          "grupo": "tireoide",
          "nome": "Doppler tireoidiano — leitura rápida",
          "nota": "O Doppler não substitui exames laboratoriais nem cintilografia quando necessária. Use esta leitura para orientar a descrição e a correlação clínica.",
          "fonte": "Frontiers Endocrinol 2024 meta-analysis / Arch Endocrinol Metab 2019 / QJM 2025",
          "colunas": [
            "Categoria",
            "Faixa / padrão",
            "Interpretação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Parênquima",
                "Vascularização simétrica escassa a moderada",
                "Padrão esperado quando não há hiperemia difusa."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Parênquima",
                "Aumento discreto/moderado, focal ou assimétrico",
                "Achado de sobreposição: correlacionar com modo B, dor, TSH, T4 livre e anticorpos."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Parênquima",
                "Hiperfluxo difuso acentuado (“inferno tireoidiano”)",
                "Anormal; em tireoide difusamente aumentada favorece Graves quando os exames laboratoriais concordam."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Velocidade sistólica de pico",
                "<30 cm/s",
                "Faixa verde por concordar com valores de repouso em várias séries."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Velocidade sistólica de pico",
                "30–69 cm/s",
                "Zona limítrofe: há estudos usando 30 ou 40 cm/s, mas meta-análise recente aponta corte maior."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Velocidade sistólica de pico",
                "≥70 cm/s",
                "Hiperfluxo acentuado; fortalece hipótese de Graves se o aumento for difuso."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tireoide.c5",
          "grupo": "tireoide",
          "nome": "Chammas — vascularização do nódulo (Doppler)",
          "nota": "Doppler vascular de nódulo é complementar: estudo europeu mostrou que vascularização não melhora a estratificação global do ACR TI-RADS. Padrões IV/V de Chammas são específicos, mas pouco sensíveis.",
          "fonte": "Chammas et al. / AEM-SBEM 2009 / Eur Thyroid J 2021",
          "colunas": [
            "Padrão",
            "Descrição",
            "Cor",
            "Nota prática"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "I",
                "Ausência de fluxo",
                "Verde",
                "Menor suspeição Doppler; ainda aplicar ACR TI-RADS pelo modo B."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "II",
                "Apenas periférico/perinodular",
                "Verde",
                "Padrão de menor suspeição relativa."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "III",
                "Periférico igual ou maior que central",
                "Amarelo",
                "Achado intermediário; não muda sozinho a conduta."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "IV",
                "Central maior que periférico",
                "Vermelho",
                "Maior especificidade para citologia maligna, porém baixa sensibilidade."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "V",
                "Exclusivamente central",
                "Vermelho",
                "Maior suspeição Doppler adjunta; não substitui citologia."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tireoide.c6",
          "grupo": "tireoide",
          "nome": "Linfonodo cervical — sinais de suspeita",
          "nota": null,
          "fonte": "Critérios sonográficos consagrados",
          "colunas": [
            "Sinal",
            "Achado suspeito"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Forma",
                "Arredondado: eixo longo menor que o dobro do eixo curto"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Hilo",
                "Ausente"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Vascularização",
                "Periférica/caótica"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Ecotextura",
                "Microcalcificações, cístico, hiperecogênico"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "doppler_venoso",
      "slug": "doppler-venoso",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/doppler-venoso",
      "nome": "Doppler e mapeamento venoso — membros, jugulares e subclávias",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "doppler_venoso.0",
          "grupo": "doppler_venoso",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Membros inferiores — pesquisa de trombose",
          "valor": "compressão sequencial",
          "unidade": null,
          "nota": "Documentar veia femoral comum, junção safenofemoral, veia femoral proximal/média/distal, veia poplítea, veias tibiais posteriores e fibulares; acrescentar gastrocnêmias, soleares e veias superficiais quando sintomáticas.",
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU 2026 / IAC Vascular Testing / CBR-SBACV-SP 2020",
          "faixas": [
            {
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "anormal consensual",
              "valor": "veia não compressível, trombo ou ausência de fluxo após ajuste técnico",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "doppler_venoso.1",
          "grupo": "doppler_venoso",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Mapeamento venoso para varizes — técnica",
          "valor": "ortostase + manobras padronizadas",
          "unidade": null,
          "nota": "Pesquisar refluxo preferencialmente em pé. Usar Valsalva na veia femoral comum e na junção safenofemoral; usar compressão/descompressão distal para os demais segmentos. Registrar posição, manobra e tempo de refluxo no Doppler espectral.",
          "fonte": "CBR-SBACV-SP 2020 / SVS-AVF-AVLS 2023 / ESVS 2022",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "técnica adequada",
              "valor": "em pé ou posição dependente, manobra documentada",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "limitação técnica",
              "valor": "não ficou em pé, dor, curativo, obesidade ou manobra ruim",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "não interpretar como mapeamento completo",
              "valor": "refluxo pesquisado só em decúbito sem justificativa",
              "min": null,
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "doppler_venoso.2",
          "grupo": "doppler_venoso",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Veia safena magna — pontos mínimos do mapa",
          "valor": "junção + coxa + perna",
          "unidade": null,
          "nota": "Documentar junção safenofemoral, calibre anteroposterior da safena magna na coxa e na perna, extensão do refluxo, origem, drenagem, tributárias, safenas acessórias e eventual trajeto subdérmico ou hipoplásico.",
          "fonte": "CBR-SBACV-SP 2020 / CBR documentação mínima / SVS-AVF-AVLS 2023",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "mapa completo",
              "valor": "calibres + refluxo + origem/drenagem por segmento",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "mapa incompleto",
              "valor": "sem calibres, sem origem/drenagem ou sem descrição de acessórias",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "achado crítico associado",
              "valor": "trombose, coto ascendente até junção profunda ou suspeita de extensão profunda",
              "min": null,
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          ]
        },
        {
          "id": "doppler_venoso.3",
          "grupo": "doppler_venoso",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Veia safena parva — pontos mínimos do mapa",
          "valor": "junção + distância ao joelho + perna",
          "unidade": null,
          "nota": "A junção safenopoplítea é variável; registrar a distância até a interlinha/prega do joelho, calibre da safena parva por segmento, extensão cranial, veia de Giacomini e drenagem do refluxo.",
          "fonte": "CBR-SBACV-SP 2020 / Caggiati nomenclature / ESVS 2022",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "descrição útil",
              "valor": "junção, distância ao joelho, calibre e extensão cranial descritos",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "anatomia variável",
              "valor": "sem junção típica, extensão cranial/Giacomini ou drenagem complexa",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "complicação",
              "valor": "trombose superficial próxima da junção profunda ou extensão para sistema profundo",
              "min": null,
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "doppler_venoso.4",
          "grupo": "doppler_venoso",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Mapeamento de safena para enxerto",
          "valor": "calibre + continuidade + compressibilidade",
          "unidade": null,
          "nota": "Descrever por segmento: diâmetro, compressibilidade, continuidade, varicosidades, trombose, bifurcações, trajetos superficiais e comprimento aproveitável. O calibre aceitável varia por serviço; por segurança didática, menor que 2 mm fica vermelho, 2–2,9 mm amarelo e 3 mm ou mais verde se a parede e o trajeto forem adequados.",
          "fonte": "CBR-SBACV-SP 2020 / vascular lab vein mapping protocols",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "favorável",
              "valor": "≥3 mm, compressível, contínua e sem varizes/trombose",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "limítrofe",
              "valor": "2–2,9 mm ou trecho útil curto",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "desfavorável",
              "valor": "<2 mm, trombosada, varicosa importante ou descontínua",
              "min": null,
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              "incluiMin": true,
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "doppler_venoso.5",
          "grupo": "doppler_venoso",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Refluxo superficial — safenas, acessórias e tributárias",
          "valor": "> 0,5",
          "unidade": "s",
          "nota": "Pesquisa preferencialmente em ortostase ou posição dependente, com manobra padronizada e tempo de refluxo medido no Doppler espectral.",
          "fonte": "CBR-SBACV-SP 2020 / SVS-AVF-AVLS 2023 / CMS LCD",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "normal",
              "valor": "até 0,5 s",
              "min": null,
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              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "limítrofe/técnico",
              "valor": "0,45–0,50 s ou manobra/posição inadequada",
              "min": null,
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              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "refluxo patológico",
              "valor": "maior que 0,5 s",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "doppler_venoso.6",
          "grupo": "doppler_venoso",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Refluxo profundo — segmento femoropoplíteo",
          "valor": "> 1,0",
          "unidade": "s",
          "nota": "Para veias femoral comum, femoral e poplítea, muitos consensos usam corte maior que 1,0 s; outros segmentos profundos usam maior que 0,5 s.",
          "fonte": "CBR-SBACV-SP 2020 / SVS-AVF / CMS LCD",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "normal",
              "valor": "até 1,0 s no femoropoplíteo",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
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              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "zona cinzenta",
              "valor": "0,8–1,0 s ou técnica inconsistente",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "refluxo profundo",
              "valor": "maior que 1,0 s no femoropoplíteo",
              "min": null,
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              "incluiMin": true,
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "doppler_venoso.7",
          "grupo": "doppler_venoso",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Veias perfurantes",
          "valor": "> 0,35–0,50",
          "unidade": "s",
          "nota": "Há divergência entre 0,35 s e 0,50 s. Consenso brasileiro aceita maior que 0,35 s; critérios terapêuticos internacionais frequentemente exigem maior que 0,5 s e diâmetro maior que 3,5 mm, especialmente sob úlcera ou pele alterada.",
          "fonte": "CBR-SBACV-SP 2020 / SVS-AVF / CMS LCD",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "normal consensual",
              "valor": "menor que 0,35 s",
              "min": null,
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              "incluiMin": true,
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              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "divergência entre referências",
              "valor": "0,35–0,50 s ou sem diâmetro/contexto",
              "min": null,
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              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "patológico mais aceito",
              "valor": "maior que 0,50 s com diâmetro maior que 3,5 mm ou pele/úlcera relacionada",
              "min": null,
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "doppler_venoso.8",
          "grupo": "doppler_venoso",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Membros superiores, jugulares e subclávias",
          "valor": "compressão quando possível + Doppler",
          "unidade": null,
          "nota": "Veia jugular interna, axilar, braquial, basílica e cefálica devem ser comprimidas quando possível; a subclávia é parcialmente limitada pela clavícula e depende mais de cor, espectro, fasicidade e comparação contralateral.",
          "fonte": "SVU 2019 / ACR Appropriateness Criteria 2020 / AVF 2026",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "normal",
              "valor": "compressível onde possível, fluxo espontâneo, fásico e simétrico",
              "min": null,
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              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "limitação anatômica",
              "valor": "subclávia não totalmente compressível, mas com Doppler normal",
              "min": null,
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              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "obstrução/trombose",
              "valor": "não compressível, sem preenchimento, colaterais ou onda contínua assimétrica",
              "min": null,
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "doppler_venoso.9",
          "grupo": "doppler_venoso",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Trombose venosa superficial",
          "valor": "não compressibilidade + trombo",
          "unidade": null,
          "nota": "Descrever extensão, distância da junção profunda, veia envolvida e sinais inflamatórios. Proximidade com junção safenofemoral/safenopoplítea ou extensão para sistema profundo aumenta a gravidade.",
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU / CBR-SBACV-SP",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "ausente",
              "valor": "veia superficial compressível e pérvia",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "superficial localizada",
              "valor": "trombo superficial afastado do sistema profundo",
              "min": null,
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              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "alto risco",
              "valor": "próximo de junção profunda, extenso, ascendente ou com trombose profunda associada",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "doppler_venoso.c0",
          "grupo": "doppler_venoso",
          "nome": "Assistente interativo — trombose, refluxo e obstrução venosa",
          "nota": "A calculadora não substitui probabilidade clínica, dímero D, seguimento seriado ou venografia/tomografia/ressonância quando a suspeita central permanece alta.",
          "fonte": "SRU 2018 / ACR-AIUM-SPR-SRU / IAC / AVF 2026",
          "colunas": [
            "Saída",
            "Cor",
            "Uso prático"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Pérvio/normal",
                "Verde",
                "Compressibilidade preservada, fluxo fásico/simétrico e refluxo abaixo dos cortes aceitos."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Indeterminado, limitado ou pós-trombótico",
                "Amarelo",
                "Use quando há limitação técnica, subclávia não compressível anatomicamente, refluxo limítrofe ou cicatriz pós-trombótica."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Trombose, obstrução ou refluxo patológico",
                "Vermelho",
                "Veia não compressível, trombo, ausência de fluxo, colaterais centrais, onda contínua assimétrica ou refluxo claramente acima dos cortes."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "doppler_venoso.c1",
          "grupo": "doppler_venoso",
          "nome": "Mapeamento venoso de varizes — checklist técnico",
          "nota": "O mapa deve ser anatômico e funcional: onde nasce o refluxo, por onde passa, para onde drena e quais segmentos são tratáveis.",
          "fonte": "CBR-SBACV-SP 2020 / SVS-AVF-AVLS 2023 / ESVS 2022",
          "colunas": [
            "Etapa",
            "O que documentar",
            "Cor didática"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Sistema profundo primeiro",
                "Compressibilidade, perviedade, fasicidade e refluxo profundo quando o exame é de insuficiência venosa.",
                "Verde se completo e normal"
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Safena magna",
                "Junção safenofemoral, calibre na coxa e perna, refluxo terminal/pré-terminal/segmentar, origem e drenagem.",
                "Verde se sem refluxo e bem documentada"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Safena parva",
                "Junção safenopoplítea, distância ao joelho, calibre, extensão cranial, veia de Giacomini e drenagem.",
                "Amarelo quando anatomia é variável"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Tributárias e acessórias",
                "Topografar fonte e drenagem do refluxo; não chamar tudo de safena sem identificar o tronco envolvido.",
                "Amarelo se falta topografia"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Perfurantes",
                "Local, distância ao joelho ou planta do pé, diâmetro, refluxo e relação com pele/úlcera.",
                "Amarelo/vermelho conforme refluxo e diâmetro"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Trombose ou extensão profunda",
                "Veia não compressível, trombo em safena próximo da junção profunda, extensão para sistema profundo ou flegmasia.",
                "Vermelho"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "doppler_venoso.c2",
          "grupo": "doppler_venoso",
          "nome": "Safenas — padrões de refluxo para escrever no laudo",
          "nota": null,
          "fonte": "CBR-SBACV-SP 2020 / Caggiati nomenclature / local report corpus",
          "colunas": [
            "Padrão",
            "Como reconhecer",
            "Como reportar"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Refluxo terminal",
                "Válvula terminal/junção incompetente com refluxo entrando no tronco safeno.",
                "Dizer junção, extensão crânio-caudal e drenagem para tributárias/perfurantes."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Refluxo pré-terminal",
                "Válvula terminal competente, mas refluxo abaixo da junção por tributária, acessória ou perfurante.",
                "Diferenciar de insuficiência da junção para evitar tratamento excessivo."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Refluxo segmentar",
                "Trecho limitado da safena com refluxo e segmentos normais acima/abaixo.",
                "Descrever início, término e conexões."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Refluxo por tributária ou acessória",
                "Tronco safeno pode estar competente, mas há refluxo em acessória anterior/posterior ou tributária.",
                "Nomear a veia e sua relação com o compartimento safeno."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Veia de Giacomini ou extensão cranial da parva",
                "Comunicação da safena parva com veias da coxa/safena magna.",
                "Registrar trajeto e direção de drenagem."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Pós-cirúrgico ou recidiva",
                "Coto, neovascularização, safena remanescente, acessória insuficiente ou perfurante insuficiente.",
                "Relatar fonte da recidiva em vez de apenas “varizes”."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "doppler_venoso.c3",
          "grupo": "doppler_venoso",
          "nome": "Perfurantes — leitura por cor",
          "nota": "No consenso brasileiro, maior que 0,35 s já define refluxo de perfurante; em critérios terapêuticos internacionais, o conjunto refluxo maior que 0,5 s + diâmetro maior que 3,5 mm é mais usado.",
          "fonte": "CBR-SBACV-SP 2020 / SVS-AVF-AVLS 2023 / ESVS 2022 / CMS LCD",
          "colunas": [
            "Cor",
            "Critério",
            "Interpretação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Verde",
                "Sem refluxo ou refluxo menor que 0,35 s.",
                "Não chamar de perfurante insuficiente apenas pelo diâmetro."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Amarelo",
                "Refluxo 0,35–0,50 s, diâmetro isolado maior que 3,5 mm ou topografia incompleta.",
                "Zona de divergência: documentar e correlacionar com pele, úlcera e varizes."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Vermelho",
                "Refluxo maior que 0,50 s com diâmetro maior que 3,5 mm, principalmente sob pele alterada ou úlcera.",
                "Critério mais aceito para perfurante patológica/tratável."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "doppler_venoso.c4",
          "grupo": "doppler_venoso",
          "nome": "Mapeamento de safena para enxerto — tabela prática",
          "nota": null,
          "fonte": "vascular lab vein mapping protocols / CBR-SBACV-SP 2020",
          "colunas": [
            "Cor",
            "Achado",
            "Conduta no laudo"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Verde",
                "Safena contínua, compressível, sem trombose/varizes importantes e diâmetro em geral igual ou maior que 3 mm.",
                "Informar extensão útil e calibres por segmento."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Amarelo",
                "Calibre 2–2,9 mm, bifurcações, segmento curto, trajeto superficial ou parede irregular.",
                "Descrever limitações sem reprovar universalmente; decisão é cirúrgica."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Vermelho",
                "Calibre menor que 2 mm, trombose, varicosidade importante, descontinuidade ou pós-ablação.",
                "Destacar como desfavorável e procurar alternativa se solicitado."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "doppler_venoso.c5",
          "grupo": "doppler_venoso",
          "nome": "Pesquisa de trombose venosa — leitura por cores",
          "nota": null,
          "fonte": "SRU 2018 / ACR-AIUM-SPR-SRU / IAC",
          "colunas": [
            "Cor",
            "Achado",
            "Interpretação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Verde",
                "Veia compressível, sem material intraluminal, fluxo colorido e onda fásica.",
                "Normal no segmento avaliado, se o exame foi completo."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Amarelo",
                "Compressão parcial duvidosa, segmento não visto, panturrilha limitada ou alteração crônica aderida à parede.",
                "Relatar limitação e considerar controle seriado ou método complementar conforme risco clínico."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Vermelho",
                "Veia não compressível, material intraluminal, ausência de preenchimento, trombo flutuante ou extensão proximal.",
                "Compatível com trombose/oclusão até prova em contrário; comunicar conforme protocolo local."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "doppler_venoso.c6",
          "grupo": "doppler_venoso",
          "nome": "Refluxo venoso — limites didáticos por segmento",
          "nota": "Sempre registrar posição do paciente, manobra usada e origem/drenagem do refluxo. Fluxo invertido por obstrução proximal não deve ser chamado de refluxo valvar.",
          "fonte": "CBR-SBACV-SP 2020 / SVS-AVF / ESVS 2022 / CMS LCD",
          "colunas": [
            "Segmento",
            "Verde",
            "Amarelo",
            "Vermelho"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Safenas, acessórias e tributárias",
                "até 0,5 s",
                "0,45–0,50 s ou técnica ruim",
                "maior que 0,5 s"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Femoral comum, femoral e poplítea",
                "até 1,0 s",
                "0,8–1,0 s ou manobra inadequada",
                "maior que 1,0 s"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Perfurantes",
                "menor que 0,35 s",
                "0,35–0,50 s ou sem contexto clínico",
                "maior que 0,50 s, especialmente se diâmetro maior que 3,5 mm"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Veias profundas abaixo do joelho",
                "até 0,5 s em muitas referências",
                "técnica dependente",
                "maior que 0,5 s quando reprodutível"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "doppler_venoso.c7",
          "grupo": "doppler_venoso",
          "nome": "Jugulares, subclávias e suspeita de obstrução central",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR Appropriateness Criteria 2020 / SVU 2019 / AVF 2026",
          "colunas": [
            "Local",
            "Avaliação prática",
            "Sinal de alerta"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Veia jugular interna",
                "Compressão direta, cor e espectro.",
                "Não compressibilidade ou trombo."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Veia subclávia",
                "Compressão limitada pela clavícula; usar preenchimento colorido, fasicidade, pulsatilidade e comparação com o lado oposto.",
                "Onda contínua/monofásica assimétrica, pouca variação respiratória ou colaterais."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Veias braquiocefálicas e cava superior",
                "Geralmente avaliação indireta; considerar tomografia, ressonância ou venografia se alta suspeita.",
                "Edema de face/braço, colaterais torácicas, cateter ou marcapasso com onda central anormal."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "doppler_venoso.c8",
          "grupo": "doppler_venoso",
          "nome": "Classificação clínica CEAP — doença venosa crônica",
          "nota": "CEAP é classificação clínica; a cor aqui é didática e não substitui a categoria clínica completa com etiologia, anatomia e fisiopatologia.",
          "fonte": "AVF CEAP 2020 / ESVS 2022",
          "colunas": [
            "Classe",
            "Achado clínico",
            "Cor didática"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "C0",
                "Sem sinais visíveis ou palpáveis",
                "Verde"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "C1",
                "Telangiectasias ou veias reticulares",
                "Amarelo se sintomático"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "C2",
                "Varizes",
                "Amarelo"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "C3",
                "Edema venoso",
                "Amarelo"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "C4",
                "Alterações de pele por doença venosa",
                "Vermelho"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "C5",
                "Úlcera venosa cicatrizada",
                "Vermelho"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "C6",
                "Úlcera venosa ativa",
                "Vermelho"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "doppler_venoso.c9",
          "grupo": "doppler_venoso",
          "nome": "Diferenciais úteis quando não é trombose",
          "nota": null,
          "fonte": "SRU 2018 / ACR-AIUM-SPR-SRU / CBR-SBACV-SP",
          "colunas": [
            "Cenário",
            "Possibilidades",
            "Pista ultrassonográfica"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Dor e edema em panturrilha",
                "Cisto poplíteo roto, lesão muscular, hematoma, celulite, linfedema.",
                "Veias compressíveis e achado extravascular explicativo."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Edema bilateral",
                "Insuficiência cardíaca, renal, hepática, medicamentosa ou linfática.",
                "Fluxo venoso pérvio; procurar simetria e contexto sistêmico."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Edema de braço, face ou colaterais torácicas",
                "Obstrução venosa central por cateter, marcapasso, massa ou trombose central.",
                "Onda contínua assimétrica, perda de fasicidade ou colaterais."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Dor intensa com membro muito edemaciado",
                "Trombose extensa, flegmasia, síndrome compartimental ou infecção grave.",
                "Comunicação urgente mesmo antes de completar mapeamento amplo."
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "aorta_iliacas",
      "slug": "aorta-iliacas",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/aorta-iliacas",
      "nome": "Aorta e ilíacas — artérias e veias",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "aorta_iliacas.0",
          "grupo": "aorta_iliacas",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Aorta abdominal — diâmetro máximo externo a externo",
          "valor": "< 3,0",
          "unidade": "cm",
          "nota": "Medir perpendicular ao eixo do vaso, no maior diâmetro. Aneurisma começa em 3,0 cm; ectasia 2,5–2,9 cm é zona amarela.",
          "fonte": "ACC/AHA 2022 / SVS / USPSTF / ESVS 2024",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
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            {
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        {
          "id": "aorta_iliacas.1",
          "grupo": "aorta_iliacas",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Aneurisma de aorta abdominal — limiar de reparo habitual",
          "valor": "homem ≥5,5; mulher ≥5,0",
          "unidade": "cm",
          "nota": "Também considerar avaliação vascular se sintomático, sacular/pseudoaneurisma, sinais de ruptura ou crescimento rápido.",
          "fonte": "ACC/AHA 2022 / SVS / ESVS 2024",
          "faixas": [
            {
              "status": "yellow",
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        {
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          "ruleId": null,
          "rotulo": "Artéria ilíaca comum — diâmetro",
          "valor": "< 1,5–1,7",
          "unidade": "cm",
          "nota": "Há divergência: ectasia pode ser definida a partir de 1,5 cm em mulheres ou 1,7 cm em homens; muitos serviços tratam ≥2,0 cm como aneurisma pequeno e ≥3,5 cm como limiar forte de reparo.",
          "fonte": "ACC/AHA 2022 / ESVS 2024 / JVS isolated common iliac aneurysm",
          "faixas": [
            {
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              "rotulo": "normal mais consensual",
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        {
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          "nota": "Razão entre velocidade no jato e segmento proximal normal; usar ângulo menor que 60 graus e correlacionar com aliasing, estreitamento e onda distal.",
          "fonte": "ACR-AIUM-SRU arterial Doppler / Society for Vascular Medicine / vascular lab criteria",
          "faixas": [
            {
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          "nota": "Critério útil, mas não absoluto: integrar com perda de fasicidade na veia femoral comum, colaterais, compressão extrínseca, trombo, stent e sintomas.",
          "fonte": "JVS Venous 2016 / ESVS 2022 / Labropoulos",
          "faixas": [
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        {
          "id": "aorta_iliacas.5",
          "grupo": "aorta_iliacas",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Pós-endoprótese de aorta — saco aneurismático",
          "valor": "estável ou reduzindo",
          "unidade": null,
          "nota": "Crescimento do saco, vazamento periprotético, migração, torção, trombose de ramo ou ausência de fluxo em ramo ilíaco são alertas.",
          "fonte": "SVU aortoiliac duplex / ACC-AHA 2022 / SVS",
          "faixas": [
            {
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              "quando": null
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          ]
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "aorta_iliacas.c0",
          "grupo": "aorta_iliacas",
          "nome": "Assistente interativo — aorta, ilíacas arteriais e veias ilíacas/cava",
          "nota": "O assistente classifica risco ultrassonográfico e qualidade da documentação; conduta final depende de sintomas, sexo, crescimento, anatomia, risco cirúrgico e protocolo vascular local.",
          "fonte": "ACC/AHA 2022 / SVS / ESVS 2024 / SVU / IAC / JVS Venous",
          "colunas": [
            "Saída",
            "Cor",
            "Interpretação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Normal/perviedade preservada",
                "Verde",
                "Aorta <2,5 cm, ilíacas sem ectasia relevante, razão arterial <1,5, onda arterial multifásica e onda venosa fásica/simétrica."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Limítrofe, técnico ou divergente",
                "Amarelo",
                "Aorta 2,5–2,9 cm, ilíaca 1,5–1,9 cm, janela ruim, razão venosa 2,0–2,5, onda venosa pouco fásica ou pós-reparo estável com achado menor."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Aneurisma, estenose, oclusão ou obstrução",
                "Vermelho",
                "Aorta ≥3,0 cm, ilíaca ≥2,0–2,5 cm, razão arterial ≥2,0, sem fluxo, razão venosa >2,5, colaterais, sintomas ou complicação de endoprótese."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "aorta_iliacas.c1",
          "grupo": "aorta_iliacas",
          "nome": "Aorta abdominal — rastreio e seguimento",
          "nota": null,
          "fonte": "SVS / ACC-AHA 2022 / USPSTF / ESVS 2024",
          "colunas": [
            "Diâmetro máximo",
            "Cor",
            "Leitura prática"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "<2,5 cm",
                "Verde",
                "Normal na maioria dos adultos; se o pedido era rastreio, registrar medida máxima e segmento visualizado."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "2,5–2,9 cm",
                "Amarelo",
                "Ectasia: abaixo do critério clássico de aneurisma, mas deve ser descrita; SVS sugere reavaliação tardia quando rastreio inicial >2,5 e <3,0 cm."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "3,0–3,9 cm",
                "Vermelho",
                "Aneurisma pequeno; seguimento de imagem costuma ser em intervalo longo, por exemplo 3 anos na SVS."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "4,0–4,9 cm",
                "Vermelho",
                "Aneurisma moderado; seguimento mais próximo, frequentemente anual."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "5,0–5,4 cm",
                "Vermelho",
                "Aneurisma grande ou perto do limiar; geralmente seguimento semestral e avaliação vascular."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "≥5,5 cm homem ou ≥5,0 cm mulher",
                "Vermelho",
                "Limiar habitual de reparo em diretrizes atuais, se anatomia e risco permitirem."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "aorta_iliacas.c2",
          "grupo": "aorta_iliacas",
          "nome": "Artérias ilíacas — diâmetro e aneurisma",
          "nota": null,
          "fonte": "ACC/AHA 2022 / ESVS 2024 / JVS / Radiopaedia",
          "colunas": [
            "Diâmetro da ilíaca comum",
            "Cor",
            "Comentário"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "<1,5 cm",
                "Verde",
                "Normalidade mais consensual para leitura didática."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "1,5–1,9 cm",
                "Amarelo",
                "Ectasia ou zona divergente: alguns cortes variam por sexo e biotipo."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "2,0–2,4 cm",
                "Amarelo",
                "Muitos estudos chamam de aneurisma pequeno; risco de ruptura baixo, mas merece documentação e comparação."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "2,5–3,4 cm",
                "Vermelho",
                "Aneurisma ilíaco estabelecido em referências radiológicas/vasculares; avaliar crescimento, bilateralidade e aorta associada."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "≥3,5 cm",
                "Vermelho",
                "Limiar forte para discussão de reparo em ACC/AHA e ESVS, especialmente se concomitante a aneurisma de aorta."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "aorta_iliacas.c3",
          "grupo": "aorta_iliacas",
          "nome": "Estenose arterial aortoilíaca — Doppler",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR-AIUM-SRU arterial Doppler / Society for Vascular Medicine / SVU",
          "colunas": [
            "Achado",
            "Cor",
            "Interpretação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Razão de velocidades <1,5 e onda multifásica",
                "Verde",
                "Sem estenose hemodinamicamente relevante no segmento avaliado."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Razão 1,5–1,99 ou jato isolado sem boa referência",
                "Amarelo",
                "Zona leve/técnica: conferir ângulo, tortuosidade, calcificação e segmento proximal normal."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Razão ≥2,0, aliasing focal ou onda distal amortecida",
                "Vermelho",
                "Compatível com estenose hemodinamicamente significativa, frequentemente ≥50%."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Razão >4,0 ou sem fluxo",
                "Vermelho",
                "Estenose grave/oclusão; documentar extensão, reconstituição distal e colaterais."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "aorta_iliacas.c4",
          "grupo": "aorta_iliacas",
          "nome": "Veias ilíacas e veia cava inferior — obstrução",
          "nota": "Síndrome de May-Thurner/compressão da ilíaca comum esquerda pode ser subestimada no ultrassom transabdominal; não excluir se a suspeita clínica for alta.",
          "fonte": "JVS Venous 2016 / ESVS 2022 / ACR venous guidance / Labropoulos",
          "colunas": [
            "Achado",
            "Cor",
            "Interpretação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Onda fásica/simétrica na veia femoral comum e cava/ilíacas pérvias",
                "Verde",
                "Normalidade provável quando a janela é adequada e não há colaterais."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Fasicidade reduzida, razão 2,0–2,5 ou segmento não visualizado",
                "Amarelo",
                "Suspeita/limitação: ultrassom pode ser indireto; integrar com edema unilateral, CEAP avançado e história de trombose."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Razão venosa >2,5, colaterais, trombo, ausência de fluxo ou stent ocluído",
                "Vermelho",
                "Sugere obstrução iliocaval significativa; considerar angiotomografia, venografia por ressonância, venografia ou ultrassom intravascular conforme cenário."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "aorta_iliacas.c5",
          "grupo": "aorta_iliacas",
          "nome": "Pós-reparo de aorta/ilíacas — pontos críticos",
          "nota": null,
          "fonte": "SVU aortoiliac duplex / ACC-AHA 2022 / SVS",
          "colunas": [
            "Cenário",
            "Cor",
            "O que documentar"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Saco estável ou reduzindo, sem vazamento",
                "Verde",
                "Diâmetro máximo do saco, perviedade de ramos ilíacos e velocidades sem jato focal."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Vazamento tipo II sem crescimento do saco",
                "Amarelo",
                "Localização provável, fluxo no saco e comparação com exames prévios; seguir protocolo local."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Vazamento tipo I/III, crescimento ≥5 mm, ramo sem fluxo ou migração",
                "Vermelho",
                "Comunicar como complicação potencialmente relevante e sugerir correlação com angiotomografia/serviço vascular."
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "doppler_vascular",
      "slug": "doppler-vascular",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/doppler-vascular",
      "nome": "Doppler vascular",
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      "medidas": [
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          "rotulo": "Refluxo venoso — duração patológica",
          "valor": "> 0,5",
          "unidade": "s",
          "nota": "superficial e profundo (joelho/coxa podem usar > 1 s no femoropoplíteo)",
          "fonte": "Consenso venoso / StatPearls",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "doppler_vascular.1",
          "grupo": "doppler_vascular",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "TVP — critério principal",
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          "unidade": null,
          "nota": "veia NÃO compressível (+ ausência de fluxo/preenchimento)",
          "fonte": "StatPearls",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "doppler_vascular.c0",
          "grupo": "doppler_vascular",
          "nome": "Estenose de carótida interna — SRU 2003",
          "nota": "Atualização IAC 2023 elevou o limiar de 50% para PSV > 180 cm/s e criou categoria Normal distinta — verifique o padrão adotado no seu serviço.",
          "fonte": "SRU Consensus 2003 (Radiology) / Radiopaedia",
          "colunas": [
            "Grau",
            "PSV (cm/s)",
            "EDV (cm/s)",
            "Razão ACI/ACC"
          ],
          "linhas": [
            {
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              "celulas": [
                "Normal",
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                "< 2,0"
              ]
            },
            {
              "status": null,
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                "< 50%",
                "< 125",
                "< 40",
                "< 2,0"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "50–69%",
                "125–230",
                "40–100",
                "2,0–4,0"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "≥ 70%",
                "> 230",
                "> 100",
                "> 4,0"
              ]
            },
            {
              "status": null,
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                "Quase oclusão",
                "variável",
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          ]
        },
        {
          "id": "doppler_vascular.c1",
          "grupo": "doppler_vascular",
          "nome": "CEAP — classificação clínica (venoso)",
          "nota": null,
          "fonte": "CEAP (StatPearls)",
          "colunas": [
            "Classe",
            "Achado clínico"
          ],
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              "celulas": [
                "C0",
                "Sem sinais visíveis/palpáveis"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "C1",
                "Telangiectasias / veias reticulares"
              ]
            },
            {
              "status": null,
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                "C2",
                "Varizes"
              ]
            },
            {
              "status": null,
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                "C3",
                "Edema"
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            },
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              "celulas": [
                "C4",
                "Alterações de pele (pigmentação, eczema, lipodermatosclerose)"
              ]
            },
            {
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                "Úlcera cicatrizada"
              ]
            },
            {
              "status": null,
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                "Úlcera ativa"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "mama",
      "slug": "mama",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/mama",
      "nome": "Mama",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "mama.0",
          "grupo": "mama",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Cobertura mínima do exame",
          "valor": "mamas e axilas quando indicadas",
          "unidade": null,
          "nota": "No Brasil, CBR/SBM/FEBRASGO recomendam extensão axilar quando há nódulo ou lesão suspeita; a cobrança/código pode ser separado.",
          "fonte": "CBR/SBM/FEBRASGO 2018/2021 / ACR BI-RADS",
          "faixas": [
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          "nota": "Para leigos/aprendizes, prefira texto completo: mama direita, 10 horas, 35 mm da papila.",
          "fonte": "ACR whole-breast ultrasound parameter / RANZCR SBIR 2023",
          "faixas": [
            {
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          ]
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          "grupo": "mama",
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          "nota": "Registrar o maior eixo e o plano usado; usar milímetros favorece consistência em relatório estruturado.",
          "fonte": "ACR whole-breast ultrasound parameter / RANZCR SBIR 2023",
          "faixas": [
            {
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              "status": "red",
              "rotulo": "insuficiente",
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          ]
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        {
          "id": "mama.3",
          "grupo": "mama",
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          "nota": "Afeta a conspicuidade de lesões e deve ser informada em ultrassom de rastreamento/suplementar.",
          "fonte": "ACR whole-breast ultrasound parameter",
          "faixas": [
            {
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            {
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              "rotulo": "limita interpretação",
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      "classificacoes": [
        {
          "id": "mama.c0",
          "grupo": "mama",
          "nome": "Assistente rápido — BI-RADS ultrassonográfico",
          "nota": "Use o assistente como checklist de descritores. A categoria final deve refletir o achado de maior suspeição e a concordância entre clínica e imagem.",
          "fonte": "ACR BI-RADS v2025 / RANZCR SBIR 2023 / StatPearls",
          "colunas": [
            "Saída",
            "Cor",
            "Interpretação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "BI-RADS 1–2",
                "Verde",
                "Consenso de normalidade/benignidade quando não há discordância clínica."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "BI-RADS 0 ou 3",
                "Amarelo",
                "Avaliação incompleta, provável benignidade ou zona em que diretrizes podem variar."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "BI-RADS 4A–4C, 5 ou 6",
                "Vermelho",
                "Suspeito, altamente suspeito ou malignidade comprovada; geralmente exige diagnóstico tecidual ou fluxo oncológico."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "mama.c1",
          "grupo": "mama",
          "nome": "ACR BI-RADS — categorias detalhadas para ultrassom",
          "nota": "Categoria 3 não deve ser usada para “dúvida”. Se houver incerteza diagnóstica relevante, discordância clínica ou achado suspeito, considerar categoria 0 ou 4 conforme o cenário.",
          "fonte": "ACR BI-RADS v2025 / RANZCR SBIR 2023 / StatPearls",
          "colunas": [
            "Categoria",
            "Cor",
            "Significado / conduta",
            "Risco"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "0",
                "Amarelo",
                "Incompleto: precisa de imagem adicional, comparação ou avaliação diagnóstica.",
                "—"
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "1",
                "Verde",
                "Negativo: rotina conforme idade, risco e política local.",
                "sem achado suspeito"
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "2",
                "Verde",
                "Benigno: cisto simples, linfonodo intramamário típico, achado pós-operatório estável ou equivalente.",
                "essencialmente benigno"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "3",
                "Amarelo",
                "Provavelmente benigno: seguimento de curto intervalo, frequentemente 6 meses, se clínica e imagem concordam.",
                "< 2%"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "4A",
                "Vermelho",
                "Baixa suspeição: diagnóstico tecidual geralmente indicado.",
                "> 2–10%"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "4B",
                "Vermelho",
                "Suspeição moderada: diagnóstico tecidual indicado.",
                "> 10–50%"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "4C",
                "Vermelho",
                "Alta suspeição, mas ainda não clássica para categoria 5.",
                "> 50–< 95%"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "5",
                "Vermelho",
                "Altamente sugestivo de malignidade: biópsia e planejamento oncológico.",
                "> 95%"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "6",
                "Vermelho",
                "Malignidade comprovada por biópsia antes do tratamento definitivo.",
                "confirmado"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "mama.c2",
          "grupo": "mama",
          "nome": "Léxico BI-RADS de ultrassom — descritores do nódulo",
          "nota": "A cor da linha reflete o pior achado listado; combinar descritores, comparação com exames prévios e motivo do exame.",
          "fonte": "ACR BI-RADS v2025 ultrasound lexicon / Radiology Assistant summary / RANZCR SBIR",
          "colunas": [
            "Descritor",
            "Verde",
            "Amarelo",
            "Vermelho"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Forma",
                "oval ou redonda, se demais achados benignos",
                "redonda isolada ou contexto incompleto",
                "irregular"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Orientação",
                "paralela à pele",
                "não descrita ou difícil de avaliar",
                "não paralela, mais alto que largo"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Margem",
                "circunscrita",
                "indistinta em contexto benigno possível",
                "angular, microlobulada ou espiculada"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Padrão de eco",
                "anecoico típico de cisto simples",
                "hipoecoico ou heterogêneo isolado",
                "complexo cístico-sólido ou sólido suspeito"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Achado posterior",
                "reforço posterior em cisto simples",
                "sombra isolada pode ocorrer em benignos",
                "sombra com margem/forma suspeita"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Focos ecogênicos e calcificações",
                "macrocalcificação claramente benigna",
                "melhor correlacionar com mamografia",
                "focos dentro do nódulo ou calcificações suspeitas correlatas"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Achados associados",
                "ausentes",
                "alterações pós-operatórias/inflamatórias explicáveis",
                "distorção, retração de pele/papila, edema ou linfonodo axilar anormal"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Elasticidade",
                "macia como achado adjunto",
                "intermediária ou heterogênea",
                "rígida como achado adjunto; não substitui modo B"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "mama.c3",
          "grupo": "mama",
          "nome": "Protocolo técnico — mama e axila",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR whole-breast ultrasound parameter / CBR-SBM-FEBRASGO / RANZCR SBIR",
          "colunas": [
            "Situação",
            "O que documentar",
            "Cor"
          ],
          "linhas": [
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              "celulas": [
                "Rastreamento ou exame bilateral completo",
                "Quadrantes, região retroareolar, composição/ecotextura e axilas quando indicadas.",
                "Verde se completo"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Exame focal",
                "Documentar exatamente a queixa, lateralidade, posição e relação com o achado palpável.",
                "Amarelo se justificável"
              ]
            },
            {
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              "celulas": [
                "Achado focal",
                "Duas projeções ortogonais, três medidas, lateralidade, posição no relógio, distância da papila e orientação do transdutor.",
                "Vermelho se incompleto em lesão suspeita"
              ]
            },
            {
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                "Massa palpável com imagem negativa",
                "Aplicar concordância clínica: a falta de achado de imagem não exclui biópsia se a clínica for suspeita.",
                "Amarelo/vermelho conforme clínica"
              ]
            },
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              "status": "red",
              "celulas": [
                "Linfonodo axilar anormal",
                "Tratar como lesão significativa: lado, nível/região, morfologia, córtex, hilo, vascularização e se há lesão mamária associada.",
                "Vermelho se suspeito"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "mama.c4",
          "grupo": "mama",
          "nome": "Padrões internacionais e regionais",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR BI-RADS v2025 / CBR-SBM-FEBRASGO / EUSOBI-ESR / RANZCR SBIR / ACR Appropriateness Criteria",
          "colunas": [
            "Região",
            "Padrão prático",
            "Aplicação no app"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Global / ACR",
                "BI-RADS v2025 padroniza terminologia, estrutura, categorias e recomendações para mamografia, ultrassom, ressonância e mamografia contrastada.",
                "Usar BI-RADS como núcleo comum."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Brasil",
                "Ultrassom é complementar à mamografia após 40 anos quando indicado; antes dos 30 anos é exame inicial comum para alteração clínica. Axilas podem exigir solicitação/código separado.",
                "Mostrar nota regional e evitar omitir axila indicada."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Europa / EUSOBI-ESR",
                "Usa BI-RADS como linguagem comum; rastreamento pode ser ajustado por densidade e risco, com recomendações específicas para mamas extremamente densas.",
                "Separar categoria BI-RADS da política de rastreamento local."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Austrália e Nova Zelândia / RANZCR",
                "Relatório sinótico baseado em BI-RADS, com lesão por lesão, correlação clínica e recomendação de manejo.",
                "Reforçar lateralidade, distância da papila, três medidas e concordância clínica."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Demais países representados",
                "Quando a política nacional divergir, manter categoria BI-RADS padronizada e adaptar apenas rastreamento, recall, biópsia e intervalo de seguimento.",
                "Não inventar consenso onde houver divergência."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "mama.c5",
          "grupo": "mama",
          "nome": "Resumo BI-RADS — ultrassom mamário",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR BI-RADS / StatPearls",
          "colunas": [
            "Categoria",
            "Significado / conduta",
            "Risco malig."
          ],
          "linhas": [
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                "0",
                "Inconclusivo — complementar com mamografia, ressonância magnética, comparação ou nova avaliação",
                "—"
              ]
            },
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                "1",
                "Negativo — rastreio de rotina",
                "0%"
              ]
            },
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                "2",
                "Achado benigno",
                "0%"
              ]
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                "Provavelmente benigno — controle em 6 meses",
                "< 2%"
              ]
            },
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                "Suspeito — biópsia (4A 2–10% · 4B 10–50% · 4C 50–95%)",
                "2–95%"
              ]
            },
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                "5",
                "Altamente suspeito — biópsia",
                "> 95%"
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                "—"
              ]
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          ]
        },
        {
          "id": "mama.c6",
          "grupo": "mama",
          "nome": "Resumo didático — sinais de suspeita no nódulo mamário",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR BI-RADS US léxico",
          "colunas": [
            "Aspecto",
            "Achado suspeito"
          ],
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                "Não paralelo (mais alto que largo)"
              ]
            },
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                "Margens",
                "Espiculadas, anguladas, microlobuladas"
              ]
            },
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                "Forma",
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                "Acústica posterior",
                "Sombra acústica"
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                "Ecogenicidade/focos",
                "Hipoecoico marcado; microcalcificações"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "axilas",
      "slug": "axilas",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/axilas",
      "nome": "Axilas",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
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          "id": "axilas.0",
          "grupo": "axilas",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Protocolo mínimo da axila",
          "valor": "transdutor linear de alta frequência; lado, área palpável, pele, subcutâneo, tecido mamário acessório, linfonodos e vasos quando relevantes",
          "unidade": null,
          "nota": "Em contexto mamário/oncológico, documente o nível axilar quando possível: lateral ao peitoral menor, posterior ao peitoral menor ou medial ao peitoral menor.",
          "fonte": "ACR Appropriateness Criteria Imaging of the Axilla / AIUM-ACR breast ultrasound parameter",
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        {
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          "ruleId": null,
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          "nota": "Córtex menor que 3 mm com hilo central ecogênico é o padrão mais usado para normalidade; tamanho isolado é menos confiável que morfologia.",
          "fonte": "Dialani et al. Insights Imaging 2015 / UCLA Radiology / Bedi AJR 2008",
          "faixas": [
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        {
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          "ruleId": null,
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          "valor": "<3 normal; 3–5 zona cinzenta; >5 suspeito se não houver explicação reacional clara",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Alguns estudos usam cortes de 2,3–3 mm para sensibilidade, mas isso aumenta falso positivo. Por isso a tabela usa amarelo para espessamento isolado com hilo preservado.",
          "fonte": "Bedi AJR 2008 / Deurloo-Br J Cancer / ECR axillary assessment",
          "faixas": [
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "suspeito",
              "valor": ">5 mm ou espessamento excêntrico",
              "min": null,
              "max": null,
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "axilas.3",
          "grupo": "axilas",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Forma do linfonodo",
          "valor": "relação eixo longo/eixo curto ≥2 favorece benignidade; <2 sugere arredondamento",
          "unidade": null,
          "nota": "Não use abreviações no laudo para aprendizes: escreva eixo longo e eixo curto. A forma arredondada pesa mais quando associada a perda do hilo ou córtex excêntrico.",
          "fonte": "Axillary lymph node ultrasound reviews / Vassallo criteria",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "oval",
              "valor": "relação ≥2",
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "indeterminado",
              "valor": "relação próxima de 2 com hilo preservado",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "arredondado",
              "valor": "relação <2 com achados suspeitos associados",
              "min": null,
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "axilas.4",
          "grupo": "axilas",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Doppler do linfonodo",
          "valor": "fluxo hilar/central é mais tranquilizador; fluxo periférico, misto ou caótico aumenta suspeita",
          "unidade": null,
          "nota": "Doppler é adjunto: ausência de fluxo não exclui doença, e hiperemia pode ser reacional em vacina, infecção ou hidradenite.",
          "fonte": "Axillary node ultrasound morphology reviews",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "hilar ou ausente",
              "valor": "compatível se morfologia benigna",
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "aumentado reacional",
              "valor": "central/hilar em contexto inflamatório",
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "periférico/desorganizado",
              "valor": "especialmente com hilo perdido ou massa mamária suspeita",
              "min": null,
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "axilas.5",
          "grupo": "axilas",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Tecido mamário acessório axilar",
          "valor": "ecotextura semelhante à mama, podendo conter cistos, fibroadenoma ou neoplasia como o tecido mamário habitual",
          "unidade": null,
          "nota": "Se houver lesão focal verdadeira no tecido mamário acessório, descreva com léxico mamário e categoria BI-RADS conforme o contexto local.",
          "fonte": "ACR BI-RADS / axillary mass reviews",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "tecido acessório típico",
              "valor": "sem nódulo focal",
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "achado benigno provável",
              "valor": "cisto simples ou fibroadenoma típico",
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "lesão suspeita",
              "valor": "nódulo irregular, não paralelo, calcificações suspeitas ou pele retraída",
              "min": null,
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "axilas.6",
          "grupo": "axilas",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Hidradenite, abscesso e pele axilar",
          "valor": "espessamento dérmico, trajetos/túneis, coleções, debris e hiperemia periférica",
          "unidade": null,
          "nota": "Ultrassom ajuda a separar linfonodo, abscesso drenável, fístula cutânea, cisto epidérmico e celulite. Gás, coleção profunda ou sinais sistêmicos elevam urgência.",
          "fonte": "Hidradenitis suppurativa ultrasound reviews / DERMUS",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "pele normal",
              "valor": "sem coleção ou trajeto",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "inflamatório",
              "valor": "espessamento, hiperemia ou trajeto superficial",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "complicado",
              "valor": "abscesso drenável, gás, coleção profunda ou imunossupressão",
              "min": null,
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          ]
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "axilas.c0",
          "grupo": "axilas",
          "nome": "Assistente rápido — linfonodo axilar",
          "nota": "A saída é uma triagem didática, não substitui BI-RADS, protocolo oncológico local nem decisão de biópsia.",
          "fonte": "ACR Imaging of the Axilla / Bedi AJR 2008 / EUSOBI 2023",
          "colunas": [
            "Saída",
            "Cor",
            "Interpretação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Normal típico",
                "Verde",
                "Oval, hilo gorduroso preservado, córtex <3 mm e fluxo hilar/ausente."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Reacional/indeterminado",
                "Amarelo",
                "Córtex 3–5 mm, espessamento difuso com hilo preservado, vacinação/infecção recente ou contexto incompleto."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Suspeito",
                "Vermelho",
                "Hilo ausente/substituído, córtex focal excêntrico, formato arredondado, fluxo periférico/caótico ou achado mamário/oncológico associado."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "axilas.c1",
          "grupo": "axilas",
          "nome": "Classificação morfológica tipo Bedi — didática",
          "nota": "Publicações variam: algumas agrupam tipos 1–4 como benignos e 5–6 como suspeitos; neste acervo o tipo 4 fica amarelo porque é zona de decisão.",
          "fonte": "Bedi et al. AJR 2008 / axillary node reviews",
          "colunas": [
            "Tipo",
            "Cor",
            "Morfologia",
            "Leitura prática"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "1",
                "Verde",
                "Sem córtex visível ou córtex extremamente fino",
                "Benigno típico se contexto concorda."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "2",
                "Verde",
                "Córtex fino até 3 mm, hilo preservado",
                "Normal consensual."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "3",
                "Amarelo",
                "Córtex difusamente espessado, geralmente >3 mm, hilo preservado",
                "Pode ser reacional; comparar lado, vacina, pele e mama."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "4",
                "Amarelo",
                "Espessamento cortical lobulado ou focal com hilo ainda identificável",
                "Mais preocupante que o tipo 3; depende de contexto e acesso a biópsia."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "5",
                "Vermelho",
                "Córtex focal proeminente ou substituição parcial importante do hilo",
                "Suspeito, especialmente em câncer de mama ou melanoma."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "6",
                "Vermelho",
                "Hilo ausente/substituído, linfonodo arredondado ou massa nodal",
                "Consenso de anormalidade morfológica."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "axilas.c2",
          "grupo": "axilas",
          "nome": "Contexto clínico — quando subir a cor",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR Appropriateness Criteria / EUSOBI vaccination guidance / oncologic axilla reviews",
          "colunas": [
            "Cenário",
            "Cor sugerida",
            "Como usar no laudo"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Sem achado mamário, sem câncer prévio, linfonodos típicos",
                "Verde",
                "Descrever como linfonodos de aspecto habitual se a queixa foi coberta."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Vacina recente ou infecção cutânea ipsilateral, sem achado mamário suspeito",
                "Amarelo",
                "Relatar como provável reacional quando morfologia não é francamente suspeita; seguir política local."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Pós-operatório, linfedema ou radioterapia",
                "Amarelo",
                "Comparar com exames prévios e registrar alteração cicatricial/seroma/linfonodo sentinela se aplicável."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Achado mamário suspeito ou câncer de mama conhecido",
                "Vermelho",
                "Descrever lado, nível axilar, córtex, hilo, forma, Doppler e considerar amostragem conforme protocolo."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Melanoma, linfoma, metástase conhecida ou massa sólida não nodal",
                "Vermelho",
                "Não encerrar como reacional sem correlação; pode exigir biópsia, ressonância ou tomografia conforme hipótese."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "axilas.c3",
          "grupo": "axilas",
          "nome": "Diferenciais de massa axilar",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR Imaging of the Axilla / soft-tissue ultrasound reviews",
          "colunas": [
            "Padrão no ultrassom",
            "Possibilidades",
            "Alerta"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Tecido com ecotextura mamária, sem nódulo focal",
                "Tecido mamário acessório",
                "Verde apenas se não houver lesão focal."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Coleção superficial com debris ou hiperemia periférica",
                "Abscesso, hidradenite, cisto epidérmico inflamado",
                "Vermelho se gás, coleção profunda, febre ou imunossupressão."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Lesão gordurosa compressível e superficial",
                "Lipoma, gordura acessória, hérnia rara",
                "Amarelo se profunda, dolorosa, crescente ou não totalmente vista."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Massa sólida não lipomatosa ou margem infiltrativa",
                "Metástase, linfoma, tumor de bainha nervosa, sarcoma, lesão cutânea avançada",
                "Exige correlação e imagem/amostragem planejada."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Lesão vascular, pulsátil ou compressível com fluxo",
                "Variz, malformação vascular, pseudoaneurisma, fístula",
                "Doppler colorido e espectral antes de punção."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "axilas.c4",
          "grupo": "axilas",
          "nome": "Checklist de laudo — axilas",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR / BI-RADS reporting principles / EUSOBI",
          "colunas": [
            "Item",
            "Escrever de forma clara"
          ],
          "linhas": [
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              "status": null,
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                "Lado e topografia",
                "Axila direita/esquerda; área palpável; nível axilar quando relevante; relação com cicatriz ou pele."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Linfonodo",
                "Eixo longo, eixo curto, espessura do córtex, hilo gorduroso, forma, margens e Doppler."
              ]
            },
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              "celulas": [
                "Contexto mamário",
                "Se há lesão mamária suspeita, cirurgia prévia, radioterapia, linfedema, vacina recente ou infecção cutânea."
              ]
            },
            {
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              "celulas": [
                "Massa não nodal",
                "Camada anatômica, conteúdo, vascularização, relação com pele/fáscia/vasos e se foi vista por inteiro."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Conclusão",
                "Use linguagem sem siglas: normal típico, provavelmente reacional, indeterminado ou suspeito; indique próximo passo local."
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "pelvico",
      "slug": "pelvico",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/pelvico",
      "nome": "Pélvico / transvaginal",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "pelvico.0",
          "grupo": "pelvico",
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          "rotulo": "Útero pré-puberal — comprimento e espessura",
          "valor": "<4,0–4,5",
          "unidade": "cm",
          "nota": "espessura geralmente <1 cm; comprimento ≤3,2 cm reduz a probabilidade de puberdade precoce em meninas encaminhadas",
          "fonte": "StatPearls 2025 / Radiologia Brasileira / Frontiers Endocrinol 2021",
          "faixas": [
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              "rotulo": "anormal no contexto",
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          "unidade": "cm",
          "nota": "fundo uterino passa a predominar sobre a cérvix; a relação fundo/cérvix isolada tem sobreposição",
          "fonte": "StatPearls 2025 / Radiologia Brasileira / Pediatric Radiology 2024",
          "faixas": [
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              "valor": ">1,45 ou 2:1–3:1",
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          "grupo": "pelvico",
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          "rotulo": "Ovário — volume no acompanhamento puberal",
          "valor": "<1–3,5 pré-puberal; >3,5–4 sugere estímulo",
          "unidade": "cm³",
          "nota": "há sobreposição relevante; interpretar com útero, simetria e estágio clínico",
          "fonte": "StatPearls 2025 / Radiologia Brasileira / Pediatric Radiology 2024",
          "faixas": [
            {
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          "unidade": "mm",
          "nota": "folículos pequenos podem ser fisiológicos; cisto dominante unilateral muda a leitura",
          "fonte": "Pediatric Radiology 2024 / StatPearls 2025",
          "faixas": [
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          "nota": "Doppler é complementar e tem cortes de índice de pulsatilidade muito variáveis",
          "fonte": "Radiologia Brasileira / Pediatric Radiology 2024",
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        {
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          "unidade": null,
          "nota": "mais de uma via pode ser necessária; via transretal ou transperineal é alternativa quando a transvaginal não é apropriada",
          "fonte": "AIUM / ACR-ACOG-AIUM-SPR-SRU female pelvis parameter",
          "faixas": [
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              "rotulo": "documentação completa",
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            {
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              "rotulo": "achado que muda conduta",
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          "unidade": "cm",
          "nota": "varia com idade, paridade, ciclo, miomas, adenomiose e técnica; descreva forma, orientação e volume quando útil",
          "fonte": "AIUM / StatPearls / gynecologic ultrasound reviews",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "habitual em adulta",
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        {
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          "grupo": "pelvico",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Endométrio — menacme",
          "valor": "menstrual fino; proliferativo 4–8; secretor 7–14(16)",
          "unidade": "mm",
          "nota": "não usar um único corte sem fase do ciclo, hormônios e padrão focal; medir a maior espessura, excluindo líquido intracavitário",
          "fonte": "AIUM / StatPearls",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "concordante com fase",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "limítrofe",
              "valor": "fase desconhecida, terapia hormonal, heterogeneidade discreta",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "anormal focal",
              "valor": "pólipo/massa, vascularização focal, sangramento persistente",
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "pelvico.8",
          "grupo": "pelvico",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Endométrio — pós-menopausa",
          "valor": "≤4 se sangramento único, baixo risco e eco totalmente visto; sangramento recorrente ou risco alto exige avaliação",
          "unidade": "mm",
          "nota": "ACOG 2026 recomenda ultrassom transvaginal associado a amostragem endometrial na maioria dos sangramentos pós-menopausa; espessura incidental sem sangramento não tem o mesmo peso",
          "fonte": "ACOG 2018/2026 / AIUM",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "baixo risco selecionado",
              "valor": "≤4 mm, eco bem visto, episódio único",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "zona cinzenta",
              "valor": "incidental sem sangramento, terapia hormonal, tamoxifeno ou eco incompleto",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "investigar",
              "valor": ">4 mm com sangramento, sangramento recorrente ou fatores de risco",
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "pelvico.9",
          "grupo": "pelvico",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Ovários adultos — medidas e folículos",
          "valor": "medir em 3 diâmetros; folículos até 25 mm podem ser fisiológicos na menacme",
          "unidade": null,
          "nota": "após a menopausa os ovários podem não ser identificados; massa sólida, papilas, septos espessos, ascite ou vascularização suspeita mudam a leitura",
          "fonte": "AIUM / StatPearls / SRU adnexal guidance",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "fisiológico",
              "valor": "folículo simples compatível com ciclo",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "seguimento/contexto",
              "valor": "cisto simples maior ou ovário não visto no contexto correto",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "suspeito",
              "valor": "componente sólido, papilas, ascite, torção ou pós-menopausa com massa",
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          ]
        },
        {
          "id": "pelvico.10",
          "grupo": "pelvico",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Dispositivo intrauterino — posição ideal",
          "valor": "haste central, braços abertos, topo junto ao fundo/cavidade; 3D ajuda a ver braços e orientação",
          "unidade": null,
          "nota": "não há definição universal para baixo; alguns estudos usam >3–4 mm, >5 mm ou >20 mm do fundo, por isso a cor depende de localização, sintomas e tipo de dispositivo",
          "fonte": "AIUM / Connolly-Fox JUM 2021 / JSIM 2024 / Exxcellence 2025",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "adequado",
              "valor": "fundal, central, braços abertos",
              "min": null,
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "baixo supracervical",
              "valor": "acima do orifício interno, especialmente sem sintomas",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "malposicionado",
              "valor": "cervical/parcialmente expulso, embutido, perfurado, extrauterino, braço não aberto",
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          ]
        },
        {
          "id": "pelvico.11",
          "grupo": "pelvico",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Miomas — documentação mínima",
          "valor": "número, topografia, relação com cavidade, maior lesão em ≥2 dimensões e FIGO 0–8 quando possível",
          "unidade": null,
          "nota": "3D, sonohisterografia ou ressonância podem ajudar a diferenciar FIGO 2 de FIGO 3 e mapear miomas híbridos",
          "fonte": "AIUM / FIGO 2018 / MUSA / Merck PALM-COEIN",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "sem mioma",
              "valor": "miométrio sem nódulo focal",
              "min": null,
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "intramural/subseroso",
              "valor": "FIGO 3–8 conforme sintomas e tamanho",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "cavidade ou suspeita",
              "valor": "FIGO 0–2, distorção cavitária, crescimento pós-menopausa ou morfologia atípica",
              "min": null,
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          ]
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "pelvico.c0",
          "grupo": "pelvico",
          "nome": "Calculadora — O-RADS US v2022 (massa anexial)",
          "nota": "Requer exame padronizado (via transvaginal, momento do ciclo). Lesões benignas clássicas (hemorrágico, endometrioma, dermoide) têm regras próprias. O color score (fluxo 1–4) sobe a categoria em lesões multiloculadas e sólidas.",
          "fonte": "ACR O-RADS US v2022 (Radiology 2022)",
          "colunas": [
            "Categoria",
            "Risco de malignidade",
            "Conduta usual"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "O-RADS 1",
                "n/a (ovário normal)",
                "Sem seguimento."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "O-RADS 2",
                "<1%",
                "Quase certamente benigno; seguimento só conforme tipo/tamanho."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "O-RADS 3",
                "1–<10%",
                "Baixo risco; US especializado ou seguimento."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "O-RADS 4",
                "10–<50%",
                "Intermediário; RM ou avaliação oncoginecológica."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "O-RADS 5",
                "≥50%",
                "Alto risco; encaminhamento oncoginecológico."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pelvico.c1",
          "grupo": "pelvico",
          "nome": "Calculadora — IOTA Simple Rules",
          "nota": "B: uniloculado; sólido <7 mm; sombra acústica; multiloculado liso <10 cm; sem fluxo. M: sólido irregular; ascite; ≥4 papilas; multiloculado-sólido irregular ≥10 cm; fluxo intenso.",
          "fonte": "IOTA Simple Rules — Timmerman, Ultrasound Obstet Gynecol 2008/2016",
          "colunas": [
            "Regra",
            "Interpretação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Só características B",
                "Benigno."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Só características M",
                "Maligno."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "B e M, ou nenhuma",
                "Inconclusivo (~20%): usar examinador experiente ou modelo ADNEX."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pelvico.c2",
          "grupo": "pelvico",
          "nome": "Calculadora interativa — miomas FIGO 0–8",
          "nota": "A tabela interativa abaixo é didática e assistiva. A categoria final deve ser conferida pelo médico, principalmente em miomas múltiplos, híbridos, distorção cavitária ou suspeita de adenomiose.",
          "fonte": "FIGO 2018 PALM-COEIN / Merck Manual / AIUM / MUSA",
          "colunas": [
            "Entrada",
            "Como usar",
            "Limitação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Sem mioma focal",
                "Use quando o miométrio não tem nódulo leiomiomatoso definido.",
                "Não exclui adenomiose difusa ou alteração miometrial sutil."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "FIGO 0–2",
                "Submucoso ou intracavitário: maior impacto sobre sangramento, fertilidade e planejamento histeroscópico.",
                "Diferenciar FIGO 2 de FIGO 3 pode exigir 3D, sonohisterografia ou histeroscopia."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "FIGO 3–8",
                "Mapeia contato com endométrio, miométrio e serosa; cor depende de sintomas, tamanho, crescimento e morfologia.",
                "A classificação é anatômica: não substitui descrição de tamanho, número e vascularização."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pelvico.c3",
          "grupo": "pelvico",
          "nome": "Pelve feminina adulta e transvaginal — protocolo mínimo",
          "nota": null,
          "fonte": "AIUM female pelvis parameter / ACR-ACOG-AIUM-SPR-SRU 2024",
          "colunas": [
            "Etapa",
            "O que documentar",
            "Cor"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Via e preparo",
                "Transabdominal com bexiga cheia quando ajuda a janela acústica; transvaginal com bexiga preferencialmente vazia.",
                "Verde se documentado"
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Útero e colo",
                "Tamanho, forma, orientação, miométrio, colo, endométrio e massas em pelo menos duas dimensões quando relevantes.",
                "Verde se completo"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Endométrio incompleto",
                "Se não estiver totalmente visto ou estiver mal definido, registrar limitação e evitar medida falsamente precisa.",
                "Amarelo"
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Ovários e anexos",
                "Tentar identificar ovários primeiro, medir em três dimensões quando necessário e descrever massas por composição, septos, papilas, vascularização e relação com útero/ovário.",
                "Verde se completo"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Achado crítico",
                "Torção, massa sólida suspeita, abscesso, dispositivo perfurado/extrauterino ou sangramento pós-menopausa de risco.",
                "Vermelho"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pelvico.c4",
          "grupo": "pelvico",
          "nome": "Dispositivo intrauterino — localização ao ultrassom",
          "nota": null,
          "fonte": "AIUM / Connolly-Fox JUM 2021 / JSIM 2024 / Exxcellence 2025",
          "colunas": [
            "Achado",
            "Interpretação",
            "Conduta descritiva"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Fundal e central",
                "Haste no eixo da cavidade, braços abertos e topo junto ao fundo/cavidade.",
                "Descrever tipo se conhecido e se 3D confirmou os braços."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Baixo, mas acima do colo",
                "Zona divergente: não há distância universal; alguns estudos usam 3–4 mm, 5 mm ou 20 mm.",
                "Informar distância ao fundo, sintomas, tipo de dispositivo e relação com miomas/cavidade."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Cervical ou parcialmente expulso",
                "Maior risco de expulsão completa e falha contraceptiva.",
                "Descrever componente no canal cervical e sugerir avaliação ginecológica."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Embutido, perfurado ou extrauterino",
                "Braço ou haste no miométrio, atravessando serosa ou fora da cavidade.",
                "3D, radiografia/tomografia ou histeroscopia podem ser necessários conforme o caso."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pelvico.c5",
          "grupo": "pelvico",
          "nome": "Endométrio adulto — leitura por contexto",
          "nota": null,
          "fonte": "AIUM / ACOG Committee Opinion 2018 / ACOG Clinical Practice Update 2026",
          "colunas": [
            "Contexto",
            "Verde",
            "Amarelo",
            "Vermelho"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Menacme",
                "Espessura e ecotextura compatíveis com a fase do ciclo.",
                "Fase desconhecida, terapia hormonal ou endométrio heterogêneo sem massa definida.",
                "Lesão focal, vascularização focal ou sangramento persistente."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Pós-menopausa sem sangramento",
                "Endométrio fino, regular e bem visto.",
                "Espessura incidental maior que 4 mm não equivale automaticamente a sangramento pós-menopausa.",
                "Massa focal, fluido suspeito ou fatores de risco importantes."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Sangramento pós-menopausa",
                "≤4 mm somente em paciente selecionada, baixo risco, episódio único e eco totalmente visto.",
                "Eco incompleto, terapia hormonal, tamoxifeno ou barreira a seguimento rápido.",
                ">4 mm, sangramento recorrente ou alto risco; ACOG 2026 favorece amostragem na maioria."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pelvico.c6",
          "grupo": "pelvico",
          "nome": "Miomas — classificação FIGO 0–8",
          "nota": "FIGO é anatômica e não inclui sozinha tamanho, número, degeneração, vascularização ou suspeita de sarcoma. Esses elementos devem aparecer no laudo quando relevantes.",
          "fonte": "FIGO PALM-COEIN 2018 / Merck Manual / AIUM / MUSA",
          "colunas": [
            "Tipo",
            "Relação anatômica",
            "Leitura prática"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Sem mioma",
                "Miométrio sem nódulo leiomiomatoso definido.",
                "Verde: consenso de normalidade para mioma focal."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "FIGO 0",
                "Pediculado intracavitário.",
                "Vermelho: submucoso, geralmente relevante para sangramento e histeroscopia."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "FIGO 1",
                "Submucoso com menos de 50% intramural.",
                "Vermelho: distorce cavidade; medir base e componente intramural."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "FIGO 2",
                "Submucoso com 50% ou mais intramural.",
                "Vermelho: planejamento depende da extensão miometrial."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "FIGO 3",
                "100% intramural, em contato com o endométrio.",
                "Amarelo: diferenciar de FIGO 2 pode exigir 3D ou sonohisterografia."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "FIGO 4",
                "Intramural puro.",
                "Amarelo: impacto depende de tamanho, sintomas e distorção."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "FIGO 5",
                "Subseroso com 50% ou mais intramural.",
                "Amarelo: mapear serosa, parede e efeito de massa."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "FIGO 6",
                "Subseroso com menos de 50% intramural.",
                "Amarelo: confirmar origem uterina."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "FIGO 7",
                "Subseroso pediculado.",
                "Amarelo: Doppler do pedículo ajuda a diferenciar de massa anexial."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "FIGO 8",
                "Outro: cervical, parasitário, ligamentar ou localização especial.",
                "Amarelo: especificar a localização."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Híbrido",
                "Dois números separados por hífen; primeiro endométrio, segundo serosa.",
                "Exemplo 2-5: submucoso e subseroso com componentes mensuráveis."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pelvico.c7",
          "grupo": "pelvico",
          "nome": "Calculadora — maturação puberal pela pelve feminina",
          "nota": "Use como apoio didático. A conclusão deve integrar estágio de Tanner, curva de crescimento, idade óssea, hormônios e avaliação endocrinológica.",
          "fonte": "Frontiers Endocrinol 2021 / Pediatric Radiology 2024 / ACR-AIUM-SPR-SRU female pelvis parameter",
          "colunas": [
            "Entrada",
            "Como o app interpreta",
            "Limitação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Medidas uterinas",
                "Comprimento, espessura, largura e relação fundo/cérvix estimam estrogenização.",
                "Não definem puberdade precoce sozinhas."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Volumes ovarianos",
                "Ajudam quando combinados com útero, folículos e simetria.",
                "Há sobreposição entre pré-puberal e início puberal."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Endométrio e Doppler",
                "Endométrio visível e fluxo diastólico contínuo sugerem estrogenização.",
                "São marcadores complementares, não critérios únicos."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pelvico.c8",
          "grupo": "pelvico",
          "nome": "Maturação puberal — sinais ultrassonográficos",
          "nota": null,
          "fonte": "StatPearls 2025 / Radiologia Brasileira / Pediatric Radiology 2024",
          "colunas": [
            "Marcador",
            "Verde",
            "Amarelo",
            "Vermelho"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Comprimento uterino",
                "≤3,2 cm",
                ">3,2–4,5 cm",
                ">4,5 cm em menor de 8 anos"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Configuração uterina",
                "tubular; fundo/cérvix ≤1",
                "fundo/cérvix 1–1,45",
                "fundo dominante, 2:1–3:1 em contexto precoce"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Volume ovariano",
                "≤1 cm³",
                ">1–3,5 cm³",
                ">3,5–4 cm³ em menor de 8 anos; >20 cm³ investigar"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Folículos/cistos",
                "<4 mm",
                "4–20 mm",
                ">20 mm ou lesão unilateral dominante"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Endométrio",
                "não visível",
                "linha fina",
                "cíclico/espessado em menor de 8 anos"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Doppler uterino",
                "sem diástole",
                "diástole intermitente",
                "diástole contínua em menor de 8 anos"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pelvico.c9",
          "grupo": "pelvico",
          "nome": "Puberdade precoce versus telarca ou pubarca precoce — leitura prática",
          "nota": null,
          "fonte": "Frontiers Endocrinol 2021 / Radiologia Brasileira / Pediatric Radiology 2024",
          "colunas": [
            "Situação",
            "Leitura",
            "Próximo passo"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Sinais puberais antes de 8 anos",
                "Amarelo: contexto clínico de alerta.",
                "Correlacionar com Tanner, velocidade de crescimento, idade óssea e hormônios."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Útero >3,2 cm",
                "Aumenta a probabilidade em meninas encaminhadas, mas não fecha diagnóstico.",
                "Comparar com volume/configuração uterina e laboratório."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Útero >4,5 cm ou formato puberal em menor de 8 anos",
                "Vermelho: forte evidência de estrogenização precoce.",
                "Encaminhar/alinhar com endocrinologia pediátrica."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Ovários aumentados bilateralmente com folículos",
                "Amarelo/vermelho conforme idade e útero.",
                "Pensar em estímulo gonadotrófico se útero também estiver puberal."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Cisto unilateral dominante ou massa adrenal/ovariana",
                "Vermelho: pode sugerir causa periférica ou patologia.",
                "Avaliar anexos/adrenais e indicar investigação dirigida."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Útero pequeno e ovários pequenos com telarca isolada",
                "Verde/amarelo: pode apoiar telarca precoce isolada.",
                "Seguimento clínico se a evolução for lenta e exames concordarem."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pelvico.c10",
          "grupo": "pelvico",
          "nome": "Protocolo técnico — pelve feminina pediátrica e puberal",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU practice parameter / StatPearls 2025",
          "colunas": [
            "Etapa",
            "O que documentar"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Via de exame",
                "Transabdominal com bexiga cheia como padrão; via endocavitária só quando clinicamente apropriada, consentida e compatível com idade/contexto local."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Contexto clínico",
                "Idade, menarca, desenvolvimento mamário, pelos pubianos, sangramento e velocidade de crescimento quando informados."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Útero",
                "Comprimento, espessura, largura, volume, relação fundo/cérvix, formato e endométrio."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Ovários",
                "Três diâmetros ou volume de cada ovário, maior folículo/cisto, simetria e lesões focais."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Doppler",
                "Fluxo uterino diastólico se avaliado; não usar como critério isolado."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pelvico.c11",
          "grupo": "pelvico",
          "nome": "Padrões internacionais e regionais — por que usar faixas coloridas",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU / Radiologia Brasileira / Frontiers Endocrinol 2021 / Pediatric Radiology 2024",
          "colunas": [
            "Fonte/região",
            "Mensagem prática"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "ACR, AIUM, SPR e SRU",
                "Padronizam documentação da pelve feminina, anexos e técnica, mas não impõem um único corte puberal universal."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Radiologia pediátrica internacional",
                "Cortes publicados para comprimento/volume uterino e volume ovariano variam bastante."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Radiologia Brasileira",
                "Sugere limites práticos pré-puberais: útero <4,5 cm, espessura <1 cm e ovário <3 cm³."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Endocrinologia",
                "Ultrassom é complemento; diagnóstico final depende de clínica, idade óssea e exames hormonais."
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "prostata",
      "slug": "prostata",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/prostata",
      "nome": "Próstata",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "prostata.0",
          "grupo": "prostata",
          "ruleId": "prostate.volume",
          "rotulo": "Volume prostático usual em adulto",
          "valor": "15–30",
          "unidade": "mL",
          "nota": "aumenta com idade; >30 mL sugere aumento benigno em muitas diretrizes",
          "fonte": "AUA benign prostate enlargement / EAU male urinary symptoms / StatPearls",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "usual",
              "valor": "15–30 mL",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "aumento leve/contextual",
              "valor": ">30–40 mL",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "aumentada",
              "valor": ">40 mL",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "grande",
              "valor": ">80 mL",
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          ]
        },
        {
          "id": "prostata.1",
          "grupo": "prostata",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Cálculo do volume prostático",
          "valor": "largura × espessura × comprimento × 0,52",
          "unidade": null,
          "nota": "fórmula elipsoide; g e mL são usados de forma quase intercambiável no planejamento",
          "fonte": "AIUM / StatPearls / AUA benign prostate enlargement",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "prostata.2",
          "grupo": "prostata",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Densidade de PSA",
          "valor": "PSA ÷ volume",
          "unidade": "ng/mL/cm³",
          "nota": "interpretação depende de idade, toque, história familiar e ressonância",
          "fonte": "EAU prostate cancer / AUA early detection / StatPearls",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "baixo risco forte",
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            {
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              "rotulo": "baixo por corte clássico",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "suspeito/limítrofe",
              "valor": "0,15–0,20",
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            {
              "status": "red",
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          ]
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        {
          "id": "prostata.3",
          "grupo": "prostata",
          "ruleId": null,
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          "valor": "<5",
          "unidade": "mm",
          "nota": "medir da base vesical até a ponta da protrusão no lúmen da bexiga",
          "fonte": "International Continence Society",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
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            },
            {
              "status": "yellow",
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            {
              "status": "red",
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              "valor": ">10 mm",
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          ]
        },
        {
          "id": "prostata.4",
          "grupo": "prostata",
          "ruleId": null,
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          "valor": "<15",
          "unidade": "mm",
          "nota": "principalmente em avaliação transretal/infertilidade; >15 mm sugere dilatação",
          "fonte": "EAA ultrasound study / male infertility reviews",
          "faixas": [
            {
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            },
            {
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "dilatada",
              "valor": ">20 mm",
              "min": null,
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          ]
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "prostata.c0",
          "grupo": "prostata",
          "nome": "Calculadora — volume prostático, densidade de PSA e protrusão intravesical",
          "nota": "A calculadora é assistiva: não substitui PSA seriado, toque retal, ressonância, sintomas urinários e avaliação urológica.",
          "fonte": "AIUM / AUA benign prostate enlargement / EAU prostate cancer / ICS",
          "colunas": [
            "Entrada",
            "Cálculo",
            "Como interpretar"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Volume",
                "largura × espessura × comprimento × 0,52",
                "15–30 mL costuma ser faixa usual adulta."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Densidade de PSA",
                "PSA ÷ volume",
                "0,10–0,20 é zona dependente de ressonância, idade, toque e história familiar."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Protrusão intravesical",
                "distância em mm no lúmen vesical",
                ">10 mm é grau III pela ICS e sugere maior chance de obstrução."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "prostata.c1",
          "grupo": "prostata",
          "nome": "Tamanho prostático — planejamento de hiperplasia",
          "nota": null,
          "fonte": "AUA benign prostate enlargement guideline / EAU male urinary symptoms",
          "colunas": [
            "Faixa",
            "Leitura",
            "Uso prático"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "<30 mL",
                "Pequena / usual",
                "Abaixo do ponto de corte clássico de aumento benigno."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "30–40 mL",
                "Aumento leve",
                "Acima de 30 mL, mas progressão depende de sintomas, PSA e resíduo."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                ">40–80 mL",
                "Aumentada",
                "EAU usa >40 mL como exemplo de maior risco de progressão para considerar 5-alfa-redutase."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                ">80–150 mL",
                "Grande",
                "Categoria importante para escolha de técnica cirúrgica."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                ">150 mL",
                "Muito grande",
                "Categoria AUA para planejamento de tratamento."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "prostata.c2",
          "grupo": "prostata",
          "nome": "Protrusão prostática intravesical — ICS",
          "nota": null,
          "fonte": "International Continence Society glossary",
          "colunas": [
            "Grau",
            "Medida",
            "Interpretação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "I",
                "0–4,9 mm",
                "Pequena protrusão."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "II",
                "5–10 mm",
                "Intermediária; correlacionar com jato urinário e resíduo."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "III",
                ">10 mm",
                "Associada a maior chance de obstrução infravesical."
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "escroto",
      "slug": "escroto",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/escroto",
      "nome": "Escroto / testículo com Doppler",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "escroto.0",
          "grupo": "escroto",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Protocolo mínimo",
          "valor": "bilateral + comparativo + Doppler quando indicado",
          "unidade": null,
          "nota": "Medir os dois testículos em três eixos, avaliar epidídimos, túnicas, líquido, parede escrotal, cordão espermático e canal inguinal se dor, massa, hérnia ou varicocele forem hipóteses.",
          "fonte": "AIUM-ACR-SPR-SRU scrotal ultrasound 2025",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "escroto.1",
          "grupo": "escroto",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Transdutor e Doppler",
          "valor": "linear ≥12 MHz; Doppler otimizado para baixo fluxo",
          "unidade": null,
          "nota": "Ajustar escala, filtro de parede e ganho para detectar fluxo intratesticular lento; comparar sempre com o lado contralateral em dor aguda.",
          "fonte": "AIUM-ACR-SPR-SRU scrotal ultrasound 2025",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "escroto.2",
          "grupo": "escroto",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Testículo — volume adulto por elipsoide",
          "valor": "comprimento × largura × altura × 0,52",
          "unidade": "mL",
          "nota": "Faixas variam por população. Use verde para 15–25 mL, amarelo para 10–14,9 mL ou >25 mL contextual, vermelho para <10 mL em adulto/pós-puberal quando a técnica é confiável.",
          "fonte": "EAA ultrasound study / andrology reference studies",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "faixa adulta usual",
              "valor": "15–25 mL",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "baixo-normal / limítrofe",
              "valor": "10–14,9 mL",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "reduzido",
              "valor": "<10 mL",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "escroto.3",
          "grupo": "escroto",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Volume em varicocele — fórmula Lambert",
          "valor": "comprimento × largura × altura × 0,71",
          "unidade": "mL",
          "nota": "ESUR-SPIWG prefere Lambert para avaliação de varicocele e recomenda relatar qual fórmula foi usada.",
          "fonte": "ESUR-SPIWG varicocele recommendations",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "escroto.4",
          "grupo": "escroto",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Assimetria testicular",
          "valor": "<20",
          "unidade": "%",
          "nota": "Diferença ≥20% é zona amarela importante em adolescente/varicocele; associada a seguimento e decisão clínica.",
          "fonte": "EAU Paediatric Urology / ESUR-SPIWG",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "escroto.5",
          "grupo": "escroto",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Epidídimo — cabeça",
          "valor": "≤12",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Cabeça maior, hipoecoica e hipervascular favorece epididimite quando há dor; aumento isolado pode ser cisto/espermatocele.",
          "fonte": "EAA ultrasound study / scrotal imaging reviews",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "escroto.6",
          "grupo": "escroto",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Varicocele — maior veia em pé com Valsalva",
          "valor": "≥3",
          "unidade": "mm",
          "nota": "ESUR considera 3 mm ou mais diagnóstico quando medido em pé durante Valsalva, especialmente se houver refluxo Doppler.",
          "fonte": "ESUR-SPIWG varicocele recommendations",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "usual",
              "valor": "<2 mm",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "limítrofe",
              "valor": "2–2,9 mm",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "varicocele",
              "valor": "≥3 mm + refluxo",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "escroto.7",
          "grupo": "escroto",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Varicocele — duração do refluxo",
          "valor": ">2",
          "unidade": "s",
          "nota": "O parâmetro essencial é a duração do refluxo ao Doppler espectral; ESUR sugere >2 s em pé durante Valsalva.",
          "fonte": "ESUR-SPIWG varicocele recommendations",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "sem refluxo patológico",
              "valor": "<1 s",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "zona cinzenta",
              "valor": "1–2 s",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "patológico",
              "valor": ">2 s",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "escroto.8",
          "grupo": "escroto",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Microlitíase testicular isolada",
          "valor": "sem seguimento de rotina",
          "unidade": null,
          "nota": "Na ausência de massa sólida e fatores de risco, AUA/ESUR não recomendam investigação ou ultrassom seriado de rotina.",
          "fonte": "AUA testicular cancer guideline / ESUR microlithiasis guideline",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "escroto.c0",
          "grupo": "escroto",
          "nome": "Assistente interativo — bolsa escrotal, testículos e Doppler",
          "nota": "Use como triagem didática. Torção pode ter algum fluxo residual; massa sólida intratesticular deve ser tratada como maligna até prova em contrário.",
          "fonte": "AIUM-ACR-SPR-SRU 2025 / ACR acute scrotum / AUA testicular cancer / ESUR-SPIWG",
          "colunas": [
            "Entrada",
            "Como interpretar",
            "Limitação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Normalidade funcional",
                "Volumes em faixa usual, fluxo intratesticular simétrico, sem massa, sem refluxo patológico e sem sinais de complicação.",
                "Sempre depende da indicação clínica e da comparação bilateral."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Zona cinzenta",
                "Volume 10–14,9 mL, assimetria ≥20%, veia 2–2,9 mm, refluxo 1–2 s, epididimite sem complicação, lesão extratesticular típica ou microlitíase com risco.",
                "Exige contexto, posição, Valsalva e seguimento seletivo."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Anormal ou urgente",
                "Fluxo reduzido/ausente, sinal do redemoinho, massa sólida intratesticular, abscesso/piocele, ruptura, hérnia complicada ou varicocele direita isolada recente.",
                "Comunicação clínica rápida pode ser necessária."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "escroto.c1",
          "grupo": "escroto",
          "nome": "Varicocele — documentação ESUR-SPIWG",
          "nota": "Relate posição, local da veia, diâmetro, Valsalva, duração do refluxo e se foi avaliado em pé e deitado.",
          "fonte": "ESUR-SPIWG / Royal College of Radiologists audit template / EAU Paediatric Urology",
          "colunas": [
            "Item",
            "Registrar",
            "Cor"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Sem varicocele",
                "Veias <2 mm, sem refluxo patológico e sem assimetria relevante.",
                "Verde"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Limítrofe/subclínica",
                "Veia 2–2,9 mm, refluxo curto ou apenas achado em uma posição.",
                "Amarelo"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Varicocele por ultrassom",
                "Maior veia ≥3 mm em pé com Valsalva e refluxo >2 s ao Doppler espectral.",
                "Vermelho: anormal consensual."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Adolescente ou infertilidade",
                "Medir volume dos dois testículos e assimetria; relatar fórmula usada.",
                "Amarelo se sem atrofia; vermelho se atrofia importante."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Direita isolada ou início recente",
                "Considerar extensão abdominal/renal, especialmente se não reduz em decúbito.",
                "Vermelho pela necessidade de não perder causa secundária."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "escroto.c2",
          "grupo": "escroto",
          "nome": "Escroto agudo — Doppler e sinais críticos",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR acute scrotum / AIUM-ACR-SPR-SRU 2025 / BMUS acute epididymo-orchitis complications",
          "colunas": [
            "Achado",
            "Interpretação",
            "Conduta de laudo"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Fluxo intratesticular ausente ou reduzido",
                "Torção ou isquemia até prova em contrário.",
                "Comunicação urgente."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Sinal do redemoinho no cordão",
                "Sinal direto de torção, inclusive parcial/intermitente.",
                "Descrever local do nó e fluxo residual."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Hiperemia do epidídimo/testículo",
                "Favorece epididimite, orquite ou epididimo-orquite.",
                "Procurar abscesso, piocele e infarto."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Abscesso, piocele, necrose ou infarto",
                "Complicação infecciosa/vascular relevante.",
                "Comunicar e sugerir correlação urológica."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Trauma com ruptura da túnica",
                "Risco de perda testicular se atraso.",
                "Descrever descontinuidade, hematoma e viabilidade Doppler."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "escroto.c3",
          "grupo": "escroto",
          "nome": "Massas, cistos e microlitíase",
          "nota": null,
          "fonte": "AUA testicular cancer guideline / ESUR microlithiasis guideline / ACR palpable scrotal abnormality",
          "colunas": [
            "Padrão",
            "Interpretação",
            "Comentário"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Cisto simples intratesticular ou da túnica",
                "Anecoico, parede fina, reforço posterior, sem componente sólido e sem fluxo.",
                "Verde se todos os critérios típicos presentes."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Massa sólida intratesticular",
                "Manejar como neoplasia maligna até prova em contrário.",
                "AUA: marcadores tumorais antes de tratamento; Doppler ajuda, mas ausência de fluxo não exclui tumor."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Lesão extratesticular típica",
                "Cisto epididimário, espermatocele, apêndice testicular, lipoma ou adenomatoide podem ser benignos.",
                "Descrever origem e relação com epidídimo, cordão e túnicas."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Massa sólida extratesticular",
                "Mais frequentemente benigna que intratesticular, mas não é automaticamente benigna.",
                "Considerar ressonância/encaminhamento se indeterminada."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Microlitíase isolada",
                "Sem massa e sem fatores de risco: não exige seguimento de rotina.",
                "Orientação AUA/ESUR."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Microlitíase com fator de risco",
                "Criptorquidia/orquidopexia, história pessoal/familiar de tumor germinativo, atrofia ou infertilidade.",
                "Seguimento individualizado."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "escroto.c4",
          "grupo": "escroto",
          "nome": "Diferenciais principais",
          "nota": null,
          "fonte": "AIUM-ACR-SPR-SRU / ACR acute scrotum / AUA / ESUR",
          "colunas": [
            "Quadro",
            "Achados úteis",
            "Armadilha"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Torção testicular",
                "Fluxo reduzido/ausente, redemoinho do cordão, testículo alto ou horizontal, edema reativo.",
                "Pode haver fluxo residual em torção parcial."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Torção de apêndice testicular",
                "Pequeno nódulo avascular junto ao polo superior, hiperemia reacional periférica.",
                "Pode imitar epididimite."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Epididimite/orquite",
                "Epidídimo aumentado, hiperemia, hidrocele reativa e espessamento cutâneo.",
                "Infarto/abscesso torna vermelho."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Tumor testicular",
                "Massa intratesticular sólida, geralmente hipoecoica e vascularizada; calcificação/cicatriz pode indicar tumor “burned-out”.",
                "Não biopsiar por via escrotal como rotina."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Hidrocele, hematocele ou piocele",
                "Líquido simples, ecos internos, septos, debris, coágulos ou gás conforme etiologia.",
                "Piocele/hematocele complexa com clínica muda urgência."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Hérnia inguinoescrotal",
                "Conteúdo gorduroso ou alça, peristalse, Valsalva e reducibilidade.",
                "Alça não redutível ou isquemia é urgente."
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "penis",
      "slug": "penis",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/penis",
      "nome": "Pênis / Doppler peniano",
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      "medidas": [
        {
          "id": "penis.0",
          "grupo": "penis",
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          "rotulo": "Protocolo anatômico mínimo",
          "valor": "transdutor linear de alta frequência; planos transversal e longitudinal",
          "unidade": null,
          "nota": "Avaliar corpos cavernosos, corpo esponjoso, glande, uretra peniana quando relevante, túnica albugínea, fáscia profunda, artérias cavernosas, artérias dorsais e veia dorsal superficial/profunda conforme a hipótese.",
          "fonte": "RadioGraphics 2024 / University of Washington penile ultrasound protocol / Radiologia Brasileira",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "penis.1",
          "grupo": "penis",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Anatomia normal em modo B",
          "valor": "dois corpos cavernosos dorsolaterais + corpo esponjoso ventral",
          "unidade": null,
          "nota": "A túnica albugínea aparece como linha ecogênica fina ao redor dos corpos eréteis; a artéria cavernosa costuma ser vista no centro de cada corpo cavernoso.",
          "fonte": "Translational Andrology and Urology / RadioGraphics",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "penis.2",
          "grupo": "penis",
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          "rotulo": "Fratura peniana",
          "valor": "descontinuidade da túnica albugínea + hematoma",
          "unidade": null,
          "nota": "Estalo, dor súbita, perda de ereção e equimose tornam o diagnóstico clínico provável; o ultrassom localiza a rotura e mede hematoma. Hematúria, retenção urinária ou ar nos corpos eréteis sugerem lesão uretral e mudam a urgência.",
          "fonte": "Radiologia Brasileira 2019 / Translational Andrology and Urology 2017",
          "faixas": [
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          "id": "penis.3",
          "grupo": "penis",
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          "rotulo": "Doença de Peyronie — placa",
          "valor": "espessamento focal da túnica, fibrose ou calcificação",
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          "nota": "Descrever local, lado, comprimento, espessura, calcificação/sombra acústica, relação com septo e feixe neurovascular, curvatura durante ereção induzida quando realizada e fluxo Doppler ao redor da placa se houver suspeita de fase ativa.",
          "fonte": "AUA Peyronie guideline / RadioGraphics 2024 / Frontiers Pharmacol 2019",
          "faixas": [
            {
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              "rotulo": "placa não calcificada",
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              "status": "yellow",
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            {
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              "rotulo": "massa ou erosão atípica",
              "valor": "não assumir Peyronie",
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          "nota": "É emergência urológica, especialmente se ereção dolorosa persistente por mais de 4 horas. O Doppler deve ser feito antes da aspiração quando possível, pois a intervenção pode gerar hiperemia reativa e confundir a leitura.",
          "fonte": "EAU Priapism guideline / AUA-SMSNA Priapism guideline / Radiologia Brasileira",
          "faixas": [
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          "nota": "Costuma ocorrer após trauma perineal/peniano e é menos doloroso. Não é a mesma urgência do priapismo isquêmico, mas é anormal e o Doppler localiza a fístula para compressão guiada, seguimento ou embolização.",
          "fonte": "EAU Priapism guideline / Radiologia Brasileira",
          "faixas": []
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          "rotulo": "Trombose da veia dorsal superficial",
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          "nota": "Também chamada doença de Mondor peniana. É geralmente benigna/autolimitada, mas o Doppler ajuda a diferenciar de Peyronie, linfangite esclerosante, massa e hematoma.",
          "fonte": "Radiologia Brasileira / Korean J Radiol / case literature",
          "faixas": [
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          "nota": "Registrar fármaco e dose, lado da injeção, tempo, grau de rigidez, velocidade sistólica de pico, velocidade diastólica final, índice de resistência e diferença entre os lados. O ângulo Doppler deve ficar abaixo de 60 graus.",
          "fonte": "EAU Erectile Dysfunction guideline / RadioGraphics 2024 / EPOS ECR 2024",
          "faixas": []
        },
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          "rotulo": "Velocidade sistólica de pico após estímulo",
          "valor": "verde forte >35; divergente 30–35; anormal <25",
          "unidade": "cm/s",
          "nota": "A diretriz europeia considera maior que 30 cm/s geralmente normal; revisões radiológicas usam maior que 35 cm/s para excluir estenose significativa. Entre 25 e 35 cm/s, interpretar como zona cinzenta com rigidez, dose, ansiedade e tempo.",
          "fonte": "EAU / Scientific Reports 2022 / RadioGraphics 2024",
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          "nota": "A leitura veno-oclusiva só é confiável quando houve resposta arterial suficiente e rigidez adequada; ansiedade e dose baixa podem simular escape venoso.",
          "fonte": "EAU / RadioGraphics / EPOS ECR 2024",
          "faixas": [
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        {
          "id": "penis.10",
          "grupo": "penis",
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          "nota": "Menor que 0,8 junto de velocidade diastólica final elevada sugere falha veno-oclusiva; usar com cautela se a resposta arterial foi ruim.",
          "fonte": "EAU / RadioGraphics / EPOS ECR 2024",
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              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "suspeito",
              "valor": "<0,75 ou <0,8 com diástole elevada",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "penis.c0",
          "grupo": "penis",
          "nome": "Assistente interativo — pênis e Doppler peniano",
          "nota": "A ferramenta é didática: não substitui avaliação urológica, gasometria cavernosa no priapismo, nem decisão terapêutica. Em priapismo doloroso prolongado ou fratura peniana, a comunicação deve ser imediata.",
          "fonte": "EAU / AUA-SMSNA / RadioGraphics / Radiologia Brasileira",
          "colunas": [],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Verde",
                "Velocidade sistólica de pico maior que 35 cm/s nos dois lados, diástole final baixa, índice de resistência maior que 0,8, rigidez adequada e sem achados anatômicos críticos."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Amarelo",
                "Velocidade sistólica de pico 25–35 cm/s, diástole 3–5 cm/s, rigidez incompleta, técnica sem injeção vasoativa, placa/calcificação, trombose dorsal superficial ou priapismo não isquêmico."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Vermelho",
                "Velocidade sistólica de pico menor que 25 cm/s, diástole maior que 5 cm/s com boa entrada arterial, índice de resistência baixo, priapismo isquêmico, fístula de alto fluxo, fratura, massa suspeita, abscesso, gás ou sinal uretral."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "penis.c1",
          "grupo": "penis",
          "nome": "Doppler dinâmico — leitura hemodinâmica",
          "nota": null,
          "fonte": "EAU Erectile Dysfunction / RadioGraphics 2024 / EPOS ECR 2024",
          "colunas": [
            "Parâmetro",
            "Verde",
            "Amarelo",
            "Vermelho"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Velocidade sistólica de pico",
                ">35 cm/s",
                "25–35 cm/s",
                "<25 cm/s"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Diferença entre artérias cavernosas",
                "<10 cm/s",
                ">10 cm/s com velocidades preservadas",
                ">10 cm/s com lado menor <25 cm/s"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Velocidade diastólica final",
                "<3 cm/s",
                "3–5 cm/s",
                ">5 cm/s persistente se entrada arterial adequada"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Índice de resistência",
                ">0,8",
                "0,75–0,8",
                "<0,75 ou <0,8 com diástole elevada"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Rigidez",
                "rigidez completa ou suficiente",
                "tumescência ou rigidez parcial",
                "sem resposta apesar de técnica adequada"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "penis.c2",
          "grupo": "penis",
          "nome": "Emergências e diferenciais",
          "nota": null,
          "fonte": "Radiologia Brasileira / RadioGraphics / AUA / EAU",
          "colunas": [
            "Quadro",
            "Achados no ultrassom",
            "Mensagem prática"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Fratura peniana",
                "Defeito focal da túnica albugínea, hematoma adjacente, às vezes uretra/corpo esponjoso envolvidos.",
                "Emergência cirúrgica na maioria dos casos; localizar rotura."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Priapismo isquêmico",
                "Fluxo cavernoso ausente ou de alta resistência, corpos cavernosos rígidos e dolorosos.",
                "Emergência; não atrasar tratamento."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Priapismo não isquêmico de alto fluxo",
                "Fístula arteriocavernosa, pseudoaneurisma, turbulência e fluxo de baixa resistência.",
                "Não costuma ser isquêmico, mas é anormal e pode precisar embolização."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Doença de Mondor peniana",
                "Veia dorsal superficial não compressível com trombo e sem fluxo.",
                "Geralmente autolimitada; diferenciar de placa, massa e linfangite."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Doença de Peyronie",
                "Placa da túnica albugínea, espessamento, fibrose, calcificação ou sombra acústica.",
                "Medir e mapear; Doppler ajuda se também há disfunção erétil."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Infecção profunda ou abscesso",
                "Coleção, hiperemia, gás, espessamento cutâneo/fascial ou extensão perineal.",
                "Pode ser emergência, especialmente se houver gás ou suspeita de Fournier."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Massa suspeita",
                "Lesão sólida irregular, glande/prepúcio, invasão local, vascularização ou linfonodos suspeitos.",
                "Não rotular como placa; encaminhar investigação."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "penis.c3",
          "grupo": "penis",
          "nome": "Checklist de laudo estruturado",
          "nota": null,
          "fonte": "EAU / AUA-SMSNA / RadioGraphics",
          "colunas": [
            "Bloco",
            "O que registrar",
            "Por que importa"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Técnica",
                "Transdutor, planos, via ventral/dorsal, Doppler colorido/espectral e ângulo Doppler.",
                "Evita medidas erradas por ângulo ou amostragem."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Doppler dinâmico",
                "Fármaco, dose, lado da injeção, tempo das medidas e grau de rigidez.",
                "Sem isso, velocidade e escape venoso podem ser falsos."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Placas/fibrose",
                "Localização por face/terço, tamanho, calcificação, sombra e relação com septo.",
                "Ajuda urologia a planejar tratamento."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Trauma",
                "Integridade da túnica, hematoma, corpo esponjoso, uretra e vascularidade cavernosal.",
                "Define urgência e mapa cirúrgico."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Priapismo",
                "Isquêmico versus não isquêmico, fluxo cavernoso, fístula/pseudoaneurisma e se foi antes de aspiração.",
                "Muda completamente a conduta."
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "obstetrico_1tri",
      "slug": "obstetrico-1tri",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/obstetrico-1tri",
      "nome": "Obstétrico — 1º trimestre",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "obstetrico_1tri.0",
          "grupo": "obstetrico_1tri",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Saco gestacional visível (TV)",
          "valor": "≈ 5,0",
          "unidade": "sem",
          "nota": "SG de 2–3 mm",
          "fonte": "GLOWM / Ultrasoundpaedia",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "obstetrico_1tri.1",
          "grupo": "obstetrico_1tri",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Vesícula vitelina visível",
          "valor": "DMSG ≤ 10 mm",
          "unidade": null,
          "nota": "≈ 5,5–6 sem",
          "fonte": "GLOWM",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "obstetrico_1tri.2",
          "grupo": "obstetrico_1tri",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Embrião com BCF",
          "valor": "≈ 6",
          "unidade": "sem",
          "nota": "em geral até DMSG 25 mm",
          "fonte": "Radiology Key",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "obstetrico_1tri.3",
          "grupo": "obstetrico_1tri",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "FCF embrionária — mau prognóstico",
          "valor": "< 90",
          "unidade": "bpm",
          "nota": "em embrião < 8 sem",
          "fonte": "Medscape",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "obstetrico_1tri.c0",
          "grupo": "obstetrico_1tri",
          "nome": "Calculadora — translucência nucal (11–13+6 sem)",
          "nota": "Só medir na janela CCN 45–84 mm, plano sagital mediano, feto neutro, ampliação adequada. Marcadores secundários: osso nasal ausente, regurgitação tricúspide, ducto venoso com onda a reversa.",
          "fonte": "Fetal Medicine Foundation (FMF) / ISUOG guidelines",
          "colunas": [
            "NT",
            "Leitura"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "< 3,0 mm (CCN 45–84 mm)",
                "Dentro do esperado; integrar ao risco combinado."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "3,0–3,4 mm",
                "Acima do p95 na maioria dos CCN; valorizar no risco."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "≥ 3,5 mm",
                "Risco aumentado (aneuploidia, cardiopatia, síndromes): aconselhamento + teste diagnóstico + eco fetal."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "obstetrico_1tri.c1",
          "grupo": "obstetrico_1tri",
          "nome": "Critérios de gestação INVIÁVEL (consenso 2012)",
          "nota": "Critérios diagnósticos (definitivos) do consenso SRU 2012. Achados \"suspeitos\" exigem repetir o exame.",
          "fonte": "SRU Consensus 2012 (Doubilet et al.)",
          "colunas": [
            "Achado",
            "Conclusão"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "CCN ≥ 7 mm SEM batimentos",
                "Inviável"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "DMSG ≥ 25 mm SEM embrião",
                "Inviável"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Sem embrião c/ BCF ≥ 2 sem após SG sem vesícula vitelina",
                "Inviável"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Sem embrião c/ BCF ≥ 11 dias após SG com vesícula vitelina",
                "Inviável"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "carotida_cmi",
      "slug": "carotida-cmi",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/carotida-cmi",
      "nome": "Carótidas — Doppler / placa",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "carotida_cmi.0",
          "grupo": "carotida_cmi",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Velocidade de pico sistólico — carótida interna",
          "valor": "<140 no padrão brasileiro para <50%",
          "unidade": "cm/s",
          "nota": "O IAC 2023 usa <180 cm/s para normal ou <50%; 140–179 cm/s vira zona amarela se os demais parâmetros não confirmarem estenose.",
          "fonte": "DIC/SBC-CBR-SBACV 2023 / IAC 2023 / SRU 2003",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Verde — sem placa e baixa velocidade",
              "valor": "<125–140 cm/s",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Amarelo — divergência SRU/BR/IAC",
              "valor": "125–179 cm/s",
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Vermelho — estenose hemodinâmica provável",
              "valor": "≥180 cm/s com placa/razão elevada; >230 cm/s alto grau",
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          ]
        },
        {
          "id": "carotida_cmi.1",
          "grupo": "carotida_cmi",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Velocidade diastólica final — carótida interna",
          "valor": "<40",
          "unidade": "cm/s",
          "nota": "Ajuda a confirmar a faixa de estenose quando a velocidade sistólica é pouco representativa.",
          "fonte": "DIC/SBC-CBR-SBACV 2023 / SRU 2003",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Verde",
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            {
              "status": "red",
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              "valor": "≥40 cm/s",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Vermelho — alto grau",
              "valor": ">100 cm/s; >140 cm/s sugere 80–89% no padrão brasileiro",
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          ]
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        {
          "id": "carotida_cmi.2",
          "grupo": "carotida_cmi",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Razão sistólica carótida interna / carótida comum",
          "valor": "<2,0",
          "unidade": null,
          "nota": "Usar a maior velocidade sistólica da carótida interna no ponto da estenose e velocidade sistólica da carótida comum em segmento representativo, longe da placa.",
          "fonte": "DIC/SBC-CBR-SBACV 2023 / IAC 2023 / SRU 2003",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Verde",
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            {
              "status": "red",
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            {
              "status": "red",
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        {
          "id": "carotida_cmi.3",
          "grupo": "carotida_cmi",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Complexo médio-intimal",
          "valor": "≤0,9",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Corte operacional; a recomendação brasileira prefere percentis por idade, sexo e etnia quando disponíveis e não recomenda medir rotineiramente em população geral.",
          "fonte": "DIC/SBC-CBR-SBACV 2023 / SBC vascular ultrasound 2019 / Mannheim",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Verde — usual",
              "valor": "≤0,9 mm",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Amarelo — espessado",
              "valor": ">0,9 mm",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Vermelho — placa por espessura",
              "valor": ">1,5 mm se focal",
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          ]
        },
        {
          "id": "carotida_cmi.4",
          "grupo": "carotida_cmi",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Placa carotídea — definição",
          "valor": "protrusão ≥0,5 mm ou >50% da parede adjacente ou >1,5 mm",
          "unidade": null,
          "nota": "Basta um dos critérios; placa não deve ser chamada apenas de espessamento médio-intimal.",
          "fonte": "DIC/SBC-CBR-SBACV 2023 / Mannheim / Plaque-RADS 2024",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Verde",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Amarelo",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Vermelho",
              "valor": "placa ulcerada, ecolucente predominante ou com estenose ≥50%",
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          ]
        },
        {
          "id": "carotida_cmi.5",
          "grupo": "carotida_cmi",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Ângulo Doppler para velocidades",
          "valor": "≤60",
          "unidade": "graus",
          "nota": "O ângulo deve ser corrigido e menor ou igual a 60 graus sempre que houver medida de velocidade.",
          "fonte": "CBR technical ultrasound guideline / ACR-AIUM-SPR-SRU cerebrovascular parameter",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "carotida_cmi.c0",
          "grupo": "carotida_cmi",
          "nome": "Calculadora rápida — estenose carotídea por Doppler",
          "nota": "A calculadora cruza DIC/SBC-CBR-SBACV 2023, IAC 2023 e SRU 2003. Resultado final deve considerar técnica, ângulo Doppler, arritmia, estenoses em série, oclusão contralateral e correlação clínica.",
          "fonte": "DIC/SBC-CBR-SBACV 2023 / IAC 2023 / SRU 2003",
          "colunas": [
            "Cor",
            "Resultado",
            "Como interpretar"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Verde",
                "Sem estenose hemodinamicamente significativa",
                "Velocidades baixas, razão interna/comum <2,0 e ausência de placa relevante."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Amarelo",
                "Zona limítrofe ou divergente",
                "Placa sem estenose relevante, espessamento médio-intimal, ou velocidade 125–179 cm/s sem confirmação por razão/placa."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Vermelho",
                "Estenose anormal ou alto risco",
                "Estenose de 50% ou mais, suboclusão, oclusão, placa ulcerada ou placa ecolucente predominante."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "carotida_cmi.c1",
          "grupo": "carotida_cmi",
          "nome": "Plaque-RADS — classificação morfológica da placa carotídea",
          "nota": "Plaque-RADS complementa, mas não substitui, o percentual de estenose. Quando houver múltiplas placas, registrar a categoria mais alta e descrever a placa dominante.",
          "fonte": "Saba et al., JACC Cardiovascular Imaging 2024 / QIMS 2026 ultrasound validation",
          "colunas": [
            "Categoria",
            "Critério principal",
            "Subtipo / detalhe",
            "Leitura por cor"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "1",
                "Sem placa aterosclerótica.",
                "Parede sem placa detectável.",
                "Verde — consenso de normalidade morfológica."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "2",
                "Placa presente com espessura máxima da parede <3 mm.",
                "Sem hemorragia intraplaca, ruptura da cápsula ou trombo intraluminal.",
                "Amarelo — placa de baixo risco, mas não é parede normal."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "3a",
                "Espessura máxima da parede ou placa ≥3 mm.",
                "Cápsula fibrosa espessa/intacta; sem característica complicada.",
                "Amarelo — risco intermediário."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "3b",
                "Espessura máxima ≥3 mm com cápsula fibrosa fina suspeita.",
                "Ultrassom pode sugerir; ressonância avalia melhor cápsula fina.",
                "Amarelo — vulnerabilidade possível, confirmar no contexto."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "3c",
                "Placa ulcerada.",
                "Cavidade/superfície ulcerada comunicando com o lúmen.",
                "Vermelho — morfologia anormal de risco."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "4a",
                "Hemorragia intraplaca.",
                "Característica complicada; ultrassom pode ter limitação.",
                "Vermelho — placa complicada."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "4b",
                "Ruptura da cápsula fibrosa.",
                "Característica complicada.",
                "Vermelho — placa complicada."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "4c",
                "Trombo intraluminal.",
                "Característica complicada.",
                "Vermelho — placa complicada."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "carotida_cmi.c2",
          "grupo": "carotida_cmi",
          "nome": "Estenose da carótida interna — Brasil 2023 (NASCET)",
          "nota": "Use o método NASCET no percentual reportado. Velocidade sistólica é critério primário; diastólica e razões confirmam quando a velocidade é afetada por fatores hemodinâmicos.",
          "fonte": "DIC/SBC + CBR + SBACV 2023",
          "colunas": [
            "Estenose",
            "Velocidade sistólica interna",
            "Velocidade diastólica interna",
            "Razão sistólica interna/comum",
            "Comentário"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "<50%",
                "<140",
                "<40",
                "<2,0",
                "Não hemodinamicamente significativa; se há placa, descrever morfologia."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "50–59%",
                "140–230",
                "40–69",
                "2,0–3,1",
                "Faixa em que há divergência com IAC 2023 quando a velocidade sistólica fica abaixo de 180 cm/s."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "60–69%",
                "sem corte próprio",
                "70–100",
                "3,2–4,0",
                "Usar diastólica e razão como confirmação."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "70–79%",
                ">230",
                ">100",
                ">4,0",
                "Estenose alta; diferenciar de suboclusão."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "80–89%",
                "sem corte próprio",
                ">140",
                "sem corte próprio",
                "Diastólica muito elevada reforça alto grau."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                ">90%",
                ">400",
                "sem corte próprio",
                ">5,0",
                "Pode haver queda paradoxal de velocidade se suboclusão."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Suboclusão",
                "variável — fluxo filiforme",
                "variável",
                "variável",
                "Diagnóstico é morfológico/colorido; não depende de corte fixo."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Oclusão",
                "ausência de fluxo",
                "ausência de fluxo",
                "não se aplica",
                "Sem lúmen pérvio detectável."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "carotida_cmi.c3",
          "grupo": "carotida_cmi",
          "nome": "IAC 2023 — critérios modificados para carótida interna",
          "nota": "O IAC reconhece que 125–180 cm/s com razão ≥2,0, placa significativa e turbulência pós-estenótica também pode ser 50–69%.",
          "fonte": "IAC Vascular Testing Communication 2023",
          "colunas": [
            "Categoria",
            "Velocidade sistólica interna",
            "Placa estimada",
            "Razão sistólica interna/comum",
            "Velocidade diastólica interna"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Normal",
                "<180",
                "nenhuma",
                "<2,0",
                "<40"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "<50%",
                "<180",
                "<50%",
                "<2,0",
                "<40"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
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                "180–230",
                ">50%",
                "2,0–4,0",
                "40–100"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
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                ">230",
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                ">4,0",
                ">100"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Suboclusão",
                "alta, baixa ou indetectável",
                "visível",
                "variável",
                "variável"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Oclusão total",
                "indetectável",
                "visível, sem lúmen detectável",
                "não se aplica",
                "não se aplica"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "carotida_cmi.c4",
          "grupo": "carotida_cmi",
          "nome": "SRU 2003 — critério clássico ainda encontrado em serviços",
          "nota": "Mantida para comparação histórica; quando usada, declarar o padrão adotado no serviço.",
          "fonte": "SRU Consensus Conference 2003",
          "colunas": [
            "Categoria",
            "Velocidade sistólica interna",
            "Velocidade diastólica interna",
            "Razão sistólica interna/comum"
          ],
          "linhas": [
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              "status": "green",
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              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
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                "<125",
                "<40",
                "<2,0"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
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                "50–69%",
                "125–230",
                "40–100",
                "2,0–4,0"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
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                "70% ou mais até suboclusão",
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                ">4,0"
              ]
            },
            {
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                "Suboclusão",
                "variável",
                "variável",
                "variável"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
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                "Oclusão",
                "sem fluxo",
                "sem fluxo",
                "não se aplica"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "carotida_cmi.c5",
          "grupo": "carotida_cmi",
          "nome": "Morfologia e superfície da placa",
          "nota": "Plaque-RADS 2024 reforça que morfologia/composição da placa complementa o percentual de estenose, mas ainda não substitui a graduação hemodinâmica.",
          "fonte": "DIC/SBC-CBR-SBACV 2023 / Plaque-RADS 2024",
          "colunas": [
            "Item",
            "Achado",
            "Leitura por cor"
          ],
          "linhas": [
            {
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              "celulas": [
                "Sem placa",
                "Sem protrusão focal nem espessamento focal >1,5 mm.",
                "Verde se velocidades normais."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Placa ecogênica ou calcificada",
                "Tipo III–V; calcificação pode gerar sombra e limitar a medida.",
                "Amarelo se sem estenose ≥50%; vermelho se limita avaliação ou acompanha estenose."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
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                "Placa ecolucente predominante",
                "Tipo I–II; associada a maior vulnerabilidade em várias classificações.",
                "Vermelho para risco morfológico."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Superfície irregular",
                "Irregularidade de 0,4 a 2,0 mm de profundidade.",
                "Amarelo; descrever no laudo."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Ulceração",
                "Concavidade/extensão >2,0 mm pelo critério de Bray.",
                "Vermelho; risco morfológico alto."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "carotida_cmi.c6",
          "grupo": "carotida_cmi",
          "nome": "Checklist técnico — carótidas e vertebrais",
          "nota": "Evite abreviações no texto didático: escreva carótida interna, carótida comum, velocidade sistólica, velocidade diastólica e razão interna/comum.",
          "fonte": "CBR technical ultrasound guideline / ACR-AIUM-SPR-SRU extracranial cerebrovascular parameter",
          "colunas": [
            "Etapa",
            "Registrar",
            "Motivo"
          ],
          "linhas": [
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              "status": "green",
              "celulas": [
                "Modo B longitudinal",
                "Complexo médio-intimal quando indicado e placa no bulbo/bifurcação.",
                "Define placa e limitações anatômicas."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Doppler colorido ou de amplitude",
                "Bulbo, bifurcação, carótida interna e externa.",
                "Localiza turbulência, suboclusão e fluxo residual."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
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                "Doppler espectral",
                "Velocidade sistólica da carótida comum; velocidades sistólica e diastólica da carótida interna.",
                "Permite razão e graduação NASCET."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Ângulo Doppler",
                "Corrigir e manter até 60 graus.",
                "Acima disso a velocidade perde confiabilidade."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Artérias vertebrais",
                "Direção do fluxo, padrão espectral e assimetria; sem cortes numéricos universais no documento brasileiro.",
                "Avaliação é qualitativa e contextual."
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "msk",
      "slug": "msk",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/msk",
      "nome": "Musculoesquelético / partes moles",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "msk.0",
          "grupo": "msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Massa de partes moles — documentação mínima",
          "valor": "três medidas, camada, fáscia, margens, composição e Doppler",
          "unidade": null,
          "nota": "incluir história, crescimento, dor, trauma, anticoagulação, punctum/descarga, reducibilidade e comparação quando útil",
          "fonte": "BMUS 2024 / ESSR 2015 / SRU 2022",
          "faixas": [
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          "nota": "5 cm é gatilho clássico para ressonância/avaliação especializada, mas massas menores também podem ser malignas se profundas, crescentes ou atípicas",
          "fonte": "ESSR 2015 / sarcoma guidelines / BMUS 2024",
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          "ruleId": null,
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          "valor": "superficial, toca fáscia, cruza fáscia ou intramuscular/profunda",
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          "nota": "abaixo da fáscia superficial, intramuscular ou não completamente acessível por ultrassom favorece ressonância",
          "fonte": "ESSR 2015 / BMUS 2024",
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              "rotulo": "superficial típico",
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          "nota": "se houver ecos internos, parede espessa, nodularidade ou vascularização, vira indeterminado",
          "fonte": "ESSR 2015 / BMUS 2024 / SRU 2022",
          "faixas": [
            {
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          "nota": "lipoma profundo, grande, heterogêneo, doloroso ou crescente não deve ser tratado como simples",
          "fonte": "SRU 2022 / ESSR 2015 / BMUS 2024",
          "faixas": [
            {
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          "grupo": "msk",
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          "nota": "hematoma deve reduzir no seguimento; abscesso costuma ter dor, rubor, febre ou hiperemia periférica",
          "fonte": "BMUS 2024 / Radiol Clin North Am 2019",
          "faixas": [
            {
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        {
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          "nota": "≥10 mm² sugere túnel do carpo; interpretar com sintomas e comparação proximal/distal",
          "fonte": "J Ultrasound Med / MSK ultrasound reviews",
          "faixas": [
            {
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        {
          "id": "msk.7",
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          "unidade": "mm",
          "nota": ">7 mm sugere tendinopatia quando associado a perda do padrão fibrilar, dor ou hiperemia",
          "fonte": "IJSPT / AJR",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "msk.c0",
          "grupo": "msk",
          "nome": "Assistente interativo — partes moles, diferencial e próximos passos",
          "nota": "Use como triagem didática. O resultado lista possibilidades, não diagnóstico definitivo.",
          "fonte": "SRU Radiology 2022 / BMUS 2024 / ESSR 2015 / ACR 2022",
          "colunas": [
            "Entrada",
            "Como o app interpreta",
            "Limitação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Benigno típico",
                "Cisto simples/gânglio, lipoma superficial típico, corpo estranho com história compatível ou hérnia dinâmica clara.",
                "Só usar se todos os critérios típicos estiverem presentes."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Indeterminado",
                "Sólido não lipomatoso, coleção complexa, massa pequena mas atípica, vascularização ou relação anatômica não conclusiva.",
                "Ultrassom não deve fechar diagnóstico quando há sobreposição."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Suspeito ou urgente",
                "Profundo, maior que 5 cm, crescendo, fixo, margens invasivas, vascularização desorganizada, recorrência pós-excisão ou sinais infecciosos graves.",
                "Ressonância/encaminhamento especializado conforme protocolo local."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "msk.c1",
          "grupo": "msk",
          "nome": "Diferencial por padrão ultrassonográfico",
          "nota": null,
          "fonte": "SRU 2022 / BMUS 2024 / ESSR 2015",
          "colunas": [
            "Padrão",
            "Possibilidades comuns",
            "Sinal que muda a conduta"
          ],
          "linhas": [
            {
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                "Cístico puro avascular",
                "Cisto simples, gânglio, bursa distendida, cisto sinovial.",
                "Componente sólido, nódulo mural ou vascularização interna."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
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                "Gorduroso superficial típico",
                "Lipoma superficial.",
                "Profundo, ≥5 cm, heterogêneo, doloroso ou em crescimento."
              ]
            },
            {
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                "Sólido não lipomatoso",
                "Fibroma, tumor de bainha nervosa, tumor de células gigantes da bainha tendínea, linfonodo, endometriose de cicatriz, fibromatose.",
                "Margens infiltrativas, crescimento ou vascularização desorganizada."
              ]
            },
            {
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                "Coleção complexa",
                "Hematoma, seroma, abscesso, Morel-Lavallée, bursite complicada.",
                "Febre, rubor, gás, dor intensa, expansão ou ausência de regressão."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
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                "Vascular ou compressível",
                "Malformação venosa/linfática, variz, pseudoaneurisma, hemangioma.",
                "Fluxo arterial pulsátil, fístula, trombo ou alto fluxo."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Dinâmico com Valsalva",
                "Hérnia, herniação muscular, variz expansível.",
                "Aprisionamento, dor importante, não redutível ou alça intestinal comprometida."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
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                "Ecogênico com sombra ou corpo estranho",
                "Corpo estranho, granuloma, calcificação, miosite ossificante, tofo.",
                "Calcificação intramuscular ou massa associada: radiografia/ressonância conforme contexto."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
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                "Massa profunda ou invasiva",
                "Sarcoma e outros tumores agressivos entram no diferencial até prova em contrário.",
                "Ressonância e via de referência oncológica/sarcoma."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "msk.c2",
          "grupo": "msk",
          "nome": "Sinais de alerta — quando não encerrar como benigno",
          "nota": null,
          "fonte": "ESSR 2015 / BMUS 2024 / ACR 2022",
          "colunas": [
            "Sinal",
            "Por que importa",
            "Cor"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Maior que 5 cm",
                "Gatilho clássico para investigação adicional, sobretudo se sólido.",
                "Vermelho"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Profundo, intramuscular ou cruza fáscia",
                "Ultrassom pode não ver toda a extensão; ressonância é preferida.",
                "Vermelho"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Crescimento rápido ou recorrência pós-excisão",
                "Aumenta suspeita e muda o caminho de biópsia/encaminhamento.",
                "Vermelho"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Margens invasivas ou vascularização desorganizada",
                "Sinal morfológico de agressividade, embora não seja específico isoladamente.",
                "Vermelho"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Dor isolada",
                "Pode ser inflamatória/traumática, mas também é sinal clínico de alerta se associada a massa sólida.",
                "Amarelo"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Calcificação",
                "Ocorre em benignos e malignos; se em extremidade ou dentro do músculo, radiografia ajuda.",
                "Amarelo"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "msk.c3",
          "grupo": "msk",
          "nome": "Checklist técnico — ultrassom de partes moles",
          "nota": null,
          "fonte": "BMUS 2024 / ESSR 2015 / SRU 2022",
          "colunas": [
            "Etapa",
            "Registrar no laudo",
            "Motivo"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "História dirigida",
                "Tempo, crescimento, dor, trauma, anticoagulação, febre/rubor, punctum/descarga, reducibilidade e cirurgia/câncer prévios.",
                "Muda o diferencial."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Localização anatômica",
                "Lado, ponto exato, camada: pele, subcutâneo, fáscia, músculo, tendão, articulação, vaso ou nervo.",
                "Evita laudo genérico."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Imagens e medidas",
                "Duas projeções ortogonais, três medidas, profundidade, imagem do limite profundo e comparação contralateral se útil.",
                "Permite seguimento."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Modo B e Doppler",
                "Composição, ecogenicidade, margens, reforço/sombra, calcificação, compressibilidade, fluxo periférico/interno.",
                "Separa cístico, sólido, inflamatório e vascular."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Manobras dinâmicas",
                "Compressão, movimento de tendão/músculo, Valsalva, ortostatismo quando hérnia/variz for hipótese.",
                "Mostra relação funcional."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Conclusão segura",
                "Benigno típico, indeterminado ou suspeito; se indeterminado, dizer claramente que precisa de correlação/imagem adicional.",
                "Protege o paciente e o médico."
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "punho",
      "slug": "punho",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/punho",
      "nome": "Punho / mão (sem e com Doppler)",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "punho.0",
          "grupo": "punho",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Protocolo mínimo sem Doppler",
          "valor": "dorsal + volar + dinâmico",
          "unidade": null,
          "nota": "Avaliar tendões em eixo curto e longo, retináculos, articulações radiocárpica/intercárpica, túnel do carpo, canal de Guyon e ponto doloroso.",
          "fonte": "ESSR wrist guideline / AIUM MSK parameter",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "punho.1",
          "grupo": "punho",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Protocolo com Doppler",
          "valor": "baixa escala e ganho alto sem artefato",
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          "nota": "Usar para sinovite, tenossinovite, artrite inflamatória, hiperemia peritendínea, massa vascular e infecção; evitar compressão excessiva.",
          "fonte": "AIUM / OMERACT-EULAR",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "punho.2",
          "grupo": "punho",
          "ruleId": null,
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          "valor": "<10",
          "unidade": "mm²",
          "nota": "Cortes fixos variam; 10–12 mm² é zona cinzenta e >12 mm² é mais consistente com neuropatia compressiva quando sintomas concordam.",
          "fonte": "J Ultrasound Med / Frontiers Neurology / CTS reviews",
          "faixas": [
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            {
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              "valor": ">12 mm²",
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          ]
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        {
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          "nota": "Razão ≥1,4 aumenta suspeita e reduz variação por biotipo; use área no punho dividida pela área no antebraço proximal.",
          "fonte": "Hobson-Webb / J Ultrasound Med",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
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          ]
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        {
          "id": "punho.4",
          "grupo": "punho",
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          "valor": "0,88 × circunferência − 4",
          "unidade": "mm²",
          "nota": "Alternativa descrita para ajustar o limite superior normal pela circunferência do punho em centímetros.",
          "fonte": "Frontiers Neurology 2021",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "punho.5",
          "grupo": "punho",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Nervo ulnar no canal de Guyon",
          "valor": "sem corte universal",
          "unidade": null,
          "nota": "Comparar calibre, fascículos, compressão, massa/cisto, artéria ulnar, bifurcação em ramo superficial sensitivo e ramo profundo motor.",
          "fonte": "ESSR wrist guideline / AIUM peripheral nerve",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "punho.6",
          "grupo": "punho",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Sinovite — escala OMERACT/EULAR",
          "valor": "0–3",
          "unidade": "modo B e Doppler",
          "nota": "Modo B mede hipertrofia sinovial; Doppler mede vascularização ativa. Interpretar separadamente e junto ao contexto clínico.",
          "fonte": "EULAR-OMERACT / SONAR RA recommendations",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "punho.c0",
          "grupo": "punho",
          "nome": "Assistente interativo — punho, nervos e sinovite",
          "nota": "Use como triagem didática. A conclusão final deve integrar queixa, exame físico, distribuição dos sintomas e hipótese clínica.",
          "fonte": "ESSR / AIUM / EULAR-OMERACT / Frontiers Neurology",
          "colunas": [
            "Entrada",
            "Como interpretar",
            "Limitação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Sem sinovite e nervo mediano usual",
                "Área do nervo <10 mm², sem Doppler sinovial, sem tenossinovite e sem erosão.",
                "Correlacionar com sintomas; ultrassom não exclui todas as neuropatias."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Zona cinzenta",
                "Nervo 10–12 mm², razão ≥1,4 isolada, sinovite grau 1, Doppler discreto ou tenossinovite sem sinais agressivos.",
                "Requer clínica, comparação contralateral e, às vezes, eletroneuromiografia ou reumatologia."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Anormal relevante",
                "Nervo >12 mm² com razão alta/sintomas, Doppler grau 2–3, sinovite modo B grau 2–3, erosão, ruptura tendínea ou déficit motor.",
                "Não encerrar como achado incidental."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "punho.c1",
          "grupo": "punho",
          "nome": "Compartimentos extensores do punho — mapa anatômico",
          "nota": null,
          "fonte": "ESSR wrist technical guideline / Radiopaedia anatomy",
          "colunas": [
            "Compartimento",
            "Tendões",
            "Dicas e patologias comuns"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "1",
                "Abdutor longo do polegar + extensor curto do polegar.",
                "Tenossinovite de De Quervain; procurar septo vertical e tendões acessórios."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "2",
                "Extensor radial longo do carpo + extensor radial curto do carpo.",
                "Ponto de cruzamento com o primeiro compartimento no antebraço distal: síndrome de interseção."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "3",
                "Extensor longo do polegar.",
                "Usar tubérculo de Lister como marco; risco de ruptura em artrite reumatoide ou atrito."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "4",
                "Extensor dos dedos + extensor próprio do indicador.",
                "Tenossinovite inflamatória é comum; manobra dinâmica separa tendões."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "5",
                "Extensor próprio do dedo mínimo.",
                "Pequeno e ulnar; avaliar tenossinovite e ruptura em artrite inflamatória."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "6",
                "Extensor ulnar do carpo.",
                "Avaliar subluxação dinâmica, tendinopatia, tenossinovite e gota/depósito cristalino."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "punho.c2",
          "grupo": "punho",
          "nome": "Face volar — túnel do carpo e canal de Guyon",
          "nota": null,
          "fonte": "ESSR wrist technical guideline / AIUM MSK parameter",
          "colunas": [
            "Estrutura",
            "Conteúdo / marco",
            "O que procurar"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Túnel do carpo proximal",
                "Escafoide radial e pisiforme ulnar; nervo mediano superficial aos tendões flexores.",
                "Área do nervo mediano, edema fascicular, retináculo, artéria mediana persistente e nervo bífido."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Túnel do carpo distal",
                "Trapézio radial e hâmulo do hamato ulnar.",
                "Achatamento, arqueamento do retináculo, cistos, tenossinovite flexora e massas."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Tendões flexores dentro do túnel",
                "Quatro flexores superficiais dos dedos, quatro flexores profundos dos dedos e flexor longo do polegar.",
                "Tenossinovite flexora, aderência, ruptura parcial e gatilho inflamatório."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Canal de Guyon",
                "Artéria ulnar radial ao nervo ulnar; dividir em ramo superficial sensitivo e ramo profundo motor.",
                "Cisto/gânglio, trombose/aneurisma da artéria ulnar, compressão no hâmulo e lesão do ramo motor."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Tendão flexor radial do carpo",
                "Radial, sobre o escafoide/trapézio, fora do túnel do carpo principal.",
                "Tenossinovite, tendinopatia e dor radial volar."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Tendão flexor ulnar do carpo",
                "Insere no pisiforme; referência para canal de Guyon.",
                "Entesopatia, calcificação, depósito cristalino e dor ulnar."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "punho.c3",
          "grupo": "punho",
          "nome": "Sinovite e artrite reumatoide — escala didática OMERACT/EULAR",
          "nota": "Em artrite reumatoide, relatar articulações avaliadas, grau em modo B, grau Doppler, erosões, tenossinovite e ruptura tendínea. Doppler persistente pode indicar atividade mesmo quando a clínica parece controlada.",
          "fonte": "EULAR-OMERACT / SONAR recommendations / AIUM",
          "colunas": [
            "Grau",
            "Modo B: hipertrofia sinovial",
            "Doppler: vascularização"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "0",
                "Ausente: sem hipertrofia sinovial.",
                "Ausente: sem sinal Doppler."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "1",
                "Mínima: espessamento discreto sem grande abaulamento.",
                "Mínimo: até poucos pontos/sinais isolados."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "2",
                "Moderada: hipertrofia abaula além da linha óssea com superfície plana ou côncava.",
                "Moderado: sinais vasculares em menos de metade da área sinovial."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "3",
                "Grave: hipertrofia importante com superfície convexa.",
                "Grave: sinais vasculares em metade ou mais da área sinovial."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "punho.c4",
          "grupo": "punho",
          "nome": "Principais diferenciais no punho",
          "nota": null,
          "fonte": "ESSR / AIUM / EULAR-OMERACT / MSK reviews",
          "colunas": [
            "Quadro",
            "Achados úteis no ultrassom",
            "Comentário"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Síndrome do túnel do carpo",
                "Nervo mediano aumentado, razão punho/antebraço alta, edema fascicular, achatamento distal, arqueamento do retináculo, hipervascularização intraneural.",
                "Correlacionar com território sensitivo e eletroneuromiografia quando necessário."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Tenossinovite de De Quervain",
                "Espessamento da bainha no primeiro compartimento, líquido, hiperemia e dor à compressão dinâmica.",
                "Procurar septo entre abdutor longo do polegar e extensor curto do polegar."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Síndrome de interseção",
                "Atrito/tenossinovite onde tendões do primeiro compartimento cruzam os extensores radiais no antebraço distal.",
                "Dor costuma ser mais proximal que De Quervain."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Gânglio/cisto sinovial",
                "Lesão cística com reforço posterior, pedículo articular às vezes visível, sem fluxo interno.",
                "Se complexo, vascularizado ou sólido, reclassificar como indeterminado."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
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                "Artrite inflamatória / artrite reumatoide",
                "Sinovite modo B, Doppler sinovial, erosões marginais, tenossinovite flexora/extensora e possíveis rupturas.",
                "Doppler e erosão tornam a suspeita mais relevante; integrar com sorologia e reumatologia."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
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                "Gota ou doença por cristais",
                "Tofos heterogêneos, sombra, erosões, duplo contorno em cartilagem quando visível, tenossinovite por cristais.",
                "Pode imitar infecção ou artrite inflamatória."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Infecção",
                "Coleção, hiperemia intensa, tenossinovite purulenta suspeita, gás, celulite e dor importante.",
                "Urgência clínica; ultrassom ajuda a localizar coleção e guiar aspiração."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Lesão ligamentar/complexo fibrocartilaginoso triangular",
                "Ultrassom avalia parcialmente ligamento escafolunar dorsal e complexo triangular ulnar; usar manobras e comparar.",
                "Ressonância/artroressonância pode ser necessária."
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "tornozelo_pe",
      "slug": "tornozelo-pe",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/tornozelo-pe",
      "nome": "Tornozelo e pé",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "tornozelo_pe.0",
          "grupo": "tornozelo_pe",
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          "rotulo": "Protocolo por regiões",
          "valor": "anterior + medial + lateral + posterior + plantar + antepé",
          "unidade": null,
          "nota": "Usar transdutor linear de alta frequência; avaliar eixo longo e curto, ponto doloroso, manobras dinâmicas, comparação contralateral e Doppler quando houver dor inflamatória, massa, tenossinovite ou infecção.",
          "fonte": "AIUM Practice Parameter for Musculoskeletal Ultrasound; ESSR ankle and foot technical guideline",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tornozelo_pe.1",
          "grupo": "tornozelo_pe",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Tendão de Aquiles — espessura ântero-posterior",
          "valor": "até cerca de 6",
          "unidade": "mm",
          "nota": "O limite varia por sexo, idade, carga esportiva e local da medida. Espessura isolada não fecha tendinopatia; valor acima de 6 mm, hipoecogenicidade, perda fibrilar, Doppler ou dor focal aumentam a suspeita.",
          "fonte": "Scientific Reports 2021 Achilles normative data; AIUM MSK parameter",
          "faixas": [
            {
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              "rotulo": "usual se ecoestrutura normal",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "anormal provável se sintomático",
              "valor": ">8 mm ou defeito",
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        {
          "id": "tornozelo_pe.2",
          "grupo": "tornozelo_pe",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Fáscia plantar — espessura na origem calcânea",
          "valor": "<4",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Menor que 4 mm favorece normalidade. Muitos estudos usam 4 mm como ponto de corte sensível; outros acham maior especificidade com 4,5 a 5 mm. Por segurança, 4 a 4,9 mm fica amarelo e 5 mm ou mais fica vermelho quando há dor típica.",
          "fonte": "Musculoskeletal ultrasound plantar fasciitis reviews; IJGM 2024; POCUS/ACEP heel pain teaching",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
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              "rotulo": "espessada se dor concorda",
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        {
          "id": "tornozelo_pe.3",
          "grupo": "tornozelo_pe",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Neuroma interdigital de Morton — maior eixo",
          "valor": "tamanho não decide sozinho",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Lesões maiores que 5 mm têm maior chance de relevância clínica, mas há neuromas pequenos sintomáticos e lesões assintomáticas. Dor, clique de Mulder, compressão dinâmica e relação com a bursa intermetatarsal importam mais que o número isolado.",
          "fonte": "Foot and ankle ultrasound reviews; Morton neuroma imaging studies",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "menos específico se isolado",
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        {
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          "grupo": "tornozelo_pe",
          "ruleId": null,
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          "valor": "0–3",
          "unidade": "modo B e Doppler",
          "nota": "Usar baixa escala, ganho alto sem artefato e mínima compressão. Grau 1 pode ser contextual; graus 2–3 em Doppler ou hipertrofia sinovial são anormais em contexto inflamatório.",
          "fonte": "EULAR-OMERACT synovitis scoring; AIUM MSK parameter",
          "faixas": [
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        {
          "id": "tornozelo_pe.5",
          "grupo": "tornozelo_pe",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Quando o ultrassom não basta",
          "valor": "dor óssea focal, incapacidade de apoiar peso, fratura oculta, osteomielite ou planejamento cirúrgico",
          "unidade": null,
          "nota": "Radiografia, tomografia ou ressonância podem ser necessárias conforme trauma, pé diabético, suspeita óssea, placa plantar cirúrgica ou ruptura complexa.",
          "fonte": "ACR Appropriateness Criteria chronic ankle pain / acute foot trauma; AIUM MSK parameter",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "tornozelo_pe.c0",
          "grupo": "tornozelo_pe",
          "nome": "Assistente interativo — tornozelo e pé",
          "nota": "A calculadora é didática. Ela ajuda a organizar achados, mas a conclusão final depende da pergunta clínica, exame físico, técnica e comparação contralateral.",
          "fonte": "AIUM / ESSR / ACR Appropriateness Criteria / EULAR-OMERACT",
          "colunas": [
            "Entrada",
            "Como usar",
            "Limitação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Verde",
                "Aquiles até 6 mm, fáscia plantar <4 mm, sem defeito, sem Doppler sinovial e sem sinal de alerta.",
                "Só vale se a técnica e a clínica forem concordantes."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Amarelo",
                "Aquiles >6–8 mm, fáscia 4–4,9 mm, neuroma 4–5 mm, entorse parcial, tenossinovite ou sinovite grau 1.",
                "Comparar, testar dinamicamente e correlacionar com o ponto doloroso."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Vermelho",
                "Ruptura tendínea, instabilidade dinâmica, fáscia ≥5 mm com dor típica, neuroma >5 mm sintomático, sinovite/Doppler grau 2–3, infecção, pé diabético complicado ou compressão neurovascular.",
                "Não encerrar como variação; descrever extensão e orientar correlação/encaminhamento."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tornozelo_pe.c1",
          "grupo": "tornozelo_pe",
          "nome": "Mapa anatômico por compartimentos",
          "nota": null,
          "fonte": "ESSR ankle and foot technical guideline / AIUM MSK parameter",
          "colunas": [
            "Região",
            "Estruturas principais",
            "O que não esquecer"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Anterior",
                "Tibial anterior, extensor longo do hálux, extensor longo dos dedos, nervo fibular profundo e artéria dorsal do pé.",
                "Retináculos, tenossinovite, gânglio dorsal e impacto anterior."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Medial",
                "Tibial posterior, flexor longo dos dedos, vasos tibiais posteriores, nervo tibial e flexor longo do hálux.",
                "Túnel do tarso, tendinopatia do tibial posterior, tenossinovite e ligamento deltoide."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Lateral",
                "Ligamento talofibular anterior, ligamento calcaneofibular, tendões fibulares curto e longo.",
                "Entorse, ruptura, instabilidade dinâmica, subluxação dos fibulares e lesão do retináculo."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Posterior",
                "Tendão de Aquiles, paratendão, bursa retrocalcânea, bursa subcutânea e inserção calcânea.",
                "Tendinopatia insercional/não insercional, ruptura parcial/completa, bursite e entesopatia."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Plantar",
                "Fáscia plantar, coxim gorduroso, aponeurose, músculos plantares e corpo estranho superficial.",
                "Medir na origem calcânea; procurar fibroma, ruptura, edema perifascial e esporão sem supervalorizar isoladamente."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Antepé e espaços intermetatarsais",
                "Placas plantares, bursas, neuroma interdigital, tendões flexores/extensores e articulações metatarsofalângicas.",
                "Compressão dinâmica, sinal de Mulder, placa plantar e sinovite são essenciais."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tornozelo_pe.c2",
          "grupo": "tornozelo_pe",
          "nome": "Lesão tendínea e ligamentar — leitura por cores",
          "nota": null,
          "fonte": "AIUM MSK parameter / ESSR ankle-foot guideline / foot and ankle ultrasound reviews",
          "colunas": [
            "Achado",
            "Interpretação",
            "Conduta no laudo"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Fibras contínuas, ecoestrutura preservada e sem dor dinâmica",
                "Padrão usual.",
                "Descrever estruturas avaliadas e limitação se houver."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Espessamento ou hipoecogenicidade sem defeito",
                "Tendinopatia/entorse; depende de dor, esporte e comparação.",
                "Localizar, medir e citar Doppler se presente."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Tenossinovite",
                "Líquido e/ou espessamento sinovial da bainha; Doppler pesa para atividade.",
                "Dizer qual tendão e extensão da bainha acometida."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Defeito parcial",
                "Ruptura parcial ou fissura; fibras residuais ainda presentes.",
                "Medir comprimento, espessura, porcentagem estimada e função dinâmica."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Descontinuidade completa ou gap",
                "Ruptura completa até prova em contrário.",
                "Medir gap/retração e comunicar se agudo ou funcionalmente relevante."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Subluxação dinâmica dos tendões fibulares",
                "Sugere lesão do retináculo superior ou instabilidade lateral.",
                "Registrar posição, manobra e tendões envolvidos."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tornozelo_pe.c3",
          "grupo": "tornozelo_pe",
          "nome": "Dor no calcanhar e antepé — diferenciais úteis",
          "nota": null,
          "fonte": "Plantar fasciitis ultrasound reviews / AIUM / ACR foot trauma",
          "colunas": [
            "Quadro",
            "Achados no ultrassom",
            "Atenção"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Fáscia plantar normal",
                "Espessura <4 mm, padrão fibrilar preservado, sem edema perifascial importante.",
                "Verde se dor e técnica concordam."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Fasciopatia plantar inicial",
                "4–4,9 mm, hipoecogenicidade discreta, dor focal ou edema perifascial.",
                "Comparar com o lado oposto."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
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                "Fasciopatia plantar típica ou ruptura",
                "≥5 mm na origem com dor típica, ou defeito focal/hematoma/retração.",
                "Medir e descrever extensão."
              ]
            },
            {
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                "Neuroma interdigital de Morton",
                "Nódulo hipoecoico fusiforme no espaço intermetatarsal, desloca com compressão e pode reproduzir dor/clique.",
                "Tamanho isolado não basta."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Ruptura da placa plantar",
                "Defeito hipoecoico, instabilidade dinâmica, subluxação da falange ou líquido articular.",
                "Ressonância pode ajudar se houver planejamento cirúrgico."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Pé diabético ou corpo estranho infectado",
                "Coleção, gás, trajeto fistuloso, corpo estranho, tenossinovite infecciosa ou contato com osso.",
                "Comunicação prioritária."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tornozelo_pe.c4",
          "grupo": "tornozelo_pe",
          "nome": "Checklist de laudo — tornozelo e pé",
          "nota": null,
          "fonte": "AIUM / ESSR / ACR Appropriateness Criteria",
          "colunas": [
            "Item",
            "Como registrar",
            "Por que importa"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Pergunta clínica",
                "Dor focal, trauma, instabilidade, massa, metatarsalgia, fasciopatia, tendão ou artrite.",
                "Define protocolo e manobra dinâmica."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Topografia precisa",
                "Lado, região, estrutura, distância de marco anatômico e relação com articulação/tendão/nervo/vaso.",
                "Evita laudo genérico."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Medidas e comparação",
                "Medir espessura, maior eixo, gap, retração, coleção e comparar com lado oposto quando útil.",
                "Permite seguimento e decisão terapêutica."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
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                "Dinâmica",
                "Dorsiflexão, flexão plantar, eversão, inversão, compressão interdigital, carga ou manobra dirigida conforme hipótese.",
                "Mostra instabilidade e reproduz dor."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
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                "Doppler",
                "Escala baixa, ganho alto sem artefato, pouca compressão e registro da hiperemia quando presente.",
                "Muda leitura de sinovite, tenossinovite e infecção."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
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                "Limitações e encaminhamento",
                "Dizer quando osso, fratura oculta, osteomielite, lesão complexa ou planejamento cirúrgico exigem outro método.",
                "Protege paciente e médico."
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "pelve_pediatrica",
      "slug": "pelve-pediatrica",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/pelve-pediatrica",
      "nome": "Pelve feminina pediátrica",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "pelve_pediatrica.0",
          "grupo": "pelve_pediatrica",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Neonato (<3 meses) — útero estrogenizado",
          "valor": "comprimento ~2,5–3,5 cm; relação corpo/colo ~1:2; endométrio visível",
          "unidade": "cm",
          "nota": "efeito do estrogênio materno; involui nas primeiras semanas/meses. Endométrio visível e cistos ovarianos pequenos são fisiológicos nessa fase.",
          "fonte": "Radiologia Brasileira 2009 / StatPearls 2025 / Pediatric Radiology 2019",
          "faixas": [
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              "status": "green",
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        {
          "id": "pelve_pediatrica.1",
          "grupo": "pelve_pediatrica",
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          "rotulo": "Útero — comprimento por idade",
          "valor": "pré-púbere ≤4 cm; puberal 5–8 cm",
          "unidade": "cm",
          "nota": "cresce lento até ~7–8 anos e acelera na puberdade (Dixit: ~2,6 cm aos 5a → 4,0 cm aos 10a → 6,9 cm aos 15–16a). Comprimento >4–4,5 cm ou formato puberal em menor de 8 anos favorece estrogenização precoce.",
          "fonte": "Dixit 2021 / Gilligan (Pediatric Radiology 2019) / Herter (AJR 2002) / Kelsey 2016",
          "faixas": [
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          "nota": "marcador de estrogenização: o fundo passa a predominar sobre o colo com a puberdade. A relação isolada tem sobreposição — combinar com comprimento, ovário e endométrio.",
          "fonte": "Dixit 2021 (FCR) / Radiologia Brasileira 2009 / StatPearls 2025",
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          "valor": "pré-púbere <1–2 cm³; puberal >3,5–4 cm³",
          "unidade": "cm³",
          "nota": "volume = 0,523 × L × A × P. Modelo de Kelsey: ~0,7 cm³ aos 2 anos → ~2,5 cm³ aos 10 → ~7,7 cm³ aos 20. Há sobreposição relevante entre pré-púbere e início puberal.",
          "fonte": "Kelsey (PLoS ONE 2013) / Dixit 2021 / Gilligan 2019 / Herter (AJR 2002)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "pré-púbere",
              "valor": "<1–2 cm³",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": {
                "ageMax": 8
              }
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "divergente",
              "valor": ">2–3,5 cm³",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": {
                "ageMax": 8
              }
            },
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "adolescente (puberal)",
              "valor": ">3,5–4 cm³ (até ~20 cm³)",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": {
                "ageMin": 12
              }
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "puberal em <8 anos",
              "valor": ">3,5–4 cm³",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": {
                "ageMax": 8
              }
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "investigar massa/cisto",
              "valor": ">20 cm³",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pelve_pediatrica.4",
          "grupo": "pelve_pediatrica",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Endométrio pediátrico",
          "valor": "pré-púbere: não visível; puberal: visível/cíclico",
          "unidade": null,
          "nota": "endométrio visível é marcador específico de estrogenização (~100% de especificidade, sensibilidade menor). Visível no neonato e na puberdade é normal; em menor de 8 anos fora do período neonatal, é sinal de alerta.",
          "fonte": "Radiologia Brasileira 2009 / Gilligan 2019 / StatPearls 2025",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "pré-púbere",
              "valor": "não visível",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "linha fina",
              "valor": "transição inicial — correlacionar",
              "min": null,
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            {
              "status": "green",
              "rotulo": "puberal/neonato",
              "valor": "visível/cíclico esperado",
              "min": null,
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              "incluiMax": true,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "visível em <8 anos",
              "valor": "cíclico/espessado fora do período neonatal",
              "min": null,
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pelve_pediatrica.5",
          "grupo": "pelve_pediatrica",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Folículos e cistos ovarianos",
          "valor": "microcistos/folículos pequenos são fisiológicos em qualquer idade pediátrica",
          "unidade": "mm",
          "nota": "folículos pequenos não indicam puberdade; um cisto dominante unilateral muda a leitura e pode ser funcional.",
          "fonte": "Gilligan 2019 / StatPearls 2025",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "usual infância",
              "valor": "<9 mm",
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "macrocístico contextual",
              "valor": "9–20 mm",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "dominante/complexo",
              "valor": ">20 mm ou conteúdo complexo/torção",
              "min": null,
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              "quando": null
            }
          ]
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "pelve_pediatrica.c0",
          "grupo": "pelve_pediatrica",
          "nome": "Calculadora — pelve feminina pediátrica por idade",
          "nota": "A calculadora lê cada estrutura pela idade e sinaliza estrogenização precoce quando há achado puberal em menor de 8 anos. Nenhum critério isolado fecha o diagnóstico — correlacionar com Tanner, curva de crescimento e idade óssea, alinhando com endocrinologia pediátrica.",
          "fonte": "Gilligan (Pediatric Radiology 2019) / Dixit 2021 / Kelsey 2013/2016 / Herter (AJR 2002) / Radiologia Brasileira 2009",
          "colunas": [
            "Estrutura",
            "Verde (normal p/ idade)",
            "Vermelho (alerta)"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Comprimento uterino",
                "≤4 cm pré-púbere; cresce por idade até 5–8 cm no adolescente (ver tabela)",
                ">4,5 cm ou formato puberal em <8 anos"
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Relação corpo/colo",
                "~1:1 na infância; 2:1–3:1 na puberdade",
                ">1,4 (fundo predominante) em <8 anos"
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Volume ovariano",
                "<1–2 cm³ pré-púbere; sobe por idade até >3,5 cm³ no adolescente (ver tabela)",
                ">3,5–4 cm³ em <8 anos; >20 cm³ investigar"
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Endométrio",
                "não visível na infância; visível na puberdade/neonato",
                "visível/cíclico em <8 anos (fora do neonato)"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pelve_pediatrica.c1",
          "grupo": "pelve_pediatrica",
          "nome": "Normais por idade — útero, ovário e relação corpo/colo",
          "nota": "Valores médios (backbone Dixit 2021, coorte 5–16 anos; neonato e 1–4 anos por Radiologia Brasileira/Kelsey). São médias — usar as faixas verde/amarelo/vermelho acima e o contexto clínico; há sobreposição relevante no início puberal.",
          "fonte": "Dixit (Pediatr Endocrinol Diabetes Metab 2021) / Kelsey (PLoS ONE 2013) / Radiologia Brasileira 2009",
          "colunas": [
            "Idade",
            "Comprimento uterino (cm)",
            "Volume ovariano médio (cm³)",
            "Relação corpo/colo"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Neonato",
                "2,5–3,5",
                "~1,0",
                "~1:2"
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "1–4 anos",
                "<3,0",
                "~0,7–1,0",
                "~1:1"
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "5–6",
                "2,6",
                "0,5",
                "0,9"
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "6–7",
                "3,1",
                "0,6",
                "1,0"
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "7–8",
                "3,3",
                "0,8",
                "1,1"
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "8–9",
                "3,5",
                "1,3",
                "1,3"
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "9–10",
                "3,8",
                "1,8",
                "1,3"
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "10–11",
                "4,0",
                "2,0",
                "1,3"
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "11–12",
                "4,6",
                "2,1",
                "1,3"
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "12–13",
                "5,5",
                "3,0",
                "1,5"
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "13–14",
                "6,1",
                "3,5",
                "1,5"
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "14–15",
                "6,5",
                "4,4",
                "1,7"
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "15–16",
                "6,9",
                "4,6",
                "1,8"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "pediatrico",
      "slug": "pediatrico",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/pediatrico",
      "nome": "Pediátrico",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "pediatrico.0",
          "grupo": "pediatrico",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Piloro — espessura muscular (HPS)",
          "valor": "> 3",
          "unidade": "mm",
          "nota": "lactentes pequenos podem ter HPS com valores menores",
          "fonte": "Medscape / Permanente J",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "pediatrico.1",
          "grupo": "pediatrico",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Piloro — comprimento do canal (HPS)",
          "valor": "≥ 14–16",
          "unidade": "mm",
          "nota": null,
          "fonte": "Medscape",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "pediatrico.2",
          "grupo": "pediatrico",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Piloro — diâmetro (HPS)",
          "valor": "> 12",
          "unidade": "mm",
          "nota": null,
          "fonte": "Medscape",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "pediatrico.3",
          "grupo": "pediatrico",
          "ruleId": "appendix.diameter",
          "rotulo": "Apêndice — diâmetro externo",
          "valor": "≤ 6",
          "unidade": "mm",
          "nota": "≥ 6 mm e não compressível = apendicite (peds ~≥ 6,5 mm)",
          "fonte": "Radiology / StatPearls",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "pediatrico.c0",
          "grupo": "pediatrico",
          "nome": "Calculadora — estenose hipertrófica do piloro",
          "nota": "Correlacionar com vômitos em jato não biliosos e alcalose hipoclorêmica. Medidas no limite → reavaliar em tempo real e repetir.",
          "fonte": "Hernanz-Schulman (Radiology) / ACR-SPR practice parameter",
          "colunas": [
            "Medida",
            "Corte",
            "Leitura"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Espessura muscular",
                "≥ 3 mm",
                "Critério principal (≥2,5 mm em prematuros/<3 semanas)."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Comprimento do canal",
                "≥ 15–17 mm",
                "Reforça o diagnóstico."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Diâmetro pilórico",
                "≥ 13 mm",
                "Achado de apoio."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Funcional",
                "Não relaxa",
                "Observar 10–20 min em tempo real."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pediatrico.c1",
          "grupo": "pediatrico",
          "nome": "Calculadora — invaginação intestinal",
          "nota": "Redução (enema hidrostático/pneumático) se criança estável e sem perfuração/peritonite; senão, cirurgia. Ponto-guia patológico exige investigar causa.",
          "fonte": "ACR-SPR / Applegate (RadioGraphics)",
          "colunas": [
            "Achado",
            "Leitura"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Alvo <20 mm",
                "Provável íleo-ileal transitória; observar."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Alvo 20–25 mm",
                "Indeterminado — reavaliar."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Alvo ≥25 mm (ileocólica)",
                "Geralmente requer redução por enema."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Sem fluxo / líquido aprisionado / ponto-guia",
                "Isquemia ou menor sucesso na redução; cuidado."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pediatrico.c2",
          "grupo": "pediatrico",
          "nome": "Graf — displasia do quadril (lactente)",
          "nota": "Avaliar também o ângulo β e a cobertura da cabeça femoral.",
          "fonte": "Graf method / Radiology Assistant",
          "colunas": [
            "Tipo",
            "Ângulo α",
            "Interpretação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "I",
                "≥ 60°",
                "Normal/maduro"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "IIa",
                "50–59°",
                "Imaturo fisiológico (< 3 meses)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "IIb",
                "50–59°",
                "Ossificação retardada (> 3 meses)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "IIc",
                "43–49°",
                "Displásico"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "III–IV",
                "< 43°",
                "Excêntrico / luxado"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "quadril_infantil",
      "slug": "quadril-infantil",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/quadril-infantil",
      "nome": "Quadril infantil",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "quadril_infantil.0",
          "grupo": "quadril_infantil",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Idade ideal e escolha do método",
          "valor": "6 semanas a 4 meses costuma ser a janela mais útil",
          "unidade": null,
          "nota": "Antes de 6 semanas há frouxidão fisiológica e maior risco de falso positivo, salvo exame físico alterado. Quando a cabeça femoral ossifica e a relação com a cartilagem trirradiada não é bem vista, a radiografia da pelve passa a ser preferida.",
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU Practice Parameter 2023 / ACR Appropriateness Criteria",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "quadril_infantil.1",
          "grupo": "quadril_infantil",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Indicações principais",
          "valor": "Exame físico anormal ou duvidoso, apresentação pélvica, história familiar, condição neuromuscular ou seguimento em tratamento",
          "unidade": null,
          "nota": "Oligodrâmnio, restrição postural intrauterina, assimetria de pregas e diferença de comprimento dos membros são indicações relativas.",
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU Practice Parameter 2023 / AAOS",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "quadril_infantil.2",
          "grupo": "quadril_infantil",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Plano padrão coronal",
          "valor": "Linha ilíaca reta + labrum + transição ílio/cartilagem trirradiada",
          "unidade": null,
          "nota": "O plano só é confiável quando mostra o ílio reto, a ponta do labrum e a transição do osso ilíaco para a cartilagem trirradiada; o acetábulo deve ser visto no seu ponto mais profundo.",
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU Practice Parameter 2023",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "quadril_infantil.3",
          "grupo": "quadril_infantil",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Ângulo alfa — teto ósseo",
          "valor": "Normal: ≥ 60°",
          "unidade": null,
          "nota": "É o ângulo entre a linha de base do ílio e a linha do teto ósseo acetabular. Mede a profundidade/ossificação do teto ósseo e é o principal ângulo para a classificação de Graf.",
          "fonte": "Graf method / ACR-AIUM-SPR-SRU / International Hip Dysplasia Institute",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "maduro",
              "valor": "≥60°",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "imaturo/idade-dependente",
              "valor": "50–59° antes de 13 semanas",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "displásico",
              "valor": "<50° ou 50–59° após 13 semanas",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "quadril_infantil.4",
          "grupo": "quadril_infantil",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Ângulo beta — teto cartilaginoso/labrum",
          "valor": "Ajuda a separar Ia/Ib e IIc/D",
          "unidade": null,
          "nota": "É o ângulo entre a linha de base do ílio e a linha do teto cartilaginoso, traçada do rebordo ósseo acetabular até o labrum. Beta maior que 77° com alfa entre 43° e 49° sugere quadril em descentração tipo D.",
          "fonte": "Graf method / Radiology Assistant",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Ia quando alfa normal",
              "valor": "<55°",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Ib se alfa normal",
              "valor": "≥55°",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "tipo D se alfa 43–49°",
              "valor": ">77°",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "quadril_infantil.5",
          "grupo": "quadril_infantil",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Cobertura da cabeça femoral",
          "valor": "Consenso prático: ≥ 50% bem coberta",
          "unidade": null,
          "nota": "Alguns critérios de manejo consideram normal a partir de 45%; por isso 45–49% fica amarelo. Menos de 35% é displásico em critérios de uso apropriado.",
          "fonte": "International Hip Dysplasia Institute / AAOS Appropriate Use Criteria / ACR references",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "normal consensual",
              "valor": "≥50%",
              "min": null,
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              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "normal por algumas fontes / limítrofe",
              "valor": "35–49%",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "displásico",
              "valor": "<35%",
              "min": null,
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              "incluiMin": true,
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "quadril_infantil.6",
          "grupo": "quadril_infantil",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Estabilidade dinâmica",
          "valor": "Cabeça femoral centrada em repouso e com estresse suave",
          "unidade": null,
          "nota": "No plano transverso com quadril flexionado, avaliar Barlow/Ortolani ultrassonográficos. Mais de 50% da cabeça deve permanecer coberta; abaixo de 45% sugere instabilidade.",
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU Practice Parameter / International Hip Dysplasia Institute",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "quadril_infantil.c0",
          "grupo": "quadril_infantil",
          "nome": "Calculadora didática — quadril infantil",
          "nota": null,
          "fonte": "Graf method / ACR-AIUM-SPR-SRU / AAOS AUC / IHDI",
          "colunas": [],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Verde",
                "Alfa ≥60°, cabeça centrada, cobertura ≥50%, estável e plano padrão adequado."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Amarelo",
                "Alfa 50–59° antes de 13 semanas, cobertura 35–49%, beta limítrofe, instabilidade neonatal transitória ou técnica incompleta."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Vermelho",
                "Alfa <50°, alfa 50–59° após 13 semanas, cobertura <35%, descentração/luxação, instabilidade persistente ou plano inadequado para concluir."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "quadril_infantil.c1",
          "grupo": "quadril_infantil",
          "nome": "Classificação de Graf — leitura completa",
          "nota": null,
          "fonte": "Graf / Radiology Assistant / ACR Appropriateness Criteria",
          "colunas": [
            "Tipo",
            "Critério",
            "Leitura prática"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "I",
                "Alfa ≥60°. Ia se beta <55°; Ib se beta ≥55°.",
                "Quadril maduro; sem seguimento por imagem se exame clínico e contexto estiverem concordantes."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "IIa",
                "Alfa 50–59° antes de 13 semanas.",
                "Imaturidade fisiológica. Seguir protocolo local; IIa− ou piora exige atenção."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "IIb",
                "Alfa 50–59° com 13 semanas ou mais.",
                "Displasia por atraso de maturação; alinhar com ortopedia pediátrica conforme protocolo."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "IIc",
                "Alfa 43–49° e beta ≤77°, cabeça ainda centrada.",
                "Displasia crítica mesmo se centrada; não tratar como imaturidade simples."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "D",
                "Alfa 43–49° e beta >77° ou sinais de descentração.",
                "Quadril em descentração; alerta para tratamento/encaminhamento."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "III–IV",
                "Alfa <43° com cabeça excêntrica ou luxada; labrum deslocado ou interposto.",
                "Luxação/subluxação grave. Comunicação prioritária."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "quadril_infantil.c2",
          "grupo": "quadril_infantil",
          "nome": "Como desenhar os ângulos",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU Practice Parameter / Graf method",
          "colunas": [
            "Elemento",
            "Como traçar",
            "Erro comum"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Linha de base do ílio",
                "Reta tangenciando a cortical lateral do ílio no plano coronal padrão.",
                "Usar imagem oblíqua ou ílio curvo; isso distorce alfa e beta."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Linha do teto ósseo",
                "Linha do rebordo ósseo acetabular ao ponto inferior do teto ósseo, formando o ângulo alfa com a linha ilíaca.",
                "Escolher rebordo arredondado errado ou medir fora do acetábulo mais profundo."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Linha do teto cartilaginoso",
                "Linha do rebordo ósseo acetabular ao centro/ponta funcional do labrum, formando o ângulo beta.",
                "Traçar a partir do teto ósseo em vez do rebordo ósseo; beta fica artificial."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Plano inadequado",
                "Se labrum, ílio reto ou cartilagem trirradiada não aparecem, a classificação deve ser suspensa.",
                "Classificar mesmo sem plano padrão; isso gera falso normal ou falso displásico."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "quadril_infantil.c3",
          "grupo": "quadril_infantil",
          "nome": "Cobertura e estabilidade dinâmica",
          "nota": null,
          "fonte": "IHDI / AAOS AUC / ACR-AIUM-SPR-SRU",
          "colunas": [
            "Achado",
            "Cor",
            "Interpretação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Cobertura ≥50%",
                "Verde",
                "Bem coberto pela regra prática internacional."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Cobertura 45–49%",
                "Amarelo",
                "Normal em alguns critérios de manejo, mas abaixo do corte clássico de 50%."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Cobertura 35–44%",
                "Amarelo",
                "Faixa borderline em critérios de uso apropriado; integrar com alfa e estabilidade."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Cobertura <35%",
                "Vermelho",
                "Displásico nos critérios AAOS de uso apropriado."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Subluxável, luxável ou luxado",
                "Vermelho",
                "Estabilidade pesa tanto quanto a morfologia; comunicar e correlacionar com exame físico."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "quadril_infantil.c4",
          "grupo": "quadril_infantil",
          "nome": "Protocolo técnico mínimo",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU Practice Parameter 2023",
          "colunas": [
            "Etapa",
            "O que registrar",
            "Cor se ausente"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Ambos os quadris",
                "Direito e esquerdo, mesmo quando a queixa é unilateral.",
                "Vermelho se só um lado foi avaliado sem justificativa."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Coronal padrão em neutro",
                "Morfologia, posição da cabeça femoral e ângulo alfa.",
                "Vermelho: não classificar Graf."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Transverso com quadril flexionado",
                "Cabeça femoral sobre o ísquio, posição em repouso e com estresse suave.",
                "Amarelo/vermelho conforme suspeita clínica."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Manobra dinâmica",
                "Barlow ultrassonográfico; Ortolani se cabeça subluxada/luxada para avaliar redutibilidade.",
                "Amarelo se omitida; aceitável omitir em Pavlik/splint."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Documentação",
                "Lado, orientação, idade, estresse aplicado ou não, alfa, beta/cobertura quando usados, estabilidade e limitações.",
                "Amarelo se incompleta."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "quadril_infantil.c5",
          "grupo": "quadril_infantil",
          "nome": "Armadilhas didáticas",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU / Radiology Assistant / Children’s Colorado",
          "colunas": [
            "Situação",
            "Risco",
            "Conduta prática"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Menos de 6 semanas",
                "Frouxidão fisiológica pode simular instabilidade.",
                "Se exame físico for normal, seguir política local de rastreamento; se alterado, examinar e descrever contexto."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Graf IIa estável",
                "Muitos amadurecem espontaneamente, mas alguns são IIa− ou têm cobertura baixa.",
                "Não chamar de normal pleno; recomendar seguimento conforme idade/protocolo."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Alfa normal com instabilidade",
                "Morfologia madura não exclui subluxabilidade dinâmica.",
                "Relatar instabilidade e correlacionar com ortopedia/exame físico."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Plano não padrão",
                "Pode mudar vários graus do alfa e do beta.",
                "Repetir aquisição; se persistir limitada, laudar como limitado."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Em uso de Pavlik ou splint",
                "Estresse não deve ser aplicado rotineiramente.",
                "Documentar posição da cabeça femoral no dispositivo e omitir estresse."
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "quadril_adulto",
      "slug": "quadril-adulto",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/quadril-adulto",
      "nome": "Quadril adulto",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "quadril_adulto.0",
          "grupo": "quadril_adulto",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Protocolo mínimo do quadril adulto",
          "valor": "anterior, lateral, medial, posterior e dinâmico quando indicado",
          "unidade": null,
          "nota": "Na região anterior, alinhar o transdutor ao colo femoral para recesso anterior e iliopsoas. Na lateral, avaliar trocânter maior, glúteo médio, glúteo mínimo, fáscia lata e bursas. Na medial, avaliar adutores/iliopsoas distal. Na posterior, avaliar isquiotibiais proximais e nervo ciático.",
          "fonte": "AIUM-ACR-SPR-SRU musculoskeletal ultrasound parameter / ESSR hip technical guideline",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "quadril_adulto.1",
          "grupo": "quadril_adulto",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Transdutor e profundidade",
          "valor": "maior frequência que penetre adequadamente",
          "unidade": null,
          "nota": "Quadril profundo, obesidade e prótese podem exigir transdutor convexo ou menor frequência. Use Doppler com escala baixa e pouca compressão quando a pergunta for sinovite, infecção ou coleção.",
          "fonte": "AIUM-ACR-SPR-SRU musculoskeletal ultrasound parameter",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "quadril_adulto.2",
          "grupo": "quadril_adulto",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Derrame coxofemoral — distância cápsula anterior/colo femoral",
          "valor": "5–7",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Há divergência: protocolos práticos usam mais de 5 mm ou diferença de 2 mm; literatura musculoesquelética clássica usa 7 mm ou mais, e alguns estudos de artrose usam 8 mm. Medir no eixo do colo femoral e comparar com o lado oposto quando possível.",
          "fonte": "Ann Rheum Dis 2000 / Emory Emergency Ultrasound / AJR 2003 / Scientific Reports 2020",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
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              "status": "red",
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              "valor": "≥7 mm ou diferença ≥2 mm; urgência depende de febre, trauma, prótese ou líquido complexo",
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          ]
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        {
          "id": "quadril_adulto.3",
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          "nota": "Quando visível, procurar comunicação com a articulação, extensão para a pelve, relação com vasos femorais e compressão do nervo femoral.",
          "fonte": "ESSR hip guideline / International Journal of Sports Physical Therapy 2024",
          "faixas": [
            {
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        {
          "id": "quadril_adulto.4",
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          "nota": "Dor lateral do quadril raramente é apenas bursite; a síndrome dolorosa trocantérica costuma envolver tendinopatia do glúteo médio ou mínimo, com ou sem bursa.",
          "fonte": "ESSR hip guideline / Br J Gen Pract 2017 review",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
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          "ruleId": null,
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          "valor": "fibrilar e contínuo",
          "unidade": null,
          "nota": "Avaliar no trocânter maior em eixos longo e curto. Descrever qual tendão/faceta está acometido, espessamento, hipoecogenicidade, calcificação, fissura, gap, retração e Doppler.",
          "fonte": "AIUM-ACR-SPR-SRU / ESSR hip guideline / GTPS review",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "quadril_adulto.6",
          "grupo": "quadril_adulto",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Ressalto do quadril — manobra dinâmica",
          "valor": "reproduzir movimento que causa o estalo",
          "unidade": null,
          "nota": "Ressalto interno costuma envolver iliopsoas sobre a eminência iliopectínea/femoral; ressalto externo envolve fáscia lata ou glúteo máximo sobre o trocânter. Se a suspeita for labral/intra-articular, ultrassom é limitado.",
          "fonte": "AIUM-ACR-SPR-SRU / IJSPT iliopsoas review / AJR dynamic snapping hip",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "quadril_adulto.7",
          "grupo": "quadril_adulto",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Osteoartrose — sinais acessíveis ao ultrassom",
          "valor": "osteófitos, deformidade superficial e derrame/sinovite",
          "unidade": null,
          "nota": "Ultrassom pode ver osteófitos e deformidade anterior, mas não substitui radiografia para classificação de artrose nem ressonância quando cartilagem/labrum forem a pergunta.",
          "fonte": "Scientific Reports 2020 / BMJ Open hip osteoarthritis ultrasound",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "quadril_adulto.8",
          "grupo": "quadril_adulto",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Prótese de quadril dolorosa",
          "valor": "derrame, coleção, massa, pseudotumor e tendões",
          "unidade": null,
          "nota": "Ultrassom ajuda a detectar coleções e guiar aspiração quando há suspeita de infecção periprotética, mas achado isolado não substitui correlação laboratorial, radiográfica e ortopédica.",
          "fonte": "AIUM-ACR-SPR-SRU / AJR prosthetic hip infection sonography",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "quadril_adulto.c0",
          "grupo": "quadril_adulto",
          "nome": "Assistente interativo — ultrassonografia do quadril adulto",
          "nota": "Preencha medidas, qualidade do líquido, Doppler, iliopsoas, tendões laterais, bursa, osso visível, posterior, prótese e alertas para gerar uma leitura por cores.",
          "fonte": "AIUM-ACR-SPR-SRU / ESSR / Ann Rheum Dis / AJR / GTPS review",
          "colunas": [
            "Entrada",
            "Saída",
            "Como usar"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Medidas normais, bursas não visíveis, tendões contínuos e sem alerta",
                "Verde",
                "Usar quando a pergunta é partes moles/derrame e o protocolo regional foi documentado."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "5–6,9 mm no recesso, pequena assimetria, tendinopatia, bursite simples ou ressalto reproduzido",
                "Amarelo",
                "Descrever como contextual, comparar com lado oposto e orientar método complementar se a pergunta for profunda."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "≥7 mm, diferença ≥2 mm, líquido complexo, prótese com coleção, rotura completa, fratura, massa profunda ou infecção possível",
                "Vermelho",
                "Comunicar achado relevante e direcionar para aspiração guiada, radiografia, tomografia, ressonância ou avaliação especializada conforme contexto."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "quadril_adulto.c1",
          "grupo": "quadril_adulto",
          "nome": "Roteiro anatômico por região",
          "nota": null,
          "fonte": "AIUM-ACR-SPR-SRU / ESSR hip technical guideline",
          "colunas": [
            "Região",
            "O que avaliar",
            "Armadilhas"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Anterior",
                "Recesso coxofemoral, cápsula, labrum anterior visível, iliopsoas, bursa iliopsoas, vasos femorais e nervo femoral quando indicado.",
                "Não chamar espessura capsular de sinovite sem ver líquido/sinóvia; comparar lados."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Lateral",
                "Trocânter maior, glúteo médio, glúteo mínimo, fáscia lata, glúteo máximo e bursas.",
                "Dor lateral costuma ser tendinopatia glútea com ou sem bursa, não apenas “bursite”."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Medial",
                "Adutores, pubis, iliopsoas distal, pectíneo e estruturas da virilha quando a queixa permitir.",
                "Hérnia e pubalgia podem competir com dor coxofemoral."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Posterior",
                "Isquiotibiais proximais, tuberosidade isquiática, glúteo máximo, nervo ciático e massas profundas.",
                "Janela profunda pode ser limitada; não excluir compressão neural só pelo exame incompleto."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Dinâmico",
                "Reproduzir o movimento que causa ressalto/dor: flexão, extensão, rotação, abdução ou adução conforme queixa.",
                "Se o estalo for intra-articular, labrum e corpos livres são melhor avaliados por ressonância."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "quadril_adulto.c2",
          "grupo": "quadril_adulto",
          "nome": "Derrame e sinovite do quadril — leitura por cores",
          "nota": "Em adultos, a ultrassonografia detecta distensão e guia punção, mas derrame pequeno pode ser difícil e a etiologia não é definida pelo ultrassom isolado.",
          "fonte": "Ann Rheum Dis 2000 / AJR 2003 / Emory Emergency Ultrasound",
          "colunas": [
            "Achado",
            "Verde",
            "Amarelo",
            "Vermelho"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Distância cápsula/colo femoral",
                "<5 mm",
                "5–6,9 mm",
                "≥7 mm; alguns estudos usam 8 mm"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Comparação contralateral",
                "<1 mm de diferença",
                "1–1,9 mm",
                "≥2 mm em protocolo prático; ≥1 mm em alguns estudos"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Qualidade do líquido",
                "sem líquido ou traço simples",
                "derrame simples",
                "debris, septos, gás, pus, sangue ou pós-operatório suspeito"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Doppler sinovial",
                "sem fluxo",
                "discreto/moderado",
                "intenso com febre, prótese, ferida ou dor incapacitante"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "quadril_adulto.c3",
          "grupo": "quadril_adulto",
          "nome": "Dor lateral do quadril — síndrome dolorosa trocantérica",
          "nota": "A revisão clínica reforça que dor lateral trocantérica não deve ser reduzida a “bursite”; tendinopatia glútea é frequente.",
          "fonte": "Br J Gen Pract 2017 / ESSR / AIUM",
          "colunas": [
            "Estrutura",
            "Normal/baixo risco",
            "Atenção",
            "Alto risco"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Glúteo médio/mínimo",
                "fibrilar e contínuo",
                "espessamento, hipoecogenicidade, calcificação ou fissura parcial",
                "rotura completa, retração ou atrofia importante"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Bursa trocantérica",
                "não visível",
                "pequena distensão simples",
                "complexa, hiperêmica ou infectada possível"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Fáscia lata/glúteo máximo",
                "deslizamento suave",
                "ressalto externo reproduzido",
                "dor incapacitante, rotura associada ou massa"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "quadril_adulto.c4",
          "grupo": "quadril_adulto",
          "nome": "Dor anterior, iliopsoas e ressalto",
          "nota": null,
          "fonte": "ESSR / IJSPT iliopsoas review / AJR dynamic snapping hip",
          "colunas": [
            "Padrão",
            "Pista ultrassonográfica",
            "Leitura prática"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Iliopsoas normal",
                "músculo estriado, tendão ecogênico e bursa não visível",
                "Verde se a dor não é reproduzida e não há coleção."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Tendinopatia do iliopsoas",
                "espessamento, hipoecogenicidade, dor focal ou Doppler",
                "Descrever no trajeto e relação com bursa."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Ressalto interno",
                "tendão do iliopsoas salta dinamicamente durante a manobra",
                "Registrar movimento usado e se reproduziu dor."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Bursa complexa/volumosa",
                "coleção profunda entre iliopsoas e cápsula, podendo estender à pelve",
                "Avaliar infecção, sangramento, comunicação articular e compressão femoral."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "quadril_adulto.c5",
          "grupo": "quadril_adulto",
          "nome": "Prótese dolorosa e achados que mudam prioridade",
          "nota": null,
          "fonte": "AIUM-ACR-SPR-SRU / AJR prosthetic hip infection sonography",
          "colunas": [
            "Cenário",
            "Achado no ultrassom",
            "Ação didática"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Infecção possível",
                "derrame/coleção, líquido complexo, hiperemia, ferida ou febre",
                "Comunicar e considerar aspiração guiada conforme protocolo local."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Massa ou pseudotumor",
                "massa periprotética, extensão profunda ou relação neurovascular",
                "Medir, mapear extensão e sugerir método complementar."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Trauma ou fratura",
                "degrau cortical, avulsão, hematoma profundo ou incapacidade de apoiar",
                "Radiografia/tomografia ou avaliação ortopédica conforme cenário."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Limitação por prótese",
                "artefato, sombra, profundidade ou dor impedem avaliação completa",
                "Não excluir complicação profunda; registrar limitação."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "quadril_adulto.c6",
          "grupo": "quadril_adulto",
          "nome": "Diagnósticos diferenciais úteis no quadril adulto",
          "nota": null,
          "fonte": "AIUM / ESSR / Ann Rheum Dis / GTPS review",
          "colunas": [
            "Queixa",
            "Possibilidades no ultrassom",
            "Quando lembrar outro método"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Dor anterior/virilha",
                "derrame, sinovite, iliopsoas, bursa, adutores, hérnia ou linfonodo",
                "Labrum, cartilagem, impacto e necrose avascular exigem ressonância/radiografia."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Dor lateral",
                "tendinopatia glútea, bursa, ressalto externo, calcificação ou massa",
                "Dor lombar/radicular pode simular dor trocantérica."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Dor posterior",
                "isquiotibiais proximais, nervo ciático, hematoma ou massa profunda",
                "Déficit neurológico, massa profunda ou avulsão pedem método complementar."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Febre ou incapacidade de apoiar",
                "derrame, sinovite, coleção, abscesso ou prótese complicada",
                "Não atrasar aspiração/avaliação urgente quando a clínica for forte."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "quadril_adulto.c7",
          "grupo": "quadril_adulto",
          "nome": "Checklist do laudo de quadril adulto",
          "nota": null,
          "fonte": "Best-practice synthesis from AIUM / ESSR / AJR / clinical reviews",
          "colunas": [
            "Item",
            "Pergunta que o laudo deve responder"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Técnica",
                "Lado, transdutor, região avaliada, posição, comparação contralateral e manobra dinâmica quando indicada foram descritos?"
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Medidas",
                "Recesso anterior, assimetria, bursa, coleção, massa ou gap tendíneo foram medidos quando presentes?"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Limitações",
                "O laudo declara que labrum, cartilagem profunda, impacto e osso profundo não são bem excluídos pelo ultrassom?"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Alerta",
                "Há comunicação para infecção possível, prótese com coleção, rotura completa, fratura, massa profunda ou compressão neural?"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "arterial_mmii",
      "slug": "arterial-mmii",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/arterial-mmii",
      "nome": "Doppler arterial — membros e fístula arteriovenosa",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "arterial_mmii.0",
          "grupo": "arterial_mmii",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Aorta abdominal — calibre",
          "valor": "< 3",
          "unidade": "cm",
          "nota": "≥ 3 cm = aneurisma",
          "fonte": "Merck / USPSTF",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "arterial_mmii.1",
          "grupo": "arterial_mmii",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Artéria ilíaca comum — calibre",
          "valor": "≈ 8–10",
          "unidade": "mm",
          "nota": null,
          "fonte": "J Vasc Surg 1993",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "arterial_mmii.2",
          "grupo": "arterial_mmii",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Artéria femoral comum — calibre",
          "valor": "≈ 5–9",
          "unidade": "mm",
          "nota": null,
          "fonte": "Doppler US (ResearchGate)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "arterial_mmii.3",
          "grupo": "arterial_mmii",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Protocolo dos membros inferiores",
          "valor": "aorta, ilíacas, femorais, poplíteas, tibiais e pediosa",
          "unidade": null,
          "nota": "Documentar velocidade sistólica de pico, onda espectral, cor/aliasing e comparação com segmento proximal normal. Quando houver jato focal, calcular a razão de velocidades.",
          "fonte": "IAC Vascular Testing / StatPearls / SVU-SVM waveform consensus",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "arterial_mmii.4",
          "grupo": "arterial_mmii",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Protocolo dos membros superiores",
          "valor": "subclávia, axilar, braquial, radial, ulnar e arco palmar quando indicado",
          "unidade": null,
          "nota": "No preparo para fístula arteriovenosa, avaliar dominância, perviedade, calcificação, diâmetro, hiperemia reativa e comunicação radial-ulnar/palmar conforme o protocolo local.",
          "fonte": "ACR-AIUM-SRU vessel mapping / AIUM preoperative dialysis access",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "arterial_mmii.5",
          "grupo": "arterial_mmii",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Mapeamento pré-fístula — artéria doadora",
          "valor": "> 2,0",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Diâmetro arterial maior que 2,0 mm é alvo comum para fístula arteriovenosa nativa; abaixo disso a decisão depende de pulso, calcificação, hiperemia reativa e estratégia cirúrgica.",
          "fonte": "KDOQI 2019 review / ACR-AIUM-SRU / AIUM",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "bom candidato",
              "valor": "> 2,0 mm e sem calcificação limitante",
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            },
            {
              "status": "yellow",
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              "valor": "1,5–2,0 mm",
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "alto risco técnico",
              "valor": "< 1,5 mm, oclusão ou calcificação importante",
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          ]
        },
        {
          "id": "arterial_mmii.6",
          "grupo": "arterial_mmii",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Mapeamento pré-fístula — veia superficial",
          "valor": "> 2,5",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Veia maior que 2,5 mm é alvo comum para fístula arteriovenosa; para enxerto, muitos protocolos usam veia maior que 4,0 mm. Compressibilidade, continuidade e profundidade são tão importantes quanto calibre.",
          "fonte": "KDOQI 2019 review / AIUM / ACR-AIUM-SRU",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "favorável para fístula",
              "valor": "> 2,5 mm, compressível e contínua",
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "limítrofe",
              "valor": "2,0–2,5 mm ou profundidade > 6 mm",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "desfavorável",
              "valor": "< 2,0 mm, trombose ou não compressível",
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          ]
        },
        {
          "id": "arterial_mmii.7",
          "grupo": "arterial_mmii",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Fístula arteriovenosa em uso — vazão",
          "valor": "interpretar com tendência e clínica",
          "unidade": "mL/min",
          "nota": "Regra prática antiga usa 600 mL/min como alvo de maturação, mas diretrizes modernas enfatizam exame físico, funcionamento na diálise, tendência de fluxo e achado focal de estenose.",
          "fonte": "KDOQI 2019 / AIUM postoperative hemodialysis access",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "arterial_mmii.c0",
          "grupo": "arterial_mmii",
          "nome": "Assistente interativo — estenose, onda e fístula arteriovenosa",
          "nota": "Preencha as células abaixo para obter razão de velocidades, grau provável de estenose, leitura da onda, suspeita de tardus-parvus e triagem para fístula arteriovenosa.",
          "fonte": "StatPearls/NCBI / Society for Vascular Medicine / SVU-SVM / KDOQI",
          "colunas": [
            "Entrada",
            "Saída",
            "Como usar"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Razão de velocidades < 1,5 e onda multifásica",
                "Verde",
                "Favorece ausência de estenose hemodinamicamente relevante no segmento analisado."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Razão 1,5–1,99 ou onda bifásica/monofásica isolada",
                "Amarelo",
                "Zona limítrofe: confirmar ângulo, amostra no jato, segmento proximal de referência e comparação contralateral."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Razão ≥ 2, onda tardus-parvus distal, ausência de fluxo ou trombose",
                "Vermelho",
                "Tratar como anormal até prova em contrário; documentar topografia, maior velocidade, razão e onda distal."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "arterial_mmii.c1",
          "grupo": "arterial_mmii",
          "nome": "Estenose arterial periférica por razão de velocidades",
          "nota": "Razão = velocidade sistólica de pico no jato ou ponto suspeito dividida pela velocidade sistólica de pico no segmento proximal normal. Segmentos específicos, stents e enxertos podem exigir critérios próprios.",
          "fonte": "StatPearls/NCBI Bookshelf / Society for Vascular Medicine / IAC",
          "colunas": [
            "Interpretação",
            "Razão de velocidades",
            "Observação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Sem estenose relevante",
                "< 1,5",
                "Onda multifásica e sem aliasing focal favorecem normalidade no segmento."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Estenose leve provável",
                "1,5–1,99",
                "Frequentemente estimada em 30–49%; confirmar técnica e não supervalorizar isoladamente."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Estenose hemodinamicamente significativa",
                "2,0–4,0",
                "Compatível com estenose de pelo menos 50% em muitos protocolos; procurar jato focal, turbulência e alteração distal."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Estenose grave",
                "> 4,0",
                "Sugere estenose maior que 75–80% quando a amostra está correta e há concordância morfológica."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Oclusão",
                "sem fluxo demonstrável",
                "Confirmar ganho, escala, ângulo e colaterais antes de concluir; onda distal pode ser reconstituída por colaterais."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "arterial_mmii.c2",
          "grupo": "arterial_mmii",
          "nome": "Padrões de onda arterial periférica",
          "nota": null,
          "fonte": "SVU-SVM peripheral arterial waveform consensus / IAC",
          "colunas": [
            "Padrão",
            "Cor",
            "Significado prático"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Multifásica com subida sistólica rápida",
                "Verde",
                "Padrão esperado em artérias periféricas saudáveis, especialmente em repouso."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Bifásica com amplitude preservada",
                "Amarelo",
                "Pode ser aceitável em alguns idosos ou após vasodilatação, mas merece comparação e contexto."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Monofásica de baixa resistência com subida ainda rápida",
                "Amarelo",
                "Pode ocorrer distalmente após exercício, inflamação, hiperemia ou fístula; não é sempre estenose proximal."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Monofásica amortecida ou tardus-parvus",
                "Vermelho",
                "Subida lenta, pico arredondado e baixa amplitude sugerem doença de influxo ou estenose proximal."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Ausência de fluxo onde deveria haver fluxo",
                "Vermelho",
                "Pensar em oclusão, trombose, espasmo grave ou erro técnico; confirmar em cor, power Doppler e espectral."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "arterial_mmii.c3",
          "grupo": "arterial_mmii",
          "nome": "Fístula arteriovenosa — pré-confecção e seguimento",
          "nota": "A decisão de intervenção em acesso para hemodiálise não deve depender de uma única velocidade: integrar exame físico, dificuldade de punção, pressão venosa na diálise, queda de fluxo, edema do braço e histórico do acesso.",
          "fonte": "KDOQI 2019 / AIUM postoperative hemodialysis access / ACR-AIUM-SRU",
          "colunas": [
            "Cenário",
            "Verde",
            "Amarelo",
            "Vermelho"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Artéria doadora",
                "> 2,0 mm, pérvia, pulso adequado e sem calcificação limitante",
                "1,5–2,0 mm ou hiperemia reativa fraca",
                "< 1,5 mm, oclusão, calcificação severa ou roubo arterial relevante"
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Veia superficial candidata",
                "> 2,5 mm, compressível, contínua e profundidade favorável",
                "2,0–2,5 mm, profundidade > 6 mm ou segmento curto",
                "< 2,0 mm, trombose, esclerose ou não compressível"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Fístula em uso — vazão",
                "Funcional, tendência estável e geralmente > 600 mL/min",
                "400–600 mL/min, queda progressiva ou fluxo muito alto sem sintomas",
                "< 400–500 mL/min com disfunção, trombose, não maturação ou fluxo muito alto com repercussão cardíaca"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Estenose da fístula",
                "Sem jato focal, sem turbulência crítica e exame físico favorável",
                "Jato focal com razão 2–3 ou achado isolado sem queda de fluxo",
                "Razão > 3, jato marcado, pós-estenose, trombo, aneurisma/pseudoaneurisma ou alteração clínica"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "salivares",
      "slug": "salivares",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/salivares",
      "nome": "Glândulas salivares",
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      "medidas": [
        {
          "id": "salivares.0",
          "grupo": "salivares",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Protocolo mínimo",
          "valor": "transdutor linear de alta frequência; planos transversal, longitudinal e anteroposterior; comparação bilateral; Doppler colorido/power nas lesões",
          "unidade": null,
          "nota": "Avaliar parênquima, ecogenicidade, ductos, cálculo, coleção, massa, linfonodos cervicais e relação com pele, masseter, mandíbula, assoalho da boca e vasos. Toda lesão focal deve ser medida em três eixos.",
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU Head and Neck 2022 / AIUM Head and Neck",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "salivares.1",
          "grupo": "salivares",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Parótida — área aproximada em corte",
          "valor": "≈ 3–4",
          "unidade": "cm²",
          "nota": "Valor didático, não universal. Comparação com o lado oposto, atrofia, pós-tratamento, inflamação e biotipo importam mais que um corte isolado.",
          "fonte": "Iowa Head and Neck Protocols",
          "faixas": [
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        {
          "id": "salivares.2",
          "grupo": "salivares",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Submandibular — área aproximada em corte",
          "valor": "≈ 1–2",
          "unidade": "cm²",
          "nota": "Valor didático. Glandula pequena/atrófica pode ocorrer por idade, obstrução crônica, Sjögren, radioiodo ou radioterapia; aumento pode ser inflamatório/obstrutivo.",
          "fonte": "Iowa Head and Neck Protocols",
          "faixas": [
            {
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        {
          "id": "salivares.3",
          "grupo": "salivares",
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          "rotulo": "Ducto salivar principal",
          "valor": "normalmente não visível",
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          "nota": "Ducto visível, dilatado ou com ponto de transição sugere obstrução/estenose quando associado a dor alimentar, cálculo, edema glandular ou secreção purulenta.",
          "fonte": "Iowa Head and Neck Protocols / AIUM Head and Neck",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
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            {
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              "rotulo": "anormal",
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        {
          "id": "salivares.4",
          "grupo": "salivares",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Sialolitíase",
          "valor": "foco ecogênico intraductal com sombra/twinkle + dilatação proximal",
          "unidade": null,
          "nota": "A sensibilidade do ultrassom varia conforme tamanho/local do cálculo e dilatação ductal; cálculo pequeno sem ducto dilatado pode ser falso negativo. Calcificação fora do ducto pode ser linfonodo calcificado, flebólito ou calcificação vascular.",
          "fonte": "AJR 2013 / PMC salivary calculi review / Radiopaedia",
          "faixas": [
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "suspeito",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "anormal consensual",
              "valor": "cálculo intraductal com sombra/twinkle e ducto dilatado",
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        {
          "id": "salivares.5",
          "grupo": "salivares",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Lesão focal salivar",
          "valor": "medir três eixos + Doppler + linfonodos",
          "unidade": null,
          "nota": "Tamanho isolado não define benignidade. Irregularidade, infiltração, extensão extraglandular, paralisia facial, linfonodos suspeitos, crescimento rápido ou dor progressiva elevam risco.",
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU Head and Neck / salivary tumor imaging reviews",
          "faixas": [
            {
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            {
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      "classificacoes": [
        {
          "id": "salivares.c0",
          "grupo": "salivares",
          "nome": "Assistente interativo — glândulas salivares",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU Head and Neck / Iowa / OMERACT / AJR",
          "colunas": [],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Verde",
                "Parênquima homogêneo, comparação contralateral sem assimetria relevante, ducto não visível, sem cálculo, massa, coleção, linfonodo suspeito ou alerta clínico."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Amarelo",
                "Ducto visível isolado, alteração leve/assimétrica, massa sem sinais agressivos, cisto/rânula, OMERACT grau 1–2 sem clínica concordante, pós-tratamento ou limitação técnica."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Vermelho",
                "Cálculo intraductal com sombra/twinkle e dilatação, abscesso/gás, sialoadenite complicada, margens infiltrativas, extensão extraglandular, paralisia facial, linfonodos suspeitos, crescimento rápido ou OMERACT alto em contexto sicca/autoimune."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "salivares.c1",
          "grupo": "salivares",
          "nome": "Sjögren — OMERACT 0–3 por glândula",
          "nota": "OMERACT é escala estrutural por glândula. Estudos recentes exploram soma 0–12 e escore ordinal 0–6; limiares altos têm especificidade maior, mas o ultrassom não substitui critérios clínicos, sorologia, sialometria ou biópsia quando necessária.",
          "fonte": "OMERACT / RMD Open 2021 / Arthritis Res Ther 2026",
          "colunas": [
            "Grau",
            "Achado",
            "Cor didática"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "0",
                "Parênquima normal/homogêneo",
                "Verde"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "1",
                "Heterogeneidade leve sem áreas hipoecoicas/aneicoicas definidas",
                "Amarelo"
              ]
            },
            {
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              "celulas": [
                "2",
                "Alteração moderada com áreas hipoecoicas/aneicoicas focais rodeadas por parênquima preservado",
                "Amarelo/Vermelho conforme contexto"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "3",
                "Alteração grave: hipo/aneicoicas difusas ocupando a glândula, fibrose ou substituição gordurosa",
                "Vermelho quando concorda com clínica/sorologia"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "salivares.c2",
          "grupo": "salivares",
          "nome": "Obstrução salivar — leitura por cores",
          "nota": "A ausência de cálculo ao ultrassom não exclui estenose ductal tratável; ducto dilatado tem alto valor preditivo para estenose em séries de sialendoscopia.",
          "fonte": "Iowa Head and Neck Protocols / AJR 2013",
          "colunas": [
            "Achado",
            "Verde",
            "Amarelo",
            "Vermelho"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Ducto",
                "não visível",
                "visível isolado ou estimulação salivar altera o calibre",
                "dilatado com ponto de transição, cálculo, pus ou coleção"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Cálculo",
                "ausente",
                "calcificação sem continuidade ductal clara",
                "foco intraductal com sombra/twinkle e dilatação proximal"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Infecção",
                "sem hiperemia/coleção",
                "glândula dolorosa/hipervascular sem coleção",
                "abscesso, gás, celulite, febre ou secreção purulenta"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "salivares.c3",
          "grupo": "salivares",
          "nome": "Massa salivar — diferencial e sinais de risco",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU Head and Neck / StatPearls / salivary tumor imaging reviews",
          "colunas": [
            "Padrão",
            "Diferenciais úteis",
            "O que muda a prioridade"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Sólida bem delimitada",
                "adenoma pleomórfico, tumor de Warthin, linfonodo intraparotídeo, oncocitoma",
                "medir 3 eixos, Doppler e linfonodos; punção conforme protocolo local"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Cística",
                "rânula, sialocele, cisto linfoepitelial, linfonodo cístico, abscesso, tumor cístico",
                "conteúdo complexo, hiperemia, gás ou febre elevam urgência"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Infiltrativa/agressiva",
                "neoplasia maligna primária, metástase, linfoma, carcinoma ex-adenoma pleomórfico",
                "margens irregulares, extensão extraglandular, paralisia facial, crescimento rápido ou linfonodos suspeitos"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Bilateral/multifocal",
                "Warthin, Sjögren, HIV, doença IgG4, sarcoidose, linfoma",
                "integrar idade, tabagismo, sicca, sorologia, HIV e distribuição"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "salivares.c4",
          "grupo": "salivares",
          "nome": "Checklist didático do laudo",
          "nota": null,
          "fonte": "SonoAI synthesis from cited sources",
          "colunas": [
            "Item",
            "Pergunta de segurança"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Cobertura",
                "Qual glândula e lado foram avaliados? Houve comparação contralateral?"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Ducto/cálculo",
                "O ducto foi visto? Há dilatação, ponto de transição, cálculo com sombra/twinkle ou dor alimentar?"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Lesão focal",
                "A lesão foi medida em três eixos, com margens, conteúdo, Doppler, plano profundo e linfonodos?"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Sjögren",
                "Foram pontuadas as quatro glândulas maiores quando a pergunta é sicca/Sjögren?"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Comunicação",
                "Abscesso/gás, paralisia facial, extensão extraglandular, linfonodos suspeitos ou massa infiltrativa foram destacados?"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "ombro",
      "slug": "ombro",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/ombro",
      "nome": "Ombro / manguito rotador",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "ombro.0",
          "grupo": "ombro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Protocolo mínimo do ombro",
          "valor": "bíceps, subescapular, supraespinhal, infraespinhal, redondo menor, bursa, articulação acromioclavicular, recesso posterior e manobras dinâmicas quando indicadas",
          "unidade": null,
          "nota": "Examinar sentado quando possível, adaptar à dor e amplitude de movimento, documentar em eixo curto e eixo longo e medir anormalidades em dois planos ortogonais.",
          "fonte": "AIUM-ACR-SPR-SRU MSK ultrasound parameter / ESSR shoulder guideline",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "ombro.1",
          "grupo": "ombro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Técnica e posicionamento",
          "valor": "transdutor linear de alta frequência; antebraço em supinação para o bíceps; rotação externa para subescapular; mão no bolso posterior para supraespinhal; varredura posterior para infraespinhal e redondo menor",
          "unidade": null,
          "nota": "Evitar anisotropia e lembrar que rotação interna forçada pode superestimar tamanho de rotura do supraespinhal.",
          "fonte": "ESSR shoulder technical guideline",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "ombro.2",
          "grupo": "ombro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Bursa subacromial-subdeltoidea — espessura/líquido",
          "valor": "<2",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Líquido normal raramente passa de 2 mm e tende a ser posterior; acima de 3 mm, líquido medial à articulação acromioclavicular ou anterior ao úmero é anormal.",
          "fonte": "White et al., J Comput Assist Tomogr 2006 / PubMed PMID 16628056",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Verde",
              "valor": "até 2 mm, posterior, sem hiperemia e sem dor focal",
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              "status": "yellow",
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              "valor": ">2 até 3 mm ou pequeno líquido dependente de contexto",
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Vermelho",
              "valor": ">3 mm, líquido anterior/medial, conteúdo complexo ou hiperemia com suspeita inflamatória/infecciosa",
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "ombro.3",
          "grupo": "ombro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Rotura parcial do manguito — profundidade Ellman",
          "valor": "<3 / 3–6 / >6",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Classificar também a face articular, bursal ou intrassubstancial; medir profundidade e extensão. Acima de 6 mm costuma representar mais de metade da espessura tendínea.",
          "fonte": "Ellman 1990 / Shoulderdoc classification summary",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Verde",
              "valor": "sem defeito focal e fibras contínuas",
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              "status": "yellow",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Vermelho",
              "valor": "Ellman III >6 mm ou mais de 50% da espessura",
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          ]
        },
        {
          "id": "ombro.4",
          "grupo": "ombro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Rotura transfixante/completa — medidas essenciais",
          "valor": "largura no eixo curto + retração no eixo longo",
          "unidade": null,
          "nota": "Descrever tendões envolvidos, comunicação com a bursa, retração, largura, trofismo muscular e infiltração gordurosa quando visível; comparar com o lado oposto quando útil.",
          "fonte": "AIUM-ACR-SPR-SRU MSK ultrasound parameter",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Verde",
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            {
              "status": "red",
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          ]
        },
        {
          "id": "ombro.5",
          "grupo": "ombro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Cabeça longa do bíceps",
          "valor": "centrada no sulco, fibrilar, sem distensão relevante da bainha",
          "unidade": null,
          "nota": "Avaliar em eixo curto e eixo longo. Líquido, sinovite ou hiperemia sugerem tenossinovite; subluxação/luxação deve levantar suspeita de lesão do subescapular ou do intervalo rotador.",
          "fonte": "AIUM-ACR-SPR-SRU MSK ultrasound parameter / ESSR",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Verde",
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            {
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Vermelho",
              "valor": "subluxação, luxação ou rotura",
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          ]
        },
        {
          "id": "ombro.6",
          "grupo": "ombro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Doppler no ombro",
          "valor": "bursa, bainha do bíceps, sinóvia articular e tendão doloroso",
          "unidade": null,
          "nota": "Doppler colorido ou de amplitude ajuda a detectar hiperemia em bursite, tenossinovite, sinovite, crise calcária, reparo pós-operatório ou infecção.",
          "fonte": "AIUM-ACR-SPR-SRU MSK ultrasound parameter",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Verde",
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            {
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Vermelho",
              "valor": "hiperemia intensa com febre, ferida, pós-operatório, bursa complexa ou coleção",
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          ]
        },
        {
          "id": "ombro.7",
          "grupo": "ombro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Limitações importantes",
          "valor": "labrum profundo, cartilagem, medula óssea, instabilidade complexa e fratura oculta",
          "unidade": null,
          "nota": "Quando a pergunta clínica é profunda ou óssea, ultrassom deve orientar, mas não substituir radiografia, ressonância ou tomografia conforme contexto.",
          "fonte": "AIUM-ACR-SPR-SRU / ESSR",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "ombro.c0",
          "grupo": "ombro",
          "nome": "Assistente interativo — ultrassonografia do ombro",
          "nota": "Preencha medidas e estruturas no painel para gerar cor, pontos críticos e próximo passo. O assistente não substitui julgamento médico nem integração com radiografia/ressonância.",
          "fonte": "AIUM-ACR-SPR-SRU / ESSR / PubMed / Ellman",
          "colunas": [
            "Cor",
            "Como interpretar"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Verde",
                "Bursa fina, tendões contínuos, bíceps centrado, sem derrame, sem hiperemia e sem limitação crítica nos campos preenchidos."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Amarelo",
                "Zona cinzenta: tendinopatia, rotura parcial superficial/intermediária, pequena bursa, hiperemia sem sinais sistêmicos, impacto dinâmico ou dúvida labral profunda."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Vermelho",
                "Achado anormal consensual ou de alto impacto: bursa acima de 3 mm, rotura transfixante, Ellman III, luxação do bíceps, atrofia muscular, pseudoparalisia, febre/infecção, fratura/luxação suspeita."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "ombro.c1",
          "grupo": "ombro",
          "nome": "Roteiro anatômico por estrutura",
          "nota": null,
          "fonte": "AIUM-ACR-SPR-SRU / ESSR shoulder guideline",
          "colunas": [
            "Estrutura",
            "Como examinar",
            "O que não esquecer"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Cabeça longa do bíceps",
                "Antebraço em supinação; eixo curto no sulco bicipital e eixo longo até a junção miotendínea.",
                "Confirmar posição no sulco, líquido na bainha, hiperemia, subluxação, luxação ou rotura."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Subescapular",
                "Cotovelo junto ao corpo, rotação externa; varrer da junção miotendínea até a inserção no tubérculo menor.",
                "Manobra dinâmica ajuda a ver instabilidade do bíceps e impacto subcoracoide."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Supraespinhal",
                "Mão no bolso posterior ou posição modificada conforme dor; avaliar eixo longo e eixo curto mantendo o feixe perpendicular.",
                "Comprimir o tendão para revelar rotura não retraída; medir profundidade, extensão e retração quando houver defeito."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Infraespinhal e redondo menor",
                "Varredura posterior abaixo da espinha da escápula, com rotação interna e externa quando útil.",
                "Procurar atrofia, infiltração gordurosa, rotura posterior e cisto paralabral no entalhe espinoglenoide."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Bursa e impacto dinâmico",
                "Avaliar bursa em repouso e durante abdução em rotação interna se a clínica sugerir impacto.",
                "Dor com pinçamento bursal/tendíneo é contextual; bursa acima de 3 mm é anormal."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Articulação acromioclavicular e recesso posterior",
                "Transdutor no ápice do ombro para a articulação acromioclavicular; plano posterior transversal no espaço glenoumeral.",
                "Descrever artrose, sinovite, trauma, derrame posterior, cisto paralabral e sinais indiretos de labrum."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "ombro.c2",
          "grupo": "ombro",
          "nome": "Manguito rotador — leitura por cores",
          "nota": null,
          "fonte": "AIUM-ACR-SPR-SRU / Ellman",
          "colunas": [
            "Achado",
            "Verde",
            "Amarelo",
            "Vermelho"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Tendão e ecotextura",
                "fibras contínuas, espessura/eco compatíveis, sem dor focal",
                "tendinopatia, calcificação, hipoecogenicidade ou dor à compressão",
                "descontinuidade completa, retração ou defeito extenso"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Rotura parcial",
                "sem defeito focal",
                "Ellman I <3 mm ou Ellman II 3–6 mm; indicar face articular, bursal ou intrassubstancial",
                "Ellman III >6 mm ou mais de 50% da espessura"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Rotura transfixante/completa",
                "não presente",
                "suspeita limitada por dor, anisotropia ou janela incompleta",
                "defeito atravessando toda a espessura, comunicação com bursa, retração ou rotura maciça"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Músculos do manguito",
                "volume preservado e simétrico",
                "atrofia discreta ou comparação difícil",
                "atrofia/infiltração gordurosa evidente, principalmente com rotura"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "ombro.c3",
          "grupo": "ombro",
          "nome": "Bursa, bíceps e Doppler — interpretação prática",
          "nota": null,
          "fonte": "PubMed PMID 16628056 / AIUM-ACR-SPR-SRU",
          "colunas": [
            "Estrutura",
            "Verde",
            "Amarelo",
            "Vermelho"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Bursa subacromial-subdeltoidea",
                "até 2 mm, posterior, sem hiperemia",
                ">2–3 mm ou pequeno líquido dependente de contexto",
                ">3 mm, líquido anterior/medial, conteúdo complexo ou hiperemia importante"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Cabeça longa do bíceps",
                "centrada, fibrilar, sem líquido relevante",
                "tenossinovite, tendinopatia ou líquido discreto",
                "subluxação, luxação ou rotura"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Doppler",
                "sem hiperemia no contexto certo",
                "hiperemia discreta/moderada sem sinais sistêmicos",
                "hiperemia intensa com febre, ferida, pós-operatório, bursa complexa ou coleção"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Articulação acromioclavicular",
                "sem dor focal nem distensão",
                "artrose, osteófitos ou capsulite/sinovite",
                "separação/luxação ou infecção suspeita"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "ombro.c4",
          "grupo": "ombro",
          "nome": "Diagnósticos diferenciais úteis no ombro",
          "nota": null,
          "fonte": "AIUM-ACR-SPR-SRU / ESSR / MSK ultrasound reviews",
          "colunas": [
            "Apresentação",
            "Pensar em",
            "Papel do ultrassom"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Dor lateral e arco doloroso",
                "tendinopatia do supraespinhal, bursite, impacto subacromial, tendinopatia calcária",
                "avaliar manguito, bursa e manobra dinâmica; Doppler ajuda em fase ativa"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Dor anterior",
                "bíceps, subescapular, intervalo rotador, articulação acromioclavicular",
                "confirmar bíceps no sulco, líquido, hiperemia, subluxação e tendão subescapular"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Rigidez global",
                "capsulite adesiva, artropatia, dor limitada, pós-operatório",
                "ultrassom pode mostrar sinovite/bursa, mas diagnóstico é clínico e pode exigir ressonância"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Trauma agudo ou perda súbita de força",
                "rotura completa, avulsão, fratura oculta, luxação, lesão do bíceps",
                "medir rotura e retração; radiografia/ressonância conforme suspeita óssea ou cirúrgica"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Fraqueza neurológica ou atrofia",
                "compressão do nervo supraescapular, cisto paralabral, neuropatia, rotura crônica",
                "procurar cisto no entalhe supraescapular/espinoglenoide e comparar músculos"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Febre, ferida ou pós-operatório doloroso",
                "infecção, abscesso, bursa séptica, coleção, re-rotura",
                "Doppler, conteúdo complexo e punção guiada podem mudar conduta"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "ombro.c5",
          "grupo": "ombro",
          "nome": "Checklist didático do laudo de ombro",
          "nota": null,
          "fonte": "AIUM-ACR-SPR-SRU / ESSR",
          "colunas": [
            "Item",
            "Pergunta de segurança"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Protocolo por estruturas",
                "Bíceps, subescapular, supraespinhal, infraespinhal/redondo menor, bursa, articulação acromioclavicular e recesso posterior foram documentados?"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Medidas",
                "Rotura parcial tem profundidade e face? Rotura completa tem largura e retração?"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Doppler e dinâmica",
                "Hiperemia foi documentada quando havia dor, bursa, líquido, pós-operatório ou suspeita inflamatória? Impacto foi testado quando indicado?"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
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                "Achados que mudam prioridade",
                "Rotura transfixante, Ellman III, bursa acima de 3 mm, luxação do bíceps, febre, coleção, pseudoparalisia ou fratura/luxação suspeita foram destacados?"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Limitações",
                "Foi declarado quando labrum, cartilagem, osso profundo, dor ou mobilidade limitaram o exame?"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "joelho",
      "slug": "joelho",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/joelho",
      "nome": "Joelho",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "joelho.0",
          "grupo": "joelho",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Protocolo mínimo do joelho",
          "valor": "anterior, medial, lateral, posterior e dinâmico",
          "unidade": null,
          "nota": "Documentar recesso suprapatelar, tendões patelar e quadríceps, ligamentos colaterais, meniscos acessíveis, bursas, cisto de Baker, fossa poplítea e comparação dinâmica quando útil.",
          "fonte": "ESSR knee technical guidelines / RadioGraphics knee US",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "joelho.1",
          "grupo": "joelho",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Derrame — recesso suprapatelar",
          "valor": "3,6–6,0",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Não há corte único: 3,6 mm aumenta sensibilidade, 6 mm aumenta especificidade; alguns serviços usam 4 mm. Medir preferencialmente em longitudinal com joelho em cerca de 30 graus de flexão.",
          "fonte": "J Diagn Med Sonogr 2020 / Arthritis Care & Research 2012",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
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            {
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        {
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          "ruleId": null,
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          "unidade": "mm",
          "nota": "Espessura isolada não fecha tendinopatia; correlacionar com hipoecogenicidade, perda fibrilar, Doppler, entese e dor focal.",
          "fonte": "AJR 2001",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
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          "valor": "sem corte universal",
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          "nota": "Medidas variam com técnica, sexo, atividade e ponto de medida. Use a calculadora como alerta contextual, não como diagnóstico isolado.",
          "fonte": "Radiographics knee US / MSK ultrasound reviews",
          "faixas": [
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          "nota": "Três milímetros é corte prático, mas não absoluto; carga, idade, osteoartrose, técnica e ressonância mudam a interpretação.",
          "fonte": "Orthopedic Reviews 2023 / AJR meniscal extrusion / BLOKS",
          "faixas": [
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          "nota": "Faixa descrita no ponto femoral. Espessamento ganha valor quando há edema, dor focal, perda fibrilar ou instabilidade.",
          "fonte": "Skeletal Radiology 1996",
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        {
          "id": "joelho.6",
          "grupo": "joelho",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Banda iliotibial — espessura",
          "valor": "~1,1",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Valores acima de 2–3 mm, com edema ou líquido profundo junto ao côndilo femoral lateral, favorecem síndrome da banda iliotibial.",
          "fonte": "Skeletal Radiology 2010 / RadioGraphics knee US",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Verde",
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        {
          "id": "joelho.7",
          "grupo": "joelho",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Cisto de Baker",
          "valor": "colo entre semimembranoso e gastrocnêmio medial",
          "unidade": null,
          "nota": "Cisto posterior pode drenar líquido do joelho; ausência de líquido suprapatelar não exclui derrame se houver cisto de Baker.",
          "fonte": "ESSR knee guideline / RadioGraphics knee US / J Diagn Med Sonogr 2020",
          "faixas": [
            {
              "status": "yellow",
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          ]
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        {
          "id": "joelho.8",
          "grupo": "joelho",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Bursas pré-patelar e pata de ganso",
          "valor": "normalmente não visíveis",
          "unidade": null,
          "nota": "Distensão simples costuma ser contextual; conteúdo complexo, gás, hiperemia intensa ou ferida elevam prioridade.",
          "fonte": "RadioGraphics knee US / MSK ultrasound reviews",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "joelho.c0",
          "grupo": "joelho",
          "nome": "Assistente interativo — ultrassonografia do joelho",
          "nota": "Preencha medidas, sinóvia, tendões, meniscos, ligamentos, cisto de Baker, região posterior e sinais de alerta para gerar uma leitura por cores.",
          "fonte": "ESSR / EULAR-OMERACT / J Diagn Med Sonogr / RadioGraphics",
          "colunas": [
            "Entrada",
            "Saída",
            "Como usar"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Medidas dentro da faixa e sem alerta clínico",
                "Verde",
                "Usar quando protocolo mínimo foi documentado e o achado profundo não é a pergunta principal."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Derrame pequeno, sinovite discreta, tendinopatia, bursite simples ou extrusão meniscal limítrofe",
                "Amarelo",
                "Descrever como contextual, comparar com lado oposto quando útil e sugerir correlação clínica ou ressonância se a pergunta for interna."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Infecção possível, rotura completa, fratura/avulsão, trombose/aneurisma, cisto roto ou derrame significativo em contexto de risco",
                "Vermelho",
                "Comunicar prioridade e direcionar para ortopedia, reumatologia, vascular ou emergência conforme o padrão dominante."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "joelho.c1",
          "grupo": "joelho",
          "nome": "Roteiro anatômico por compartimento",
          "nota": null,
          "fonte": "ESSR knee technical guidelines / RadioGraphics",
          "colunas": [
            "Compartimento",
            "O que avaliar",
            "Armadilhas"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Anterior",
                "Recesso suprapatelar, tendão do quadríceps, tendão patelar, gordura de Hoffa e bursa pré-patelar.",
                "Líquido se redistribui com flexão; varrer também medial e lateral ao tendão do quadríceps."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
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                "Ligamento colateral medial, menisco medial periférico, pata de ganso e osteófitos.",
                "Extrusão meniscal depende de carga, osteoartrose e técnica; não concluir lesão de raiz apenas pelo ultrassom."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
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                "Banda iliotibial, complexo lateral, menisco lateral periférico, cabeça da fíbula e nervo fibular comum.",
                "Anisotropia pode simular lesão ligamentar; usar cortes longos e curtos."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
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                "Posterior",
                "Cisto de Baker, fossa poplítea, artéria, veia, nervo tibial e nervo fibular comum.",
                "Cisto roto pode simular trombose; se houver edema de panturrilha, fazer avaliação venosa compressiva."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "joelho.c2",
          "grupo": "joelho",
          "nome": "Derrame e sinovite — leitura por cores",
          "nota": "Derrame e sinovite não são sinônimos: líquido pode ser mecânico/traumático; hipertrofia sinovial com Doppler sugere atividade inflamatória.",
          "fonte": "J Diagn Med Sonogr 2020 / EULAR-OMERACT",
          "colunas": [
            "Achado",
            "Verde",
            "Amarelo",
            "Vermelho"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Recesso suprapatelar",
                "<2 mm e sem sinovite",
                "2–5,9 mm ou corte divergente",
                "≥6 mm com febre, trauma, pós-operatório ou líquido complexo"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Sinóvia no modo cinza",
                "sem hipertrofia",
                "grau 1–2",
                "grau 3 ou massa sinovial exuberante"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Doppler da sinóvia",
                "sem fluxo",
                "poucos sinais ou fluxo moderado",
                "fluxo intenso ou associado a suspeita infecciosa"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "joelho.c3",
          "grupo": "joelho",
          "nome": "Escore EULAR-OMERACT simplificado para sinovite",
          "nota": null,
          "fonte": "EULAR-OMERACT / RMD Open",
          "colunas": [
            "Grau",
            "Modo cinza",
            "Doppler",
            "Leitura prática"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "0",
                "sem hipertrofia sinovial",
                "sem sinal Doppler",
                "sem sinovite ativa pelo escore"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "1",
                "hipertrofia mínima",
                "poucos sinais puntiformes",
                "atividade discreta ou inicial"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "2",
                "hipertrofia moderada",
                "fluxo confluente em menos da metade da sinóvia",
                "atividade inflamatória provável"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "3",
                "hipertrofia acentuada",
                "fluxo em mais da metade da sinóvia",
                "atividade importante; correlacionar com artrite inflamatória ou infecção conforme contexto"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "joelho.c4",
          "grupo": "joelho",
          "nome": "Mecanismo extensor e tendões",
          "nota": null,
          "fonte": "RadioGraphics knee US / AJR patellar tendon",
          "colunas": [
            "Estrutura",
            "Normal/baixo risco",
            "Atenção",
            "Alto risco"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Tendão patelar",
                "4–5 mm, fibrilar e sem Doppler",
                ">5 mm, hipoecogenicidade, entesopatia ou Doppler",
                "rotura completa ou avulsão"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Tendão do quadríceps",
                "fibras contínuas",
                "espessamento ou rotura parcial",
                "descontinuidade completa, retração ou incapacidade de extensão"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Gordura de Hoffa e bursa pré-patelar",
                "sem distensão ou hiperemia",
                "edema, bursite simples ou impacto anterior",
                "conteúdo complexo, gás, ferida ou infecção possível"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "joelho.c5",
          "grupo": "joelho",
          "nome": "Meniscos, ligamentos colaterais e banda iliotibial",
          "nota": null,
          "fonte": "Orthopedic Reviews / Skeletal Radiology / RadioGraphics",
          "colunas": [
            "Estrutura",
            "Verde",
            "Amarelo",
            "Vermelho"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Extrusão meniscal",
                "<2 mm",
                "2–4,9 mm; 3 mm é corte prático, não absoluto",
                "≥5 mm ou suspeita de lesão de raiz/artrose avançada"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Ligamento colateral medial",
                "fibras contínuas; até 5,6 mm no ponto femoral descrito",
                "espessamento, edema ou rotura parcial",
                "rotura completa ou avulsão"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Complexo lateral",
                "fibras contínuas e sem dor focal",
                "entorse, espessamento ou rotura parcial",
                "rotura completa, avulsão ou instabilidade posterolateral"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Banda iliotibial",
                "≤2 mm sem edema profundo",
                ">2–3 mm ou dor dinâmica",
                ">3 mm com edema/líquido profundo típico"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "joelho.c6",
          "grupo": "joelho",
          "nome": "Posterior do joelho e diagnósticos diferenciais",
          "nota": null,
          "fonte": "ESSR / RadioGraphics knee US",
          "colunas": [
            "Achado",
            "Pista ultrassonográfica",
            "Conduta didática"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Cisto de Baker",
                "colo típico entre semimembranoso e gastrocnêmio medial",
                "medir, descrever simples/complexo e procurar derrame/sinovite"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Cisto de Baker roto",
                "líquido dissecando para panturrilha",
                "diferenciar de trombose, hematoma e celulite"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Trombose poplítea",
                "veia não compressível ou trombo",
                "acionar protocolo venoso; não tratar como cisto isolado"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Aneurisma ou pseudoaneurisma",
                "massa pulsátil, fluxo yin-yang ou colo arterial",
                "usar Doppler e comunicar achado vascular"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Gânglio ou cisto intraneural",
                "relação com nervo fibular comum ou tibial",
                "documentar trajeto neural e relação com cabeça da fíbula"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "joelho.c7",
          "grupo": "joelho",
          "nome": "Checklist do laudo de joelho",
          "nota": null,
          "fonte": "Best-practice synthesis from ESSR / EULAR-OMERACT / RadioGraphics",
          "colunas": [
            "Item",
            "Pergunta que o laudo deve responder"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Técnica",
                "Foi descrito transdutor, compartimentos avaliados, posição/flexão e manobras dinâmicas?"
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Medidas",
                "Derrame, tendões, extrusão meniscal, espessamento ligamentar ou cisto foram medidos quando presentes?"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Limitação",
                "A conclusão evita excluir menisco central, cartilagem profunda e ligamentos cruzados quando não foram avaliáveis?"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Alerta",
                "Há frase de comunicação para infecção possível, rotura completa, trombose/aneurisma ou fratura/avulsão?"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "hernias",
      "slug": "hernias",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/hernias",
      "nome": "Parede abdominal / hérnias",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "hernias.0",
          "grupo": "hernias",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Técnica — manobra dinâmica",
          "valor": "—",
          "unidade": null,
          "nota": "Valsalva / ortostase aumentam a sensibilidade (capta hérnia oculta)",
          "fonte": "AJR / ECR poster",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "hernias.1",
          "grupo": "hernias",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Transdutor",
          "valor": "7,5–10",
          "unidade": "MHz",
          "nota": "linear; sens. 86–96%, espec. 77–96% (inguinal)",
          "fonte": "PMC",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "hernias.c0",
          "grupo": "hernias",
          "nome": "Tipos de hérnia — localização ao US",
          "nota": "Diagnóstico = conteúdo (gordura/alça) atravessando o defeito fascial; medir o defeito.",
          "fonte": "AJR 2006",
          "colunas": [
            "Tipo",
            "Achado"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Inguinal indireta",
                "Antero-lateral ao cordão espermático"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Inguinal direta",
                "Medial/posterior ao cordão; abaulamento do tendão conjunto à Valsalva"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Femoral",
                "Medial à veia femoral"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Umbilical / epigástrica / incisional",
                "Defeito na linha média / cicatriz, com saco e conteúdo"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "regioes_inguinais",
      "slug": "regioes-inguinais",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/regioes-inguinais",
      "nome": "Regiões inguinais",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "regioes_inguinais.0",
          "grupo": "regioes_inguinais",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Protocolo mínimo da virilha",
          "valor": "linear alta frequência + repouso + manobra dinâmica",
          "unidade": null,
          "nota": "Usar transdutor linear de alta frequência, varrer o ponto doloroso, canal inguinal, região femoral, vasos femorais e lado contralateral quando o achado for duvidoso. Valsalva, tosse e ortostase aumentam a sensibilidade para hérnia oculta.",
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU abdomen parameter / RadioGraphics 2016 / HerniaSurge 2018",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "regioes_inguinais.1",
          "grupo": "regioes_inguinais",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Marcos anatômicos obrigatórios",
          "valor": "vasos epigástricos inferiores, ligamento inguinal, veia femoral",
          "unidade": null,
          "nota": "Evite siglas no laudo didático: escreva vasos epigástricos inferiores, canal inguinal, triângulo de Hesselbach, ligamento inguinal, veia femoral e anel inguinal profundo.",
          "fonte": "RadioGraphics 2016 / EPOS ECR 2023",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "regioes_inguinais.2",
          "grupo": "regioes_inguinais",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Hérnia inguinal indireta",
          "valor": "lateral aos vasos epigástricos inferiores",
          "unidade": null,
          "nota": "O colo costuma estar no anel inguinal profundo e o conteúdo pode seguir pelo canal inguinal em direção ao escroto ou aos grandes lábios.",
          "fonte": "RadioGraphics 2016 / AJR 2006",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "regioes_inguinais.3",
          "grupo": "regioes_inguinais",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Hérnia inguinal direta",
          "valor": "medial aos vasos epigástricos inferiores",
          "unidade": null,
          "nota": "Ocorre no triângulo de Hesselbach, acima do ligamento inguinal; abaulamento da parede posterior com Valsalva pode preceder hérnia direta evidente.",
          "fonte": "RadioGraphics 2016 / EPOS ECR 2019",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "regioes_inguinais.4",
          "grupo": "regioes_inguinais",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Hérnia femoral",
          "valor": "inferior ao ligamento inguinal e medial à veia femoral",
          "unidade": null,
          "nota": "Tem maior risco de complicação que a inguinal; alça, dor, não redutibilidade, líquido no saco ou sinais de obstrução devem ser comunicados com prioridade.",
          "fonte": "HerniaSurge 2018 / Safer Care Victoria / EPOS ECR 2019",
          "faixas": [
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Gordura pequena e redutível",
              "valor": "achado real, mas conduta depende de sintomas",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Alça, dor ou não redutível",
              "valor": "risco de encarceramento/estrangulamento",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "regioes_inguinais.5",
          "grupo": "regioes_inguinais",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Defeito ou colo herniário",
          "valor": "medir em milímetros",
          "unidade": null,
          "nota": "Não há corte universal de normalidade: medir colo/defeito, saco, conteúdo, redutibilidade e comportamento em repouso/Valsalva/ortostase. Hérnia pequena vista só ao ultrassom pode não indicar cirurgia se mínima ou assintomática.",
          "fonte": "HerniaSurge 2018 / Insights Imaging 2022 / Safer Care Victoria",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "regioes_inguinais.6",
          "grupo": "regioes_inguinais",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Linfonodo inguinal — eixo curto",
          "valor": "<10 usual; até 15 pode ser contextual",
          "unidade": "mm",
          "nota": "CT em assintomáticos encontrou média de 5,4 mm e dois desvios-padrão em 8,8 mm; Node-RADS aceita até 15 mm para região inguinal. No ultrassom, morfologia é mais importante que tamanho isolado.",
          "fonte": "Bontumasi AJR 2014 / Node-RADS / VITA-GLOWM",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Verde",
              "valor": "≤8,8 mm, oval, hilo gorduroso, córtex fino",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Amarelo",
              "valor": "9–15 mm com morfologia preservada",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Vermelho",
              "valor": ">15 mm ou morfologia suspeita",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "regioes_inguinais.7",
          "grupo": "regioes_inguinais",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Linfonodo inguinal — morfologia benigna",
          "valor": "oval, hilo central, córtex <4 mm",
          "unidade": null,
          "nota": "Critérios úteis: relação eixo longo/eixo curto maior que 2, hilo gorduroso preservado, córtex homogêneo menor que 4 mm e fluxo hilar ou ausente.",
          "fonte": "EPOS ECR 2023 inguinal nodes / superficial lymph node ultrasound reviews",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "regioes_inguinais.8",
          "grupo": "regioes_inguinais",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Pseudoaneurisma femoral",
          "valor": "colo arterial + fluxo bidirecional",
          "unidade": null,
          "nota": "Sinal de yin-yang no Doppler colorido ajuda, mas o achado mais específico é o fluxo vai-e-vem no colo que comunica com a artéria.",
          "fonte": "SRU vascular case / World Journal of Radiology",
          "faixas": [
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Vermelho",
              "valor": "colo com fluxo vai-e-vem",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "regioes_inguinais.9",
          "grupo": "regioes_inguinais",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Canal de Nuck / hidrocele feminina",
          "valor": "cisto anecoico no canal inguinal feminino",
          "unidade": null,
          "nota": "Pode simular hérnia ou linfonodo. Lesão cística sem fluxo, com reforço posterior e sem continuidade de alça favorece hidrocele do canal de Nuck; procurar comunicação peritoneal e complicação.",
          "fonte": "J Ultrason 2024 / JSCR 2022",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "regioes_inguinais.c0",
          "grupo": "regioes_inguinais",
          "nome": "Assistente interativo — região inguinal",
          "nota": "Preencha os campos abaixo para gerar uma leitura por cores, diferenciais e frase de próximo passo.",
          "fonte": "HerniaSurge 2018/2023 / RadioGraphics 2016 / ACR-AIUM-SPR-SRU",
          "colunas": [
            "Entrada",
            "Saída",
            "Como usar"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Exame dinâmico completo sem achado",
                "Verde",
                "Usar apenas quando repouso, Valsalva/tosse e, se necessário, ortostase foram documentados."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Hérnia pequena, gordurosa ou duvidosa",
                "Amarelo",
                "Descrever como achado real/possível, medir o colo e correlacionar sintomas; conduta pode variar."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Hérnia femoral, alça não redutível ou sinais de sofrimento",
                "Vermelho",
                "Comunicar prioridade clínica: risco de encarceramento, estrangulamento ou obstrução."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "regioes_inguinais.c1",
          "grupo": "regioes_inguinais",
          "nome": "Mapa anatômico da hérnia da virilha",
          "nota": null,
          "fonte": "RadioGraphics 2016 / EPOS ECR 2023 / AJR 2006",
          "colunas": [
            "Tipo",
            "Localização ultrassonográfica",
            "Pontos que precisam constar"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Inguinal indireta",
                "Lateral aos vasos epigástricos inferiores; entra pelo anel inguinal profundo e segue o canal.",
                "Lado, colo, conteúdo, redutibilidade, extensão para escroto/grandes lábios."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Inguinal direta",
                "Medial aos vasos epigástricos inferiores, no triângulo de Hesselbach, acima do ligamento inguinal.",
                "Abaulamento da parede posterior, colo, conteúdo e se aparece apenas com esforço."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Femoral",
                "Inferior ao ligamento inguinal, geralmente medial à veia femoral.",
                "Priorizar se houver dor, alça, não redutibilidade ou líquido no saco."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Recorrente / pós-operatória",
                "Pesquisar bordas da tela cirúrgica e região inferomedial com manobra dinâmica.",
                "Diferenciar recorrência de seroma, hematoma, fibrose, plug/tela e linfonodo."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "regioes_inguinais.c2",
          "grupo": "regioes_inguinais",
          "nome": "Linfonodo inguinal — leitura por cores",
          "nota": "A região inguinal aceita linfonodos maiores que outros territórios; por isso a morfologia e a comparação bilateral são decisivas.",
          "fonte": "Bontumasi AJR 2014 / VITA consensus / EPOS ECR 2023",
          "colunas": [
            "Cor",
            "Achado",
            "Interpretação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Verde",
                "Eixo curto até 8,8 mm, oval, relação eixo longo/eixo curto >2, hilo gorduroso, córtex homogêneo <4 mm.",
                "Compatível com linfonodo reacional/benigno se o contexto clínico concorda."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Amarelo",
                "Eixo curto 9–15 mm com hilo preservado, espessamento cortical difuso ou contexto inflamatório.",
                "Zona comum na virilha; tamanho isolado não fecha malignidade."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Vermelho",
                "Eixo curto >15 mm, arredondado, hilo ausente, córtex excêntrico, necrose/cístico, cápsula interrompida ou fluxo periférico/desorganizado.",
                "Suspeito, especialmente em câncer de pele, vulva, pênis, canal anal, melanoma, linfoma ou massa de partes moles."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "regioes_inguinais.c3",
          "grupo": "regioes_inguinais",
          "nome": "Diferenciais práticos de massa inguinal",
          "nota": null,
          "fonte": "JSCR 2022 / RadioGraphics 2016 / superficial lymph node ultrasound reviews",
          "colunas": [
            "Padrão",
            "Possibilidades",
            "Alerta"
          ],
          "linhas": [
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              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Aumenta com Valsalva ou em pé",
                "Hérnia, variz do ligamento redondo, varicocele do cordão, recidiva pós-operatória.",
                "Confirmar trajeto e relação com vasos/ligamento inguinal."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Cístico simples avascular",
                "Hidrocele do canal de Nuck, cisto do cordão espermático, seroma simples.",
                "Amarelo se septado, doloroso, infectado ou com comunicação duvidosa."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Sólido oval com hilo",
                "Linfonodo reacional, dermatopatia de membro inferior, inflamação genital/perineal.",
                "Não usar tamanho isolado; acompanhar morfologia."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Vascular pulsátil",
                "Pseudoaneurisma femoral, fístula arteriovenosa, variz trombosada.",
                "Doppler espectral obrigatório antes de punção."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Sólido irregular ou profundo",
                "Metástase, linfoma, sarcoma, endometriose do canal inguinal, tumor de bainha nervosa.",
                "Considerar imagem complementar e via oncológica/local."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "regioes_inguinais.c4",
          "grupo": "regioes_inguinais",
          "nome": "Checklist de laudo — região inguinal",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU / HerniaSurge / RadioGraphics",
          "colunas": [
            "Item",
            "Por que importa"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Lado e ponto de dor",
                "Evita laudo genérico quando o achado é focal ou contralateral."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Repouso, Valsalva/tosse e ortostase quando necessário",
                "Sem manobra dinâmica, hérnia oculta pode passar despercebida."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Relação com vasos epigástricos inferiores e veia femoral",
                "Classifica direta, indireta ou femoral sem siglas difíceis."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Conteúdo e redutibilidade",
                "Gordura redutível, alça, bexiga/ovário, líquido e dor mudam prioridade."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Complicação",
                "Não redutível, alça espessada, líquido, ausência de peristalse, pseudoaneurisma, trombose ou infecção exigem conclusão explícita."
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "regiao_cervical",
      "slug": "regiao-cervical",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/regiao-cervical",
      "nome": "Região cervical",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "regiao_cervical.0",
          "grupo": "regiao_cervical",
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          "rotulo": "Linfonodo cervical — eixo curto",
          "valor": "≤8–10 com morfologia benigna",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Tamanho isolado é fraco: use em conjunto com forma, hilo gorduroso, córtex, necrose, calcificações, vascularização e contexto clínico.",
          "fonte": "Ahuja & Ying AJR 2005 / ATA 2015 / AIUM head and neck",
          "faixas": [
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        {
          "id": "regiao_cervical.1",
          "grupo": "regiao_cervical",
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          "rotulo": "Relação eixo curto / eixo longo",
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          "nota": "Linfonodo oval favorece benignidade; arredondamento aumenta suspeita, especialmente se somado à perda do hilo ou vascularização periférica.",
          "fonte": "Ahuja & Ying AJR 2005 / thyroid cancer neck ultrasound reviews",
          "faixas": [
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        {
          "id": "regiao_cervical.2",
          "grupo": "regiao_cervical",
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          "rotulo": "Linfonodo suspeito em contexto de câncer de tireoide",
          "valor": "≥8–10",
          "unidade": "mm no menor eixo",
          "nota": "A Associação Americana de Tireoide recomenda punção aspirativa de linfonodo suspeito a partir de 8–10 mm no menor eixo quando o resultado muda a conduta.",
          "fonte": "ATA 2015 Recommendation 32",
          "faixas": [
            {
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              "rotulo": "Vermelho — suspeito ≥8–10 mm",
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        {
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          "nota": "Quando uma glândula paratireoide aumentada é vista, documentar localização, três medidas, relação com a tireoide e Doppler se solicitado.",
          "fonte": "AIUM head and neck practice parameter",
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        {
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          "grupo": "regiao_cervical",
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          "valor": "medir em três eixos",
          "unidade": null,
          "nota": "Descrever compartimento, lado, relação com pele, musculatura, tireoide, glândulas salivares e vasos; Doppler só quando indicado/solicitado.",
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU head and neck / ACR Appropriateness Criteria",
          "faixas": []
        }
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      "classificacoes": [
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          "id": "regiao_cervical.c0",
          "grupo": "regiao_cervical",
          "nome": "Calculadora rápida — linfonodo cervical",
          "nota": "A calculadora é assistiva. Linfonodo doloroso/inflamatório, idade, câncer conhecido, tireoidectomia prévia e lateralidade mudam o peso dos achados.",
          "fonte": "Ahuja & Ying AJR 2005 / ATA 2015 / AIUM head and neck",
          "colunas": [
            "Cor",
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            "Critérios práticos"
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                "Verde",
                "Morfologia benigna",
                "Eixo curto ≤8 mm, oval, hilo gorduroso preservado, córtex fino e vascularização hilar ou ausente."
              ]
            },
            {
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                "Eixo curto 8–10 mm, arredondamento isolado, hilo pouco visível, aumento reacional ou divergência entre tamanho e morfologia."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
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                "Vermelho",
                "Suspeito/anormal",
                "Necrose/cisto intranodal, calcificações, vascularização periférica ou caótica, hilo ausente associado, margens irregulares, conglomerado ou crescimento."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "regiao_cervical.c1",
          "grupo": "regiao_cervical",
          "nome": "Região cervical — escopo do exame no Brasil",
          "nota": "Esta tabela evita misturar região cervical com tireoide, glândulas salivares ou Doppler vascular quando o pedido não inclui esses itens.",
          "fonte": "Colégio Brasileiro de Radiologia — Normatização de ultrassonografia",
          "colunas": [
            "Estrutura",
            "Como tratar no laudo",
            "Cor prática"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Linfonodos cervicais centrais e laterais",
                "Incluídos; descrever localização, tamanho e morfologia se visualizados ou alterados.",
                "Verde se morfologia benigna"
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Leito tireoidiano pós-tireoidectomia total",
                "Incluído somente nesse contexto; pesquisar tecido residual, recidiva local e linfonodos suspeitos.",
                "Verde se sem lesão focal"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Lojas paratireoidianas",
                "Avaliar; relatar glândula paratireoide ou grupo muscular principalmente quando houver patologia detectável.",
                "Amarelo se achado depende de exames laboratoriais"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Tireoide e glândulas salivares",
                "No padrão brasileiro, têm códigos/exames próprios; citar se avaliadas por pedido específico ou achado relevante.",
                "Amarelo por escopo"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Doppler e vasos cervicais",
                "Doppler não é parte automática da região cervical; carótidas e jugulares exigem pedido/código próprio.",
                "Amarelo por escopo"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "regiao_cervical.c2",
          "grupo": "regiao_cervical",
          "nome": "Massa ou cisto cervical — sinais de prioridade",
          "nota": "A ultrassonografia é útil, mas massas cervicais adultas persistentes frequentemente exigem avaliação clínica especializada e/ou imagem seccional.",
          "fonte": "ACR Appropriateness Criteria Neck Mass/Adenopathy / AAO-HNS adult neck mass guideline",
          "colunas": [
            "Cor",
            "Achado",
            "Conduta de comunicação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Verde",
                "Achado superficial típico benigno, pequeno, sem componente sólido vascular e sem crescimento documentado.",
                "Descrever e correlacionar com exame físico."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Amarelo",
                "Cisto congênito provável, processo inflamatório ou massa indeterminada sem sinais agressivos.",
                "Sugerir correlação clínica e imagem seccional/seguimento conforme persistência."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Vermelho",
                "Massa persistente em adulto, massa cística em adulto, componente sólido vascular, invasão de planos, abscesso ou massa pulsátil.",
                "Comunicar como achado suspeito/urgente conforme contexto; considerar tomografia, ressonância ou avaliação especializada."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "regiao_cervical.c3",
          "grupo": "regiao_cervical",
          "nome": "Checklist de documentação — região cervical",
          "nota": "Evite siglas curtas no laudo de referência; prefira “eixo curto”, “eixo longo”, “hilo gorduroso” e “vascularização periférica”.",
          "fonte": "AIUM head and neck / ACR-AIUM-SPR-SRU practice parameter",
          "colunas": [
            "Item",
            "Registrar",
            "Por quê"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Localização",
                "Lado, nível/compartimento e relação com marcos anatômicos.",
                "Permite comparação e planejamento de punção ou cirurgia."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Medidas",
                "Três eixos da massa ou linfonodo; no linfonodo, destacar o eixo curto.",
                "Padroniza seguimento e reduz ambiguidade."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Morfologia",
                "Forma, hilo, córtex, ecogenicidade, conteúdo cístico/necrótico, calcificações e margens.",
                "Mais importante que tamanho isolado."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Doppler",
                "Usar para vascularidade de massas localizadas quando solicitado ou clinicamente necessário.",
                "Ajuda, mas não substitui modo B nem contexto clínico."
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "linfonodos",
      "slug": "linfonodos",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/linfonodos",
      "nome": "Linfonodos (geral)",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "linfonodos.0",
          "grupo": "linfonodos",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Eixo curto (cervical normal)",
          "valor": "≤ 10",
          "unidade": "mm",
          "nota": "varia por nível/região",
          "fonte": "Radiology Key / Dr Koh",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "linfonodos.c0",
          "grupo": "linfonodos",
          "nome": "Linfonodo — benigno × suspeito",
          "nota": "Sinais combinados; microcalcificações e necrose cística reforçam suspeita (ex.: metástase de CA papilífero).",
          "fonte": "Radiology Key / PubMed (critérios sonográficos)",
          "colunas": [
            "Sinal",
            "Benigno",
            "Suspeito/maligno"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Forma (eixo curto/longo)",
                "Oval (< 0,5)",
                "Arredondado (≥ 0,5)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Hilo gorduroso",
                "Presente",
                "Ausente"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Córtex",
                "Fino e uniforme",
                "Espessado/excêntrico"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Vascularização",
                "Hilar",
                "Periférica/caótica"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "obstetrico_23tri",
      "slug": "obstetrico-23tri",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/obstetrico-23tri",
      "nome": "Obstétrico — 2º/3º trimestre",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "obstetrico_23tri.0",
          "grupo": "obstetrico_23tri",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Líquido amniótico — ILA",
          "valor": "5–25",
          "unidade": "cm",
          "nota": "maior bolsão vertical normal: 2–8 cm",
          "fonte": "Ultrasoundpaedia / FMF",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "obstetrico_23tri.1",
          "grupo": "obstetrico_23tri",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Biometria (DBP, CC, CA, CF)",
          "valor": "—",
          "unidade": null,
          "nota": "usar tabelas por idade gestacional (Hadlock/FMF) — não há valor único",
          "fonte": "Hadlock / FMF",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "obstetrico_23tri.c0",
          "grupo": "obstetrico_23tri",
          "nome": "Calculadora — líquido amniótico (ILA / maior bolsão)",
          "nota": "A SMFM prefere o maior bolsão vertical (menos falso-positivo de oligoâmnio). Correlacionar com idade gestacional, crescimento e integridade das membranas.",
          "fonte": "Phelan/Moore (AFI) / SMFM / ISUOG",
          "colunas": [
            "Faixa",
            "ILA",
            "Maior bolsão"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Oligoâmnio",
                "≤ 5 cm",
                "< 2 cm"
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Normal",
                "8–18 cm (5–24)",
                "2–8 cm"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Polidrâmnio",
                "≥ 24 cm",
                "≥ 8 cm"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "obstetrico_23tri.c1",
          "grupo": "obstetrico_23tri",
          "nome": "Calculadora — Doppler fetal (umbilical/ACM/RCP)",
          "nota": "Índices são por idade gestacional (referências FMF). Diástole zero/reversa na umbilical é o sinal mais grave.",
          "fonte": "ISUOG Doppler guidelines / Delphi FGR consensus 2016",
          "colunas": [
            "Achado",
            "Leitura"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Umbilical normal, ACM normal",
                "Vigilância de rotina."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "IP umbilical >p95 ou ACM <p5 ou RCP <p5",
                "Redistribuição/resistência: aumentar vigilância."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Diástole umbilical ausente (AEDF)",
                "Insuficiência placentária avançada."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Diástole umbilical reversa (REDF)",
                "Grave: medicina fetal; ducto venoso/parto conforme IG."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "obstetrico_23tri.c2",
          "grupo": "obstetrico_23tri",
          "nome": "Placenta prévia e acretismo (PAS)",
          "nota": "O risco de acretismo sobe muito com placenta prévia sobre cicatriz de cesárea. Documentar a distância borda-orifício e sinais de invasão.",
          "fonte": "FIGO PAS 2019 / ISUOG placenta previa & PAS guideline",
          "colunas": [
            "Situação",
            "Definição/sinal",
            "Conduta"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Placenta normoinserida",
                "Borda ≥2 cm do orifício interno.",
                "Sem restrição por localização."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Placenta baixa",
                "Borda <2 cm do orifício, sem cobrir.",
                "Reavaliar no 3º trimestre."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Placenta prévia",
                "Cobre o orifício interno.",
                "Via alta; planejar parto."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Acretismo (PAS)",
                "Lacunas, perda da linha hipoecoica, hipervascularização, abaulamento (cesárea prévia + prévia).",
                "Centro de referência; equipe multidisciplinar."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "obstetrico_23tri.c3",
          "grupo": "obstetrico_23tri",
          "nome": "Comprimento do colo uterino (parto prematuro)",
          "nota": "Medir por via transvaginal, bexiga vazia, sem compressão excessiva; usar a menor medida de 3. Corte de 25 mm no 2º trimestre.",
          "fonte": "FMF / SMFM / ISUOG cervical assessment",
          "colunas": [
            "Colo (transvaginal)",
            "Leitura"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "≥ 25 mm",
                "Baixo risco de parto prematuro."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "15–24 mm",
                "Encurtado: considerar progesterona/seguimento."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "< 15 mm ou funil/afunilamento",
                "Alto risco: encaminhar; discutir cerclagem/pessário."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "obstetrico_23tri.c4",
          "grupo": "obstetrico_23tri",
          "nome": "Doppler fetal — limiares de alerta",
          "nota": "Índices são por idade gestacional (referências FMF). Diástole zero/reversa na umbilical = grave.",
          "fonte": "FMF (Ciobanu 2019, UOG)",
          "colunas": [
            "Vaso/índice",
            "Anormal",
            "Significado"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "A. umbilical — IP",
                "> p95",
                "resistência placentária ↑"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "A. cerebral média — IP",
                "< p5",
                "redistribuição (brain-sparing)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Relação cérebro-placentária (RCP)",
                "< p10",
                "insuficiência placentária precoce"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "cotovelo",
      "slug": "cotovelo",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/cotovelo",
      "nome": "Cotovelo",
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          "valor": "anterior + lateral + medial + posterior",
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          "nota": "acrescentar nervo ulnar, nervo radial, Doppler e manobras dinâmicas quando a pergunta clínica pedir",
          "fonte": "AIUM/ACR/SPR/SRU 2017; ESSR",
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          "fonte": "AIUM/ACR/SPR/SRU 2017; ESSR",
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        {
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          "valor": "< 4,2",
          "unidade": "mm",
          "nota": "verde se fibrilar e sem dor focal; 4,2 mm ou mais fica amarelo por ser corte prático, não consenso universal isolado",
          "fonte": "Radiology/AJR series; ESSR technique",
          "faixas": []
        },
        {
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          "grupo": "cotovelo",
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          "unidade": "mm²",
          "nota": "32 mm² ou mais apoia epicondilalgia lateral quando há hipoecogenicidade, fissura, calcificação, irregularidade cortical ou dor",
          "fonte": "Radiology/AJR series",
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        {
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          "valor": "sem corte universal",
          "unidade": null,
          "nota": "usar espessura, ecotextura, fibras remanescentes, entesopatia, Doppler e comparação contralateral",
          "fonte": "ESSR; AIUM/ACR/SPR/SRU 2017",
          "faixas": []
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          "id": "cotovelo.5",
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          "valor": "< 8 verde · 8–9,9 amarelo · ≥10 vermelho",
          "unidade": "mm²",
          "nota": "10 mm² ou mais é corte prático amplamente usado; confirmar com sintomas, morfologia, razão com antebraço e condução nervosa quando necessário",
          "fonte": "Bayrak 2009; expert consensus 2021",
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          "nota": "não usar isoladamente; reforça edema focal quando a área absoluta e sintomas concordam",
          "fonte": "Peripheral nerve ultrasound literature",
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          "unidade": null,
          "nota": "qualquer distensão é contextual; parede espessa, debris, gás, hiperemia, ferida ou febre elevam para vermelho",
          "fonte": "AIUM/ACR/SPR/SRU 2017; ESSR",
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          "valor": "não há número único universal",
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          "nota": "derrame é amarelo; com trauma, bloqueio mecânico, febre, cristais, artrite inflamatória ou Doppler intenso pode ser vermelho",
          "fonte": "AIUM/ACR/SPR/SRU 2017",
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          "rotulo": "Bíceps distal e tríceps",
          "valor": "avaliar continuidade, gap e retração",
          "unidade": null,
          "nota": "rotura completa, avulsão ou gap traumático é vermelho; tendinopatia/rotura parcial é amarelo",
          "fonte": "AIUM/ACR/SPR/SRU 2017; ESSR",
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        {
          "id": "cotovelo.10",
          "grupo": "cotovelo",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Ligamentos do cotovelo",
          "valor": "estresse dinâmico quando indicado",
          "unidade": null,
          "nota": "avaliar complexo lateral e ligamento colateral ulnar; abertura dinâmica, avulsão ou instabilidade clínica é vermelho",
          "fonte": "ESSR; AIUM/ACR/SPR/SRU 2017",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "cotovelo.c0",
          "grupo": "cotovelo",
          "nome": "Assistente interativo — ultrassonografia do cotovelo",
          "nota": "O assistente usa cores para separar consenso de normalidade, zona cinzenta e achados claramente anormais. Ele não substitui julgamento clínico, radiografia, ressonância ou eletroneuromiografia quando a pergunta for óssea, intra-articular profunda ou neurofisiológica.",
          "fonte": "AIUM/ACR/SPR/SRU 2017; ESSR; peripheral nerve ultrasound consensus",
          "colunas": [
            "Cor",
            "Quando usar",
            "Conduta didática"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Verde",
                "Medida abaixo do corte prático e morfologia preservada",
                "Registrar o protocolo por compartimentos e comparação quando feita"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Amarelo",
                "Espessamento, pequeno derrame, tendinopatia, bursite simples, Doppler discreto ou achado sem consenso numérico universal",
                "Descrever morfologia, dor, lado oposto e limitação; evitar conclusão absoluta por número isolado"
              ]
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            {
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                "Vermelho",
                "Rotura completa, avulsão, infecção, neuropatia com déficit, massa profunda, bloqueio mecânico ou instabilidade dinâmica",
                "Medir extensão/gap/retração, documentar Doppler/dinâmica e orientar correlação urgente conforme contexto"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "cotovelo.c1",
          "grupo": "cotovelo",
          "nome": "Roteiro anatômico por compartimento",
          "nota": null,
          "fonte": "AIUM/ACR/SPR/SRU 2017; ESSR elbow technical guideline",
          "colunas": [
            "Compartimento",
            "Estruturas obrigatórias",
            "Ponto de atenção"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Anterior",
                "Recesso anterior, articulação úmero-radial/úmero-ulnar, bíceps distal, braquial, vasos e nervos quando indicado",
                "Derrame, sinovite, corpo livre, bursa bicipitorradial e rotura do bíceps distal"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
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                "Lateral",
                "Epicôndilo lateral, tendão extensor comum, complexo ligamentar lateral, cabeça/colo radial e nervo radial",
                "Epicondilalgia lateral, rotura parcial/completa, calcificação, fissura e instabilidade em varo"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Medial",
                "Epicôndilo medial, tendão flexor-pronador, ligamento colateral ulnar e nervo ulnar no túnel cubital",
                "Avaliar flexão/extensão do nervo e estresse em valgo quando indicado"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Posterior",
                "Tríceps, olecrano, bursa olecraniana e recesso posterior",
                "Bursite, rotura do tríceps, impacto posterior, osteófito e corpo livre"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Nervos e dinâmica",
                "Nervo ulnar, nervo radial e ramo interósseo posterior conforme sintomas",
                "Área seccional, calibre proximal/distal, compressão focal, subluxação e ressalto do tríceps"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "cotovelo.c2",
          "grupo": "cotovelo",
          "nome": "Tendões e ligamentos — leitura por cores",
          "nota": null,
          "fonte": "ESSR; AIUM/ACR/SPR/SRU 2017",
          "colunas": [
            "Estrutura",
            "Verde",
            "Amarelo",
            "Vermelho"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Tendão extensor comum",
                "fibrilar, fino, sem dor focal",
                "espessura ≥4,2 mm, área ≥32 mm², hipoecogenicidade, calcificação ou fissura pequena",
                "rotura extensa/completa, avulsão ou gap traumático"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Tendão flexor-pronador comum",
                "fibrilar e simétrico",
                "tendinopatia, entesopatia, calcificação ou rotura parcial",
                "rotura extensa/completa ou avulsão medial"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
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                "Bíceps distal",
                "continuidade até a tuberosidade radial",
                "tendinopatia, bursite bicipitorradial ou rotura parcial",
                "rotura completa, retração ou avulsão"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
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                "Tríceps",
                "fibrilar, inserção preservada",
                "tendinopatia, entesófito ou rotura parcial",
                "rotura completa, avulsão ou déficit extensor"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Ligamento colateral ulnar e complexo lateral",
                "contínuos e sem abertura dinâmica",
                "espessamento, dor e laxidade leve/contextual",
                "avulsão, abertura dinâmica, atleta arremessador sintomático ou instabilidade clínica"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "cotovelo.c3",
          "grupo": "cotovelo",
          "nome": "Nervos, Doppler e manobras dinâmicas",
          "nota": null,
          "fonte": "ESSR; peripheral nerve ultrasound consensus",
          "colunas": [
            "Item",
            "Verde",
            "Amarelo",
            "Vermelho"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Nervo ulnar — área seccional",
                "<8 mm² e fascicular",
                "8–9,9 mm² ou razão elevada sem déficit",
                "≥10 mm², compressão focal, ampulheta ou déficit motor"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Dinâmica do nervo ulnar",
                "estável na flexão/extensão",
                "subluxação assintomática ou ressalto leve",
                "luxação sintomática, ressalto do tríceps doloroso ou déficit neurológico"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Doppler",
                "sem hiperemia",
                "hiperemia discreta/moderada em tendinopatia, bursa ou sinovite",
                "hiperemia intensa com febre, ferida, bursa complexa ou artrite séptica possível"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Nervo radial ou ramo interósseo posterior",
                "fascicular, sem compressão",
                "espessamento ou dor sem déficit",
                "déficit motor, compressão por massa/cisto ou denervação suspeita"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "cotovelo.c4",
          "grupo": "cotovelo",
          "nome": "Diagnósticos diferenciais úteis no cotovelo",
          "nota": null,
          "fonte": "AIUM/ACR/SPR/SRU 2017; ESSR",
          "colunas": [
            "Sintoma dominante",
            "Possibilidades comuns",
            "O que o ultrassom deve procurar"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Dor lateral",
                "epicondilalgia lateral, lesão do complexo lateral, artrose radiocapitelar, nervo radial",
                "tendão extensor comum, calcificações, cortical, ligamento e ramo interósseo posterior"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Dor medial",
                "epicondilalgia medial, ligamento colateral ulnar, nervo ulnar, arremessador",
                "tendão flexor-pronador, estresse em valgo, área do nervo ulnar e dinâmica"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Dor posterior ou aumento de volume",
                "bursite olecraniana, gota, infecção, tríceps, impacto posterior",
                "bursa, parede, debris, Doppler, tríceps e recesso posterior"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Trauma com estalido",
                "rotura do bíceps distal, tríceps, avulsão, fratura oculta",
                "continuidade tendínea, gap, retração, derrame e cortical; radiografia se suspeita óssea"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Parestesia ou fraqueza",
                "neuropatia ulnar, radial ou compressão por massa/cisto",
                "área seccional, calibre, compressão focal, dinâmica, massa e músculos denervados"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Rigidez, bloqueio ou derrame",
                "sinovite, corpo livre, cristais, osteoartrose, artrite infecciosa",
                "recessos, Doppler, erosões, corpo livre visível e sinais de alerta sistêmico"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "cotovelo.c5",
          "grupo": "cotovelo",
          "nome": "Checklist didático do laudo de cotovelo",
          "nota": null,
          "fonte": "AIUM/ACR/SPR/SRU 2017; ESSR",
          "colunas": [
            "Etapa",
            "Registrar"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "1. Indicação e lado",
                "dor lateral, medial, posterior, anterior, trauma, neuropatia, reumatologia, pós-operatório ou procedimento"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "2. Compartimentos",
                "anterior, lateral, medial e posterior; declarar se algum não foi avaliado"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "3. Tendões e ligamentos",
                "espessura, ecotextura, fibras remanescentes, calcificação, gap, retração, entese e estresse dinâmico"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "4. Nervos e Doppler",
                "nervo ulnar, nervo radial/ramo interósseo posterior, área seccional, dinâmica e hiperemia"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "5. Limitações",
                "ultrassom não substitui radiografia/ressonância para osso profundo, cartilagem, corpo livre intra-articular profundo ou instabilidade complexa"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "partes_moles",
      "slug": "partes-moles",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/partes-moles",
      "nome": "Pele / subcutâneo",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "partes_moles.c0",
          "grupo": "partes_moles",
          "nome": "Lesões superficiais — aspecto típico",
          "nota": "US p/ lipoma: sens. ~95% / espec. ~94%; cisto epidérmico: sens. ~80% / espec. ~95%. Sinais de alarme (sólido > 5 cm, vascularização caótica, crescimento) → investigar tumor.",
          "fonte": "SRU Consensus 2021 (Radiology) / KJR",
          "colunas": [
            "Lesão",
            "Aspecto ao US"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Lipoma",
                "Oval, compressível, iso/hiperecoico, septos lineares paralelos à pele, pouca vascularização"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Cisto epidérmico/sebáceo",
                "Subcutâneo bem definido, conteúdo variável (anecoico→sólido), \"submarine sign\", reforço posterior"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "lipedema_linfedema",
      "slug": "lipedema-linfedema",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/lipedema-linfedema",
      "nome": "Lipedema / linfedema",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "lipedema_linfedema.0",
          "grupo": "lipedema_linfedema",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Espessura do subcutâneo — coxa (comparação)",
          "valor": "sem corte universal",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Muito dependente do IMC; o que importa é a simetria e o gradiente coxa→tornozelo. No lipedema o subcutâneo é desproporcionalmente espesso, simétrico e sem líquido.",
          "fonte": "Naouri J Eur Acad Dermatol 2010 / Consenso europeu 2020",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "lipedema_linfedema.1",
          "grupo": "lipedema_linfedema",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Espessura dérmica",
          "valor": "≤ ~2",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Espessamento dérmico com líquido subcutâneo favorece linfedema, não lipedema puro.",
          "fonte": "Suehiro (US do linfedema) / EFSUMB",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "usual",
              "valor": "≤2 mm",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "limítrofe",
              "valor": "2–3 mm",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "espessada (componente linfático)",
              "valor": ">3 mm",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "lipedema_linfedema.2",
          "grupo": "lipedema_linfedema",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Líquido subcutâneo (fendas/lagos anecoicos)",
          "valor": "ausente no lipedema puro",
          "unidade": null,
          "nota": "Padrão em \"paralelepípedo\" ou lagos anecoicos indica componente linfático (linfedema ou lipolinfedema).",
          "fonte": "ISL Consensus 2020 / EFSUMB",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "lipedema_linfedema.c0",
          "grupo": "lipedema_linfedema",
          "nome": "Calculadora — apoio ao lipedema (clínico + US)",
          "nota": "Lipedema é diagnóstico clínico. Não há classificação ultrassonográfica validada única; o US documenta o subcutâneo e afasta linfedema.",
          "fonte": "Consenso europeu de lipedema 2020 (Phlebology) / Diretriz S1 alemã 2017",
          "colunas": [
            "Cor",
            "Leitura prática"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Verde",
                "Padrão consistente com lipedema: gordura hipoecoica difusa, simétrica, sem líquido; pé poupado; Stemmer negativo."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Amarelo",
                "Provável, mas com sobreposição/estágio avançado — documentar e correlacionar com a clínica."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Vermelho",
                "Sinais de líquido/linfedema (fendas, lagos, pé acometido, Stemmer positivo): lipolinfedema — encaminhar para linfoterapia."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "lipedema_linfedema.c1",
          "grupo": "lipedema_linfedema",
          "nome": "Estágios clínicos do lipedema",
          "nota": "O estágio clínico é da pele/tecido; a dor, a fadiga e o impacto funcional não seguem necessariamente o estágio. Tipos 1–5 descrevem a distribuição (quadril, coxa, panturrilha, braços).",
          "fonte": "Consenso europeu 2020 / Wold-Allen 1951",
          "colunas": [
            "Estágio",
            "Superfície da pele",
            "Subcutâneo"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "I",
                "Lisa, regular",
                "Espessado e uniforme, gordura hipoecoica homogênea"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "II",
                "Irregular, \"colchão\", nódulos palpáveis",
                "Nódulos e septos mais evidentes"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "III",
                "Lobos de gordura deformantes",
                "Grandes lobos, distorção do contorno"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "IV",
                "Lipedema + linfedema (lipolinfedema)",
                "Gordura + líquido/fibrose; pé pode ser acometido"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "lipedema_linfedema.c2",
          "grupo": "lipedema_linfedema",
          "nome": "Calculadora — estadiamento do linfedema (ISL)",
          "nota": "O US complementa a clínica; a linfocintilografia continua sendo o padrão para confirmar disfunção linfática.",
          "fonte": "ISL Consensus 2020 (Lymphology)",
          "colunas": [
            "Cor",
            "Leitura prática"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Verde",
                "Sem sinais US de linfedema (sem líquido, dérmis normal)."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Amarelo",
                "Edema inicial/reversível: fendas finas, Stemmer positivo, ainda depressível."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Vermelho",
                "Estabelecido: lagos anecoicos, dérmis espessada, fibrose (não depressível)."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "lipedema_linfedema.c3",
          "grupo": "lipedema_linfedema",
          "nome": "Estágios ISL do linfedema",
          "nota": "Estadiamento ISL é clínico; o US ajuda a graduar o líquido/fibrose e a monitorar a terapia descongestiva.",
          "fonte": "ISL Consensus 2020",
          "colunas": [
            "Estágio",
            "Clínica",
            "US típico"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "0",
                "Latente/subclínico (sem edema visível)",
                "Sem líquido; pode haver leve espessamento"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "I",
                "Edema que reduz com elevação (cacifo)",
                "Fendas finas subcutâneas"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "II",
                "Não reduz espontaneamente; fibrose crescente",
                "Lagos anecoicos, dérmis espessada"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "III",
                "Elefantíase, alterações cutâneas",
                "Fibrose densa, líquido variável"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "lipedema_linfedema.c4",
          "grupo": "lipedema_linfedema",
          "nome": "Lipedema × linfedema — como diferenciar",
          "nota": "A coexistência (lipolinfedema) é comum em estágios avançados. Na dúvida, some os achados e considere linfocintilografia.",
          "fonte": "Consenso europeu 2020 / ISL 2020",
          "colunas": [
            "Característica",
            "Lipedema",
            "Linfedema"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Simetria",
                "Bilateral e simétrico",
                "Frequentemente assimétrico/unilateral"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Pé/dorso",
                "Poupado (sinal do manguito)",
                "Acometido"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Sinal de Stemmer",
                "Negativo",
                "Positivo"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Dor à pressão",
                "Típica",
                "Menos comum"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Líquido subcutâneo ao US",
                "Ausente",
                "Presente (paralelepípedo/lagos)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Espessamento dérmico",
                "Ausente/discreto",
                "Presente"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "ecocardiograma",
      "slug": "ecocardiograma",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/ecocardiograma",
      "nome": "Ecocardiograma (transtorácico)",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "ecocardiograma.0",
          "grupo": "ecocardiograma",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Fração de ejeção do VE (FEVE)",
          "valor": "≥ 53",
          "unidade": "%",
          "nota": "normal ♂ 52–72 · ♀ 54–74",
          "fonte": "ASE 2015 (Lang et al.)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "ecocardiograma.1",
          "grupo": "ecocardiograma",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Diâmetro diastólico do VE (DDVE)",
          "valor": "♂ 42–58 · ♀ 38–52",
          "unidade": "mm",
          "nota": null,
          "fonte": "ASE 2015",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "ecocardiograma.2",
          "grupo": "ecocardiograma",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Septo / parede posterior (diástole)",
          "valor": "6–10",
          "unidade": "mm",
          "nota": null,
          "fonte": "ASE 2015",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "ecocardiograma.3",
          "grupo": "ecocardiograma",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Átrio esquerdo — diâmetro",
          "valor": "♂ ≤ 40 · ♀ ≤ 38",
          "unidade": "mm",
          "nota": "volume indexado ≤ 34 mL/m²",
          "fonte": "ASE 2015",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "ecocardiograma.4",
          "grupo": "ecocardiograma",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Raiz da aorta (seios de Valsalva)",
          "valor": "♂ ≤ 40 · ♀ ≤ 36",
          "unidade": "mm",
          "nota": "idealmente indexar pela superfície corporal",
          "fonte": "ASE 2015",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": []
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "transcraniano",
      "slug": "transcraniano",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/transcraniano",
      "nome": "Doppler transcraniano / ONSD",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "transcraniano.0",
          "grupo": "transcraniano",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "ACM — velocidade média",
          "valor": "< 120",
          "unidade": "cm/s",
          "nota": "> 120 suspeita vasoespasmo; > 200 crítico",
          "fonte": "StatPearls",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "transcraniano.1",
          "grupo": "transcraniano",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Bainha do nervo óptico (ONSD)",
          "valor": "≤ 5",
          "unidade": "mm",
          "nota": "> 5,8 mm sugere hipertensão intracraniana",
          "fonte": "POCUS Atlas / touchNEUROLOGY",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "transcraniano.c0",
          "grupo": "transcraniano",
          "nome": "Índice de Lindegaard (ACM/ACI) — vasoespasmo",
          "nota": null,
          "fonte": "J Vasc Surg / StatPearls",
          "colunas": [
            "Razão",
            "Interpretação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "< 3",
                "Hiperêmico / normal"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "3–4,5",
                "Vasoespasmo leve"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "4,5–6",
                "Vasoespasmo moderado"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "> 6",
                "Vasoespasmo grave"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "ocular",
      "slug": "ocular",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/ocular",
      "nome": "Ocular / oftalmológica",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "ocular.0",
          "grupo": "ocular",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Técnica segura — exame através da pálpebra",
          "valor": "gel abundante, transdutor linear, sem pressão direta, preset ocular",
          "unidade": null,
          "nota": "O transdutor deve flutuar sobre o gel. Em trauma, dor intensa ou suspeita de perfuração, a prioridade é não comprimir o globo ocular.",
          "fonte": "StatPearls Ocular Ultrasound / ACEP Sonoguide",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "seguro",
              "valor": "sem pressão + preset ocular",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "limitação técnica",
              "valor": "sem preset ocular ou janela ruim",
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "não comprimir",
              "valor": "suspeita de globo aberto",
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "ocular.1",
          "grupo": "ocular",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Varredura mínima para aprender a anatomia",
          "valor": "planos transversal e longitudinal, olho em repouso e com movimentos suaves",
          "unidade": null,
          "nota": "Identifique cristalino, vítreo, retina, parede posterior, nervo óptico e espaço atrás do globo antes de procurar patologia.",
          "fonte": "University of Iowa EyeRounds / EyeWiki",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "ocular.2",
          "grupo": "ocular",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Bainha do nervo óptico — adulto",
          "valor": "≤ 5,0",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Medir 3 mm atrás da retina/parede posterior do globo; idealmente medir os dois olhos e interpretar com clínica neurológica.",
          "fonte": "ACEP Sonoguide / StatPearls / revisão de bainha do nervo óptico",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "normal consensual",
              "valor": "≤5,0 mm",
              "min": null,
              "max": null,
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              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "limítrofe ou divergente",
              "valor": ">5,0–5,7 mm",
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              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "alto risco para pressão intracraniana elevada",
              "valor": "≥5,8 mm",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "ocular.3",
          "grupo": "ocular",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Bainha do nervo óptico — criança",
          "valor": "≤ 4,5 em 1–15 anos; ≤ 4,0 em menor de 1 ano",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Pontos de corte pediátricos variam; use como triagem, não como diagnóstico isolado de pressão intracraniana.",
          "fonte": "ACEP Sonoguide / revisão de bainha do nervo óptico",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "normal consensual",
              "valor": "≤4,5 mm criança; ≤4,0 mm lactente",
              "min": null,
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              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "limítrofe",
              "valor": "até ~0,5 mm acima do corte",
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "anormal provável",
              "valor": "claramente acima do corte + clínica",
              "min": null,
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "ocular.4",
          "grupo": "ocular",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Elevação do disco óptico",
          "valor": "≤ 0,6",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Elevação acima de 0,6 mm favorece papiledema no contexto adequado; drusas do disco podem simular pseudopapiledema.",
          "fonte": "StatPearls Ocular Ultrasound / estudos de papiledema",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "sem elevação relevante",
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              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "zona cinzenta",
              "valor": "0,4–0,6 mm",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "suspeito para papiledema",
              "valor": ">0,6 mm",
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "ocular.5",
          "grupo": "ocular",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Comprimento axial do olho adulto",
          "valor": "~22–24,5",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Varia com refração, população e método. Valores muito longos sugerem miopia axial; valores curtos podem ocorrer em hipermetropia ou olhos pequenos.",
          "fonte": "EyeWiki / Scientific Reports axial length",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "faixa usual adulta",
              "valor": "22–24,5 mm",
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              "incluiMin": true,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "fora da média, correlacionar refração",
              "valor": "20,5–21,9 ou 24,6–26,4 mm",
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              "incluiMin": true,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "marcadamente fora da faixa",
              "valor": "<20,5 ou ≥26,5 mm",
              "min": null,
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "ocular.6",
          "grupo": "ocular",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Segmento posterior normal",
          "valor": "vítreo anecoico; retina fina e contínua na parede posterior; disco óptico como referência",
          "unidade": null,
          "nota": "Movimento dinâmico do olho ajuda a separar membranas verdadeiras de ecos móveis no vítreo.",
          "fonte": "StatPearls / ACEP Sonoguide / EyeWiki",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "ocular.7",
          "grupo": "ocular",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Massa intraocular — medidas obrigatórias",
          "valor": "base, altura, localização, refletividade, sombra e vascularidade quando indicada",
          "unidade": null,
          "nota": "Massa sólida, crescimento, calcificação em criança ou descolamento associado pedem avaliação oftalmológica especializada.",
          "fonte": "EyeWiki / revisão de ultrassonografia oftalmológica",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "sem massa",
              "valor": "parede regular",
              "min": null,
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              "incluiMax": true,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "lesão indeterminada",
              "valor": "documentar e comparar",
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "alto risco",
              "valor": "massa sólida, vascularizada, calcificada em criança ou em crescimento",
              "min": null,
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            }
          ]
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "ocular.c0",
          "grupo": "ocular",
          "nome": "Assistente interativo — ultrassonografia ocular",
          "nota": "O botão Limpar reinicia o cálculo. A saída é uma triagem didática para padronizar raciocínio e comunicação; emergências oculares continuam dependentes de avaliação especializada.",
          "fonte": "StatPearls / ACEP Sonoguide / EyeWiki",
          "colunas": [
            "Saída",
            "Cor",
            "Leitura"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Normal provável",
                "Verde",
                "Sem alerta, medidas dentro da faixa e segmento posterior sem membranas patológicas."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Atenção / indeterminado",
                "Amarelo",
                "Medida limítrofe, vítreo com ecos móveis, descolamento posterior do vítreo, técnica limitada ou indicação de trauma sem sinais de globo aberto."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Urgente",
                "Vermelho",
                "Suspeita de globo aberto, descolamento de retina, corpo estranho, ausência de fluxo na artéria central da retina, hematoma retrobulbar, luxação do cristalino ou pressão intracraniana provável."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "ocular.c1",
          "grupo": "ocular",
          "nome": "Mapa anatômico para leigos e aprendizes",
          "nota": null,
          "fonte": "EyeWiki / StatPearls / ACEP Sonoguide",
          "colunas": [
            "Estrutura",
            "Como aparece",
            "Por que importa"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Cristalino",
                "Estrutura biconvexa logo atrás da íris; normalmente centrada.",
                "Subluxação ou luxação pode ocorrer no trauma e altera visão."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Vítreo",
                "Conteúdo escuro/anecoico que preenche a maior parte do olho.",
                "Ecos móveis sugerem sangue, inflamação ou degeneração vítrea."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Retina",
                "Linha fina junto à parede posterior; quando descola, vira membrana mais espessa presa ao disco óptico.",
                "Descolamento de retina é emergência, principalmente se a mácula ainda estiver aplicada."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Coroide",
                "Camada vascular profunda; descolamentos costumam ser convexos e não cruzam o disco óptico.",
                "Ajuda a diferenciar descolamento coroideano de descolamento de retina."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Nervo óptico e sua bainha",
                "Estrutura escura atrás do globo; a bainha é medida 3 mm atrás da parede posterior.",
                "Aumento pode acompanhar pressão intracraniana elevada."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Artéria central da retina",
                "Fluxo ao Doppler dentro do nervo óptico, entrando no olho.",
                "Ausência/redução importante no contexto certo sugere oclusão arterial."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "ocular.c2",
          "grupo": "ocular",
          "nome": "Técnica segura passo a passo",
          "nota": null,
          "fonte": "ACEP Sonoguide / University of Iowa EyeRounds / StatPearls",
          "colunas": [
            "Passo",
            "Fazer",
            "Evitar"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Antes de tocar",
                "Perguntar por trauma penetrante, cirurgia recente, dor intensa ou deformidade do globo.",
                "Pressão se houver suspeita de globo aberto."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Preparar",
                "Camada espessa de gel sobre a pálpebra fechada e transdutor linear.",
                "Contato seco ou compressão para “melhorar” a imagem."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Configurar",
                "Preset ocular/baixo índice mecânico e térmico quando disponível.",
                "Usar potência alta desnecessária."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Varredura",
                "Planos horizontal e vertical, com movimentos suaves do olhar para avaliar mobilidade.",
                "Concluir sem avaliar quadrantes e sem testar movimento."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Medir",
                "Bainha do nervo óptico 3 mm atrás da retina; comprimento axial no eixo visual quando indicado.",
                "Medir oblíquo ou em imagem fora do eixo."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "ocular.c3",
          "grupo": "ocular",
          "nome": "Retina, vítreo e coroide — como diferenciar",
          "nota": null,
          "fonte": "ACEP Sonoguide / StatPearls / EyeWiki",
          "colunas": [
            "Achado",
            "Pista ultrassonográfica",
            "Conduta sugerida"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Segmento posterior normal",
                "Vítreo escuro, sem membrana; retina aplicada à parede.",
                "Correlacionar com exame clínico."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Hemorragia vítrea",
                "Ecos móveis heterogêneos, mais evidentes com ganho alto e movimento do olho.",
                "Avaliar retina escondida; orientar oftalmologia conforme clínica."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Descolamento posterior do vítreo",
                "Membrana fina, muito móvel, que não fica presa ao disco óptico e pode cruzar a linha média.",
                "Diferenciar de retina; retorno urgente se flashes, campo escuro ou piora."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Descolamento de retina",
                "Membrana mais espessa, presa ao disco óptico, frequentemente em V ou funil.",
                "Avaliação oftalmológica urgente; macula aplicada é mais tempo-sensível."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Descolamento coroideano",
                "Membranas convexas espessas, podem parecer “kissing”, poupam o disco óptico.",
                "Correlacionar trauma, cirurgia, hipotonia ou inflamação; avaliação especializada."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "ocular.c4",
          "grupo": "ocular",
          "nome": "Emergências e alertas no ultrassom ocular",
          "nota": null,
          "fonte": "ACEP Sonoguide / StatPearls",
          "colunas": [
            "Situação",
            "Achados úteis",
            "Mensagem prática"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Globo aberto / ruptura ocular",
                "Contorno irregular, câmara anterior alterada, conteúdo extravasado; pode haver corpo estranho.",
                "Não comprimir. Interromper exame se a suspeita for alta."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Corpo estranho intraocular",
                "Foco muito ecogênico com sombra ou reverberação.",
                "Tratar como trauma penetrante até prova em contrário."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Luxação do cristalino",
                "Cristalino deslocado para câmara vítrea ou anterior, fora do eixo esperado.",
                "Associar a trauma, síndrome do tecido conjuntivo ou cirurgia."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Hematoma retrobulbar",
                "Coleção atrás do globo, proptose; globo pode assumir formato em “ponta”.",
                "Emergência orbitária se houver dor, proptose ou queda visual."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Oclusão da artéria central da retina",
                "Fluxo ausente ou muito reduzido; às vezes foco hiperecogênico embólico perto do disco.",
                "Janela terapêutica curta; comunicação imediata."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Celulite orbitária / abscesso",
                "Espessamento de partes moles, coleção, restrição de movimento, dor.",
                "Ultrassom ajuda, mas tomografia/oftalmologia podem ser necessários."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "ocular.c5",
          "grupo": "ocular",
          "nome": "Bainha do nervo óptico e papiledema — leitura por cores",
          "nota": "Esses cortes não substituem avaliação neurológica. Hidratação, hipercapnia, técnica, eixo da imagem e doença ocular podem alterar a medida.",
          "fonte": "ACEP Sonoguide / StatPearls / revisão de bainha do nervo óptico",
          "colunas": [
            "Medida",
            "Verde",
            "Amarelo",
            "Vermelho"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Adulto",
                "≤5,0 mm",
                ">5,0–5,7 mm",
                "≥5,8 mm"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Criança 1–15 anos",
                "≤4,5 mm",
                "4,6–5,0 mm",
                ">5,0 mm + clínica"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Menor de 1 ano",
                "≤4,0 mm",
                "4,1–4,5 mm",
                ">4,5 mm + clínica"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Elevação do disco óptico",
                "<0,4 mm",
                "0,4–0,6 mm",
                ">0,6 mm"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "ocular.c6",
          "grupo": "ocular",
          "nome": "Biometria e massas — o que documentar",
          "nota": null,
          "fonte": "EyeWiki / Ophthalmologic ultrasound reviews",
          "colunas": [
            "Uso",
            "Documentar",
            "Atenção"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Biometria ocular",
                "Comprimento axial, método, olho direito/esquerdo e qualidade da medida.",
                "Diferença entre olhos e refração."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Meios opacos",
                "Catarata densa, hemorragia ou opacidade que impede fundoscopia.",
                "Ultrassom avalia retina oculta, mas não substitui exame completo."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Massa melanocítica ou sólida",
                "Base, altura, forma, refletividade, sombra, líquido sub-retiniano e vascularidade.",
                "Crescimento ou sinais de atividade exigem especialista."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Criança com massa/calcificação",
                "Massa intraocular ecogênica, calcificação ou descolamento associado.",
                "Pensar em retinoblastoma até prova em contrário."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "ocular.c7",
          "grupo": "ocular",
          "nome": "Checklist didático do laudo ocular",
          "nota": null,
          "fonte": "StatPearls / ACEP Sonoguide / EyeWiki",
          "colunas": [
            "Item",
            "Pergunta que o laudo deve responder"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Segurança/técnica",
                "Foi exame transpalpebral, sem pressão, com limitação por dor/trauma?"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Globo ocular",
                "Contorno, volume e câmara anterior estão preservados?"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Cristalino",
                "Está centrado ou há subluxação/luxação?"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Vítreo",
                "Está anecoico ou há ecos móveis compatíveis com sangue/inflamação?"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Retina/coroide",
                "Há membrana? Ela fica presa ao disco óptico ou poupa o disco?"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Nervo óptico",
                "Bainha e disco foram medidos quando havia indicação neurológica?"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Doppler",
                "Fluxo da artéria central da retina foi avaliado quando havia perda visual aguda?"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Conclusão",
                "A conclusão separa normal, indeterminado e urgente, com recomendação objetiva?"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "pocus_uti_emergencia",
      "slug": "pocus-uti-emergencia",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/pocus-uti-emergencia",
      "nome": "POCUS beira-leito / UTI / emergência",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "pocus_uti_emergencia.0",
          "grupo": "pocus_uti_emergencia",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Veia cava inferior — diâmetro e variação respiratória",
          "valor": "≤2,1 cm + >50%",
          "unidade": null,
          "nota": "Padrão ecocardiográfico para estimar pressão atrial direita em respiração espontânea; não usar isoladamente para decidir volume, especialmente em ventilação mecânica, atletas, hipertensão pulmonar ou disfunção do ventrículo direito.",
          "fonte": "ASE right-heart guideline / ASE POCUS nomenclature",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "pressão direita baixa ou normal",
              "valor": "≤2,1 cm e colapso >50%",
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            {
              "status": "yellow",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "congestão provável no contexto agudo",
              "valor": ">2,1 cm e colapso <50% + clínica",
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          ]
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        {
          "id": "pocus_uti_emergencia.1",
          "grupo": "pocus_uti_emergencia",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Veia cava inferior — distensibilidade em pressão positiva",
          "valor": "≥18",
          "unidade": "%",
          "nota": "Em ventilação com pressão positiva, variação elevada pode sugerir responsividade a volume em alguns estudos, mas depende de ritmo, volume corrente, pressão, complacência pulmonar, pressão abdominal e função do ventrículo direito.",
          "fonte": "ICU IVC distensibility studies / critical-care POCUS reviews",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "baixa variação",
              "valor": "<18%",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "possível responsividade",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "não usar isoladamente se choque grave",
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          ]
        },
        {
          "id": "pocus_uti_emergencia.2",
          "grupo": "pocus_uti_emergencia",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "FAST/eFAST — janelas mínimas",
          "valor": "pericárdio, quadrante superior direito, quadrante superior esquerdo, pelve, pleuras e deslizamento pulmonar",
          "unidade": null,
          "nota": "O objetivo é detectar líquido livre pericárdico, pleural ou intraperitoneal e pneumotórax. Em trauma instável, qualquer achado positivo muda prioridade de ressuscitação e equipe.",
          "fonte": "ACEP Sonoguide FAST/eFAST / ATLS practice",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "completo e negativo",
              "valor": "todas as janelas avaliadas sem líquido ou pneumotórax",
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "incompleto ou seriado",
              "valor": "janela ruim, achado duvidoso ou repetir",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "positivo em instabilidade",
              "valor": "líquido livre, hemotórax, pneumotórax ou pericárdio",
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          ]
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        {
          "id": "pocus_uti_emergencia.3",
          "grupo": "pocus_uti_emergencia",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Derrame pericárdico — espessura diastólica",
          "valor": "<1 / 1–2 / >2",
          "unidade": "cm",
          "nota": "Classificação didática: pequeno, moderado e grande. A gravidade não depende só da espessura: colapso de câmaras direitas, veia cava túrgida, variação respiratória exagerada e instabilidade sugerem tamponamento.",
          "fonte": "ACEP cardiac tamponade / ASE POCUS cardiac nomenclature",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "sem derrame",
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            {
              "status": "yellow",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "alto risco",
              "valor": ">2 cm, hemopericárdio ou sinais de tamponamento",
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          ]
        },
        {
          "id": "pocus_uti_emergencia.4",
          "grupo": "pocus_uti_emergencia",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Pulmão — linhas B",
          "valor": "≥3",
          "unidade": "por espaço intercostal ou campo",
          "nota": "Menos de três linhas B em um espaço costuma ser normal. Padrão bilateral difuso favorece edema; padrão focal favorece pneumonia, contusão, infarto, atelectasia ou doença pleural.",
          "fonte": "ACEP Lung Sonoguide / international lung ultrasound recommendations",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "pulmão aerado",
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            {
              "status": "yellow",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "edema difuso com insuficiência respiratória",
              "valor": "padrão bilateral + clínica",
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          ]
        },
        {
          "id": "pocus_uti_emergencia.5",
          "grupo": "pocus_uti_emergencia",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Pneumotórax — sinais principais",
          "valor": "deslizamento ausente, linhas B ausentes, código de barras e ponto pulmonar",
          "unidade": null,
          "nota": "Deslizamento pleural presente exclui pneumotórax naquele ponto. Ponto pulmonar é muito específico no contexto correto; ausência de deslizamento isolada não é específica.",
          "fonte": "ACEP Lung Sonoguide / BLUE protocol",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "deslizamento presente",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "deslizamento ausente isolado",
              "valor": "pode ser atelectasia, apneia, intubação seletiva ou aderência",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "pneumotórax provável",
              "valor": "ponto pulmonar ou código de barras + clínica",
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          ]
        },
        {
          "id": "pocus_uti_emergencia.6",
          "grupo": "pocus_uti_emergencia",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Líquido livre abdominal em trauma",
          "valor": "qualquer líquido livre é FAST positivo",
          "unidade": null,
          "nota": "FAST é mais útil no paciente instável. No estável, FAST negativo não exclui lesão abdominal; considerar tomografia, observação e exame seriado conforme protocolo.",
          "fonte": "ACEP FAST Sonoguide / FAST reviews",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "sem líquido nas janelas avaliadas",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "traço ou janela limitada",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "líquido livre em instabilidade",
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          ]
        },
        {
          "id": "pocus_uti_emergencia.7",
          "grupo": "pocus_uti_emergencia",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Aorta abdominal no POCUS — maior diâmetro externo",
          "valor": "<3,0",
          "unidade": "cm",
          "nota": "Medir de parede externa a parede externa, varrendo aorta proximal, média e distal até a bifurcação. Aneurisma é definido a partir de 3,0 cm; 2,5–2,9 cm fica como ectasia/limítrofe.",
          "fonte": "ACEP Aorta Sonoguide / vascular ultrasound reviews",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "sem aneurisma se exame completo",
              "valor": "<2,5 cm",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "ectasia ou zona de comparação",
              "valor": "2,5–2,9 cm",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "aneurisma abdominal",
              "valor": "≥3,0 cm",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pocus_uti_emergencia.8",
          "grupo": "pocus_uti_emergencia",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Compressão venosa proximal para trombose",
          "valor": "paredes devem tocar",
          "unidade": null,
          "nota": "Veia femoral comum, femoral/profunda na junção e poplítea devem colabar completamente com compressão perpendicular. Veia proximal não compressível é achado anormal; exame incompleto deve ser repetido ou complementado conforme risco.",
          "fonte": "ACEP DVT Sonoguide / emergency compression ultrasound literature",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "compressível",
              "valor": "paredes encostam nos pontos avaliados",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
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              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "indeterminado",
              "valor": "dor, obesidade, compressão oblíqua ou janela incompleta",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
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              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "não compressível",
              "valor": "compatível com trombose venosa profunda proximal",
              "min": null,
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              "incluiMin": true,
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "pocus_uti_emergencia.9",
          "grupo": "pocus_uti_emergencia",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Escore pulmonar semiquantitativo",
          "valor": "0–36",
          "unidade": null,
          "nota": "Quando o serviço usa 12 zonas, cada zona recebe 0 a 3: linhas A ou até duas linhas B, três ou mais linhas B, linhas B coalescentes e consolidação. O corte de gravidade varia por população; use principalmente para tendência e perda de aeração.",
          "fonte": "ACEP Lung Sonoguide / lung ultrasound score literature",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "baixo nos campos preenchidos",
              "valor": "0–5",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
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              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "intermediário / acompanhar tendência",
              "valor": "6–15",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "alto em contexto respiratório",
              "valor": ">15 + clínica",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pocus_uti_emergencia.10",
          "grupo": "pocus_uti_emergencia",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Procedimentos guiados à beira-leito",
          "valor": "janela segura + profundidade + vasos",
          "unidade": null,
          "nota": "Para acesso vascular, toracocentese, paracentese, pericardiocentese e drenagens, registrar alvo, profundidade, trajeto da agulha, estruturas a evitar, Doppler quando útil e complicações imediatas.",
          "fonte": "ACEP POCUS guidelines / ACEP procedural ultrasound guidance",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "pocus_uti_emergencia.c0",
          "grupo": "pocus_uti_emergencia",
          "nome": "Calculadora — função diafragmática (POCUS)",
          "nota": "FE% = (espessura inspiratória − expiratória)/expiratória. Útil no desmame difícil, dispneia inexplicada e suspeita de paralisia frênica. Baixo esforço na ventilação mecânica reduz a FE sem doença.",
          "fonte": "Boon (Muscle Nerve) / ATS diaphragm US reviews",
          "colunas": [
            "Parâmetro",
            "Normal",
            "Disfunção"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Fração de espessamento",
                "≥ 30%",
                "< 20%"
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Espessura expiratória",
                "≥ 1,5 mm",
                "< 1,5 mm (atrofia)"
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Excursão (respiração tranquila)",
                "≥ 10–15 mm",
                "< 10 mm"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pocus_uti_emergencia.c1",
          "grupo": "pocus_uti_emergencia",
          "nome": "Trauma — FAST/eFAST e graduação AAST",
          "nota": "O US não gradua bem a lesão parenquimatosa — a graduação AAST é tomográfica/cirúrgica. O eFAST detecta líquido livre e pneumotórax; use CEUS/TC para caracterizar órgão sólido.",
          "fonte": "AAST Organ Injury Scale (rev. 2018) / ACEP eFAST",
          "colunas": [
            "Item",
            "Leitura"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "FAST negativo",
                "Sem líquido livre nas janelas; não exclui lesão — repetir/seriar se instável."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "FAST positivo + instável",
                "Líquido livre → laparotomia; muda prioridade de ressuscitação."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "AAST I–II (baço/fígado/rim)",
                "Laceração superficial/hematoma pequeno; muitas vezes manejo não operatório."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "AAST IV–V",
                "Laceração profunda, desvascularização ou lesão hilar; alto risco cirúrgico/embolização."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pocus_uti_emergencia.c2",
          "grupo": "pocus_uti_emergencia",
          "nome": "Assistente interativo — POCUS agudo, FAST/eFAST, veia cava, tórax, aorta e trombose",
          "nota": "A calculadora organiza achados para comunicação rápida. Em emergência, o resultado deve ser confirmado no monitor, no paciente e no protocolo institucional antes de qualquer decisão invasiva.",
          "fonte": "ACEP POCUS guidelines / ACEP Sonoguide / ASE POCUS nomenclature",
          "colunas": [
            "Saída",
            "Cor",
            "Leitura"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "POCUS sem achado crítico nos campos preenchidos",
                "Verde",
                "Deslizamento pleural presente, FAST negativo nas janelas avaliadas, aorta abaixo de 3,0 cm se examinada, veias compressíveis se testadas e sem alerta selecionado."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "POCUS limítrofe, incompleto ou dependente do contexto",
                "Amarelo",
                "Veia cava intermediária, janela não avaliada, traço de líquido, derrame pericárdico pequeno/moderado estável, linhas B focais, aorta ectásica, compressão venosa indeterminada ou necessidade de repetição seriada."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "POCUS com achado crítico ou anormal relevante",
                "Vermelho",
                "Líquido livre em trauma/choque, hemotórax, pneumotórax provável, tamponamento, função cardíaca muito reduzida, atividade cardíaca ausente, ventrículo direito sobrecarregado, aorta ≥3,0 cm ou veia proximal não compressível."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pocus_uti_emergencia.c3",
          "grupo": "pocus_uti_emergencia",
          "nome": "Calculadora interativa — derrame pleural no POCUS",
          "nota": "Documente lado, posição do paciente, janela usada, medida que alimentou a fórmula e se o líquido é livre ou loculado.",
          "fonte": "Balik 2006 / Ibitoye 2018 / Hassan 2017 / EFSUMB / ERS",
          "colunas": [
            "Método",
            "Como medir",
            "Fórmula / uso"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Balik — supino",
                "Separação pleural máxima em milímetros, no maior bolsão livre.",
                "Volume estimado = 20 × separação em milímetros. Útil à beira-leito; erro médio relevante, não substitui drenagem medida."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Goecke 1 — sentado",
                "Altura craniocaudal do derrame em centímetros.",
                "Volume estimado = altura × 90. Simples, mas menos completo que somar a distância subpulmonar."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Goecke 2 / Hassan — sentado",
                "Altura lateral + distância entre base pulmonar e diafragma, em centímetros.",
                "Volume estimado = (altura + distância) × 70. Boa correlação em estudos de drenagem, ainda assim é estimativa."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Não usar só a fórmula",
                "Septações, ecos internos, nódulos pleurais, trauma, febre ou dispneia importante.",
                "A cor deve ser guiada pela complexidade e pela clínica; volume grande não define etiologia."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pocus_uti_emergencia.c4",
          "grupo": "pocus_uti_emergencia",
          "nome": "FAST/eFAST — protocolo e leitura por cores",
          "nota": null,
          "fonte": "ACEP FAST Sonoguide / trauma POCUS reviews",
          "colunas": [
            "Janela",
            "O que procura",
            "Leitura por cores"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Pericárdio",
                "Líquido entre coração e pericárdio, principalmente na janela subxifoide ou paraesternal.",
                "Verde se ausente; vermelho se trauma penetrante, instabilidade ou sinais de tamponamento."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Quadrante superior direito",
                "Espaço hepatorrenal, ponta inferior do fígado e região subdiafragmática/pleural direita.",
                "Líquido livre é positivo; em choque/trauma deve ser comunicado imediatamente."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Quadrante superior esquerdo",
                "Região periesplênica, subdiafragmática esquerda e pleural esquerda.",
                "Janela mais difícil; líquido ao redor do baço ou acima do diafragma é relevante."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Pelve",
                "Líquido posterior à bexiga, fundo de saco ou espaço retovesical.",
                "Pode ser a primeira janela positiva; bexiga vazia reduz sensibilidade."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Tórax do eFAST",
                "Hemotórax acima do diafragma e pneumotórax por ausência de deslizamento, código de barras ou ponto pulmonar.",
                "Ponto pulmonar ou hemotórax em trauma instável é vermelho."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Exame seriado",
                "Repetir após piora, intervenção, reposicionamento ou janela inicialmente limitada.",
                "Amarelo quando incompleto; verde ou vermelho depende da repetição."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pocus_uti_emergencia.c5",
          "grupo": "pocus_uti_emergencia",
          "nome": "Veia cava inferior — interpretação didática",
          "nota": null,
          "fonte": "ASE right-heart guideline / critical-care IVC studies",
          "colunas": [
            "Achado",
            "Cor",
            "Como usar"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "≤2,1 cm + colapso >50%",
                "Verde",
                "Sugere pressão atrial direita baixa/normal em respiração espontânea, se a imagem e o contexto forem adequados."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Discordante ou intermediário",
                "Amarelo",
                "Não decidir volume pela veia cava sozinha; procurar coração hiperdinâmico/reduzido, linhas B, perfusão, lactato e resposta clínica."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                ">2,1 cm + colapso <50%",
                "Vermelho se instável",
                "Sugere pressão direita elevada/congestão; em choque pensar em obstrução, tamponamento, falência direita, embolia pulmonar ou excesso de volume."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Distensibilidade ≥18% em pressão positiva",
                "Amarelo",
                "Pode sugerir responsividade a volume em algumas condições; perde confiabilidade com baixo volume corrente, arritmia, hipertensão abdominal ou disfunção direita."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pocus_uti_emergencia.c6",
          "grupo": "pocus_uti_emergencia",
          "nome": "Pericárdio e tamponamento",
          "nota": null,
          "fonte": "ACEP cardiac tamponade / ASE POCUS nomenclature",
          "colunas": [
            "Achado",
            "Interpretação",
            "Prioridade"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Sem líquido pericárdico",
                "Achado tranquilizador para a pergunta “há derrame?”",
                "Verde se a janela é adequada."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Derrame pequeno",
                "Menor que 1 cm; medir e correlacionar sintomas, neoplasia, uremia, pós-operatório ou inflamação.",
                "Amarelo, salvo trauma penetrante ou piora."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Derrame moderado",
                "Entre 1 e 2 cm; procurar colapso de câmaras direitas e veia cava túrgida.",
                "Amarelo ou vermelho conforme estabilidade."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Grande, complexo ou hemopericárdio",
                "Maior que 2 cm, coágulos ou trauma aumentam risco.",
                "Vermelho em cenário agudo."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Sinais de tamponamento",
                "Colapso diastólico de ventrículo direito, colapso sistólico de átrio direito, veia cava túrgida ou instabilidade compatível.",
                "Comunicação imediata."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pocus_uti_emergencia.c7",
          "grupo": "pocus_uti_emergencia",
          "nome": "Pulmão POCUS — perfis úteis",
          "nota": null,
          "fonte": "ACEP Lung Sonoguide / BLUE protocol / lung ultrasound recommendations",
          "colunas": [
            "Perfil",
            "Achados",
            "Leitura prática"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Linhas A com deslizamento",
                "Artefatos horizontais e pleura deslizando.",
                "Pulmão aerado naquele ponto; pode ser normal ou obstrutivo conforme clínica."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Linhas B difusas bilaterais",
                "Três ou mais linhas B por espaço/campo em várias zonas.",
                "Favorece edema intersticial; vermelho se houver insuficiência respiratória grave."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Linhas B focais ou consolidação",
                "Padrão assimétrico, pleura irregular, broncograma aéreo dinâmico ou consolidação subpleural.",
                "Pensar em pneumonia, contusão, atelectasia, infarto ou doença pleural."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Pneumotórax provável",
                "Deslizamento ausente com linhas B ausentes, código de barras e/ou ponto pulmonar.",
                "Vermelho em trauma, ventilação ou instabilidade."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Derrame pleural",
                "Líquido anecoico ou complexo acima do diafragma.",
                "Usar calculadora de volume como estimativa; complexidade e sintomas definem urgência."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pocus_uti_emergencia.c8",
          "grupo": "pocus_uti_emergencia",
          "nome": "Aorta e trombose venosa no POCUS de choque/dispneia",
          "nota": "POCUS vascular é excelente para perguntas focadas, mas exame limitado não substitui Doppler vascular completo ou tomografia quando a suspeita permanece alta.",
          "fonte": "ACEP Aorta Sonoguide / ACEP DVT Sonoguide / ACEP POCUS guidelines",
          "colunas": [
            "Pergunta",
            "Verde",
            "Amarelo",
            "Vermelho"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Aorta abdominal",
                "<2,5 cm e varredura completa de parede externa a parede externa.",
                "2,5–2,9 cm: ectasia/limítrofe; comparar e documentar técnica.",
                "≥3,0 cm: aneurisma. Dor, hipotensão ou síncope tornam o achado crítico."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Dissecção/ruptura suspeita",
                "Sem sinais indiretos e clínica baixa, se exame completo.",
                "Exame limitado por gás/dor: não excluir catástrofe vascular.",
                "Flap, hematoma, líquido livre, dor intensa ou choque: via vascular/emergência."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Trombose venosa proximal",
                "Veias femoral e poplítea compressíveis nos pontos avaliados.",
                "Compressão incompleta, dor, obesidade, veia duplicada ou janela parcial.",
                "Veia proximal não compressível ou trombo visível: compatível com trombose venosa profunda."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Integração com embolia pulmonar",
                "Sem trombose e ventrículo direito sem dilatação reduz probabilidade, mas não exclui.",
                "Dispneia com achados discordantes exige protocolo clínico.",
                "Trombose proximal + ventrículo direito dilatado/choque aumenta suspeita de embolia pulmonar relevante."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pocus_uti_emergencia.c9",
          "grupo": "pocus_uti_emergencia",
          "nome": "Escore pulmonar — perda de aeração por zona",
          "nota": "A soma 0–36 pressupõe 12 zonas. Cortes absolutos variam por população; para emergência/UTI, a tendência seriada costuma ser mais útil que uma única medida.",
          "fonte": "ACEP Lung Sonoguide / lung ultrasound score literature",
          "colunas": [
            "Pontuação da zona",
            "Achado ultrassonográfico",
            "Leitura"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "0",
                "Linhas A ou até duas linhas B com deslizamento.",
                "Aeração preservada naquele ponto."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "1",
                "Três ou mais linhas B bem separadas.",
                "Perda leve de aeração / síndrome intersticial inicial."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "2",
                "Linhas B coalescentes ou “pulmão branco” parcial.",
                "Perda moderada a importante; acompanhar tendência e distribuição."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "3",
                "Padrão tecido/consolidação subpleural.",
                "Perda intensa de aeração; correlacionar pneumonia, atelectasia, contusão, infarto ou edema grave."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pocus_uti_emergencia.c10",
          "grupo": "pocus_uti_emergencia",
          "nome": "Procedimentos guiados — checklist de segurança",
          "nota": null,
          "fonte": "ACEP POCUS guidelines / ACEP procedural ultrasound guidance",
          "colunas": [
            "Procedimento",
            "Antes da punção",
            "Durante/depois"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Acesso vascular",
                "Identificar veia e artéria, compressibilidade, trombo, profundidade e trajeto livre.",
                "Preferir visualização da ponta da agulha; confirmar fluxo/posição conforme protocolo."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Toracocentese",
                "Confirmar líquido livre, diafragma, pulmão, profundidade e vasos intercostais quando possível.",
                "Reavaliar deslizamento pulmonar e complicações após o procedimento."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Paracentese",
                "Mapear ascite, alças, bexiga, vasos epigástricos e espessura da parede.",
                "Registrar sítio, profundidade, líquido livre/loculado e tolerância."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Pericardiocentese",
                "Definir maior bolsão, relação com fígado/pulmão/coronárias e janela mais segura.",
                "Em tamponamento, comunicação e equipe treinada são prioridade; POCUS guia, mas não substitui protocolo institucional."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Drenagem de abscesso ou coleção",
                "Confirmar líquido, septações, gás, vasos e estruturas profundas.",
                "Documentar trajeto, conteúdo aspirado e se houve complicação imediata."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pocus_uti_emergencia.c11",
          "grupo": "pocus_uti_emergencia",
          "nome": "Choque indiferenciado — integração tipo RUSH",
          "nota": null,
          "fonte": "ACEP POCUS guidelines / RUSH literature / BLUE protocol",
          "colunas": [
            "Pergunta",
            "Achado POCUS",
            "Interpretação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Bomba",
                "Função ventricular muito reduzida, atividade ausente ou derrame com tamponamento.",
                "Pensar em choque cardiogênico, parada sem atividade efetiva ou obstrutivo."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Tanque",
                "Veia cava muito pequena/colapsável, líquido livre, aneurisma de aorta ou congestão pulmonar.",
                "Separar hipovolemia, hemorragia, congestão e causas vasculares."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Tubos",
                "Trombose venosa profunda, ventrículo direito dilatado, pneumotórax ou aneurisma de aorta.",
                "Aumenta suspeita de embolia pulmonar, obstrução ou catástrofe vascular."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Pulmão",
                "Linhas B difusas, consolidação, derrame ou deslizamento ausente.",
                "Ajuda a escolher entre volume, vasopressor, ventilação e drenagem conforme protocolo."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pocus_uti_emergencia.c12",
          "grupo": "pocus_uti_emergencia",
          "nome": "Checklist de documentação POCUS",
          "nota": null,
          "fonte": "ACEP POCUS guidelines / ASE POCUS nomenclature",
          "colunas": [
            "Item",
            "O que registrar"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Pergunta clínica",
                "Choque, trauma, dispneia, parada, sepse, procedimento ou reavaliação seriada."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Técnica",
                "Transdutor, janelas obtidas, posição do paciente, ventilação e limitações."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Achados positivos e negativos",
                "Citar líquido livre, pericárdio, deslizamento pleural, linhas B, função cardíaca, veia cava, aorta e compressão venosa quando avaliados."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Medidas e cálculos",
                "Diâmetros da veia cava, índice de colapso/distensibilidade, espessura do derrame, variação mitral, aorta, escore pulmonar e estimativa de derrame pleural quando útil."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Integração clínica",
                "Dizer se o achado muda conduta imediata, pede exame complementar, repetição seriada ou comunicação urgente."
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "pulmao",
      "slug": "pulmao",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/pulmao",
      "nome": "Pulmão / tórax (POCUS)",
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          "valor": "medir",
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          "nota": "Maior distância entre pleura parietal e visceral no maior bolsão livre; base da fórmula de Balik em supino.",
          "fonte": "Balik 2006 / EFSUMB / ERS",
          "faixas": [
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          "valor": "medir",
          "unidade": "cm",
          "nota": "No paciente sentado ou ortostático, medir a extensão vertical do líquido na parede torácica lateral/dorsolateral.",
          "fonte": "Goecke / Ibitoye / Hassan",
          "faixas": [
            {
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        {
          "id": "pulmao.2",
          "grupo": "pulmao",
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          "unidade": "cm",
          "nota": "Distância subpulmonar usada nas fórmulas de Goecke 2 e Hassan; melhora a estimativa quando somada à altura lateral.",
          "fonte": "Goecke / Hassan / Ibitoye",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "pulmao.3",
          "grupo": "pulmao",
          "ruleId": null,
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          "valor": "≥ 3",
          "unidade": "por espaço ou campo",
          "nota": "Bilateral e difuso favorece edema intersticial; focal ou assimétrico favorece pneumonia, contusão, atelectasia ou fibrose.",
          "fonte": "BLUE / ERS statement",
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            {
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        {
          "id": "pulmao.4",
          "grupo": "pulmao",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Espessamento pleural ou diafragmático nodular",
          "valor": "> 10",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Quando associado a nódulos pleurais/diafragmáticos ou derrame complexo, é sinal suspeito para malignidade; líquido deve ser analisado quando indicado.",
          "fonte": "EFSUMB chest ultrasound / pleural malignancy reviews",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "suspeito",
              "valor": ">10 mm ou nodular",
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      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "pulmao.c0",
          "grupo": "pulmao",
          "nome": "Calculadora interativa — derrame pleural",
          "nota": "Documente lado, posição do paciente, janela usada, medida que alimentou a fórmula e se o líquido é livre ou loculado.",
          "fonte": "Balik 2006 / Ibitoye 2018 / Hassan 2017 / EFSUMB / ERS",
          "colunas": [
            "Método",
            "Como medir",
            "Fórmula / uso"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
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                "Balik — supino",
                "Separação pleural máxima em milímetros, no maior bolsão livre.",
                "Volume estimado = 20 × separação em milímetros. Útil à beira-leito; erro médio relevante, não substitui drenagem medida."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
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                "Eibenberger — supino",
                "Separação entre pulmão e parede posterior em milímetros.",
                "Volume estimado = 47,6 × separação − 837. Pode ficar negativo em volumes pequenos; use como comparação."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
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                "Goecke 1 — sentado",
                "Altura craniocaudal do derrame em centímetros.",
                "Volume estimado = altura × 90. Simples, mas menos completo que somar a distância subpulmonar."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
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                "Goecke 2 / Hassan — sentado",
                "Altura lateral + distância entre base pulmonar e diafragma, em centímetros.",
                "Volume estimado = (altura + distância) × 70. Boa correlação em estudos de drenagem, ainda assim é estimativa."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Não usar só a fórmula",
                "Septações, ecos internos, nódulos pleurais, trauma, febre ou dispneia importante.",
                "A cor deve ser guiada pela complexidade e pela clínica; volume grande não define etiologia."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pulmao.c1",
          "grupo": "pulmao",
          "nome": "Derrame pleural — aspecto ecográfico e significado",
          "nota": null,
          "fonte": "EFSUMB chest ultrasound / ERS statement / BTS pleural disease",
          "colunas": [
            "Aspecto",
            "Interpretação prática",
            "Cor"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Sem líquido pleural mensurável",
                "Normal para a pergunta “há derrame?”; ainda avaliar deslizamento pleural, linhas e consolidações conforme sintomas.",
                "Verde: consenso de normalidade para derrame."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Anecoico, livre, móvel",
                "Pode ser transudato ou exsudato; ultrassom não fecha etiologia sem contexto clínico/laboratorial.",
                "Amarelo: anormal, mas não necessariamente complicado."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Complexo sem septações",
                "Ecos/debris podem ocorrer em exsudato, hemotórax antigo, inflamação ou malignidade; correlacionar.",
                "Amarelo: zona contextual."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Septado, loculado ou com debris espesso",
                "Sugere derrame complicado, empiema organizado ou hemotórax; drenagem pode ser difícil e a punção diagnóstica costuma ser relevante.",
                "Vermelho quando há infecção, trauma, loculação importante ou piora clínica."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Nódulos pleurais/diafragmáticos ou espessamento nodular >10 mm",
                "Achado suspeito para malignidade, especialmente com derrame recorrente ou unilateral.",
                "Vermelho: consenso de anormalidade suspeita."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pulmao.c2",
          "grupo": "pulmao",
          "nome": "Sinais pulmonares — interpretação didática",
          "nota": null,
          "fonte": "BLUE protocol / ERS thoracic ultrasound / EFSUMB",
          "colunas": [
            "Sinal",
            "Como reconhecer",
            "Interpretação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Deslizamento pleural presente",
                "Linha pleural cintila/move com a respiração.",
                "Exclui pneumotórax naquele ponto examinado."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Linhas A com deslizamento",
                "Artefatos horizontais repetidos abaixo da linha pleural.",
                "Pulmão aerado naquele ponto; pode ser normal ou obstrutivo conforme clínica."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Três ou mais linhas B",
                "Artefatos verticais que nascem da pleura, apagam linhas A e vão até o fundo da tela.",
                "Síndrome intersticial: edema se bilateral/difusa; pneumonia, contusão ou fibrose se focal/assimétrica."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Ausência de deslizamento + ponto pulmonar",
                "Transição entre área sem deslizamento e área com deslizamento.",
                "Muito específico para pneumotórax no contexto correto."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Consolidação subpleural com broncograma aéreo dinâmico",
                "Área semelhante a tecido com pontos/linhas hiperecogênicas móveis.",
                "Favorece pneumonia; diferenciar de atelectasia pelo movimento do ar e contexto."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pulmao.c3",
          "grupo": "pulmao",
          "nome": "Técnica e checklist do laudo de tórax",
          "nota": null,
          "fonte": "BTS pleural procedures 2023 / ERS / EFSUMB",
          "colunas": [
            "Item",
            "O que registrar"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Janelas examinadas",
                "Anterior, lateral e posterior quando possível; no leito, descrever limitações de decúbito."
              ]
            },
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Derrame pleural",
                "Lado, volume estimado, fórmula usada, posição do paciente, livre ou loculado, aspecto anecoico/complexo."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Interstício",
                "Distribuição das linhas B: focal, multifocal ou difusa; simetria e relação com linha pleural."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Alertas imediatos",
                "Pneumotórax provável, derrame complexo infectado, hemotórax suspeito, grande derrame com desconforto ou sinais suspeitos de malignidade."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "pulmao.c4",
          "grupo": "pulmao",
          "nome": "Sinais pulmonares — interpretação (BLUE)",
          "nota": null,
          "fonte": "Lichtenstein BLUE / Radiopaedia",
          "colunas": [
            "Sinal",
            "Interpretação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Deslizamento pleural presente",
                "Descarta pneumotórax naquele ponto"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Linhas A (horizontais)",
                "Pulmão aerado normal (ou pneumotórax se sem deslizamento)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "≥ 3 linhas B por campo",
                "Síndrome intersticial (edema, pneumonia, fibrose)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Sem deslizamento + ponto pulmonar",
                "Pneumotórax (ponto pulmonar é específico)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Coleção anecoica acima do diafragma",
                "Derrame pleural (sinais cortina/quad/sinusoide)"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "sop",
      "slug": "sop",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/sop",
      "nome": "Ovário policístico (SOP)",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "sop.0",
          "grupo": "sop",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Folículos por ovário (FNPO)",
          "valor": "≥ 20",
          "unidade": "folículos 2–9 mm",
          "nota": "critério ecográfico de SOP (atualização 2018; antes ≥ 12)",
          "fonte": "Intl Guideline 2018/2023 (ESHRE/ASRM)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "sop.1",
          "grupo": "sop",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Volume ovariano",
          "valor": "≥ 10",
          "unidade": "mL",
          "nota": "critério alternativo (sem cisto/corpo lúteo)",
          "fonte": "Rotterdam / Intl Guideline",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "sop.c0",
          "grupo": "sop",
          "nome": "Rotterdam — diagnóstico de SOP (2 de 3)",
          "nota": "Precisa de 2 dos 3 + exclusão de outras causas. Não usar o critério ecográfico em < 8 anos pós-menarca.",
          "fonte": "Intl Evidence-based Guideline (ESHRE/ASRM)",
          "colunas": [
            "Critério",
            "Definição"
          ],
          "linhas": [
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              "status": null,
              "celulas": [
                "Oligo/anovulação",
                "clínico"
              ]
            },
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              "status": null,
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                "Hiperandrogenismo",
                "clínico ou laboratorial"
              ]
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            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Ovários policísticos ao US",
                "FNPO ≥ 20 OU volume ≥ 10 mL"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "arterias_renais",
      "slug": "arterias-renais",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/arterias-renais",
      "nome": "Artérias renais (Doppler nativo)",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "arterias_renais.0",
          "grupo": "arterias_renais",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Quando o exame costuma ser indicado",
          "valor": "Hipertensão arterial resistente ou de início abrupto; piora progressiva ou inesperada da função renal; queda da função renal após inibidor da enzima conversora ou bloqueador do receptor da angiotensina; sopro abdominal; diferença de tamanho renal maior que 2 cm; seguimento de estenose conhecida, angioplastia ou stent; suspeita de infarto renal, dissecção aórtica, aneurisma, pseudoaneurisma, fístula arteriovenosa ou doença venosa renal.",
          "unidade": null,
          "nota": "Em suspeita de hipertensão renovascular, o Doppler é uma opção inicial amplamente aceita quando há janela adequada.",
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU Practice Parameter for Duplex Sonography of Native Renal Vessels, 2023; ACR Appropriateness Criteria Renovascular Hypertension",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "arterias_renais.1",
          "grupo": "arterias_renais",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Protocolo técnico mínimo",
          "valor": "Medir o maior comprimento de cada rim; avaliar a aorta no nível das artérias renais; mapear artérias renais principais desde a origem até o hilo, incluindo segmentos proximal, médio e distal; procurar artérias acessórias quando possível; registrar ondas intrarrenais em polos superior, médio e inferior; corrigir o ângulo Doppler e manter até 60 graus.",
          "unidade": null,
          "nota": "Se um segmento não for visto, o laudo deve dizer isso claramente, em vez de assumir normalidade.",
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU Practice Parameter for Duplex Sonography of Native Renal Vessels, 2023",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "arterias_renais.2",
          "grupo": "arterias_renais",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Velocidade sistólica de pico na artéria renal principal",
          "valor": "< 180 cm/s",
          "unidade": null,
          "nota": "Geralmente normal quando isolado e com forma de onda preservada. Entre 180 e 199 cm/s é zona limítrofe em muitos protocolos; 200 cm/s ou mais aumenta a suspeita de estenose hemodinamicamente relevante, sobretudo com razão renal/aorta elevada.",
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU Practice Parameter; Schaberle et al. Ultrasound diagnostics of renal artery stenosis; Ultrasoundpaedia renal artery protocol",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "arterias_renais.3",
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          "ruleId": null,
          "rotulo": "Razão renal/aorta",
          "valor": "< 3,5",
          "unidade": null,
          "nota": "Usa a maior velocidade sistólica na artéria renal dividida pela velocidade sistólica da aorta no nível das artérias renais. Razão igual ou maior que 3,5 é critério forte para estenose significativa quando a velocidade aórtica é confiável.",
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU Practice Parameter; Schaberle et al. Ultrasound diagnostics of renal artery stenosis; Ultrasoundpaedia renal artery protocol",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "arterias_renais.4",
          "grupo": "arterias_renais",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Tempo de aceleração intrarrenal",
          "valor": "≤ 70 ms",
          "unidade": null,
          "nota": "Tempo maior que 70 ms, principalmente com onda tardus-parvus, sugere estenose proximal. Isoladamente pode ser limítrofe e deve ser comparado com critérios diretos.",
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU Practice Parameter; Ultrasoundpaedia renal artery protocol",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "arterias_renais.5",
          "grupo": "arterias_renais",
          "ruleId": null,
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          "valor": "≥ 300 cm/s²",
          "unidade": null,
          "nota": "Valores menores que 300 cm/s² reforçam padrão tardus-parvus, mas são mais úteis quando combinados com tempo de aceleração prolongado e critérios diretos.",
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU Practice Parameter; Ultrasoundpaedia renal artery protocol",
          "faixas": []
        },
        {
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          "ruleId": null,
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          "valor": "Habitualmente < 0,70",
          "unidade": null,
          "nota": "Entre 0,70 e 0,79 sugere aumento de resistência parenquimatosa ou contexto clínico relevante. Igual ou maior que 0,80 é anormal e costuma refletir doença parenquimatosa crônica ou pior prognóstico, mas não confirma estenose isoladamente.",
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU Practice Parameter; Ultrasoundpaedia renal artery protocol",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "arterias_renais.7",
          "grupo": "arterias_renais",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Comprimento renal e assimetria",
          "valor": "Adulto usual: 9 a 12 cm; diferença > 2 cm é relevante",
          "unidade": null,
          "nota": "Rim pequeno, assimetria maior que 2 cm ou perda cortical aumentam a suspeita de doença crônica, isquemia renal ou sequela de estenose de longa duração.",
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU Practice Parameter; StatPearls Renal Artery Stenosis",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "arterias_renais.c0",
          "grupo": "arterias_renais",
          "nome": "Calculadora didática — Doppler das artérias renais",
          "nota": null,
          "fonte": null,
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          "linhas": [
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              "celulas": [
                "Verde",
                "Velocidade renal < 180 cm/s, razão renal/aorta < 3,0 a 3,5, tempo de aceleração ≤ 70 ms, índice de resistividade < 0,70 e rins sem assimetria relevante."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Amarelo",
                "Velocidade 180 a 199 cm/s, razão renal/aorta 3,0 a 3,49, tempo de aceleração > 70 ms isolado, índice de resistividade 0,70 a 0,79 ou janela limitada."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Vermelho",
                "Velocidade ≥ 200 cm/s, razão renal/aorta ≥ 3,5, turbulência pós-estenótica, onda tardus-parvus associada, ausência de fluxo com suspeita clínica, assimetria renal > 2 cm ou índice de resistividade ≥ 0,80."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "arterias_renais.c1",
          "grupo": "arterias_renais",
          "nome": "Critérios diretos para estenose da artéria renal",
          "nota": null,
          "fonte": null,
          "colunas": [],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Velocidade sistólica de pico < 180 cm/s",
                "Baixa probabilidade de estenose hemodinamicamente significativa quando a artéria foi bem visualizada e não há turbulência."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Velocidade 180 a 199 cm/s",
                "Faixa limítrofe: alguns serviços usam 180 cm/s como corte sensível; outros preferem 200 cm/s para maior especificidade."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Velocidade ≥ 200 cm/s",
                "Suspeita alta de estenose significativa, especialmente quando há razão renal/aorta ≥ 3,5, estreitamento focal, aliasing ou turbulência pós-estenótica."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Razão renal/aorta ≥ 3,5",
                "Critério direto forte quando a velocidade aórtica é tecnicamente confiável. Pode ser menos confiável em doença aórtica, fluxo aórtico muito baixo ou muito alto."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "arterias_renais.c2",
          "grupo": "arterias_renais",
          "nome": "Critérios indiretos intrarrenais",
          "nota": null,
          "fonte": null,
          "colunas": [],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Onda normal de baixa resistência",
                "Subida sistólica rápida, fluxo diastólico contínuo e sem atraso perceptível da aceleração."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Tempo de aceleração > 70 ms",
                "Achado limítrofe se isolado; torna-se mais suspeito quando é unilateral, assimétrico ou associado a baixa aceleração."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
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                "Onda tardus-parvus",
                "Subida sistólica lenta e arredondada, geralmente com tempo de aceleração prolongado e índice de aceleração reduzido; sugere estenose proximal significativa."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Índice de aceleração < 300 cm/s²",
                "Apoia padrão tardus-parvus, principalmente quando combinado com tempo de aceleração prolongado."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "arterias_renais.c3",
          "grupo": "arterias_renais",
          "nome": "Índice de resistividade e parênquima renal",
          "nota": null,
          "fonte": null,
          "colunas": [],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "< 0,70",
                "Faixa usual em adultos, se simétrica e compatível com o contexto."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "0,70 a 0,79",
                "Aumento discreto a moderado de resistência; correlacionar com idade, doença renal crônica, diabetes, hipertensão e pressão venosa."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "≥ 0,80",
                "Anormal. Sugere doença parenquimatosa crônica ou pior reserva renal; não deve ser usado isoladamente para diagnosticar estenose."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "arterias_renais.c4",
          "grupo": "arterias_renais",
          "nome": "Armadilhas e diagnósticos diferenciais",
          "nota": null,
          "fonte": null,
          "colunas": [],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Janela limitada",
                "Gás intestinal, obesidade, respiração, artérias profundas ou origem não visualizada podem reduzir a sensibilidade. Informe segmentos não avaliados."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Artéria renal acessória",
                "Pode ser a única artéria estenosada ou suprir parte do rim. Procure quando houver suspeita clínica ou assimetria de perfusão."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Displasia fibromuscular",
                "Mais comum em mulheres jovens; costuma acometer segmento médio ou distal e pode não produzir o mesmo padrão de origem ostial aterosclerótica."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Oclusão ou infarto renal",
                "Ausência de fluxo segmentar ou global, dor aguda, alteração de perfusão ou suspeita clínica exigem interpretação urgente e possível método complementar."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Aorta alterada",
                "Aneurisma, dissecção, estenose, fluxo muito baixo ou muito alto podem tornar a razão renal/aorta menos confiável."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "arterias_renais.c5",
          "grupo": "arterias_renais",
          "nome": "Após angioplastia ou stent renal",
          "nota": null,
          "fonte": null,
          "colunas": [],
          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Comparar com exame basal pós-procedimento",
                "Velocidades dentro de stent podem ser naturalmente mais altas. A comparação com o primeiro Doppler após o procedimento é essencial."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Velocidade persistentemente muito elevada",
                "Muitos estudos usam pontos de corte mais altos para reestenose, por exemplo acima de 250 cm/s, mas não há consenso universal; correlacione com razão renal/aorta, turbulência e evolução clínica."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Perda de fluxo ou piora clínica",
                "Pode indicar trombose, oclusão, reestenose crítica ou complicação vascular e deve ser comunicado com prioridade."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "arterias_renais.c6",
          "grupo": "arterias_renais",
          "nome": "Checklist de laudo",
          "nota": null,
          "fonte": null,
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          "linhas": [
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Medidas obrigatórias quando possíveis",
                "Velocidade sistólica da aorta; maior velocidade sistólica de cada artéria renal; razão renal/aorta; segmentos avaliados; ondas intrarrenais; índice de resistividade; comprimento renal bilateral."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Conclusão sugerida",
                "Dizer se há critérios diretos/indiretos para estenose significativa, se o exame foi limitado, qual lado é suspeito e se há achados que sugerem doença parenquimatosa ou complicação vascular."
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "transplante_renal",
      "slug": "transplante-renal",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/transplante-renal",
      "nome": "Transplante renal (Doppler)",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "transplante_renal.0",
          "grupo": "transplante_renal",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Protocolo técnico mínimo",
          "valor": "Escala de cinza + Doppler colorido + Doppler espectral",
          "unidade": null,
          "nota": "Documentar tamanho do enxerto, parênquima, sistema coletor, bexiga/ureter quando aplicável, espaço perienxerto, artéria e veia do enxerto, anastomoses, artéria/veia ilíacas adjacentes e ondas intrarrenais em polos superior, médio e inferior.",
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU 2024 / UT Southwestern 2020",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "transplante_renal.1",
          "grupo": "transplante_renal",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Velocidade sistólica de pico na artéria do enxerto",
          "valor": "<200 / 200-249 / 250-299 / >=300",
          "unidade": "cm/s",
          "nota": "Valor isolado tem falso positivo, principalmente no pós-operatório imediato ou em artéria tortuosa. O risco sobe quando há aceleração focal com aliasing, razão com a ilíaca >=2,0 e onda intrarrenal tardus-parvus.",
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU 2024 / Clinical Radiology 2003 / AJR 2017",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "habitualmente normal",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "limítrofe ou dependente do contexto",
              "valor": "200-249 cm/s",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "suspeito se isolado",
              "valor": "250-299 cm/s",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "forte quando combinado a critérios diretos/indiretos",
              "valor": ">=300 cm/s ou >=250 cm/s + aliasing/razão alta/tardus-parvus",
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          ]
        },
        {
          "id": "transplante_renal.2",
          "grupo": "transplante_renal",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Razão artéria do enxerto / artéria ilíaca",
          "valor": "<1,8 / 1,8-1,99 / >=2,0",
          "unidade": null,
          "nota": "Ajuda a reduzir falso positivo por débito alto ou velocidades sistêmicas elevadas. Medir a artéria ilíaca adjacente à anastomose e usar sempre a mesma técnica nos seguimentos.",
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU 2024 / UT Southwestern 2020 / BMUS teaching material",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "sem critério proporcional",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "zona cinzenta",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "anormal quando há aceleração focal",
              "valor": ">=2,0",
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "transplante_renal.3",
          "grupo": "transplante_renal",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Onda intrarrenal tardus-parvus",
          "valor": "Tempo de aceleração >70 ms ou índice de aceleração <300 cm/s²",
          "unidade": null,
          "nota": "É critério indireto; ganha peso quando aparece distal a uma aceleração focal. Também pode ocorrer por estenose ilíaca proximal, hipotensão ou técnica subótima.",
          "fonte": "UT Southwestern 2020 / BMUS teaching material",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "onda preservada",
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            {
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              "valor": "tempo >70 ms ou índice <300 sem jato focal",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "critério indireto forte",
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          ]
        },
        {
          "id": "transplante_renal.4",
          "grupo": "transplante_renal",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Índice de resistividade intrarrenal",
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          "unidade": null,
          "nota": "Não separa sozinho rejeição, necrose tubular, toxicidade medicamentosa, obstrução, compressão venosa ou congestão sistêmica. Tendência e contexto clínico valem mais que uma medida isolada.",
          "fonte": "UT Southwestern 2020 / Radiopaedia / review literature",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "frequente em enxerto estável",
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            {
              "status": "yellow",
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            {
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "preocupante se persistente ou com disfunção",
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          ]
        },
        {
          "id": "transplante_renal.5",
          "grupo": "transplante_renal",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Veia renal do enxerto",
          "valor": "Fluxo venoso presente, sem trombo e sem aceleração focal marcada",
          "unidade": null,
          "nota": "Ausência de fluxo venoso, trombo, aumento importante do enxerto e fluxo diastólico arterial reverso são achados críticos e devem ser comunicados.",
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU 2024 / transplant vascular complication reviews",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "avaliar compressão ou técnica",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "crítico",
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          ]
        },
        {
          "id": "transplante_renal.6",
          "grupo": "transplante_renal",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Sistema coletor e coleções perienxerto",
          "valor": "Descrever grau, tamanho, localização e efeito compressivo",
          "unidade": null,
          "nota": "Dilatação leve pode ser transitória; dilatação moderada/importante, coleção complexa ou coleção compressiva muda a conduta, especialmente com dor, febre, queda de diurese ou creatinina em ascensão.",
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU 2024 / renal transplant ultrasound reviews",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "sem achado relevante",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "acompanhar/correlacionar",
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "anormal relevante",
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          ]
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "transplante_renal.c0",
          "grupo": "transplante_renal",
          "nome": "Calculador interativo — Doppler do transplante renal",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU 2024 / Clinical Radiology 2003 / AJR 2017 / UT Southwestern 2020",
          "colunas": [],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Verde",
                "Fluxo arterial e venoso presentes, velocidade da artéria do enxerto <200 cm/s, razão <1,8, onda intrarrenal preservada, índice de resistividade aproximadamente 0,60-0,70 e sem coleção compressiva."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Amarelo",
                "Velocidade 200-299 cm/s sem combinação forte, razão 1,8-1,99, índice de resistividade >0,70 ou >0,80 isolado, tempo de aceleração discretamente alto, dilatação leve ou coleção simples pequena."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Vermelho",
                "Sem fluxo arterial ou venoso, trombose venosa, fluxo diastólico arterial reverso, hipoperfusão global, velocidade >=300 cm/s ou >=250 cm/s com aliasing/razão >=2/tardus-parvus, coleção complexa ou compressiva, ou dilatação importante."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "transplante_renal.c1",
          "grupo": "transplante_renal",
          "nome": "Checklist de aquisição",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU 2024 / UT Southwestern 2020",
          "colunas": [
            "Etapa",
            "O que registrar"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Escala de cinza",
                "Localização do enxerto, comprimento, espessura/eco cortical, diferenciação corticomedular, seio renal, sistema coletor, ureter/stent quando visível, bexiga e resíduo se indicado."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Espaço perienxerto",
                "Pesquisar hematoma, seroma, linfoceles, urinoma ou abscesso; medir, localizar e descrever complexidade e efeito compressivo."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Doppler arterial",
                "Medir artéria ilíaca adjacente, anastomose, artéria do enxerto proximal, média e hilar; procurar múltiplas artérias, kinking, aliasing e turbulência."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Doppler intrarrenal",
                "Registrar ondas nos polos superior, médio e inferior, com índice de resistividade, tempo de aceleração e índice de aceleração quando a pergunta for estenose."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Doppler venoso",
                "Confirmar veia renal e veia ilíaca pérvias, sem trombo; em hematuria ou biópsia recente, pesquisar fístula arteriovenosa e pseudoaneurisma."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "transplante_renal.c2",
          "grupo": "transplante_renal",
          "nome": "Estenose da artéria do enxerto — leitura por cores",
          "nota": null,
          "fonte": "Clinical Radiology 2003 / AJR 2017 / UT Southwestern 2020",
          "colunas": [
            "Cor",
            "Critérios práticos",
            "Como escrever"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Verde",
                "Sem aceleração focal relevante; velocidade <200 cm/s; razão com ilíaca <1,8; sem tardus-parvus distal.",
                "Sem critérios ultrassonográficos para estenose hemodinamicamente significativa no estudo atual."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Amarelo",
                "Velocidade 200-249 cm/s, ou 250-299 cm/s isolada no pós-operatório/surveillance, ou razão limítrofe, especialmente com tortuosidade ou ângulo difícil.",
                "Achado limítrofe/contextual; correlacionar com função renal, pressão arterial e Doppler prévio."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Vermelho",
                "Velocidade >=300 cm/s, ou >=250 cm/s associada a aliasing/turbulência, razão >=2,0 e onda intrarrenal tardus-parvus.",
                "Conjunto de achados suspeito para estenose hemodinamicamente significativa; comunicar e considerar confirmação conforme protocolo local."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "transplante_renal.c3",
          "grupo": "transplante_renal",
          "nome": "Índice de resistividade — interpretação cautelosa",
          "nota": null,
          "fonte": "UT Southwestern 2020 / Radiopaedia / review literature",
          "colunas": [
            "Faixa",
            "Cor",
            "Comentário"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "0,60-0,70",
                "Verde",
                "Faixa comum em enxertos estáveis, mas sempre comparar com basal e quadro clínico."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "0,70-0,80",
                "Amarelo",
                "Zona intermediária; pode ser normal em alguns pacientes e alterada em outros."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                ">0,80",
                "Amarelo",
                "Elevado e inespecífico: rejeição, necrose tubular, toxicidade, obstrução, compressão venosa, congestão sistêmica e fatores cardiovasculares podem se sobrepor."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                ">=0,90 ou diástole ausente/reversa",
                "Vermelho",
                "Achado preocupante quando persistente ou associado a disfunção; fluxo diastólico reverso exige comunicação rápida."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "transplante_renal.c4",
          "grupo": "transplante_renal",
          "nome": "Complicações que exigem comunicação",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR-AIUM-SPR-SRU 2024 / UT Southwestern 2020 / vascular complication reviews",
          "colunas": [
            "Achado",
            "Por que importa",
            "Cor"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Sem fluxo arterial no enxerto",
                "Pode representar trombose arterial, complicação técnica ou hipoperfusão grave.",
                "Vermelho"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Sem fluxo venoso ou trombo na veia renal",
                "Pode causar congestão aguda do enxerto e perda funcional rápida.",
                "Vermelho"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Fluxo diastólico arterial reverso",
                "Pode ocorrer em trombose venosa, rejeição grave, edema/pressão elevada ou compressão significativa.",
                "Vermelho"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Coleção complexa, infectada ou compressiva",
                "Pode indicar hematoma, abscesso, urinoma ou linfoceles com efeito sobre ureter/vasos.",
                "Vermelho"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Fístula arteriovenosa ou pseudoaneurisma pós-biópsia",
                "Pode causar hematuria, roubo vascular, crescimento ou necessidade de embolização.",
                "Amarelo/Vermelho"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "transplante_renal.c5",
          "grupo": "transplante_renal",
          "nome": "Modelo didático de conclusão",
          "nota": null,
          "fonte": "SonoAI synthesis from cited sources",
          "colunas": [],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Sem achados críticos",
                "Enxerto renal com perfusão preservada ao Doppler colorido/espectral. Artéria e veia do enxerto pérvias. Sem critérios combinados para estenose hemodinamicamente significativa no estudo atual. Correlacionar com função renal e estudo basal."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "Achado limítrofe",
                "Aceleração/índice de resistividade/coleção em faixa limítrofe ou inespecífica. Recomenda-se comparação com Doppler anterior e correlação com creatinina, débito urinário, pressão arterial e sintomas."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Achado crítico",
                "Achados Doppler compatíveis com complicação vascular ou compressiva relevante do enxerto. Recomenda-se comunicação imediata à equipe assistente e confirmação/conduta conforme protocolo institucional."
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "intestino",
      "slug": "intestino",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/intestino",
      "nome": "Intestino / DII (Crohn)",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "intestino.0",
          "grupo": "intestino",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Espessura da parede intestinal",
          "valor": "≤ 3",
          "unidade": "mm",
          "nota": "> 3 mm sugere inflamação (sens. 89% / espec. 96%)",
          "fonte": "Abdom Radiol / PMC",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "intestino.c0",
          "grupo": "intestino",
          "nome": "Calculadora — apendicite (US + Alvarado)",
          "nota": "Alvarado: dor migratória (1), anorexia (1), náusea (1), dor FID (2), descompressão (1), febre (1), leucocitose (2), desvio à esquerda (1). ≥7 = alta probabilidade; 5–6 = observar; ≤4 = baixa.",
          "fonte": "ACR appropriateness / Alvarado 1986 / SPR pediatric US",
          "colunas": [
            "Achado",
            "Leitura"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "Apêndice <6 mm, compressível",
                "Geralmente normal."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "6–7 mm ou não visualizado",
                "Limítrofe: valorizar sinais secundários; não visualizado não exclui."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "≥7 mm não compressível + sinais",
                "Apendicite provável (gordura inflamada, hiperemia, apendicolito)."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "Coleção/líquido periapendicular",
                "Suspeita de perfuração/abscesso."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "intestino.c1",
          "grupo": "intestino",
          "nome": "Sinais de atividade (Crohn ao US)",
          "nota": null,
          "fonte": "Intestinal US in IBD (PMC)",
          "colunas": [
            "Sinal",
            "Achado"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Parede",
                "Espessura > 3 mm"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Vascularização",
                "Hipervascularização (Limberg ≥ 2)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Gordura mesentérica",
                "Proliferação/inflamação (creeping fat)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Complicações",
                "Linfonodos, estenose, fístula, abscesso, ascite"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "elastografia_hepatica",
      "slug": "elastografia-hepatica",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/elastografia-hepatica",
      "nome": "Elastografia hepática / esteatose",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "elastografia_hepatica.c0",
          "grupo": "elastografia_hepatica",
          "nome": "Calculadora — rigidez hepática (kPa) + Baveno VII",
          "nota": "Cortes de fibrose variam por etiologia e por técnica (TE/pSWE/2D-SWE). A calculadora ajusta por etiologia; controle de qualidade (IQR/mediana ≤0,30) é obrigatório.",
          "fonte": "Baveno VII 2022 / EFSUMB-WFUMB elastography guidelines",
          "colunas": [
            "Faixa (kPa)",
            "Baveno VII / leitura"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "green",
              "celulas": [
                "< 10",
                "Hepatopatia crônica avançada compensada improvável."
              ]
            },
            {
              "status": "yellow",
              "celulas": [
                "10–15",
                "Zona cinzenta — sugere doença avançada, confirmar."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "≥ 15",
                "Hepatopatia crônica avançada compensada provável."
              ]
            },
            {
              "status": "red",
              "celulas": [
                "≥ 25",
                "Hipertensão portal clinicamente significativa provável (CSPH)."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "elastografia_hepatica.c1",
          "grupo": "elastografia_hepatica",
          "nome": "Fibrose hepática — SWE (orientativo)",
          "nota": "Os cortes variam por equipamento, sonda e etiologia — use a tabela do seu aparelho. Valores de exemplo (2D-SWE).",
          "fonte": "Egypt J Radiol / Radiology Key (2D-SWE)",
          "colunas": [
            "Estágio",
            "Rigidez (kPa)"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "F0–F1",
                "< ~7"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "≥ F2 (significativa)",
                "~ 7–8,5"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "≥ F3 (avançada)",
                "~ 9,5–10,4"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "F4 (cirrose)",
                "≥ ~11,3–13"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "elastografia_hepatica.c2",
          "grupo": "elastografia_hepatica",
          "nome": "Esteatose — CAP (FibroScan)",
          "nota": "Ajustar por NAFLD/diabetes (+10) e IMC. Cortes variam por estudo (222–294 dB/m).",
          "fonte": "J Med Ultrason (CAP meta-análise)",
          "colunas": [
            "Grau",
            "CAP (dB/m)"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "S1 (> S0)",
                "≥ ~248"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "S2 (> S1)",
                "≥ ~268"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "S3 (> S2)",
                "≥ ~280"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "US",
      "chave": "obstetrico_calc",
      "slug": "obstetrico-calc",
      "url": "https://sonoaireport.com/referencias-ultrassom/obstetrico-calc",
      "nome": "Obstétrico — cálculo & tabelas",
      "temPaginaPublica": true,
      "medidas": [
        {
          "id": "obstetrico_calc.0",
          "grupo": "obstetrico_calc",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "CCN → IG (Robinson-Fleming)",
          "valor": "IG(dias) = 8,052·√(CCN·1,037) + 23,73",
          "unidade": null,
          "nota": "CCN em mm (5–84 mm)",
          "fonte": "Robinson & Fleming 1975",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "obstetrico_calc.1",
          "grupo": "obstetrico_calc",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "CCN → IG (INTERGROWTH-21st)",
          "valor": "IG(dias) = 59,3615 + 0,4614·CCN",
          "unidade": null,
          "nota": "válido 11+0–13+6 sem",
          "fonte": "INTERGROWTH-21st 2014",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "obstetrico_calc.2",
          "grupo": "obstetrico_calc",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Peso fetal estimado (Hadlock IV)",
          "valor": "log10(PFE)=1,3596+0,0064·CC+0,0424·CA+0,174·CF+0,00061·DBP·CA−0,00386·CA·CF",
          "unidade": null,
          "nota": "medidas em cm; PFE em g",
          "fonte": "Hadlock 1985",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "obstetrico_calc.3",
          "grupo": "obstetrico_calc",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "PFE — INTERGROWTH-21st (CA+CC)",
          "valor": "log(PFE)=5,084820−54,06633·(CA/100)³−95,80076·(CA/100)³·ln(CA/100)+3,136370·(CC/100)",
          "unidade": null,
          "nota": "log natural; CA/CC em cm; 2ª referência mundial",
          "fonte": "INTERGROWTH-21st (Stirnemann 2017)",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "obstetrico_calc.c0",
          "grupo": "obstetrico_calc",
          "nome": "PFE por idade gestacional — Hadlock (g)",
          "nota": "PIG < p10 · AIG p10–p90 · GIG > p90. Use a calculadora acima p/ classificar automaticamente. Segunda referência mundial: INTERGROWTH-21st (tabela oficial Stirnemann 2017).",
          "fonte": "Hadlock 1991 (percentis)",
          "colunas": [
            "Sem",
            "p10",
            "p50",
            "p90"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "20",
                "286",
                "330",
                "380"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "21",
                "345",
                "398",
                "458"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "22",
                "412",
                "476",
                "548"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "23",
                "489",
                "565",
                "650"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "24",
                "576",
                "665",
                "765"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "25",
                "673",
                "778",
                "894"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "26",
                "780",
                "902",
                "1038"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "27",
                "898",
                "1039",
                "1196"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "28",
                "1026",
                "1189",
                "1368"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "29",
                "1165",
                "1350",
                "1554"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "30",
                "1313",
                "1523",
                "1753"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "31",
                "1470",
                "1707",
                "1964"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "32",
                "1635",
                "1901",
                "2187"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "33",
                "1807",
                "2103",
                "2419"
              ]
            },
            {
              "status": null,
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                "34",
                "1985",
                "2312",
                "2659"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "35",
                "2167",
                "2527",
                "2904"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "36",
                "2352",
                "2745",
                "3153"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "37",
                "2537",
                "2966",
                "3403"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "38",
                "2723",
                "3186",
                "3652"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "39",
                "2905",
                "3403",
                "3897"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "40",
                "3084",
                "3617",
                "4135"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "CT",
      "chave": "tc_neuro",
      "slug": "tc-neuro",
      "nome": "TC de Crânio e Neuro (encéfalo, trauma, AVC, seios da face e angio-TC)",
      "temPaginaPublica": false,
      "medidas": [
        {
          "id": "tc_neuro.0",
          "grupo": "tc_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Substância cinzenta cortical — atenuação",
          "valor": "+37 a +45 UH (≈ +40 UH)",
          "unidade": "UH",
          "nota": "O sinal precoce de AVC na TC é a queda de poucas UH da cinzenta, não uma hipodensidade evidente: perda da fita insular e obscurecimento do núcleo lentiforme aparecem quando a diferença cinzenta−branca cai. Use janela estreita (largura 30-40 UH) para enxergar.",
          "fonte": "StatPearls/NCBI Bookshelf 2023 · DenOtter & Schubert, \"Hounsfield Unit\" (NBK547721) · Barber et al., Lancet 2000;355:1670-4 (ASPECTS)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Normal",
              "valor": "+37 a +45 UH",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Perda de diferenciação córtico-subcortical",
              "valor": "diferença cinzenta−branca < 5 UH",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Hipoatenuação franca (edema citotóxico/infarto estabelecido)",
              "valor": "< +30 UH",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_neuro.1",
          "grupo": "tc_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Substância branca — atenuação",
          "valor": "+20 a +30 UH (≈ +25 UH)",
          "unidade": "UH",
          "nota": "Referência interna mais estável do exame: se a substância branca está fora da faixa nos dois hemisférios, suspeite de erro de calibração/artefato antes de laudar doença difusa.",
          "fonte": "StatPearls/NCBI Bookshelf 2023 · DenOtter & Schubert, \"Hounsfield Unit\" (NBK547721)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Normal",
              "valor": "+20 a +30 UH",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Hipoatenuação difusa (microangiopatia, edema vasogênico)",
              "valor": "< +20 UH",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_neuro.2",
          "grupo": "tc_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Liquor — atenuação",
          "valor": "0 a +15 UH",
          "unidade": "UH",
          "nota": "Água = 0 UH por definição; o liquor fica discretamente acima. Diferenciar higroma subdural (densidade de liquor) de hematoma subdural crônico (densidade acima do liquor) é medida de ROI, não impressão visual.",
          "fonte": "StatPearls/NCBI Bookshelf 2023 · DenOtter & Schubert, \"Hounsfield Unit\" (NBK547721)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Liquor normal",
              "valor": "0 a +15 UH",
              "min": null,
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              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Coleção proteinácea / higroma × hematoma crônico",
              "valor": "+15 a +30 UH",
              "min": null,
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              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Conteúdo hemático em espaço liquórico",
              "valor": "> +30 UH",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_neuro.3",
          "grupo": "tc_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Sangue agudo / coágulo — atenuação",
          "valor": "+50 a +70 UH (limite superior relatado até ~+90 UH)",
          "unidade": "UH",
          "nota": "A atenuação do sangue é proporcional à concentração de hemoglobina (New & Aronow, 1976). Smith 1981 demonstrou em modelo experimental que sangue com hemoglobina de 8-10 g/dL fica ISODENSO ao encéfalo — em anemia importante o hematoma subdural agudo pode passar despercebido (evidência: modelo experimental + 2 casos). Sempre confira hemoglobina/hematócrito quando o achado clínico não bate com a densidade.",
          "fonte": "New PFJ & Aronow S, Radiology 1976;121(3):635-40 · Smith WP Jr, Batnitzky S, Rengachary SS, AJR 1981;136(3):543-6 (PMID 6781293; relato de 2 casos + modelo experimental) · Duy PQ et al., J Neuroimaging 2019",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Sem hiperdensidade hemática",
              "valor": "≤ +45 UH",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Limítrofe — comparar com seio venoso e com o lado contralateral",
              "valor": "+45 a +55 UH",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Hemorragia aguda",
              "valor": "+55 a +90 UH",
              "min": null,
              "max": null,
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_neuro.4",
          "grupo": "tc_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Hematoma subdural — densidade por idade da coleção",
          "valor": "Agudo (<3 d) hiperdenso em 100%; subagudo (3 d–3 sem) isodenso em ~70%; crônico (>3 sem) hipodenso em ~76%",
          "unidade": null,
          "nota": "Coleção isodensa é a fase em que o hematoma subdural mais escapa: procure sinais indiretos (apagamento de sulcos, deslocamento da junção córtico-subcortical, desvio da linha média sem lesão visível) e considere contraste ou RM. Coleção com níveis ou densidade mista sugere ressangramento sobre hematoma crônico. Série pequena (50 pacientes, 42 com dado temporal) — as porcentagens são orientativas, não determinísticas.",
          "fonte": "Scotti G, TerBrugge K, Melançon D, Bélanger G. J Neurosurg 1977;47(3):311-5 (PMID 894336)",
          "faixas": [
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Agudo — hiperdenso",
              "valor": "> +50 UH, até 3 dias",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Subagudo — isodenso ao córtex (armadilha diagnóstica)",
              "valor": "+30 a +50 UH, 3 dias a 3 semanas",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Crônico — hipodenso, próximo ao liquor; lesão cirúrgica potencial (drenagem), NÃO achado normal",
              "valor": "< +30 UH, > 3 semanas",
              "min": null,
              "max": null,
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_neuro.5",
          "grupo": "tc_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Gordura macroscópica — atenuação",
          "valor": "Qualquer ROI inequivocamente < −30 UH caracteriza gordura macroscópica; gordura pura tem intervalo de referência de 95% de −123 a −89 UH",
          "unidade": "UH",
          "nota": "Qualquer ROI francamente negativa dentro de lesão intracraniana muda o diagnóstico: gotículas de gordura nos sulcos e ventrículos indicam dermoide roto. O limiar prático de detecção é −30 UH — lipoma e dermoide medem rotineiramente entre −40 e −80 UH e NÃO devem ser descartados como média de volume. A faixa de −123 a −89 UH é intervalo de referência de gordura pura, não limiar diagnóstico. Não confundir com ar pós-traumático/pós-operatório, que é ≈ −1000 UH.",
          "fonte": "Limiar prático de −30 UH: prática radiológica consagrada · intervalo de referência de gordura pura: Fat Hounsfield Unit Reference Interval Derived through an Indirect Method, 2023 (PMC10252728) · StatPearls/NCBI Bookshelf 2023, \"Hounsfield Unit\"",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Gordura macroscópica inequívoca (lipoma, dermoide, teratoma)",
              "valor": "< −30 UH",
              "min": null,
              "max": null,
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              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Densidade discretamente negativa — repetir com ROI menor, longe de interface com liquor ou ar",
              "valor": "−30 a −10 UH",
              "min": null,
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              "incluiMin": true,
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_neuro.6",
          "grupo": "tc_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Calcificação × sangue — limite de atenuação",
          "valor": "Sangue até ~+90 UH; calcificação a partir de ~+100 UH (convenção prática, não corte validado)",
          "unidade": "UH",
          "nota": "O corte de ~+100 UH é convenção prática de leitura, não limiar derivado de estudo primário — trate-o como orientação, não como regra. Calcificações fisiológicas são muito mais densas que sangue e são achado normal. Em dúvida entre hemorragia e calcificação num nódulo, TC de dupla energia ou comparação com exame anterior resolve; sangue muda de densidade em dias, calcificação não.",
          "fonte": "New PFJ & Aronow S, Radiology 1976;121(3):635-40 (atenuação do sangue) · limiar de calcificação: convenção prática, sem fonte primária validada",
          "faixas": [
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Zona de sobreposição — coágulo muito denso × calcificação incipiente",
              "valor": "+90 a +100 UH",
              "min": null,
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              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Calcificação — fisiológica na maioria dos casos (pineal, plexos coroides, foice, gânglios da base em idosos)",
              "valor": "> +100 UH",
              "min": null,
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              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_neuro.7",
          "grupo": "tc_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Osso cortical e cápsula ótica — atenuação",
          "valor": "≈ +1000 UH (cápsula ótica/cóclea até ~+2000 UH; metal > +3000 UH)",
          "unidade": "UH",
          "nota": "Referência útil para separar corpo estranho metálico (>+3000 UH, com artefato de endurecimento) de fragmento ósseo em trauma. Janela óssea dedicada é obrigatória para fratura — fratura linear não desviada some na janela de partes moles.",
          "fonte": "StatPearls/NCBI Bookshelf 2023 · DenOtter & Schubert, \"Hounsfield Unit\" (NBK547721)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tc_neuro.8",
          "grupo": "tc_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Índice de Evans",
          "valor": "≤ 0,30 (maior largura dos cornos frontais ÷ maior diâmetro INTERNO do crânio no mesmo corte)",
          "unidade": null,
          "nota": "Medir no corte axial de MAIOR largura dos cornos frontais, paralelo à linha comissural; o denominador é o maior diâmetro interno do crânio no mesmo corte. A literatura é DIVERGENTE e o laudo deve refletir isso: Missori 2016 (1221 pacientes consecutivos de pronto-socorro, 45-101 anos) mostrou que a MÉDIA por faixa etária nunca ultrapassa 0,30 e que cerca de 1 em 5 exames excede 0,30, concluindo que EI > 0,30 deve refletir condição neurológica subjacente em todo indivíduo — ou seja, argumenta A FAVOR do corte fixo. Brix 2017, em 534 participantes de 65 a 84 anos, encontrou 29% dos controles saudáveis com EI ≥ 0,30 e propôs cortes ajustados por idade e sexo. Evans isolado não diagnostica hidrocefalia de pressão normal: combine com ângulo caloso e DESH.",
          "fonte": "Missori P et al., Oncotarget 2016;7(11):11860-3 (PMID 26919252) · Brix MK et al., Eur J Radiol 2017;95:28-32",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Normal",
              "valor": "≤ 0,30",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Acima do corte clássico, porém dentro do corte ajustado por idade e sexo (≥ 65 anos)",
              "valor": "> 0,30 e ≤ corte ajustado da faixa etária",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Ventriculomegalia definida",
              "valor": "> 0,30 em < 65 anos, ou > corte ajustado em ≥ 65 anos",
              "min": null,
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_neuro.9",
          "grupo": "tc_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Índice bicaudado — limite superior por idade",
          "valor": "≤ 0,12 (≤45 a) · ≤ 0,14 (55 a) · ≤ 0,16 (65 a) · ≤ 0,17 (>65 a) — percentil 95",
          "unidade": null,
          "nota": "ATENÇÃO AO DENOMINADOR: razão entre a largura dos ventrículos laterais no nível das cabeças dos núcleos caudados e a distância entre as TÁBUAS EXTERNAS do crânio no mesmo nível (definição de Barr 1978). Usar a tábua interna reduz o denominador, infla o índice e produz falso-positivo de hidrocefalia. É a medida de escolha para hidrocefalia aguda pós-HSA porque tem normativa estratificada por idade. Um corte único de 0,20 fica ACIMA de todos os limites por idade (0,12 a 0,17) e por isso só gera FALSO-NEGATIVO — mais grave no jovem, cujo limite é 0,12. Controle normal de Barr: 0,092 ± 0,003 (derivado com denominador de tábua externa). Os limites de Dupont vêm de pacientes com HSA sem hidrocefalia aguda, não de voluntários sadios.",
          "fonte": "Dupont S & Rabinstein AA, Neurol Res 2013;35(2):103-6 (PMID 23336389) · Barr AN et al., Neurology 1978;28(11):1196-200 (PMID 152416)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Dentro do limite para a idade",
              "valor": "≤ percentil 95 da faixa etária",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Dilatação ventricular / hidrocefalia aguda",
              "valor": "> percentil 95 da faixa etária",
              "min": null,
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_neuro.10",
          "grupo": "tc_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Ângulo caloso (normativa de RM; na TC exige reformatação coronal fina)",
          "valor": "< 90° sugere hidrocefalia de pressão normal idiopática",
          "unidade": "graus",
          "nota": "ATENÇÃO À MODALIDADE: a normativa vem de RM 3D (Ishii 2008, 34 HPNi / 34 Alzheimer / 34 controles), não de TC. Na TC só é reprodutível com reformatação coronal fina PERPENDICULAR à linha CA-CP, no nível da comissura posterior — TC axial de rotina com corte espesso não reproduz o valor e pequenas rotações do plano alteram significativamente o resultado. O corte de 90° (média − 2 DP dos controles) separou HPN idiopática de doença de Alzheimer com acurácia 93%, sensibilidade 97% e especificidade 88%; note que o grupo de contraste é Alzheimer, não população geral.",
          "fonte": "Ishii K et al., Eur Radiol 2008;18(11):2678-83 (PMID 18500524; RM 3D) · Neuroradiology 2021;63:1305-13 (efeito da rotação do plano)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Normal",
              "valor": "≥ 100° (controles 112° ± 11°; Alzheimer 104° ± 15°)",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Limítrofe",
              "valor": "90° a 100°",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Sugestivo de HPN idiopática",
              "valor": "< 90° (HPNi 66° ± 14°)",
              "min": null,
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_neuro.11",
          "grupo": "tc_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Desvio da linha média",
          "valor": "> 5 mm é o corte de conduta em trauma",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Medir no septo pelúcido ou na pineal, no corte do forame de Monro: traçar a linha média anatômica (crista galli → protuberância occipital interna) e medir a perpendicular até a estrutura desviada. Sempre reporte junto com o estado das cisternas basais — desvio pequeno com cisternas apagadas é pior que desvio maior com cisternas pérvias.",
          "fonte": "Bullock MR et al., Neurosurgery 2006;58(3 Suppl):S2-1–S2-62 (Guidelines for the Surgical Management of TBI) · Maas AIR et al., Neurosurgery 2005;57(6):1173-82 (escore de Rotterdam)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Sem desvio",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Desvio ≤ 5 mm — não pontua no escore de Rotterdam",
              "valor": "> 0 e ≤ 5 mm",
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Desvio > 5 mm — pontua no Rotterdam e integra critério cirúrgico",
              "valor": "> 5 mm",
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          ]
        },
        {
          "id": "tc_neuro.12",
          "grupo": "tc_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Cisternas basais (perimesencefálicas)",
          "valor": "Normais / comprimidas / ausentes — item de maior peso do escore de Rotterdam",
          "unidade": null,
          "nota": "Avaliar nos três braços da cisterna perimesencefálica separadamente. Cisternas ausentes, desvio de linha média e volume de massa hemorrágica ≥25 mL foram preditores independentes de óbito precoce no trauma. É o descritor de hipertensão intracraniana mais reprodutível da TC — descreva-o sempre em politrauma, mesmo quando normal.",
          "fonte": "Maas AIR et al., Neurosurgery 2005;57(6):1173-82 · Academic Radiology 2014 (Early CT Findings to Predict Early Death in TBI)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Pérvias e simétricas",
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Comprimidas",
              "valor": "1 ponto no Rotterdam",
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Ausentes (apagadas) — hipertensão intracraniana",
              "valor": "2 pontos no Rotterdam",
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          ]
        },
        {
          "id": "tc_neuro.13",
          "grupo": "tc_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Hematoma extradural agudo — volume e espessura",
          "valor": "> 30 cm³ → evacuação independentemente da Escala de Coma de Glasgow",
          "unidade": "cm³ / mm",
          "nota": "Todos os quatro critérios de não operar precisam ser satisfeitos simultaneamente. Descreva volume (ABC/2), maior espessura, desvio da linha média e se há sinal do redemoinho (swirl sign, área hipodensa interna = sangramento ativo) — este último antecipa expansão rápida.",
          "fonte": "Bullock MR et al., \"Surgical management of acute epidural hematomas\", Neurosurgery 2006;58(3 Suppl):S7-15",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Conduta não cirúrgica possível (com TC seriada e vigilância neurológica)",
              "valor": "< 30 cm³ E espessura < 15 mm E desvio < 5 mm E ECG > 8 sem déficit focal",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Zona de decisão clínica",
              "valor": "espessura ≥ 15 mm ou desvio ≥ 5 mm com volume < 30 cm³",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Indicação cirúrgica",
              "valor": "> 30 cm³ (qualquer ECG)",
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_neuro.14",
          "grupo": "tc_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Hematoma subdural agudo — espessura",
          "valor": "> 10 mm de espessura OU > 5 mm de desvio → evacuação independentemente da Escala de Coma de Glasgow",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Medir a espessura máxima perpendicular à tábua interna, no corte de maior coleção. Em hematoma subdural o desvio da linha média costuma ser desproporcional à espessura (por edema hemisférico associado) — desproporção é sinal de mau prognóstico e deve ser dita no laudo.",
          "fonte": "Bullock MR et al., \"Surgical management of acute subdural hematomas\", Neurosurgery 2006;58(3 Suppl):S16-24",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Abaixo do limiar cirúrgico isolado",
              "valor": "espessura < 10 mm E desvio < 5 mm",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Vigilância — cirurgia se piora clínica",
              "valor": "< 10 mm com ECG < 9: queda ≥ 2 pontos na ECG, pupilas assimétricas/fixas ou PIC > 20 mmHg",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Indicação cirúrgica",
              "valor": "> 10 mm OU desvio > 5 mm",
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_neuro.15",
          "grupo": "tc_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Lesão parenquimatosa traumática — volume",
          "valor": "> 50 cm³ em qualquer topografia → considerar evacuação",
          "unidade": "cm³",
          "nota": "A faixa de ECG do critério frontal/temporal é 6 a 8 (não 'qualquer ECG < 9') e o desvio é ≥ 5 mm, conforme o texto de Bullock 2006. Contusões hemorrágicas expandem: TC de controle em 6-12 h é regra quando há contusão frontobasal ou temporal, mesmo pequena. Reporte volume por ABC/2, edema perilesional e a distância da lesão temporal ao mesencéfalo (risco de herniação uncal).",
          "fonte": "Bullock MR et al., \"Surgical management of traumatic parenchymal lesions\", Neurosurgery 2006;58(3 Suppl):S25-46",
          "faixas": [
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Considerar evacuação em lesão frontal ou temporal",
              "valor": "> 20 cm³ com desvio ≥ 5 mm e/ou compressão cisternal, em paciente com ECG 6 a 8",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Considerar evacuação independentemente da topografia",
              "valor": "> 50 cm³",
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_neuro.16",
          "grupo": "tc_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Volume de hemorragia intraparenquimatosa pelo método ABC/2",
          "valor": "Volume (cm³) = (A × B × C) ÷ 2",
          "unidade": "cm³",
          "nota": "A = maior diâmetro do hematoma no corte de maior área; B = diâmetro perpendicular a A no mesmo corte; C = número de cortes com hematoma × espessura do corte (contando como corte inteiro só os que têm ≥75% da maior área, e como meio corte os de 25-75%). As faixas de mortalidade de Broderick SÓ valem com a condição de ECG acoplada — volume isolado não prediz. Apenas 1 de 71 pacientes com volume ≥30 cm³ recuperou independência funcional em 30 dias. A fórmula superestima hematomas de forma irregular.",
          "fonte": "Kothari RU et al., Stroke 1996;27(8):1304-5 · Broderick JP et al., Stroke 1993;24(7):987-93",
          "faixas": [
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Mortalidade em 30 dias de 19% quando associado a ECG ≥ 9",
              "valor": "< 30 cm³ E ECG ≥ 9",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Risco intermediário",
              "valor": "30 a 60 cm³",
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Mortalidade de 91% em 30 dias quando associado a ECG ≤ 8",
              "valor": "≥ 60 cm³ E ECG ≤ 8",
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_neuro.17",
          "grupo": "tc_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Sinal da artéria cerebral média hiperdensa",
          "valor": "Atenuação absoluta > 43 UH E razão > 1,2 em relação à ACM contralateral",
          "unidade": "UH",
          "nota": "Critério derivado de série PEQUENA e de centro único: 18 casos e 80 controles, com 10 verdadeiro-positivos (9 com AVC isquêmico agudo, 1 com encefalite herpética); os próprios autores encerram afirmando que 'falta confirmação em outros centros'. Use como apoio, não como critério isolado. Os falsos-positivos identificados por Koo foram infarto cerebral maduro e patologias não isquêmicas — NÃO assuma que a razão >1,2 exclui calcificação ateromatosa, que costuma ser assimétrica e pode elevar a razão. O sinal do ponto da ACM (MCA dot sign) é o equivalente em ramo M2/M3 na cisterna silviana.",
          "fonte": "Koo CK, Teasdale E, Muir KW. Cerebrovasc Dis 2000;10(6):419-23 (PMID 11070370)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Sem trombo hiperdenso",
              "valor": "≤ 43 UH ou razão ≤ 1,2",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Sinal verdadeiro — trombo intraluminal",
              "valor": "> 43 UH E razão > 1,2",
              "min": null,
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_neuro.18",
          "grupo": "tc_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "ASPECTS — limiar para terapia de reperfusão",
          "valor": "≥ 6 é o critério AHA/ASA 2019 para trombectomia mecânica em até 6 h; ASPECTS baixo NÃO é mais exclusão automática",
          "unidade": null,
          "nota": "Na diretriz AHA/ASA 2019, o paciente com oclusão de grande vaso na circulação anterior tratado em até 6 h deve ter TC sem contraste tranquilizadora com ASPECTS ≥ 6. ATUALIZAÇÃO IMPORTANTE: os ensaios de core extenso (RESCUE-Japan LIMIT 2022, SELECT2 2023, ANGEL-ASPECT 2023, TENSION 2023, TESLA 2024) demonstraram benefício da trombectomia em ASPECTS 3-5 — o laudo deve reportar o ASPECTS, nunca declarar o paciente inelegível. Entre 6 e 24 h a seleção passa a depender de perfusão por TC ou RM por difusão, obedecendo aos critérios dos ensaios DAWN e DEFUSE 3. Barber (2000) mostrava aumento abrupto de dependência/óbito com ASPECTS ≤ 7.",
          "fonte": "Powers WJ et al., Stroke 2019;50(12):e344-e418 (2019 Update to the 2018 AHA/ASA AIS Guidelines) · Barber PA et al., Lancet 2000;355(9216):1670-4 · ensaios de core extenso: RESCUE-Japan LIMIT (NEJM 2022), SELECT2 e ANGEL-ASPECT (NEJM 2023), TENSION (Lancet 2023), TESLA (2024)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "TC tranquilizadora — elegível para trombectomia na janela de 6 h",
              "valor": "ASPECTS 8 a 10",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Elegível pelo critério de 6 h, mas já com aumento acentuado de dependência e óbito (≤ 7)",
              "valor": "ASPECTS 6 a 7",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Core extenso — fora do critério clássico de ASPECTS ≥ 6, mas NÃO exclui trombectomia: decisão individualizada com a neurointervenção",
              "valor": "ASPECTS 0 a 5",
              "min": null,
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_neuro.19",
          "grupo": "tc_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Diâmetro da bainha do nervo óptico na TC",
          "valor": "> 5,0 mm sugere pressão intracraniana elevada (marcador de apoio; sensibilidade e especificidade variam muito entre séries)",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Medir 3 mm posterior ao globo, perpendicular ao eixo do nervo. Os cortes publicados variam (5,0 a 5,6 mm) conforme o limiar de PIC adotado e a técnica, e os valores de sensibilidade/especificidade dependem fortemente da série — é marcador de APOIO, nunca isolado, e não deve ser laudado como diagnóstico de hipertensão intracraniana. As fontes disponíveis são de qualidade heterogênea e não constituem normativa consolidada.",
          "fonte": "Eur J Radiol 2021 (comparação ultrassonografia × TC para ONSD na detecção de PIC elevada — citação incompleta na literatura de origem) · Relationship of ONSD and Intracranial Hypertension in TBI, 2020 (PMC7717459)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Normal",
              "valor": "≤ 5,0 mm",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Limítrofe — correlacionar com cisternas basais e clínica",
              "valor": "5,0 a 5,5 mm",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Associado a hipertensão intracraniana e pior desfecho neurológico",
              "valor": "> 5,5 mm",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_neuro.20",
          "grupo": "tc_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Relação substância cinzenta/branca (GWR) pós-parada cardíaca",
          "valor": "GWR no nível dos gânglios da base < 1,10 associa-se a desfecho neurológico ruim com alta especificidade",
          "unidade": null,
          "nota": "Calcular como média das UH da substância cinzenta (caudado e putâmen) dividida pela média da branca (corpo caloso e braço posterior da cápsula interna), no nível dos gânglios da base. TC muito precoce (<6 h) subestima o dano. NUNCA use isoladamente para prognóstico: o prognóstico pós-parada é multimodal (exame neurológico, EEG, enolase neuroespecífica, imagem) e o radiologista descreve o achado, não decide conduta. Os limiares publicados variam entre 1,10 e 1,20 conforme a série e a técnica de ROI.",
          "fonte": "Gray-White Matter Ratio at the Level of the Basal Ganglia as a Predictor of Neurologic Outcomes in Cardiac Arrest Survivors: A Literature Review, 2022 (PMC8967346) — revisão narrativa, sem normativa consolidada",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Diferenciação preservada",
              "valor": "GWR ≥ 1,20",
              "min": null,
              "max": null,
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              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Zona intermediária — não prognosticar por este dado",
              "valor": "GWR 1,10 a 1,20",
              "min": null,
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              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Desfecho ruim — alta especificidade",
              "valor": "GWR < 1,10",
              "min": null,
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              "incluiMin": true,
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_neuro.21",
          "grupo": "tc_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Conduto auditivo interno — medidas normais na TC (adulto)",
          "valor": "Largura do poro 7,10 mm · comprimento 9,84 mm · diâmetro vertical 4,47 mm (médias de Marques 2012)",
          "unidade": "mm",
          "nota": "A variabilidade interindividual é grande e a assimetria de poucos milímetros entre os lados pode ser normal — alargamento do conduto sugere schwannoma vestibular, mas a confirmação é RM com contraste, não TC. Em Marques 2012 as medidas pediátricas superaram as do adulto (poro 7,53 × 7,10 mm; comprimento 11,17 × 9,84 mm; diâmetro vertical 4,82 × 4,47 mm), com diferença estatisticamente significativa em comprimento e diâmetro. O limiar de conduto < 2 mm é convenção clássica de estenose (não derivada do estudo de Marques) e obriga avaliação do nervo coclear por RM antes de implante coclear.",
          "fonte": "Marques SR et al., Iran J Radiol 2012;9(2):71-8 (PMID 23329967; Morphometric Analysis of the Internal Auditory Canal by CT)",
          "faixas": [
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Conduto estreito (hipoplasia — investigar nervo coclear por RM)",
              "valor": "< 2 mm",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_neuro.22",
          "grupo": "tc_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Estenose carotídea na angio-TC — diâmetro residual mínimo",
          "valor": "1,3 mm ≈ 70% NASCET · 2,2 mm ≈ 50% NASCET",
          "unidade": "mm",
          "nota": "A medida direta em milímetros na angio-TC teve sensibilidade de 88,2%, especificidade de 92,4% e valor preditivo negativo de 98,2% para estenose ≥70%. TÉCNICA CONFORME A FONTE: Bartlett mediu o menor lúmen residual nos CORTES AXIAIS FONTE, e a própria série registra que a avaliação foi confiável mesmo na presença de calcificação; a carótida interna distal (denominador) é medida além do bulbo, onde as paredes são paralelas. É nas reconstruções MIP/oblíquas que a calcificação densa atrapalha — na dúvida, volte sempre ao corte-fonte. Quase-oclusão com colapso distal invalida o cálculo percentual e deve ser laudada como tal.",
          "fonte": "Bartlett ES, Walters TD, Symons SP, Fox AJ. \"Quantification of carotid stenosis on CT angiography\", AJNR Am J Neuroradiol 2006;27(1):13-9 (PMID 16418349)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Estenose leve (< 50% NASCET)",
              "valor": "> 2,2 mm",
              "min": null,
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              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Estenose moderada (50-69% NASCET)",
              "valor": "1,3 a 2,2 mm",
              "min": null,
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              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Estenose grave (≥ 70% NASCET)",
              "valor": "≤ 1,3 mm",
              "min": null,
              "max": null,
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              "quando": null
            }
          ]
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "tc_neuro.c0",
          "grupo": "tc_neuro",
          "nome": "ASPECTS — Alberta Stroke Program Early CT Score",
          "nota": null,
          "fonte": "Barber PA, Demchuk AM, Zhang J, Buchan AM. Lancet 2000;355(9216):1670-4 · Powers WJ et al., Stroke 2019;50(12):e344-e418 · ensaios de core extenso 2022-2024",
          "colunas": [
            "Região",
            "Nível axial",
            "Pontuação",
            "Comentário"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Núcleo caudado (C)",
                "Gangliônico (tálamo e gânglios da base)",
                "1",
                "Subtrair 1 ponto para cada região com hipoatenuação ou perda de diferenciação"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Núcleo lentiforme (L)",
                "Gangliônico",
                "1",
                "Obscurecimento do lentiforme é dos sinais precoces mais frequentes"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Cápsula interna (CI)",
                "Gangliônico",
                "1",
                "Avaliar o braço posterior"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Ínsula / fita insular (I)",
                "Gangliônico",
                "1",
                "Perda da fita insular é o sinal precoce clássico de oclusão de M1"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "M1 — córtex frontal anterior da ACM",
                "Gangliônico",
                "1",
                "—"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "M2 — córtex da ACM lateral à fita insular",
                "Gangliônico",
                "1",
                "—"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "M3 — córtex posterior da ACM",
                "Gangliônico",
                "1",
                "—"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "M4 — território anterior da ACM",
                "Supragangliônico (rostral aos gânglios da base)",
                "1",
                "Imediatamente superior a M1"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "M5 — território lateral da ACM",
                "Supragangliônico",
                "1",
                "Imediatamente superior a M2"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "M6 — território posterior da ACM",
                "Supragangliônico",
                "1",
                "Imediatamente superior a M3"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "TOTAL",
                "—",
                "10 = TC normal / 0 = todo o território da ACM acometido",
                "ASPECTS ≤ 7: aumento acentuado de dependência e óbito (Barber 2000). ASPECTS ≥ 6: critério AHA/ASA 2019 para trombectomia em até 6 h. ASPECTS 3-5 (core extenso): NÃO é exclusão — ensaios RESCUE-Japan LIMIT, SELECT2, ANGEL-ASPECT, TENSION e TESLA mostraram benefício da trombectomia; decisão individualizada com a neurointervenção"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_neuro.c1",
          "grupo": "tc_neuro",
          "nome": "Escala de Fisher modificada — hemorragia subaracnóidea",
          "nota": null,
          "fonte": "Frontera JA, Claassen J, Schmidt JM et al. \"Prediction of symptomatic vasospasm after subarachnoid hemorrhage: the modified Fisher scale\". Neurosurgery 2006;59(1):21-7 (PMID 16823296; braço placebo de 4 ensaios de tirilazad, n=1355) · escala original: Fisher CM, Kistler JP, Davis JM. Neurosurgery 1980;6(1):1-9 (limiar de 1 mm para camada fina × espessa)",
          "colunas": [
            "Grau",
            "TC sem contraste (sangue cisternal)",
            "Hemorragia intraventricular",
            "Risco de vasoespasmo sintomático"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "0",
                "Sem HSA",
                "Ausente",
                "Grupo de referência (grau 0-1)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "1",
                "HSA fina, focal ou difusa",
                "Ausente",
                "Grupo de referência (grau 0-1)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "2",
                "HSA fina, focal ou difusa",
                "Presente",
                "OR bruto 1,6 (IC95% 1,0-2,5) vs grau 0-1"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "3",
                "HSA espessa (preenche completamente ao menos uma cisterna ou fissura)",
                "Ausente",
                "OR bruto 1,6 (IC95% 1,1-2,2) vs grau 0-1"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "4",
                "HSA espessa",
                "Presente",
                "OR bruto 2,2 (IC95% 1,6-3,1) vs grau 0-1"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_neuro.c2",
          "grupo": "tc_neuro",
          "nome": "Escore de Lund-Mackay — seios paranasais",
          "nota": null,
          "fonte": "Lund VJ & Mackay IS. \"Staging in rhinosinusitis\". Rhinology 1993;31(4):183-4 · sistematização em StatPearls/NCBI Bookshelf (Lund-Mackay Scoring System for Staging Sinusitis, NBK441934)",
          "colunas": [
            "Estrutura (pontuada em cada lado)",
            "0",
            "1",
            "2"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Seio maxilar",
                "Sem opacificação",
                "Opacificação parcial",
                "Opacificação total"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Células etmoidais anteriores",
                "Sem opacificação",
                "Opacificação parcial",
                "Opacificação total"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Células etmoidais posteriores",
                "Sem opacificação",
                "Opacificação parcial",
                "Opacificação total"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Seio esfenoidal",
                "Sem opacificação",
                "Opacificação parcial",
                "Opacificação total"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Seio frontal",
                "Sem opacificação",
                "Opacificação parcial",
                "Opacificação total"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Complexo ostiomeatal",
                "Não obstruído",
                "(não pontua 1)",
                "Obstruído"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "TOTAL",
                "0 = estudo normal",
                "—",
                "24 = opacificação total bilateral (12 pontos por lado)"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_neuro.c3",
          "grupo": "tc_neuro",
          "nome": "Escore de Rotterdam — TC no traumatismo cranioencefálico",
          "nota": null,
          "fonte": "Maas AIR, Hukkelhoven CWPM, Marshall LF, Steyerberg EW. \"Prediction of outcome in traumatic brain injury with computed tomographic characteristics: a comparison between the computed tomographic classification and combinations of computed tomographic predictors\". Neurosurgery 2005;57(6):1173-82",
          "colunas": [
            "Item",
            "Achado",
            "Pontos"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Cisternas basais",
                "Normais",
                "0"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Cisternas basais",
                "Comprimidas",
                "1"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Cisternas basais",
                "Ausentes",
                "2"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Desvio da linha média",
                "Ausente ou ≤ 5 mm",
                "0"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Desvio da linha média",
                "> 5 mm",
                "1"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Lesão expansiva extradural",
                "Presente",
                "0"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Lesão expansiva extradural",
                "Ausente",
                "1"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Sangue intraventricular ou HSA traumática",
                "Ausente",
                "0"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Sangue intraventricular ou HSA traumática",
                "Presente",
                "1"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "ESCORE FINAL",
                "Soma dos itens + 1",
                "1 (melhor prognóstico) a 6 (pior prognóstico)"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_neuro.c4",
          "grupo": "tc_neuro",
          "nome": "Cortes cirúrgicos dos hematomas traumáticos (Brain Trauma Foundation / CNS)",
          "nota": null,
          "fonte": "Bullock MR, Chesnut R, Ghajar J et al. \"Guidelines for the Surgical Management of Traumatic Brain Injury\". Neurosurgery 2006;58(3 Suppl):S2-1–S2-62 (extradural S7-15; subdural S16-24; lesões parenquimatosas S25-46)",
          "colunas": [
            "Lesão",
            "Critério na TC",
            "Conduta recomendada"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Hematoma extradural agudo",
                "Volume > 30 cm³",
                "Evacuação cirúrgica independentemente da Escala de Coma de Glasgow"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Hematoma extradural agudo",
                "Volume < 30 cm³ E espessura < 15 mm E desvio < 5 mm E ECG > 8 sem déficit focal",
                "Pode ser conduzido sem cirurgia, com TC seriada e vigilância neurológica (os QUATRO critérios simultaneamente)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Hematoma subdural agudo",
                "Espessura > 10 mm OU desvio da linha média > 5 mm",
                "Evacuação cirúrgica independentemente da Escala de Coma de Glasgow"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Hematoma subdural agudo",
                "Espessura < 10 mm E desvio < 5 mm, com ECG < 9",
                "Cirurgia se queda ≥ 2 pontos na ECG entre o trauma e a admissão, pupilas assimétricas/fixas ou PIC > 20 mmHg"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Lesão parenquimatosa traumática",
                "Volume > 50 cm³ em qualquer topografia",
                "Considerar evacuação"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Lesão parenquimatosa traumática",
                "Lesão frontal ou temporal > 20 cm³ com desvio ≥ 5 mm e/ou compressão cisternal, com ECG de 6 a 8",
                "Considerar evacuação"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_neuro.c5",
          "grupo": "tc_neuro",
          "nome": "Estenose carotídea na angio-TC — equivalência NASCET",
          "nota": null,
          "fonte": "Bartlett ES et al., AJNR Am J Neuroradiol 2006;27(1):13-9 (PMID 16418349) · North American Symptomatic Carotid Endarterectomy Trial Collaborators, N Engl J Med 1991;325(7):445-53",
          "colunas": [
            "Diâmetro residual mínimo (angio-TC)",
            "Estenose NASCET equivalente",
            "Leitura clínica"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Método",
                "% = (1 − diâmetro residual ÷ diâmetro da carótida interna distal normal) × 100",
                "O denominador NASCET é a CI distal de calibre normal, medida além do bulbo onde as paredes são paralelas — nunca o bulbo"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "> 2,2 mm",
                "< 50%",
                "Estenose leve"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "≈ 2,2 mm",
                "≈ 50%",
                "Limiar de estenose moderada"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "1,3 a 2,2 mm",
                "50 a 69%",
                "Estenose moderada"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "≤ 1,3 mm",
                "≥ 70%",
                "Estenose grave — sensibilidade 88,2%, especificidade 92,4%, VPN 98,2%"
              ]
            },
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              "status": null,
              "celulas": [
                "Técnica",
                "Medir no corte axial fonte",
                "Bartlett mediu nos cortes-fonte e relatou avaliação confiável mesmo com calcificação; MIP/oblíquo é onde a calcificação atrapalha"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Referência terapêutica",
                "Sintomáticos com estenose de 70 a 99%",
                "Endarterectomia reduziu o AVC ipsilateral em 17,0% ± 3,5% em 2 anos (e o AVC maior ou fatal em 10,6% ± 2,6%) no NASCET"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_neuro.c6",
          "grupo": "tc_neuro",
          "nome": "Índice de Evans — cortes ajustados por idade e sexo no idoso (proposta de Brix 2017; ver divergência com Missori)",
          "nota": null,
          "fonte": "Brix MK, Westman E, Simmons A et al. \"The Evans' Index revisited: New cut-off levels for use in radiological assessment of ventricular enlargement in the elderly\". Eur J Radiol 2017;95:28-32 · Missori P et al., Oncotarget 2016;7(11):11860-3 (PMID 26919252)",
          "colunas": [
            "Faixa etária",
            "Corte no homem",
            "Corte na mulher"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Adulto < 65 anos",
                "0,30",
                "0,30"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "65 a 69 anos",
                "0,34",
                "0,32"
              ]
            },
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              "status": null,
              "celulas": [
                "70 a 74 anos",
                "0,36",
                "0,33"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "75 a 79 anos",
                "0,37",
                "0,34"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "80 a 84 anos",
                "0,37",
                "0,36"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "RESSALVA",
                "A literatura é divergente",
                "Brix 2017 (534 participantes de 65-84 anos; 29% dos controles saudáveis com EI ≥ 0,30) propõe estes cortes ajustados. Missori 2016 (1221 pacientes consecutivos de pronto-socorro, 45-101 anos) conclui o OPOSTO: 'EI > 0,30 deve refletir condição neurológica subjacente em todo indivíduo'. Não apresente o ajuste por idade como consenso"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "CT",
      "chave": "tc_torax",
      "slug": "tc-torax",
      "nome": "TC de Tórax",
      "temPaginaPublica": false,
      "medidas": [
        {
          "id": "tc_torax.0",
          "grupo": "tc_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Nódulo pulmonar incidental — limiar de seguimento",
          "valor": "6 mm (100 mm³)",
          "unidade": "mm",
          "nota": "O limiar mínimo para seguimento de rotina subiu para 6 mm em 2017. Nódulos < 6 mm dispensam controle, mas paciente de alto risco com morfologia suspeita e/ou localização em lobo superior pode merecer TC em 12 meses.",
          "fonte": "Fleischner Society 2017 (Radiology 2017;284:228-243) · MacMahon et al., Tabela 1A",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "< 6 mm (< 100 mm³) — sem seguimento de rotina",
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            {
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              "rotulo": "6–8 mm (100–250 mm³) — TC de controle",
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            {
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              "rotulo": "> 8 mm (> 250 mm³) — considerar TC em 3 meses, PET/TC ou amostragem",
              "valor": "> 8",
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              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_torax.1",
          "grupo": "tc_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Medição do nódulo — método (Fleischner)",
          "valor": "Média dos eixos longo e curto, arredondada ao milímetro mais próximo",
          "unidade": null,
          "nota": "Como alternativa à medida linear manual, pode-se usar volumetria automatizada/semiautomatizada, mais reprodutível: os limiares volumétricos são 100 e 250 mm³ no lugar de 6 e 8 mm. Volumetria depende do software — comparações de crescimento exigem o mesmo programa.",
          "fonte": "Fleischner Society 2017 (Radiology 2017;284:228-243) · MacMahon et al.",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tc_torax.2",
          "grupo": "tc_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Espessura de corte para caracterizar nódulo",
          "valor": "≤ 1,5 mm (tipicamente 1,0 mm), cortes contíguos",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Toda TC de tórax do adulto deve ser reconstruída e arquivada com cortes finos contíguos, com séries coronal e sagital. Cortes espessos aumentam a média de volume e inviabilizam avaliar componente parte-sólido, gordura e cálcio — justamente o que muda a conduta.",
          "fonte": "Fleischner Society 2017 (Radiology 2017;284:228-243) · MacMahon et al. (consenso de sociedade, sem graduação GRADE)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tc_torax.3",
          "grupo": "tc_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Realce do nódulo pulmonar solitário (TC com contraste)",
          "valor": "≤ 15 HU",
          "unidade": "HU",
          "nota": "Estudo multicêntrico com 356 nódulos sólidos de 5–40 mm, relativamente esféricos, homogêneos, sem calcificação nem gordura, com aquisições em 1, 2, 3 e 4 minutos. Sensibilidade 98%, especificidade 58%, acurácia 77% — ou seja, serve para EXCLUIR malignidade, não para confirmá-la. Fora desse perfil morfológico o corte não se aplica.",
          "fonte": "Swensen et al., Radiology 2000;214:73-80 (estudo multicêntrico)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "≤ 15 HU — fortemente preditivo de benignidade",
              "valor": "≤ 15",
              "min": null,
              "max": null,
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              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "> 15 HU — indeterminado / suspeito",
              "valor": "> 15",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_torax.4",
          "grupo": "tc_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Hamartoma pulmonar — critérios de TC",
          "valor": "≤ 2,5 cm + borda lisa + gordura focal (isolada ou alternando com calcificação)",
          "unidade": null,
          "nota": "Na série original de 47 hamartomas, nenhum dos 283 carcinomas nem das 72 metástases preencheu os três critérios. Atenção: 17 hamartomas sem gordura ou cálcio detectáveis não puderam ser diagnosticados por TC — ausência de gordura não afasta hamartoma.",
          "fonte": "Siegelman et al., Radiology 1986;160:313-317",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tc_torax.5",
          "grupo": "tc_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Crescimento no rastreamento (Lung-RADS)",
          "valor": "> 1,5 mm no diâmetro médio em intervalo de 12 meses",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Nódulo que cruza um novo limiar de tamanho é reclassificado mesmo sem preencher a definição de crescimento. Nódulo sólido ou parte-sólido que cresce ao longo de vários exames sem atingir 1,5 mm em nenhum intervalo de 12 meses é suspeito e pode ser classificado como 4B — e pode não ter avidez ao PET/TC.",
          "fonte": "ACR Lung-RADS v2022, notas 5, 6 e 8 (American College of Radiology, nov/2022)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tc_torax.6",
          "grupo": "tc_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Medição do nódulo no rastreamento (Lung-RADS)",
          "valor": "Eixos longo e curto com 1 casa decimal; média relatada com 1 casa decimal",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Os eixos podem ser medidos em qualquer plano que reflita o tamanho real do nódulo. Volumes, quando obtidos, são relatados em número inteiro de mm³. Cada exame recebe a categoria do nódulo de maior suspeição.",
          "fonte": "ACR Lung-RADS v2022, nota 4 (American College of Radiology)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tc_torax.7",
          "grupo": "tc_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Cisto pulmonar atípico — espessura da parede",
          "valor": "2 mm",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Novidade do v2022. Se o espessamento parietal for o achado dominante, trata-se de nódulo cavitado e mede-se como nódulo sólido (diâmetro médio total). Múltiplos cistos sugerem HCL ou LAM e não entram no Lung-RADS.",
          "fonte": "ACR Lung-RADS v2022, nota 12 (American College of Radiology)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "< 2 mm, unilocular e uniforme — cisto de parede fina; não é cisto atípico e não recebe categoria por esse achado",
              "valor": "< 2",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Parede espessa com componente cístico (aéreo) em crescimento, sem aumento da espessura parietal nem nodularidade — Lung-RADS 3",
              "valor": "3",
              "min": null,
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              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "≥ 2 mm (espessamento uniforme, assimétrico ou nodular) ou cisto multiloculado — Lung-RADS 4A",
              "valor": "≥ 2",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Parede espessa com espessamento/nodularidade crescente, ou multiloculado em crescimento — Lung-RADS 4B",
              "valor": "4B",
              "min": null,
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_torax.8",
          "grupo": "tc_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Nódulo justapleural benigno (Lung-RADS 2)",
          "valor": "< 10 mm (524 mm³) de diâmetro médio",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Novidade do v2022 — o limiar subiu de 6 para 10 mm. Só vale se o nódulo também for sólido, de margens lisas e com forma oval, lentiforme ou triangular (perfil de linfonodo intrapulmonar), no basal ou como nódulo novo.",
          "fonte": "ACR Lung-RADS v2022 (American College of Radiology)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tc_torax.9",
          "grupo": "tc_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Traqueia — diâmetro coronal",
          "valor": "Homens 13–25 mm · Mulheres 10–21 mm",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Limites de ±3 desvios-padrão (99,7% da população) derivados de 808 indivíduos de 10 a 79 anos (430 homens, 378 mulheres) sem doença respiratória; os valores acima são os publicados para adultos de 20 a 79 anos e não devem ser aplicados a crianças e adolescentes. Série feita em radiografias em PA e perfil, extrapolada para TC na prática — meça no mesmo nível e na mesma fase respiratória ao comparar exames. Não houve correlação com peso nem com altura.",
          "fonte": "Breatnach, Abbott & Fraser, AJR 1984;142:903-906",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Dentro de 13–25 mm (H) ou 10–21 mm (M)",
              "valor": "13-25 / 10-21",
              "min": null,
              "max": null,
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              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Acima do limite — traqueomegalia; abaixo do limite inferior — redução de calibre, investigar estenose",
              "valor": "fora",
              "min": null,
              "max": null,
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              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_torax.10",
          "grupo": "tc_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Traqueia — diâmetro sagital",
          "valor": "Homens 13–27 mm · Mulheres 10–23 mm",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Mesma coorte do diâmetro coronal, com as mesmas ressalvas de faixa etária e de modalidade. Traqueia com diâmetros acima dos limites, associada a divertículos e bronquiectasias, sugere traqueobroncomegalia (síndrome de Mounier-Kuhn).",
          "fonte": "Breatnach, Abbott & Fraser, AJR 1984;142:903-906",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Dentro de 13–27 mm (H) ou 10–23 mm (M)",
              "valor": "13-27 / 10-23",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Acima do limite — traqueomegalia (considerar Mounier-Kuhn)",
              "valor": "> limite",
              "min": null,
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_torax.11",
          "grupo": "tc_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Aorta torácica ascendente — TC",
          "valor": "33 ± 4 mm (limite superior do normal 41 mm)",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Medida em TC cardíaca sincronizada, sem contraste, no nível da bifurcação da artéria pulmonar, em 2.952 adultos de baixo risco (limite superior do normal 41 mm). CONFRONTE com o card 'Aorta ascendente — limite superior por idade e sexo': aquela série, estratificada, admite até 45,0 mm em homens acima de 60 anos. Os dois números não são intercambiáveis — não relate dilatação sem checar idade, sexo e método de medida. Muitos serviços usam 40 mm como gatilho de menção no laudo, o que é convenção local e não definição de guideline. O ACC/AHA 2022 orienta medir da borda interna à borda interna, com sincronização eletrocardiográfica e repetindo seio a seio para pegar o maior diâmetro; limiares de intervenção ficam em 5,0–5,5 cm conforme o centro e a etiologia, lembrando que boa parte das dissecções ocorre abaixo desses limiares — diâmetro isolado é preditor imperfeito.",
          "fonte": "Wolak et al., JACC Cardiovasc Imaging 2008;1:200-209 · método de medida: 2022 ACC/AHA Aortic Disease Guideline (Circulation 2022;146:e334-e482)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "≤ 41 mm",
              "valor": "≤ 41",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "> 41 mm — acima do limite superior do normal desta coorte",
              "valor": "> 41",
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "≥ 45 mm — limiar de vigilância estreita e de indicação cirúrgica em contextos selecionados (valva aórtica bicúspide, síndromes genéticas, cirurgia valvar concomitante)",
              "valor": "≥ 45",
              "min": null,
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              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_torax.12",
          "grupo": "tc_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Aorta torácica descendente — TC",
          "valor": "24 ± 3 mm (limite superior do normal 30 mm)",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Mesma coorte (n = 1.931 para a descendente), medida no nível da bifurcação da artéria pulmonar. Idade, superfície corporal, sexo e hipertensão associam-se independentemente ao calibre; diabetes associa-se à aorta ascendente e tabagismo, especificamente, à descendente.",
          "fonte": "Wolak et al., JACC Cardiovasc Imaging 2008;1:200-209",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "≤ 30 mm",
              "valor": "≤ 30",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "> 30 mm — dilatação",
              "valor": "> 30",
              "min": null,
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              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_torax.13",
          "grupo": "tc_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Aorta ascendente — limite superior por idade e sexo",
          "valor": "Mulheres 38,0 / 40,7 / 42,4 mm · Homens 40,2 / 42,9 / 45,0 mm (20–40, 41–60, > 60 anos)",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Valores de diâmetro TOTAL (incluindo a parede), que é como se mede em TC e RM, em 1.442 pacientes. Os equivalentes intraluminais são menores — mulheres 35,6 / 38,3 / 40,0 mm e homens 37,8 / 40,5 / 42,6 mm — e são os comparáveis a ecocardiograma e angiografia. O diâmetro é 1,7 mm menor na diástole que na sístole. CONFRONTE com o card 'Aorta torácica ascendente — TC', que traz limite único de 41 mm sem estratificar idade: um homem de 65 anos com 44 mm é normal por esta série e 'dilatado' pela outra. Use um critério só e registre qual no laudo.",
          "fonte": "Mao et al., Acad Radiol 2008;15:827-834 (n = 1.442, TCMD 64 canais e EBT)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tc_torax.14",
          "grupo": "tc_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Tronco da artéria pulmonar",
          "valor": "Homens ≥ 29 mm · Mulheres ≥ 27 mm = aumentado",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Valores normativos específicos por sexo derivados da coorte de referência saudável do Framingham (n = 706 sem obesidade, hipertensão, tabagismo, DPOC, TEP prévio, diabetes ou doença cardiovascular), em TC cardíaca sincronizada sem contraste. Os percentis 90 exatos foram 28,9 mm em homens e 26,9 mm em mulheres, arredondados para 29 e 27 mm. Tronco aumentado sugere hipertensão pulmonar, mas não a confirma.",
          "fonte": "Truong et al., Circ Cardiovasc Imaging 2012;5:147-154 (Framingham Heart Study)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "< 29 mm (H) / < 27 mm (M)",
              "valor": "< 29 / < 27",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "≥ 29 mm (H) / ≥ 27 mm (M) — tronco pulmonar aumentado",
              "valor": "≥ 29 / ≥ 27",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_torax.15",
          "grupo": "tc_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Relação artéria pulmonar / aorta (AP:Ao)",
          "valor": "0,9",
          "unidade": null,
          "nota": "O valor 0,9 é o corte normativo do Framingham (percentil 90 exato de 0,91, arredondado para 0,9). O Fleischner 2015 usa AP:Ao > 1 como marcador de aumento da artéria pulmonar, associado a risco de exacerbação na DPOC. Vantagem prática: a razão é menos sensível a diferenças de técnica que a medida absoluta.",
          "fonte": "Truong et al., Circ Cardiovasc Imaging 2012;5:147-154 · Lynch et al., Radiology 2015;277:192-205 (Fleischner Society)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "< 0,9",
              "valor": "< 0,9",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "0,9 a 1,0 — limítrofe",
              "valor": "0,9-1,0",
              "min": null,
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              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "> 1,0 — aumento da artéria pulmonar",
              "valor": "> 1,0",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_torax.16",
          "grupo": "tc_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Relação VD/VE na angio-TC (sobrecarga de VD no TEP)",
          "valor": "≥ 1,0 = disfunção de ventrículo direito",
          "unidade": null,
          "nota": "Medida dos maiores diâmetros ventriculares transversos em reconstrução de quatro câmaras. É um dos critérios de imagem que separam o TEP de risco intermediário do de baixo risco na estratificação ESC/ERS, junto de biomarcadores cardíacos e escore clínico — o achado é prognóstico, não diagnóstico de TEP.",
          "fonte": "2019 ESC/ERS Guidelines for acute pulmonary embolism (Eur Heart J 2020;41:543-603) · Konstantinides et al.",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "< 1,0 — sem sinal de disfunção de VD",
              "valor": "< 1,0",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "≥ 1,0 — compatível com disfunção de VD",
              "valor": "≥ 1,0",
              "min": null,
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_torax.17",
          "grupo": "tc_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Linfonodo mediastinal — eixo curto",
          "valor": "≤ 10 mm",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Medir sempre o eixo CURTO no plano transversal. Corte derivado de série pequena (56 pacientes) pelo mapeamento da American Thoracic Society: os maiores linfonodos normais estão nas regiões subcarinal e traqueobrônquica direita, o que exige tolerância um pouco maior nessas estações. Tamanho isolado não define malignidade: no estadiamento de CPNPC, linfonodo aumentado exige PET/TC ou amostragem, e linfonodo normal não exclui micrometástase.",
          "fonte": "Glazer, Gross, Quint, Francis, Bookstein & Orringer, AJR 1985;144:261-265",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "≤ 10 mm",
              "valor": "≤ 10",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "> 10 mm — linfonodo aumentado",
              "valor": "> 10",
              "min": null,
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              "incluiMin": true,
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_torax.18",
          "grupo": "tc_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Espessamento da pleura parietal",
          "valor": "> 1 cm sugere doença pleural maligna",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Um dos quatro critérios de Leung (74 pacientes: 39 malignos, 35 benignos). A especificidade é alta, mas a sensibilidade é de apenas 36% — a ausência do achado não afasta malignidade. Mesotelioma maligno não pôde ser diferenciado de metástases pleurais por TC nessa série.",
          "fonte": "Leung, Müller & Miller, AJR 1990;154:487-492",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "≤ 10 mm",
              "valor": "≤ 10",
              "min": null,
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              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "> 10 mm — especificidade 94% para doença pleural maligna",
              "valor": "> 10",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_torax.19",
          "grupo": "tc_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Enfisema quantitativo (%LAA-950)",
          "valor": "> 6% do pulmão com atenuação < -950 HU",
          "unidade": "%",
          "nota": "Percentual de voxels pulmonares abaixo de -950 HU. Depende fortemente do kernel de reconstrução, da dose e do nível inspiratório — só compare exames com protocolo idêntico. A avaliação visual segue sendo a referência descritiva e pode divergir do valor quantitativo.",
          "fonte": "Lynch et al., Radiology 2015;277:192-205 (Fleischner Society — subtipos de DPOC definíveis na TC)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "≤ 6%",
              "valor": "≤ 6",
              "min": null,
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              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "> 6% — enfisema quantitativo presente",
              "valor": "> 6",
              "min": null,
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              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_torax.20",
          "grupo": "tc_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Enfisema centrolobular moderado — extensão",
          "valor": "> 5% da zona pulmonar superior",
          "unidade": "%",
          "nota": "Corte que separa o enfisema centrolobular discreto do moderado na graduação visual do Fleischner: múltiplas lucências centrolobulares bem definidas ocupando mais de 5% da zona pulmonar superior. Abaixo dele, 'discreto' vai de mais de 0,5% até 5% e 'traços' fica em até 0,5%.",
          "fonte": "Lynch et al., Radiology 2015;277:192-205 (Fleischner Society)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tc_torax.21",
          "grupo": "tc_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Relação broncoarterial (BA)",
          "valor": "> 1 sugere bronquiectasia",
          "unidade": null,
          "nota": "Definida como diâmetro do lúmen brônquico dividido pelo da artéria acompanhante. Em 85 indivíduos sem doença cardiopulmonar, a relação aumentou com a idade (r = 0,768) e excedeu 1 em 41% dos indivíduos acima de 65 anos. Por isso, no idoso, não feche bronquiectasia só pela relação — exija sinais associados. A espessura parietal relativa (T/D) não variou com a idade, mas foi maior em tabagistas idosos.",
          "fonte": "Matsuoka et al., AJR 2003;180:513-518",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "≤ 1 em qualquer idade",
              "valor": "≤ 1",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "> 1 em pessoa acima de 65 anos — pode ser fisiológico",
              "valor": "> 1 (> 65a)",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "> 1 com espessamento parietal, ausência de afilamento distal ou brônquio visível na periferia",
              "valor": "> 1 + sinais",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_torax.22",
          "grupo": "tc_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Faveolamento — diâmetro dos cistos",
          "valor": "3 a 10 mm, podendo chegar a 2,5 cm",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Espaços císticos agrupados, de paredes espessas e diâmetros semelhantes, tipicamente subpleurais e empilhados em camadas. É o achado que define o padrão PIU e o separa do padrão provável PIU — por isso a distinção entre faveolamento verdadeiro e bronquiolectasia de tração subpleural muda a classificação.",
          "fonte": "Definição e tamanho: Fleischner Society Glossary — Hansell et al., Radiology 2008;246:697-722 · papel no padrão PIU: ATS/ERS/JRS/ALAT 2022 — Raghu et al., Am J Respir Crit Care Med 2022;205:e18-e47",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tc_torax.23",
          "grupo": "tc_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Volume do derrame pleural na TC",
          "valor": "V ≈ d² × l  (d = maior profundidade num único corte; l = maior extensão do derrame)",
          "unidade": "mL",
          "nota": "Série pequena: 15 pacientes e 25 derrames (14 à direita, 11 à esquerda). Coeficiente de correlação com a reconstrução 3D de 0,97 à direita e 0,95 à esquerda quando se excluem os loculados; na série completa cai para 0,91 e 0,85. A estimativa apenas visual superestima de forma consistente em 300 a 500 mL — use a fórmula quando o volume importar para a conduta, ciente do tamanho da amostra que a validou.",
          "fonte": "Mergo et al., J Thorac Imaging 1999;14:122-125",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "tc_torax.c0",
          "grupo": "tc_torax",
          "nome": "Fleischner 2017 — nódulos SÓLIDOS incidentais",
          "nota": null,
          "fonte": "Fleischner Society 2017 (Radiology 2017;284:228-243), Tabela 1A · MacMahon, Naidich, Goo, Lee, Leung, Mayo et al.",
          "colunas": [
            "Nódulo",
            "< 6 mm (< 100 mm³)",
            "6–8 mm (100–250 mm³)",
            "> 8 mm (> 250 mm³)"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Único — baixo risco",
                "Sem seguimento de rotina",
                "TC em 6–12 meses, depois considerar TC em 18–24 meses",
                "Considerar TC, PET/TC ou amostragem tecidual em 3 meses"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Único — alto risco",
                "TC opcional em 12 meses",
                "TC em 6–12 meses, depois TC em 18–24 meses",
                "Considerar TC, PET/TC ou amostragem tecidual em 3 meses"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Múltiplos — baixo risco",
                "Sem seguimento de rotina",
                "TC em 3–6 meses, depois considerar TC em 18–24 meses",
                "TC em 3–6 meses, depois considerar TC em 18–24 meses"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Múltiplos — alto risco",
                "TC opcional em 12 meses",
                "TC em 3–6 meses, depois em 18–24 meses",
                "TC em 3–6 meses, depois em 18–24 meses"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Observações da própria tabela",
                "Nódulos < 6 mm dispensam seguimento de rotina, mas alto risco com morfologia suspeita e/ou lobo superior pode merecer controle em 12 meses",
                "Dimensões = média dos eixos longo e curto, arredondada ao milímetro",
                "Em múltiplos, use o nódulo mais suspeito para guiar a conduta; intervalos variam com tamanho e risco"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_torax.c1",
          "grupo": "tc_torax",
          "nome": "Fleischner 2017 — nódulos SUBSÓLIDOS incidentais",
          "nota": null,
          "fonte": "Fleischner Society 2017 (Radiology 2017;284:228-243), Tabela 1B · MacMahon et al.",
          "colunas": [
            "Nódulo",
            "< 6 mm (< 100 mm³)",
            "≥ 6 mm (≥ 100 mm³)"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Único — vidro fosco puro",
                "Sem seguimento de rotina",
                "TC em 6–12 meses para confirmar persistência, depois TC a cada 2 anos até completar 5 anos"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Único — parte-sólido",
                "Sem seguimento de rotina",
                "TC em 3–6 meses para confirmar persistência; se inalterado e o componente sólido permanecer < 6 mm, TC anual por 5 anos"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Múltiplos",
                "TC em 3–6 meses; se estável, considerar TC em 2 e 4 anos",
                "TC em 3–6 meses; conduta subsequente guiada pelo(s) nódulo(s) mais suspeito(s)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Observações da própria tabela",
                "Em nódulos suspeitos < 6 mm, considerar controle em 2 e 4 anos; múltiplos nódulos em vidro fosco < 6 mm costumam ser benignos",
                "Na prática, o parte-sólido só é definível a partir de 6 mm; se surgir componente sólido ou houver crescimento, considerar ressecção · Parte-sólido persistente com componente sólido ≥ 6 mm deve ser considerado altamente suspeito"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_torax.c2",
          "grupo": "tc_torax",
          "nome": "ACR Lung-RADS v2022 — rastreamento de câncer de pulmão",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR Lung-RADS® v2022, release novembro/2022 — American College of Radiology (documento oficial de categorias e notas 1 a 16)",
          "colunas": [
            "Categoria",
            "Achados (principais limiares)",
            "Conduta",
            "Prevalência estimada"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "0 — Incompleto",
                "Exame prévio ainda sendo localizado para comparação; parte ou todo o pulmão não avaliável; achados sugestivos de processo inflamatório ou infeccioso",
                "Comparar com exame prévio; complementar com imagem adicional; ou TCBD em 1–3 meses",
                "~1%"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "1 — Negativo",
                "Sem nódulos pulmonares; ou nódulo com calcificação completa, central, em pipoca ou em anéis concêntricos; ou nódulo contendo gordura",
                "TCBD de rastreamento em 12 meses",
                "39%"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "2 — Benigno",
                "Sólido < 6 mm no basal ou novo < 4 mm; parte-sólido < 6 mm de diâmetro médio total no basal; vidro fosco < 30 mm (basal, novo ou em crescimento) ou ≥ 30 mm estável/de crescimento lento; justapleural < 10 mm sólido, de margens lisas e forma oval, lentiforme ou triangular; nódulo de via aérea subsegmentar; lesão categoria 3 estável ou menor no controle de 6 meses",
                "TCBD de rastreamento em 12 meses",
                "45%"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "3 — Provavelmente benigno",
                "Sólido ≥ 6 a < 8 mm no basal ou novo de 4 a < 6 mm; parte-sólido ≥ 6 mm total com componente sólido < 6 mm, ou novo < 6 mm total; vidro fosco ≥ 30 mm no basal ou novo; cisto de parede espessa com componente cístico em crescimento; lesão 4A estável ou menor no controle de 3 meses",
                "TCBD em 6 meses",
                "9%"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "4A — Suspeito",
                "Sólido ≥ 8 a < 15 mm no basal, em crescimento < 8 mm, ou novo de 6 a < 8 mm; parte-sólido ≥ 6 mm total com componente sólido ≥ 6 a < 8 mm, ou componente sólido novo/em crescimento < 4 mm; nódulo de via aérea segmentar ou mais proximal no basal; cisto de parede espessa ou multiloculado",
                "TCBD em 3 meses; considerar PET/TC se houver nódulo ou componente sólido ≥ 8 mm",
                "4%"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "4B — Muito suspeito",
                "Sólido ≥ 15 mm no basal, ou novo/em crescimento ≥ 8 mm; parte-sólido com componente sólido ≥ 8 mm no basal, ou componente sólido novo/em crescimento ≥ 4 mm; nódulo de via aérea segmentar ou mais proximal estável ou em crescimento; cisto de parede espessa com nodularidade crescente ou multiloculado em crescimento; nódulo sólido/parte-sólido de crescimento lento ao longo de vários exames",
                "TC diagnóstica com ou sem contraste; PET/TC se componente sólido ≥ 8 mm; amostragem tecidual; e/ou encaminhamento para avaliação clínica",
                "2%"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "4X",
                "Nódulo categoria 3 ou 4 com achados adicionais que aumentam a suspeita de câncer — espiculação, linfonodomegalia, metástase franca, nódulo em vidro fosco que dobra de tamanho em 1 ano",
                "Como categoria 4B; 4X é categoria própria, não um modificador",
                "< 1%"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "S — Significativo",
                "Modificador aplicável às categorias 0 a 4 para achado clinicamente significativo (ou potencialmente significativo) NÃO relacionado ao câncer de pulmão",
                "Conforme as recomendações do ACR para achados incidentais",
                "10%"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_torax.c3",
          "grupo": "tc_torax",
          "nome": "TCAR — padrões de PIU/UIP (ATS/ERS/JRS/ALAT 2022)",
          "nota": null,
          "fonte": "ATS/ERS/JRS/ALAT 2022 — Raghu et al., Am J Respir Crit Care Med 2022;205:e18-e47 (atualiza o consenso de 2018; ver também Fleischner Society 2018 — Lynch et al., Lancet Respir Med 2018;6:138-153)",
          "colunas": [
            "Padrão",
            "Distribuição",
            "Achados na TCAR"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": "none",
              "celulas": [
                "PIU (UIP)",
                "Predomínio subpleural e basal; frequentemente heterogênea, com áreas de pulmão normal entremeadas à fibrose; pode ser assimétrica ou, ocasionalmente, difusa",
                "Faveolamento, com ou sem bronquiectasias/bronquiolectasias de tração; reticulado sobreposto; espessamento irregular dos septos interlobulares; vidro fosco discreto; pode haver ossificação pulmonar"
              ]
            },
            {
              "status": "none",
              "celulas": [
                "Provável PIU",
                "Predomínio subpleural e basal; frequentemente heterogênea, com pulmão normal entremeado ao reticulado e às bronquiectasias de tração",
                "Reticulado com bronquiectasias/bronquiolectasias de tração, SEM faveolamento; pode haver vidro fosco discreto. Poupança subpleural marcante NÃO é critério de provável PIU — aponta para diagnóstico alternativo"
              ]
            },
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              "status": "none",
              "celulas": [
                "Indeterminado para PIU",
                "Variável ou difusa; no subtipo 'PIU precoce' pode haver predomínio subpleural e basal",
                "Dois subtipos: (i) PIU precoce — reticulado sutil, podendo haver vidro fosco discreto ou distorção leve; (ii) verdadeiramente indeterminado — achados de fibrose pulmonar que não sugerem nenhuma etiologia específica"
              ]
            },
            {
              "status": "none",
              "celulas": [
                "Diagnóstico alternativo",
                "Predomínio peribroncovascular com poupança subpleural; distribuição perilinfática; predomínio em lobos superiores ou médios",
                "Cistos (LAM, histiocitose de células de Langerhans, PIL, PID); atenuação em mosaico ou sinal das três densidades (pneumonite de hipersensibilidade); vidro fosco predominante; micronódulos centrolobulares profusos; nódulos (sarcoidose); consolidação (pneumonia em organização). No mediastino: placas pleurais (asbestose) e esôfago dilatado (doença do tecido conjuntivo)"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_torax.c4",
          "grupo": "tc_torax",
          "nome": "Enfisema — classificação visual na TC (Fleischner 2015)",
          "nota": null,
          "fonte": "Fleischner Society 2015 — Lynch et al., Radiology 2015;277:192-205 (CT-Definable Subtypes of COPD)",
          "colunas": [
            "Padrão / grau",
            "Definição na TC"
          ],
          "linhas": [
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              "status": null,
              "celulas": [
                "Centrolobular — traços",
                "Lucências centrolobulares esparsas, separadas por amplas regiões de pulmão normal, ocupando até cerca de 0,5% da zona pulmonar"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Centrolobular — discreto",
                "Múltiplas lucências centrolobulares ocupando mais de 0,5% e até cerca de 5% da zona pulmonar"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Centrolobular — moderado",
                "Múltiplas lucências centrolobulares bem definidas, ocupando mais de 5% da zona pulmonar superior"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Centrolobular — confluente",
                "Áreas de baixa atenuação tornam-se confluentes e a distribuição centrolobular fica menos evidente"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Centrolobular — destrutivo avançado",
                "Redução generalizada da atenuação pulmonar, sem hipoatenuação focal, com septos interlobulares preservados ou estirados e distorção arquitetural"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Paraseptal — discreto",
                "Focos subpleurais de baixa atenuação separados por septos interlobulares íntegros, medindo menos de 1 cm"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Paraseptal — substancial",
                "Numerosas áreas subpleurais bem demarcadas ao longo da parede torácica e das margens pleurais mediastinais, podendo ultrapassar 1 cm"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Panlobular",
                "Redução difusa e relativamente uniforme da atenuação pulmonar, com simplificação da arquitetura e redução do calibre vascular, acometendo o lóbulo por inteiro e tipicamente predominando nos lobos inferiores. É o terceiro padrão da classificação, ao lado do centrolobular e do paraseptal, e não recebe subclassificação por extensão (só o centrolobular, com 5 graus, e o paraseptal, com 2)"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_torax.c5",
          "grupo": "tc_torax",
          "nome": "Doença pleural difusa — critérios de malignidade na TC",
          "nota": null,
          "fonte": "Leung, Müller & Miller, AJR 1990;154:487-492 (74 pacientes com doença pleural difusa comprovada: 39 malignos, 35 benignos)",
          "colunas": [
            "Critério na TC",
            "Especificidade",
            "Sensibilidade"
          ],
          "linhas": [
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              "status": null,
              "celulas": [
                "Espessamento pleural circunferencial",
                "100%",
                "41%"
              ]
            },
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              "status": null,
              "celulas": [
                "Espessamento pleural nodular",
                "94%",
                "51%"
              ]
            },
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              "status": null,
              "celulas": [
                "Espessamento da pleura parietal > 1 cm",
                "94%",
                "36%"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Envolvimento da pleura mediastinal",
                "88%",
                "56%"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Pelo menos um dos quatro critérios presente",
                "83%",
                "72%"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "CT",
      "chave": "tc_abdome",
      "slug": "tc-abdome",
      "nome": "Tomografia computadorizada — abdome e pelve",
      "temPaginaPublica": false,
      "medidas": [
        {
          "id": "tc_abdome.0",
          "grupo": "tc_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Fígado — atenuação do parênquima na TC sem contraste",
          "valor": "50–65",
          "unidade": "UH",
          "nota": "Média de 58,8 ± 10,8 UH em 3.357 adultos assintomáticos. O corte só vale na fase SEM contraste: após o meio de contraste a atenuação depende de dose, débito cardíaco e tempo de aquisição. Fígado normal costuma ser igual ou mais denso que o baço. Atenção ao extremo superior: fígado acima de ~75 UH sugere sobrecarga de ferro, amiodarona, doença de Wilson ou depósito metálico — e nessa condição os critérios de esteatose (40 UH e relação fígado/baço) ficam inválidos.",
          "fonte": "AJR 2010;194:623 · Boyce, Pickhardt et al. — Hepatic steatosis (fatty liver disease) in asymptomatic adults identified by unenhanced low-dose CT",
          "faixas": [
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              "rotulo": "hiperatenuação — investigar depósito",
              "valor": ">75 UH (ferro, amiodarona, Wilson); critérios de esteatose inválidos",
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              "status": "red",
              "rotulo": "esteatose moderada a grave",
              "valor": "≤40 UH",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_abdome.1",
          "grupo": "tc_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Esteatose hepática — limiar absoluto na TC sem contraste",
          "valor": "≤ 40",
          "unidade": "UH",
          "nota": "Fígado ≤40 UH identifica esteatose moderada a grave (≥30% de gordura macrovesicular) com especificidade praticamente total; entre 40 e 48 UH a especificidade já cai. A TC sem contraste tem sensibilidade moderada e especificidade alta para esteatose ao menos moderada — não serve para graduar esteatose leve nem para quantificar (isso é RM/PDFF). Valores de acurácia agrupada devem ser conferidos na meta-análise antes de serem citados como número.",
          "fonte": "AJR 2010 · Boyce/Pickhardt et al. + Radiology · meta-análise \"Diagnostic Accuracy of CT for the Detection of Hepatic Steatosis: A Systematic Review and Meta-Analysis\" (doi 10.1148/radiol.241171)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "sem esteatose relevante",
              "valor": ">48 UH",
              "min": null,
              "max": null,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "limítrofe / esteatose leve possível",
              "valor": "40–48 UH",
              "min": null,
              "max": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "esteatose moderada a grave",
              "valor": "≤40 UH",
              "min": null,
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_abdome.2",
          "grupo": "tc_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Esteatose hepática — relação fígado/baço (sem contraste)",
          "valor": "fígado − baço ≤ −10 UH ou razão fígado/baço ≤ 1,1",
          "unidade": "UH",
          "nota": "O baço funciona como referência interna quando o protocolo ou o kV variam. A diferença ≤ −10 UH é o critério mais específico; a razão ≤1,1 captura graus mais leves e é bem menos específica — na mesma coorte a prevalência foi de 45,9% pela razão contra 6,2% pelo corte de 40 UH. Nunca aplicar em fase pós-contraste, porque fígado e baço realçam com cinéticas diferentes; nem em fígado hiperatenuante por depósito.",
          "fonte": "Eur Radiol 2012 · Pickhardt et al. — Specificity of unenhanced CT for non-invasive diagnosis of hepatic steatosis + AJR 2010 · Boyce/Pickhardt et al.",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "normal",
              "valor": "fígado ≥ baço",
              "min": null,
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              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "esteatose leve provável (critério pouco específico)",
              "valor": "diferença entre −10 e 0 UH (razão ≤1,1)",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "esteatose significativa",
              "valor": "fígado − baço ≤ −10 UH",
              "min": null,
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_abdome.3",
          "grupo": "tc_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Índice caudado/lobo direito — morfologia de cirrose",
          "valor": "< 0,65 (método clássico) · < 0,90 (método modificado)",
          "unidade": "razão",
          "nota": "Método clássico (Harbin 1980): razão entre a largura transversa do lobo caudado e a do lobo direito, com corte de 0,65 — separou fígado cirrótico de não cirrótico com sensibilidade de 84%, especificidade de 100% e acurácia de 94%. Método modificado (Awaya 2002): mede a partir da bifurcação da veia porta direita e usa corte próprio de 0,90 — NUNCA aplicar 0,65 a uma medida feita pelo método modificado, nem misturar os dois no mesmo laudo. É sinal morfológico: não substitui elastografia nem histologia, e cirrose precoce pode ter índice normal.",
          "fonte": "Radiology 1980;135:273 · Harbin, Robert, Ferrucci — Diagnosis of cirrhosis based on regional changes in hepatic morphology (método clássico, corte 0,65) + Radiology 2002;224:769 · Awaya H et al. — Cirrhosis: modified caudate–right lobe ratio (método modificado, corte 0,90)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "morfologia preservada",
              "valor": "<0,65 (clássico) ou <0,90 (modificado)",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "sugere cirrose",
              "valor": "≥0,65 (clássico) ou ≥0,90 (modificado)",
              "min": null,
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_abdome.4",
          "grupo": "tc_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Baço — índice esplênico na TC",
          "valor": "< 480",
          "unidade": "cm³ (CC × largura × espessura)",
          "nota": "Índice esplênico = comprimento craniocaudal × largura × espessura, em centímetros. A partir de 480 define esplenomegalia. É a medida mais confiável do baço na TC; medidas isoladas servem para triagem, não para confirmar. Vale registrar o índice quando o seguimento (hipertensão portal, doença mieloproliferativa, linfoma) depender de variação de volume.",
          "fonte": "Abdominal Radiology 2017;42:1444 · Indiran et al. — Does coronal oblique length of spleen on CT reflect splenic index?",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "normal",
              "valor": "<480",
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "esplenomegalia",
              "valor": "≥480",
              "min": null,
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_abdome.5",
          "grupo": "tc_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Baço — maior eixo coronal oblíquo",
          "valor": "< 12",
          "unidade": "cm",
          "nota": "Medida no maior eixo coronal OBLÍQUO. ≥12 cm tem sensibilidade de 97,8% mas especificidade de apenas 34,1% para esplenomegalia (VPP 91%, VPN 70%, em coorte de alta prevalência): serve para triar, não para confirmar. A mesma série derivou cortes para outros planos (craniocaudal >9,5 cm; largura >10,6 cm) — são planos DIFERENTES, com cortes próprios, e não são intercambiáveis: nunca comparar a medida de um plano com o corte de outro. Confirme com o índice esplênico antes de escrever esplenomegalia no laudo.",
          "fonte": "Abdominal Radiology 2017 · Indiran et al.",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "normal",
              "valor": "<12 cm no eixo coronal oblíquo",
              "min": null,
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              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "triagem positiva, confirmar",
              "valor": "≥12 cm com índice esplênico <480",
              "min": null,
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              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "esplenomegalia confirmada",
              "valor": "≥12 cm com índice esplênico ≥480",
              "min": null,
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              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_abdome.6",
          "grupo": "tc_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Baço — volume estimado na TC",
          "valor": "107–315 (média 215)",
          "unidade": "cm³",
          "nota": "Volume estimado = 30 + 0,58 × (largura × comprimento × espessura). Na série original o volume esplênico mostrou pouca dependência de sexo e hábito corporal; a variação com a idade é descrita e deve ser considerada em idosos. A força do parâmetro está na comparação intra-paciente em exames seriados, não em cravar normalidade populacional.",
          "fonte": "Eur Radiol 1997;7:246 · Prassopoulos et al. — Determination of normal splenic volume on computed tomography in relation to age, gender and body habitus",
          "faixas": [
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "baço pequeno",
              "valor": "<107 cm³ — considerar atrofia/autoesplenectomia",
              "min": null,
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              "quando": null
            },
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "faixa normal",
              "valor": "107–315 cm³",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "aumentado",
              "valor": ">315 cm³",
              "min": null,
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              "incluiMin": true,
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_abdome.7",
          "grupo": "tc_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Pâncreas — diâmetro anteroposterior por segmento",
          "valor": "cabeça até 3,0 · colo/corpo até 2,5 · cauda até 2,0",
          "unidade": "cm",
          "nota": "Volume pancreático médio de ~79 cm³ (37–168 cm³). Com o envelhecimento o volume e o corpo/cauda diminuem, enquanto o diâmetro AP da cabeça aumenta até cerca dos 71 anos; cabeça e volume total são menores em mulheres. A variação entre indivíduos supera o efeito de idade e sexo — lipossubstituição e lobulação senil não são atrofia patológica. Aumento focal só é relevante com alteração de contorno, ducto ou gordura peripancreática.",
          "fonte": "Pancreas 2012;41:589 · Syed, Mahal, Schumm, Dachman — Pancreas size and volume on computed tomography in normal adults + Kreel et al. 1977 — Computed tomography of the normal pancreas",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tc_abdome.8",
          "grupo": "tc_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Suprarrenais — espessura do corpo e dos ramos",
          "valor": "corpo ≤ 10 · ramos ≤ 5",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Medidas de TC em população sem doença adrenal: largura máxima do corpo de 6,1 mm à direita e 7,9 mm à esquerda; ramos medial e lateral entre 2,8 e 3,3 mm. Os limites práticos de 10 mm (corpo) e 5 mm (ramos) correspondem a média + 2 DP. A glândula esquerda é normalmente maior que a direita — assimetria discreta não é achado. Espessamento difuso com contorno preservado sugere hiperplasia; nódulo focal entra no algoritmo de UH/washout (a maioria dos nódulos adrenais é adenoma).",
          "fonte": "Clinical Radiology 1994 · Vincent JM, Morrison ID, Armstrong P, Reznek RH — The size of normal adrenal glands on computed tomography",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "normal",
              "valor": "corpo ≤10 mm e ramos ≤5 mm",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "espessamento difuso",
              "valor": ">10 mm com contorno e forma preservados",
              "min": null,
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              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "nódulo focal — caracterizar",
              "valor": "protrusão nodular focal de qualquer tamanho; medir UH sem contraste",
              "min": null,
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_abdome.9",
          "grupo": "tc_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Nódulo adrenal — atenuação na fase sem contraste",
          "valor": "≤ 10",
          "unidade": "UH",
          "nota": "Lesão homogênea com ≤10 UH sem contraste caracteriza adenoma rico em lipídio e dispensa investigação de imagem adicional. Entre 11 e 20 UH é indeterminada: seguir com RM em fase oposta ou avaliação adicional. Acima de 20 UH em lesão heterogênea, discussão multidisciplinar. O tamanho é eixo INDEPENDENTE da atenuação: lesão ≥4 cm entra em discussão cirúrgica pelo risco de carcinoma adrenocortical, mesmo com atenuação baixa — e nunca é rebaixada por washout favorável. Medir com ROI cobrindo ao menos 2/3 da lesão, evitando calcificação, necrose e gordura macroscópica. Todo incidentaloma exige avaliação hormonal.",
          "fonte": "ESE/ENSAT 2023 · European Journal of Endocrinology 189:G1 · Fassnacht et al. — Management of adrenal incidentalomas",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "adenoma rico em lipídio",
              "valor": "≤10 UH, homogêneo, <4 cm",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "indeterminado",
              "valor": "11–20 UH",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "suspeito ou de manejo cirúrgico",
              "valor": ">20 UH em lesão heterogênea; ou lesão ≥4 cm de qualquer atenuação (discussão multidisciplinar)",
              "min": null,
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_abdome.10",
          "grupo": "tc_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Suprarrenal — washout absoluto (APW)",
          "valor": "≥ 60",
          "unidade": "%",
          "nota": "APW = 100 × (UHportal − UHtardio) / (UHportal − UHsem contraste). Exige as três aquisições: sem contraste, 60 s (portal) e 15 min (tardia), com a mesma ROI nas três; fase tardia antes de 15 min subestima o washout. ROI mal posicionada é a principal fonte de erro. Ressalva de diretriz: o ESE/ENSAT 2023 atribui ao washout de TC valor apenas moderado e não o trata como teste decisório — use-o como dado adicional. Armadilha clínica: feocromocitoma e parte dos carcinomas adrenocorticais e das metástases hipervasculares também lavam rápido — washout favorável NÃO rebaixa lesão grande, heterogênea ou em crescimento.",
          "fonte": "Radiology 2002;222:629 · Caoili et al. — Adrenal masses: characterization with combined unenhanced and delayed enhanced CT (+ Korobkin et al., Radiology 1998) — origem dos cortes; ESE/ENSAT 2023 · Eur J Endocrinol 189:G1 · Fassnacht et al. — ressalva sobre o valor apenas moderado do washout",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "adenoma provável",
              "valor": "≥60% em lesão homogênea <4 cm",
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            {
              "status": "yellow",
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              "valor": "≥60% mas lesão ≥4 cm, heterogênea ou em crescimento",
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            {
              "status": "red",
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          ]
        },
        {
          "id": "tc_abdome.11",
          "grupo": "tc_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Suprarrenal — washout relativo (RPW)",
          "valor": "≥ 40",
          "unidade": "%",
          "nota": "RPW = 100 × (UHportal − UHtardio) / UHportal. Usado quando não há fase sem contraste (exame já realizado com contraste). Desempenho apenas moderado: em série dedicada, o corte de 40% apontou malignidade em cerca de um terço das lesões comprovadamente benignas. Prefira repetir com protocolo adrenal completo quando a decisão for cirúrgica.",
          "fonte": "Radiology 2002;222:629 · Caoili et al. (fórmulas) + Schloetelburg et al. — \"Adrenal wash-out CT: moderate diagnostic value in distinguishing benign from malignant adrenal masses\" + ESE/ENSAT 2023 · Eur J Endocrinol 189:G1",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "adenoma provável",
              "valor": "≥40% em lesão homogênea <4 cm",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "confiabilidade reduzida",
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            {
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          ]
        },
        {
          "id": "tc_abdome.12",
          "grupo": "tc_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Rins — comprimento polo a polo na TC",
          "valor": "direito 108,5 ± 12,2 · esquerdo 111,3 ± 12,6",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Série de 1.040 pacientes assintomáticos em MDCT de 64 canais. Espessura do parênquima 15,4 mm à direita e 15,9 mm à esquerda; espessura cortical 6,6 ± 1,9 mm. Preditores independentes: tamanho corporal, IMC, idade e sexo — no homem o comprimento cresce até a quinta década e depois declina. O rim esquerdo é normalmente maior. Compare sempre os dois lados e a espessura cortical antes de laudar rim pequeno ou nefropatia crônica.",
          "fonte": "BMC Urology 2009 · Glodny et al. — Normal kidney size and its influencing factors: a 64-slice MDCT study of 1,040 asymptomatic patients",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tc_abdome.13",
          "grupo": "tc_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Massa renal — o que conta como realce na TC",
          "valor": "≥ 20 UH de aumento",
          "unidade": "UH",
          "nota": "Bosniak v2019 define realce como aumento ≥20 UH entre a fase sem contraste e a pós-contraste, na mesma ROI. Aumentos ≤10 UH são considerados ausência de realce e valores intermediários (11–19 UH) são indeterminados — resolver com RM ou seguimento, nunca laudar como \"provável realce\". O protocolo precisa de fase sem contraste e fase nefrográfica com cortes finos; sem isso não se classifica Bosniak.",
          "fonte": "Bosniak v2019 · Radiology 2019 · Silverman SG, Pedrosa I, Ellis JH et al. — Bosniak classification of cystic renal masses, version 2019: an update proposal and needs assessment",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "sem realce",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "indeterminado",
              "valor": "11–19 UH",
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            {
              "status": "red",
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              "valor": "≥20 UH",
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          ]
        },
        {
          "id": "tc_abdome.14",
          "grupo": "tc_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Cisto renal simples na TC",
          "valor": "−9 a 20",
          "unidade": "UH",
          "nota": "Bosniak I: massa bem definida, parede fina (≤2 mm) e lisa, conteúdo homogêneo de −9 a 20 UH, sem septos, sem calcificação e sem tecido que realce. Bosniak II ainda admite massa homogênea ≥70 UH sem contraste (cisto hemorrágico/proteico) e massa homogênea de 21–30 UH na fase portal. Só chame de cisto simples quando o protocolo permitiu avaliar realce — em fase portal única, o correto é descrever e sugerir caracterização.",
          "fonte": "Bosniak v2019 · Radiology 2019 · Silverman et al.",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "cisto simples (Bosniak I)",
              "valor": "−9 a 20 UH, homogêneo, parede ≤2 mm",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "cisto complicado benigno (Bosniak II)",
              "valor": "≥70 UH sem contraste ou 21–30 UH na fase portal, homogêneo",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "requer classificação Bosniak completa",
              "valor": "heterogêneo, septos espessos, nódulo ou realce ≥20 UH",
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          ]
        },
        {
          "id": "tc_abdome.15",
          "grupo": "tc_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Aorta abdominal — calibre e limiar de aneurisma",
          "valor": "< 3,0 normal · ≥ 3,0 aneurisma",
          "unidade": "cm",
          "nota": "Medir o maior diâmetro externo perpendicular ao eixo do vaso — em aorta tortuosa, use reformatação, porque o corte axial cru superestima. Além do corte fixo de 3,0 cm, considera-se aneurismática a dilatação focal ≥1,5× o diâmetro do segmento adjacente normal (relevante em paciente de pequeno porte). Reparo eletivo é recomendado a partir de 5,5 cm em homem com risco cirúrgico aceitável; em mulher considera-se entre 5,0 e 5,4 cm. Aneurisma sacular e expansão rápida são indicações de reparo independentes do diâmetro absoluto.",
          "fonte": "SVS 2018 · J Vasc Surg · Chaikof et al. — The Society for Vascular Surgery practice guidelines on the care of patients with an abdominal aortic aneurysm",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
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            {
              "status": "yellow",
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            {
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          ]
        },
        {
          "id": "tc_abdome.16",
          "grupo": "tc_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Aneurisma de aorta abdominal — intervalo de vigilância por calibre",
          "valor": "3,0–3,9 cm: 3 anos · 4,0–4,9 cm: 12 meses · 5,0–5,4 cm: 6 meses",
          "unidade": "intervalo",
          "nota": "Recomendação SVS 2018 (grau 2, nível C). Diâmetro inicial de 2,5–2,9 cm: rerrastreamento em 10 anos. Abaixo de 2,5 cm não há recomendação de vigilância. Escrever o intervalo no laudo é o que faz o seguimento efetivamente acontecer — o radiologista fecha o ciclo aqui.",
          "fonte": "SVS 2018 · J Vasc Surg · Chaikof et al. — diretriz de AAA",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "rerrastreamento longo",
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              "status": "yellow",
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              "valor": "3,0–3,9 cm → 3 anos; 4,0–4,9 cm → 12 meses",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "vigilância curta / avaliação cirúrgica",
              "valor": "5,0–5,4 cm → 6 meses; ≥5,5 cm → cirurgia vascular",
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          ]
        },
        {
          "id": "tc_abdome.17",
          "grupo": "tc_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Colédoco na TC",
          "valor": "≤ 6 (até 50 anos) · ≤ 8 (>50 anos) · ≤ 10 (pós-colecistectomia)",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Em 604 adultos avaliados por TC de 64 canais, o maior diâmetro médio do colédoco normal foi 4,77 ± 1,81 mm, subindo para 7,28 ± 2,37 mm nos colecistectomizados; o calibre aumenta significativamente com a idade. Dilatação sem causa identificada na TC pede colangiorressonância. O que muda a conduta é a existência de um nível de obstrução e de dilatação intra-hepática, não o número isolado.",
          "fonte": "Eur J Radiol 2012 · Şentürk et al. — Diameters of the common bile duct in adults and postcholecystectomy patients: a study with 64-slice CT",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "limítrofe por idade ou cirurgia prévia",
              "valor": "7–8 mm acima dos 50 anos; até 10 mm pós-colecistectomia",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "dilatação relevante",
              "valor": ">8 mm sem contexto benigno; >10 mm pós-colecistectomia",
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          ]
        },
        {
          "id": "tc_abdome.18",
          "grupo": "tc_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Apêndice — diâmetro externo na TC",
          "valor": "≤ 6",
          "unidade": "mm",
          "nota": "O corte clássico de 6 mm é muito sensível e pouco específico: apêndice normal distendido por gás ou fecalito passa de 6 mm com frequência. Em série dedicada, o corte de 6,75 mm rendeu sensibilidade de 87,5% e especificidade de 100%. Nunca laudar apendicite por diâmetro isolado — exigir ao menos um sinal secundário (densificação da gordura, espessamento parietal, líquido periapendicular). E o inverso também vale: densificação da gordura com apêndice de calibre normal deve levantar diagnóstico alternativo (diverticulite direita, apendagite epiploica, ileíte terminal, adenite mesentérica, patologia anexial).",
          "fonte": "Cureus 2023 · Wazzan et al. — Up-to-Date Diagnostic CT Standards for Acute Appendicitis + World J Gastroenterol 2014 · Park et al. — Stratified computed tomography findings improve diagnostic accuracy for appendicitis",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "normal",
              "valor": "≤6 mm sem sinais secundários",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "limítrofe / indeterminado",
              "valor": ">6 e ≤6,75 mm sem sinal secundário; ou qualquer calibre com sinal secundário isolado",
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "apendicite provável",
              "valor": ">6,75 mm com pelo menos um sinal secundário",
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          ]
        },
        {
          "id": "tc_abdome.19",
          "grupo": "tc_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Apêndice — espessura do líquido intraluminal",
          "valor": "≥ 2,25",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Espessura máxima da coluna líquida intraluminal. Sensibilidade de 96,4% e especificidade de 67% — o valor está em EXCLUIR: apêndice com ar intraluminal e sem coluna líquida fala fortemente contra apendicite. Na TC duvidosa, é o critério que mais ajuda a evitar apendicectomia negativa.",
          "fonte": "Cureus 2023 · Wazzan et al. — Up-to-Date Diagnostic CT Standards for Acute Appendicitis: Wall Thickness and Intraluminal Fluid Thickness",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "contra apendicite",
              "valor": "<2,25 mm com ar intraluminal",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "isolado, pouco específico",
              "valor": "≥2,25 mm sem sinal secundário",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "apendicite provável",
              "valor": "≥2,25 mm com densificação da gordura ou parede espessada",
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        {
          "id": "tc_abdome.20",
          "grupo": "tc_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Espessura da parede de alça na TC",
          "valor": "delgado ≤ 3 · cólon ≤ 3 distendido (até 5 colabado)",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Só medir com a alça distendida: alça colapsada simula espessamento e é a maior fonte de falso-positivo do abdome agudo. Considera-se anormal >4 mm no delgado e >5 mm no cólon e no estômago; a faixa de 3 a 4 mm no delgado é limítrofe e não deve ser laudada como espessamento sem outro achado. Além do número, descreva o padrão (halo/target, gordura submucosa, realce estratificado × homogêneo), a extensão e a simetria — são eles que separam inflamatório de isquêmico e de neoplásico.",
          "fonte": "AJR 2001;176:1105 · Macari & Balthazar — CT of Bowel Wall Thickening: Significance and Pitfalls of Interpretation + RadioGraphics 1991 · CT evaluation of wall thickening in the alimentary tract",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "normal com alça distendida",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "limítrofe / não mensurável / pseudoespessamento",
              "valor": "delgado >3 e ≤4 mm; alça colabada; cólon até 5 mm sem distensão",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "espessamento verdadeiro",
              "valor": ">4 mm no delgado ou >5 mm no cólon/estômago com alça distendida",
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          ]
        },
        {
          "id": "tc_abdome.21",
          "grupo": "tc_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Obstrução intestinal — calibres na TC",
          "valor": "delgado ≥ 2,5–3,0 cm · cólon > 6 cm · ceco > 9 cm",
          "unidade": "regra 3–6–9",
          "nota": "Medir de parede externa a parede externa. Dilatação isolada NÃO fecha obstrução: é preciso ponto de transição, com alça dilatada proximal cedendo a alça colabada distal. Sem transição, pensar em íleo adinâmico ou enterite. A regra prática 3–6–9 (delgado, cólon, ceco) é o padrão de referência do plantão.",
          "fonte": "Radiology 2015 · Paulson & Thompson — Review of Small-Bowel Obstruction: The Diagnosis and When to Worry + RadioGraphics 2001 · CT Evaluation of Small Bowel Obstruction",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "calibre normal",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "dilatação sem transição",
              "valor": "delgado 2,5–3,0 cm sem ponto de transição",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "obstrução provável",
              "valor": "delgado >3 cm com transição; cólon >6 cm; ceco >9 cm",
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          ]
        },
        {
          "id": "tc_abdome.22",
          "grupo": "tc_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Linfonodos abdominais — eixo curto por estação",
          "valor": "retrocrural 6 · gastro-hepático 8 · hilo hepático 7 · para-aórtico superior 9 · portocava 10 · para-aórtico inferior 11",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Limites superiores do eixo curto determinados por TC em 130 pacientes sem doença nodal. O eixo curto é o que vale, e o limite muda com a estação: usar 10 mm para tudo superestima o retrocrural e subestima o para-aórtico inferior. Morfologia (necrose central, contorno espiculado, perda do hilo gorduroso, conglomerado) pesa mais que o milímetro isolado.",
          "fonte": "Radiology 1991 · Dorfman RE, Alpern MB, Gayler BW, Sandler MA — Upper abdominal lymph nodes: criteria for normal size determined with CT",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "dentro do limite da estação",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "acima do limite, morfologia benigna",
              "valor": "> limite da estação, isolado, com hilo gorduroso preservado",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "suspeito",
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          ]
        },
        {
          "id": "tc_abdome.23",
          "grupo": "tc_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Linfonodo em contexto oncológico (RECIST 1.1)",
          "valor": "< 10 não patológico · 10–14,9 não-alvo · ≥ 15 alvo",
          "unidade": "mm (eixo curto)",
          "nota": "Em estadiamento e avaliação de resposta, o RECIST 1.1 mede linfonodo pelo EIXO CURTO: <10 mm é considerado não patológico, 10 a <15 mm entra como lesão não-alvo e ≥15 mm pode ser lesão-alvo mensurável. Resposta completa exige que os linfonodos-alvo voltem a <10 mm. Manter o mesmo plano e o mesmo leitor entre exames seriados.",
          "fonte": "RECIST 1.1 · European Journal of Cancer 2009;45:228 · Eisenhauer et al.",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "não patológico",
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              "status": "yellow",
              "rotulo": "lesão não-alvo",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "lesão-alvo mensurável",
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          ]
        },
        {
          "id": "tc_abdome.24",
          "grupo": "tc_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Veia porta — trombo brando × trombo tumoral (LR-TIV)",
          "valor": "tecido que realça dentro da veia + expansão do calibre = trombo tumoral",
          "unidade": "qualitativo",
          "nota": "Em paciente de risco para CHC, tecido de partes moles inequívoco dentro da veia — que realça na fase arterial, expande o calibre e é contíguo ao tumor — define LR-TIV (trombo tumoral) e muda estadiamento e tratamento, mesmo sem massa parenquimatosa evidente. Trombo brando não realça, costuma não expandir o vaso e tem contexto pró-trombótico. Descreva sempre a extensão (ramo, tronco, veia mesentérica superior, veia esplênica) e a presença de cavernoma.",
          "fonte": "ACR LI-RADS v2018 CT/MRI · Radiology 2018 · Chernyak V et al. — LI-RADS Version 2018: Imaging of Hepatocellular Carcinoma in At-Risk Patients",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "veia pérvia",
              "valor": "sem falha de enchimento",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "trombo brando provável",
              "valor": "falha de enchimento sem realce, vaso não expandido",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "trombo tumoral (LR-TIV)",
              "valor": "tecido que realça, vaso expandido, contiguidade com o tumor",
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          ]
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "tc_abdome.c0",
          "grupo": "tc_abdome",
          "nome": "Bosniak v2019 — massas renais císticas na TC",
          "nota": null,
          "fonte": "Bosniak v2019 · Radiology 2019 · Silverman SG, Pedrosa I, Ellis JH et al. — An update proposal and needs assessment; aplicação prática em RadioGraphics 2021 · A Pictorial Guide to Clinical Use",
          "colunas": [
            "Classe",
            "Critérios na TC",
            "Risco de malignidade",
            "Conduta"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Pré-requisitos",
                "Massa cística = menos de 25% do volume composto por tecido que realça. Protocolo com fase sem contraste e fase nefrográfica, cortes finos. Realce = aumento ≥20 UH; ≤10 UH = sem realce; 11–19 UH = indeterminado. \"Espesso\" = ≥4 mm. \"Irregular\" = protrusões convexas ≤3 mm com margens obtusas.",
                "—",
                "Sem protocolo adequado, descrever e sugerir caracterização — não atribuir classe."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "I",
                "Parede fina (≤2 mm) e lisa; conteúdo homogêneo de −9 a 20 UH; sem septos e sem tecido que realce. A parede pode realçar.",
                "≈ 0%",
                "Nenhum seguimento."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "II",
                "Parede fina (≤2 mm) e lisa; até 3 septos finos (≤2 mm), que podem realçar; qualquer padrão de calcificação. Inclui massas homogêneas ≥70 UH sem contraste e massas homogêneas de 21–30 UH na fase portal.",
                "< 1%",
                "Nenhum seguimento."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "IIF",
                "≥4 septos finos (≤2 mm) que realçam, OU parede/septos lisos minimamente espessados (3 mm) que realçam.",
                "Baixo; a maioria não progride",
                "Seguimento por imagem; progressão para III/IV eleva muito a chance de malignidade."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "III",
                "Parede OU septos espessados (≥4 mm) e lisos que realçam, OU parede/septos irregulares que realçam.",
                "≈ 50%",
                "Tratamento ou seguimento individualizado, conforme comorbidades e preferência."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "IV",
                "Nódulo que realça: protrusão convexa de QUALQUER tamanho com margens agudas, OU protrusão convexa ≥4 mm com margens obtusas.",
                "≈ 90%",
                "Tratar quando as condições clínicas permitirem."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Regra de segurança",
                "Calcificação densa, hiperatenuação (≥70 UH) e estabilidade NÃO rebaixam massa que já tem descritor suspeito (nódulo, parede/septo ≥4 mm ou irregular). Classifique primeiro pelos descritores.",
                "—",
                "Descritor suspeito sempre vence."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_abdome.c1",
          "grupo": "tc_abdome",
          "nome": "Washout adrenal na TC — fórmulas e cortes",
          "nota": null,
          "fonte": "Radiology 2002;222:629 · Caoili et al. (protocolo sem contraste + tardia e cortes de washout; ver também Korobkin et al., Radiology 1998) + ESE/ENSAT 2023 · European Journal of Endocrinology 189:G1 · Fassnacht et al. (algoritmo de manejo, corte de 10 UH, limiar de 4 cm e ressalva sobre o valor apenas moderado do washout) + Schloetelburg et al. — \"Adrenal wash-out CT: moderate diagnostic value in distinguishing benign from malignant adrenal masses\"",
          "colunas": [
            "Etapa",
            "Fórmula / limiar",
            "Interpretação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "1 — TC sem contraste",
                "Atenuação ≤ 10 UH em lesão homogênea",
                "Adenoma rico em lipídio: encerra a investigação de IMAGEM. O tamanho é eixo independente — lesão ≥4 cm segue para discussão multidisciplinar."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "2 — Zona indeterminada",
                "11–20 UH",
                "Seguir para RM em fase oposta ou avaliação adicional; nesta faixa o valor absoluto não decide."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "3 — Washout absoluto (APW)",
                "APW = 100 × (UHportal − UHtardio) / (UHportal − UHsem contraste); adenoma se ≥ 60%",
                "Requer as três fases. É o mais confiável dos dois — mas o ESE/ENSAT 2023 lhe atribui valor apenas moderado e não o trata como teste decisório."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "4 — Washout relativo (RPW)",
                "RPW = 100 × (UHportal − UHtardio) / UHportal; adenoma se ≥ 40%",
                "Usar só quando não houver fase sem contraste; desempenho apenas moderado."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "5 — Técnica",
                "Sem contraste + 60 s (portal) + 15 min (tardia); mesma ROI nas três fases, cobrindo ≥2/3 da lesão, evitando calcificação, necrose e gordura",
                "ROI mal posicionada e fase tardia antes de 15 min são as principais causas de washout falso."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Armadilhas",
                "Feocromocitoma, parte dos carcinomas adrenocorticais e metástases hipervasculares também lavam rápido; hemorragia, cisto e mielolipoma têm padrões próprios",
                "Washout favorável NÃO exclui malignidade — pesar tamanho, heterogeneidade, crescimento e história oncológica."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Limiar cirúrgico",
                "Lesão ≥ 4 cm (mesmo com atenuação baixa ou washout favorável), lesão heterogênea, ou > 20 UH sem contraste",
                "Discussão multidisciplinar com cirurgia, independentemente do washout."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Avaliação funcional",
                "Todo incidentaloma adrenal exige investigação hormonal (ao menos hipercortisolismo; feocromocitoma e hiperaldosteronismo conforme quadro)",
                "Imagem sozinha não conclui incidentaloma adrenal."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_abdome.c2",
          "grupo": "tc_abdome",
          "nome": "Pancreatite aguda — índice de gravidade por TC (CTSI de Balthazar e MCTSI)",
          "nota": null,
          "fonte": "AJR 2004;183:1261 · Mortele KJ et al. — A Modified CT Severity Index for Evaluating Acute Pancreatitis: Improved Correlation with Patient Outcome (inclui o CTSI original de Balthazar); momento da TC conforme a Classificação de Atlanta revisada · Gut 2013 · Banks et al.",
          "colunas": [
            "Componente",
            "Achado na TC",
            "Pontos"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "CTSI — grau",
                "A: pâncreas normal",
                "0"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "CTSI — grau",
                "B: aumento focal ou difuso, contorno irregular, atenuação heterogênea, dilatação ductal, pequenas coleções intrapancreáticas — sem alteração peripancreática",
                "1"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "CTSI — grau",
                "C: alterações pancreáticas + densificação inflamatória da gordura peripancreática",
                "2"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "CTSI — grau",
                "D: coleção líquida única mal definida",
                "3"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "CTSI — grau",
                "E: duas ou mais coleções mal definidas, ou gás no pâncreas / ao redor dele",
                "4"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "CTSI — necrose",
                "ausente / < 30% / 30–50% / > 50%",
                "0 / 2 / 4 / 6"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "CTSI — total (0–10)",
                "leve 0–3 · moderada 4–6 · grave 7–10",
                "0–10"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "MCTSI — inflamação pancreática",
                "pâncreas normal / alterações intrínsecas ± inflamação peripancreática / coleção pancreática ou peripancreática ou necrose gordurosa peripancreática",
                "0 / 2 / 4"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "MCTSI — necrose pancreática",
                "ausente / ≤ 30% / > 30%",
                "0 / 2 / 4"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "MCTSI — complicações extrapancreáticas",
                "derrame pleural, ascite, complicações vasculares, complicações do trato gastrointestinal",
                "2"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "MCTSI — total (0–10)",
                "leve 0–2 · moderada 4–6 · grave 8–10",
                "0–10"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Momento da TC",
                "A TC com contraste deve ser feita após 72–96 h do início da dor: antes disso a necrose é subestimada e o índice, falsamente baixo",
                "—"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Desempenho",
                "O MCTSI correlaciona-se melhor que o CTSI com falência orgânica e tempo de internação, e é mais simples de aplicar",
                "—"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_abdome.c3",
          "grupo": "tc_abdome",
          "nome": "LI-RADS v2018 — TC/RM em paciente de risco para CHC",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR LI-RADS v2018 CT/MRI · Radiology 2018 · Chernyak V, Fowler KJ, Kamaya A et al. — Liver Imaging Reporting and Data System (LI-RADS) Version 2018: Imaging of Hepatocellular Carcinoma in At-Risk Patients",
          "colunas": [
            "Categoria",
            "Critérios na TC/RM multifásica",
            "Significado / conduta"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "População elegível",
                "Adultos com cirrose, hepatite B crônica sem cirrose, ou CHC atual ou prévio (incluindo tratado por ressecção, ablação ou transplante). NÃO aplicar em cirrose por doença vascular ou fibrose hepática congênita, nem fora do grupo de risco (nesses casos, laudar como nódulo hepático comum).",
                "Fora dessa população o algoritmo não vale e a categoria não deve ser emitida."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Características maiores",
                "APHE não em anel (realce arterial não periférico, maior que o fígado); washout não periférico (queda de atenuação/intensidade na fase portal ou tardia — com agente hepatobiliar, só na fase portal); cápsula que realça (borda lisa e uniforme); crescimento limiar = aumento ≥50% do maior diâmetro em ≤6 meses.",
                "São as quatro variáveis que alimentam a tabela; medir sempre o maior diâmetro externo."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "LR-1 / LR-2",
                "Definitivamente benigno / provavelmente benigno: cisto, hemangioma típico, alteração perfusional, nódulo de regeneração com comportamento benigno.",
                "Retorna ao rastreamento semestral."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "LR-3",
                "Sem APHE e <20 mm com nenhuma ou uma característica adicional; sem APHE e ≥20 mm sem característica adicional; COM APHE não em anel e <20 mm sem nenhuma característica adicional.",
                "Probabilidade intermediária de malignidade — repetir ou alternar método em 3–6 meses."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "LR-4",
                "Sem APHE e ≥20 mm com ≥1 adicional; sem APHE e <20 mm com ≥2 adicionais; com APHE e <10 mm com ≥1 adicional; com APHE, 10–19 mm, tendo apenas a cápsula como característica adicional; com APHE e ≥20 mm sem nenhuma adicional.",
                "Provavelmente CHC — discussão multidisciplinar, seguimento curto ou biópsia."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "LR-5",
                "APHE não em anel + 10–19 mm + washout não periférico; APHE não em anel + 10–19 mm + crescimento limiar; APHE não em anel + 10–19 mm + ≥2 características adicionais; APHE não em anel + ≥20 mm + ≥1 característica adicional. Observação <10 mm nunca é LR-5. Só emitir LR-5 se a observação não preencher LR-M nem LR-TIV. Conferir a tabela diagnóstica do ACR CORE v2018 antes do primeiro uso clínico.",
                "Definitivamente CHC — dispensa confirmação histológica; encaminhar para tratamento."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "LR-M",
                "Malignidade provável ou definitiva, não específica para CHC: aparência em alvo (realce em anel, washout periférico, restrição periférica), crescimento infiltrativo, necrose acentuada.",
                "Investigar colangiocarcinoma, CHC-CCA e metástase; costuma exigir biópsia. Precede LR-5."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "LR-TIV",
                "Tecido de partes moles inequívoco dentro da veia, com ou sem massa parenquimatosa associada.",
                "Trombo tumoral — muda estadiamento e elegibilidade para transplante/ressecção. Precede LR-5."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "LR-NC",
                "Não categorizável por limitação técnica: artefato de movimento, ausência de fase essencial, contraste inadequado.",
                "Repetir ou complementar o exame; não forçar categoria."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_abdome.c4",
          "grupo": "tc_abdome",
          "nome": "Diverticulite aguda — Hinchey modificado na TC",
          "nota": null,
          "fonte": "Hinchey et al. 1978 (original); modificação de Wasvary et al. 1999 (inclusão do estágio 0); adaptação para TC de Kaiser AM et al. 2005 · Am J Gastroenterol — The management of complicated diverticulitis and the role of computed tomography",
          "colunas": [
            "Estágio",
            "Achado na TC",
            "Conduta habitual"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "0",
                "Diverticulite clinicamente leve: divertículos com ou sem espessamento da parede colônica, sem coleção nem ar extraluminal.",
                "Tratamento clínico; antibiótico de forma seletiva."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Ia",
                "Fleimão pericólico com densificação inflamatória da gordura, sem coleção líquida organizada.",
                "Tratamento clínico."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Ib",
                "Abscesso pericólico CONFINADO, adjacente ao segmento acometido — qualquer diâmetro (o estágio é definido pela topografia, não pelo tamanho).",
                "Antibiótico se ≤4 cm; drenagem percutânea se >4 cm ou sem resposta clínica."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "II",
                "Abscesso PÉLVICO, retroperitoneal ou entre alças, isto é, distante do segmento acometido — qualquer diâmetro.",
                "Drenagem percutânea guiada por imagem + antibiótico (sobretudo se >4 cm)."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "III",
                "Peritonite purulenta generalizada: líquido livre difuso, ar extraluminal distante do segmento acometido, sem contraste entérico extravasando.",
                "Cirurgia de urgência (lavagem/ressecção)."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "IV",
                "Peritonite fecal: perfuração livre com extravasamento de conteúdo entérico.",
                "Cirurgia de urgência."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Nota sobre os 4 cm",
                "O diâmetro de 4 cm é limiar de CONDUTA (antibiótico × drenagem percutânea), não critério de estadiamento — vale tanto no Ib quanto no II.",
                "Não usar o tamanho para trocar o estágio; usar para indicar a drenagem."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "O que descrever sempre",
                "Segmento e extensão do acometimento; ar extraluminal (localizado × distante); tamanho, topografia e via de acesso percutâneo do abscesso; obstrução associada; fístula e seu trajeto (colovesical, colovaginal, coloentérica).",
                "É o detalhe que muda a conduta na prática — o número do estágio sozinho não guia o cirurgião."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_abdome.c5",
          "grupo": "tc_abdome",
          "nome": "Apendicite aguda — critérios de TC",
          "nota": null,
          "fonte": "World J Gastroenterol 2014 · Park et al. — Stratified computed tomography findings improve diagnostic accuracy for appendicitis + Cureus 2023 · Wazzan et al. — Up-to-Date Diagnostic CT Standards for Acute Appendicitis: Wall Thickness and Intraluminal Fluid Thickness",
          "colunas": [
            "Critério",
            "Achado na TC",
            "Peso diagnóstico"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Contexto dos percentuais",
                "Os percentuais das linhas abaixo vêm de coortes com TC estratificada/duvidosa, não da apendicite em geral",
                "Em TC de rotina, densificação da gordura periapendicular é achado frequente na apendicite — os percentuais aqui NÃO devem ser lidos como prevalência geral do sinal."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Diâmetro externo",
                "> 6 mm (corte clássico); 6,75 mm em série dedicada",
                "6 mm é muito sensível e pouco específico; 6,75 mm rendeu sensibilidade de 87,5% e especificidade de 100%. Nunca usar isolado."
              ]
            },
            {
              "status": null,
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                "Líquido intraluminal",
                "Espessura da coluna líquida ≥ 2,25 mm",
                "Sensibilidade 96,4% e especificidade 67% — excelente critério de EXCLUSÃO: apêndice com ar e sem líquido fala contra apendicite."
              ]
            },
            {
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              "celulas": [
                "Espessura da parede",
                "≥ 2–3 mm",
                "Isolada, não discriminou apendicite de não-apendicite em série de 2014 (78,1% × 67,4%; p = 0,175) — não usar como critério único."
              ]
            },
            {
              "status": null,
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                "Densificação da gordura periapendicular",
                "Estriamento / borramento adjacente",
                "Na coorte estratificada de 2014: 34,1% dos casos de apendicite × 8,9% dos controles (p = 0,001). Com apêndice de calibre normal, densificação isolada aponta para diagnóstico alternativo."
              ]
            },
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              "status": null,
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                "Ausência de ar intraluminal",
                "Lúmen sem gás",
                "Na mesma coorte: 67,6% × 48,9% (p = 0,024) — apoia o diagnóstico em TC duvidosa."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Combinação de achados",
                "≥ 2 dos achados acima",
                "OR 6,8 (IC 95% 3,0–15,5; p < 0,001) — é a combinação, não o milímetro, que fecha o diagnóstico."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Apendicite complicada",
                "Ar extraluminal, abscesso, fleimão, defeito da parede apendicular, líquido livre espesso, apendicolito extraluminal",
                "Muda o tratamento (drenagem/cirurgia × antibiótico) e deve ser explicitada na impressão diagnóstica."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Diagnósticos alternativos",
                "Apendagite epiploica, diverticulite direita, ileíte terminal, adenite mesentérica, patologia anexial na mulher",
                "Apêndice normal identificado e causa alternativa encontrada devem ser afirmados no laudo."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_abdome.c6",
          "grupo": "tc_abdome",
          "nome": "Obstrução intestinal — leitura estruturada da TC",
          "nota": null,
          "fonte": "Radiology 2015 · Paulson EK & Thompson WM — Review of Small-Bowel Obstruction: The Diagnosis and When to Worry + RadioGraphics 2001 · CT Evaluation of Small Bowel Obstruction",
          "colunas": [
            "Item",
            "Critério na TC",
            "Por que importa"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Delgado dilatado",
                "≥ 2,5–3,0 cm, medido de parede externa a parede externa",
                "Sem dilatação não se firma obstrução de delgado."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Cólon e ceco dilatados",
                "Cólon > 6 cm; ceco > 9 cm (regra prática 3–6–9)",
                "Define obstrução colônica e o segmento de maior tensão parietal."
              ]
            },
            {
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                "Ponto de transição",
                "Alça dilatada proximal cedendo a alça colabada distal, com afilamento ou angulação abrupta",
                "É o que separa obstrução de íleo adinâmico e localiza o nível — deve constar do laudo."
              ]
            },
            {
              "status": null,
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                "Grau",
                "Alta/completa: alças distais e cólon vazios. Parcial: passagem de gás ou conteúdo além da transição.",
                "Obstrução alta tende a exigir intervenção mais precoce."
              ]
            },
            {
              "status": null,
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                "Alça fechada",
                "Duas transições adjacentes, alça em C ou em U, vasos mesentéricos convergindo para o mesmo ponto, rotação do mesentério",
                "Alta chance de estrangulamento — sinal de urgência mesmo sem isquemia estabelecida."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Sofrimento isquêmico",
                "Redução ou ausência de realce parietal, espessamento parietal, pneumatose intestinal, gás no sistema porta, ingurgitamento e turvamento do mesentério, líquido livre",
                "Indica necessidade de cirurgia urgente — deve abrir a impressão diagnóstica."
              ]
            },
            {
              "status": null,
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                "Causa",
                "Aderência (transição abrupta sem massa nem hérnia), hérnia (parede, interna, incisional), neoplasia, intussuscepção, íleo biliar, corpo estranho, doença inflamatória",
                "A causa define via de tratamento; aderência é diagnóstico de exclusão por imagem."
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "CT",
      "chave": "tc_msk_coluna",
      "slug": "tc-msk-coluna",
      "nome": "TC — Musculoesquelético e Coluna",
      "temPaginaPublica": false,
      "medidas": [
        {
          "id": "tc_msk_coluna.0",
          "grupo": "tc_msk_coluna",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "DMO por TC quantitativa (QCT) — coluna lombar",
          "valor": "> 120",
          "unidade": "mg/cm³",
          "nota": "QCT mede DMO volumétrica trabecular (mg/cm³) em L1-L2/L3 e usa cortes ABSOLUTOS — o T-score do QCT não equivale ao da DXA e não deve ser reportado com os critérios da OMS. Exige phantom de calibração (ou calibração interna assíncrona).",
          "fonte": "American College of Radiology — ACR–SPR–SSR Practice Parameter for the Performance of Musculoskeletal QCT (rev. 2018) · ISCD Official Positions · ACR Appropriateness Criteria® Osteoporosis and BMD: 2022 Update (JACR)",
          "faixas": [
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            {
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        {
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          "grupo": "tc_msk_coluna",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Atenuação trabecular de L1 — rastreio oportunista de osteoporose em TC",
          "valor": "> 160",
          "unidade": "UH (HU)",
          "nota": "ROI oval na porção trabecular anterior do corpo de L1, em corte axial, evitando cortical, veia basivertebral e ilhotas ósseas. Medir em série SEM contraste: o contraste EV eleva a atenuação. Tensão de tubo diferente de 120 kV (80/100/140) altera a atenuação e invalida os cortes.",
          "fonte": "Pickhardt et al., Ann Intern Med 2013;158:588-595 (≤ 160 UH 90% sensível; 110 UH > 90% específico; VPP ≥ 68% abaixo de 100 UH; VPN 99% acima de 200 UH) · valores normativos em > 20.000 adultos: Pickhardt et al., Radiology 2019 · efeito do kV: AJR 2017 (Variation in Attenuation in L1 Trabecular Bone at Different Tube Voltages)",
          "faixas": [
            {
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              "rotulo": "Osteoporose improvável (limiar 90% sensível; > 200 UH tem VPN de 99%)",
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              "rotulo": "Zona indeterminada — considerar DXA/QCT se houver fator de risco",
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              "rotulo": "Provável osteoporose (> 90% específico; < 100 UH tem VPP ≥ 68%)",
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              "rotulo": "Sinalizar no laudo quando houver fratura vertebral associada (97% dos pacientes com fratura tinham L1 ≤ 145 UH)",
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          "grupo": "tc_msk_coluna",
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          "rotulo": "Diâmetro AP do canal vertebral cervical (C3-C7)",
          "valor": "> 13",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Medir do bordo posterior do corpo vertebral à linha espinolaminar, no plano médio-sagital. Cortes derivados de RADIOGRAFIA em perfil (magnificação de 10-20%): na TC o mesmo canal mede menos, então aplicar o número cru superestima estenose — informe o método. Estenose do desenvolvimento (pedículos curtos) é diferente de estenose adquirida (osteófitos, OPLL, hipertrofia do ligamento amarelo) — descreva as duas. O espaço disponível para a medula é o dado que se correlaciona com a clínica.",
          "fonte": "Edwards & LaRocca, Spine 1983;8:20-27",
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          "rotulo": "Razão de Torg-Pavlov (canal ÷ corpo vertebral)",
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          "nota": "A razão neutraliza a magnificação radiográfica, mas superestima estenose em atletas com corpos vertebrais grandes (falso-positivo clássico no jogador de futebol americano). Em TC, prefira o diâmetro absoluto e o espaço disponível para a medula; use a razão só para comparar com estudos radiográficos prévios.",
          "fonte": "Pavlov et al., Radiology 1987;164:771-775 · corte de 0,70: Aebli et al., Spine J 2013;13:605-612",
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              "valor": "≥ 0,80",
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Limítrofe — abaixo de 0,80 é o corte original de Torg para estreitamento do desenvolvimento",
              "valor": "0,70-0,79",
              "min": null,
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              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Estenose do desenvolvimento — risco de lesão medular após trauma menor",
              "valor": "< 0,70",
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_msk_coluna.4",
          "grupo": "tc_msk_coluna",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Diâmetro AP do canal lombar (linha média)",
          "valor": "> 12",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Medido do bordo posterior do corpo/disco à base do processo espinhoso. Cortes de origem radiográfica/mielográfica — na TC o número tende a ser menor. O critério não corrige biotipo, comprimento pedicular nem ângulo interlaminar — sempre correlacione com a área do saco dural, que é o parâmetro mais sensível.",
          "fonte": "Verbiest, J Bone Joint Surg Br 1954;36:230-237",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Normal",
              "valor": "> 12 mm",
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Estenose relativa (Verbiest) — sintomática se somada a osteófito, listese ou hipertrofia facetária",
              "valor": "> 10-12 mm",
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Estenose absoluta — compressão neural mesmo sem outro fator",
              "valor": "≤ 10 mm",
              "min": null,
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          ]
        },
        {
          "id": "tc_msk_coluna.5",
          "grupo": "tc_msk_coluna",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Área secional do saco dural (nível mais estreito)",
          "valor": "> 100",
          "unidade": "mm²",
          "nota": "Traçar no plano axial paralelo ao disco, no ponto mais estreito. Corte oblíquo ao disco superestima a área. Em mielo-TC e TC pós-mielografia a área é dinâmica: aumenta em flexão e reduz em extensão.",
          "fonte": "Schönström, Bolender & Spengler, Spine 1985;10:806-811 · Hamanishi et al., J Spinal Disord 1994;7:388-393",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Normal",
              "valor": "> 100 mm²",
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Estenose relativa / moderada",
              "valor": "76-100 mm²",
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Estenose absoluta / grave",
              "valor": "≤ 75 mm²",
              "min": null,
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          ]
        },
        {
          "id": "tc_msk_coluna.6",
          "grupo": "tc_msk_coluna",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Recesso lateral lombar (altura, profundidade e ângulo)",
          "valor": "> 3",
          "unidade": "mm (altura)",
          "nota": "Altura do recesso = distância entre o ponto mais anterior do processo articular superior e o bordo posterior do corpo vertebral, no corte axial ao nível do pedículo. O ângulo do recesso é formado entre o teto e o assoalho. Causa clássica de dor radicular com canal central de calibre normal — e de síndrome pós-laminectomia.",
          "fonte": "Ciric et al., J Neurosurg 1980;53:433-443 · Mikhael et al., Radiology 1981;140:97-107",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Normal (ângulo do recesso ≥ 30°)",
              "valor": "> 3 mm",
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Suspeito de estenose de recesso lateral",
              "valor": "> 2-3 mm",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Estenose de recesso lateral (altura ≤ 2 mm, profundidade ≤ 3 mm ou ângulo < 30°)",
              "valor": "≤ 2 mm",
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          ]
        },
        {
          "id": "tc_msk_coluna.7",
          "grupo": "tc_msk_coluna",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Ângulo de Cobb na reformatação coronal",
          "valor": "< 10",
          "unidade": "graus",
          "nota": "Escoliose exige Cobb ≥ 10° COM rotação vertebral. A TC é em decúbito e subestima a curva em relação à radiografia panorâmica ortostática — o Cobb de acompanhamento e a decisão cirúrgica devem sair da radiografia em pé. Na TC, informe os platôs usados (vértebras terminais) para permitir comparação.",
          "fonte": "Cobb, AAOS Instructional Course Lectures 1948 · definição de escoliose (Cobb ≥ 10°): Scoliosis Research Society (SRS) terminology",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Não caracteriza escoliose",
              "valor": "< 10°",
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Escoliose leve",
              "valor": "10-25°",
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Escoliose moderada a grave (faixa de discussão cirúrgica a partir de ~45-50° na EIA)",
              "valor": "> 25°",
              "min": null,
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_msk_coluna.8",
          "grupo": "tc_msk_coluna",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Intervalo atlanto-dental (ADI) no adulto — TC",
          "valor": "< 2",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Na TC o percentil 95 do adulto é ~2 mm, mais estreito que os 3 mm herdados da radiografia — não transporte o limiar radiográfico para o corte tomográfico. Em crianças o intervalo é fisiologicamente maior; use valores pediátricos específicos e o intervalo côndilo-C1.",
          "fonte": "Rojas et al., AJNR Am J Neuroradiol 2007;28:1819-1823 (95% da população com ADI < 2 mm na TC) · pediátrico: AJR 2009 (Evaluation of the Pediatric Craniocervical Junction on MDCT)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Normal na TC (percentil 95)",
              "valor": "< 2 mm",
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Limítrofe — 3 mm era o limite aceito na radiografia",
              "valor": "2-3 mm",
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Instabilidade atlantoaxial (pesquisar trauma, artrite reumatoide, Down, Morquio)",
              "valor": "> 3 mm",
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_msk_coluna.9",
          "grupo": "tc_msk_coluna",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Intervalo básio-dente (BDI) na TC",
          "valor": "< 8,5",
          "unidade": "mm",
          "nota": "A regra dos 12 mm (BDI e BAI) de Harris foi derivada de radiografias; na TC o percentil 95 do BDI cai para ~8,5 mm. Um BDI 'normal pela radiografia' pode já ser anormal na TC. Em crianças o intervalo côndilo-C1 é mais confiável que o BDI.",
          "fonte": "Rojas et al., AJNR 2007;28:1819-1823 (95% da população com BDI < 8,5 mm na TC) · regra dos 12: Harris et al., AJR Am J Roentgenol 1994",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Normal na TC (percentil 95)",
              "valor": "< 8,5 mm",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Limítrofe pelos padrões tomográficos, ainda dentro da 'regra dos 12' radiográfica",
              "valor": "8,5-12 mm",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Dissociação atlanto-occipital — emergência",
              "valor": "> 12 mm",
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          ]
        },
        {
          "id": "tc_msk_coluna.10",
          "grupo": "tc_msk_coluna",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Sacroiliíte estrutural na TC — definição data-driven (critério de DOENÇA, não valor normal)",
          "valor": "Erosões em mais de uma região das porções média e/ou dorsal, e/ou anquilose (parcial ou completa)",
          "unidade": null,
          "nota": "Definição com melhor desempenho diagnóstico: sensibilidade 67,6% e especificidade 96,3% (RV+ 18,3; RV− 0,34). Pontos críticos: (1) NÃO contar esclerose isolada — os autores concluem que a esclerose não é útil na TC e não deve mais ser usada para definir dano estrutural; (2) NÃO contar erosões do terço VENTRAL — são frequentes em não-doentes por carga biomecânica; (3) erosão em uma única região não basta. A TC é o padrão de referência para erosão cortical, superior à radiografia.",
          "fonte": "RMD Open 2022 — 'What amount of structural damage defines sacroiliitis: a CT study' (PMID 35064092) · contexto: ASAS/OMERACT MRI working group, definições de lesões estruturais",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tc_msk_coluna.11",
          "grupo": "tc_msk_coluna",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Ângulo do arco do teto acetabular (roof arc) e arco subcondral na TC",
          "valor": "≥ 45",
          "unidade": "graus",
          "nota": "Regra de Matta: 45° valem para os TRÊS arcos — medial (AP), anterior (obturatriz) e posterior (ilíaca oblíqua). Na TC o equivalente é o arco subcondral: os 10 mm superiores da superfície articular acetabular; se o traço envolve esses cortes, corresponde a um arco de teto < 45°. Os cortes alternativos de 25° (anterior) e 70° (posterior) vêm do estudo biomecânico de Vrahas et al. (JBJS Am 1999) e NÃO são a regra de Matta — declare qual critério foi usado. A regra não se aplica a fraturas de ambas as colunas nem de parede posterior.",
          "fonte": "Matta et al., Clin Orthop Relat Res 1986 · arco subcondral na TC: Olson & Matta, J Orthop Trauma 1993 · cortes biomecânicos anterior 25° / posterior 70°: Vrahas et al., J Bone Joint Surg Am 1999;81:966-974",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Traço poupa a cúpula de carga nas três incidências (AP, obturatriz e ilíaca)",
              "valor": "≥ 45°",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Traço atravessa o teto de carga — fratura potencialmente instável, avaliar fixação",
              "valor": "< 45° em qualquer incidência",
              "min": null,
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_msk_coluna.12",
          "grupo": "tc_msk_coluna",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Depressão articular do planalto tibial",
          "valor": "≤ 2",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Não existe limiar único consagrado: o artigo original de Schatzker (1979) define a MORFOLOGIA (tipos I-VI) e não um corte em milímetros. As séries cirúrgicas contemporâneas usam ≥ 4 mm (acessos posterolaterais/osteotomia do tubérculo de Gerdy) e > 10 mm (raft subcondral), e degrau pós-operatório ≥ 2,5 mm associa-se a pior WOMAC. Medir na reformatação coronal E sagital (a depressão posterolateral escapa no plano coronal isolado). Relate também o alargamento do planalto e o degrau articular. Osteoartrite experimental surge quando o degrau supera a espessura da cartilagem articular.",
          "fonte": "Schatzker, McBroom & Bruce, Clin Orthop Relat Res 1979;138:94-104 (classificação morfológica; não define limiar em mm) · Markhardt et al., RadioGraphics 2009;29:585-597 · limiares milimétricos: séries cirúrgicas contemporâneas (depressão ≥ 4 mm e > 10 mm; degrau ≥ 2,5 mm com pior WOMAC)",
          "faixas": [
            {
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              "rotulo": "Depressão sem indicação cirúrgica isolada na maioria dos adultos",
              "valor": "≤ 2 mm",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Zona de decisão — degrau ≥ 2,5 mm associa-se a pior escore funcional; jovens e atletas toleram menos",
              "valor": "> 2-4 mm",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Depressão significativa na maioria das séries cirúrgicas (≥ 4 mm; > 10 mm em séries de enxertia/raft subcondral)",
              "valor": "> 4 mm",
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          ]
        },
        {
          "id": "tc_msk_coluna.13",
          "grupo": "tc_msk_coluna",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Ângulo alfa (junção cabeça-colo femoral) — morfologia cam",
          "valor": "< 55",
          "unidade": "graus",
          "nota": "O trabalho original de Nötzli é de RM e não propôs corte formal: média de 42° nos controles e 74° nos sintomáticos (p < 0,001); daí derivaram os limiares de 50-55° usados na prática, com 60° como corte mais específico. Medir em reformatação radial oblíqua ao colo (o pico costuma ser anterossuperior, 1-2 h no relógio). Morfologia cam isolada é achado frequente em assintomáticos — o Warwick Agreement exige a tríade sintomas + sinais + imagem para diagnosticar síndrome do impacto femoroacetabular.",
          "fonte": "Nötzli et al., J Bone Joint Surg Br 2002;84:556-560 · Warwick Agreement on femoroacetabular impingement syndrome, Br J Sports Med 2016 (Griffin et al.)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Sem morfologia cam",
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            {
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              "valor": "> 60°",
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        {
          "id": "tc_msk_coluna.14",
          "grupo": "tc_msk_coluna",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Anteversão (torção) femoral por TC",
          "valor": "8-14",
          "unidade": "graus (média do adulto)",
          "nota": "Séries por TC descrevem média do adulto em torno de 8° em homens e 14° em mulheres, com faixa de normalidade ampla. Valores caem com o crescimento: ~31° no recém-nascido, ~26° aos 5 anos, ~21° aos 9 anos, ~15° aos 16 anos — não chame de anteversão excessiva um valor normal para a idade. Torção interna femoral > 25° é o limiar proposto para correção axial em instabilidade patelofemoral. O número depende do método: técnicas que usam o colo proximal (Murphy) dão valores maiores que as que usam o colo distal, com diferença média de ~6° — declare o método no laudo.",
          "fonte": "valores por idade: Fabry, MacEwen & Shands, J Bone Joint Surg Am 1973 · método por TC: Murphy et al., J Bone Joint Surg Am 1987;69:1169-1176 · comparação de métodos: J Comput Assist Tomogr 1998 (PMID 9676454) · limiar > 25°: Journal of ISAKOS 2024",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tc_msk_coluna.15",
          "grupo": "tc_msk_coluna",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Torção tibial externa por TC",
          "valor": "≈ 30-35",
          "unidade": "graus",
          "nota": "Séries com TC descrevem média de 30-35° de torção externa, com dispersão ampla. A maioria dos autores adota > 30° como corte para osteotomia rotacional em dor anterior do joelho / instabilidade patelofemoral resistente. O valor muda conforme o referencial distal escolhido (eixo transmaleolar ósseo vs. eixo bicondilar posterior do tálus) — padronize e declare. Torção externa aumentada é sobretudo deformidade infratuberositária e NÃO implica tuberosidade lateralizada.",
          "fonte": "Journal of ISAKOS 2024 (limiares: torção interna femoral > 25° e/ou torção externa tibial > 30° por TC) · Knee Surg Sports Traumatol Arthrosc 2021 (torção externa aumentada como deformidade infratuberositária)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tc_msk_coluna.16",
          "grupo": "tc_msk_coluna",
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          "rotulo": "TT-TG (tuberosidade tibial ao sulco troclear) na TC",
          "valor": "< 15",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Sobrepor o corte axial do sulco troclear (proximal, cartilagem completa) ao corte da tuberosidade tibial e medir a distância entre as perpendiculares ao eixo bicondilar posterior. Joelho em extensão e quadríceps relaxado — flexão reduz o TT-TG. Apenas 3,4% dos controles ultrapassam 20 mm, contra 56% dos joelhos com instabilidade objetiva.",
          "fonte": "Dejour et al., Knee Surg Sports Traumatol Arthrosc 1994;2:19-26",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Normal (controles de Dejour: 12,7 ± 3,4 mm)",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Limítrofe — valorizar só com displasia troclear, patela alta e clínica de instabilidade",
              "valor": "15 a < 20 mm",
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            {
              "status": "red",
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        {
          "id": "tc_msk_coluna.17",
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          "ruleId": null,
          "rotulo": "TT-TG — TC versus RM (não intercambiáveis)",
          "valor": "RM ≈ 2,2 mm menor que a TC (3,8 mm no subgrupo cirúrgico)",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Na mesma coorte, TT-TG médio de 16,9 mm na TC contra 14,7 mm na RM; no subgrupo com TT-TG ≥ 20 mm na TC (candidatos a osteotomia), a diferença sobe para 3,80 mm (p < 0,001), com média de 22,5 mm na TC e 18,7 mm na RM. Consequência prática: aplicar o corte de 20 mm da TC a uma medida de RM subindica cirurgia. Sempre declare o método usado.",
          "fonte": "Camp et al., Am J Sports Med 2013;41:1835-1840 (PMID 23857884)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tc_msk_coluna.18",
          "grupo": "tc_msk_coluna",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Ângulo do sulco troclear",
          "valor": "< 145",
          "unidade": "graus",
          "nota": "Medir no corte axial mais cranial em que a tróclea ainda é completa; cortes mais distais dão ângulos falsamente menores. O corte de 145° é o de uso corrente; a régua estatística estrita (média + 2 DP) situaria o limite em ~150°, então valores de 145-150° pedem correlação com os demais critérios. Profundidade troclear < 3 mm é critério adicional de displasia. Na TC a cartilagem não é vista — o ângulo é ósseo e pode superestimar a displasia em relação à RM.",
          "fonte": "Merchant et al., J Bone Joint Surg Am 1974;56:1391-1396 · profundidade troclear < 3 mm: Pfirrmann et al., Radiology 2000;216:858-864",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Tróclea normal (média de 138° ± 6°)",
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        {
          "id": "tc_msk_coluna.19",
          "grupo": "tc_msk_coluna",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Ângulo patelofemoral lateral (Laurin) e báscula patelar",
          "valor": "Aberto lateralmente",
          "unidade": null,
          "nota": "Critério QUALITATIVO: traçado entre a faceta patelar lateral e a linha que une as margens anteriores da tróclea; abre lateralmente no joelho normal, fica paralelo ou abre medialmente na báscula. Não use faixa numérica de graus para este ângulo — o artigo original não a define. O ângulo de congruência de Merchant (média ≈ −6°, com limite superior de normalidade em torno de +16°) é medida complementar. Atenção: Laurin e Merchant são medidas da incidência axial RADIOGRÁFICA com o joelho fletido; a TC é adquirida em extensão e sem contração do quadríceps, e a báscula pode ser subestimada em relação à TC dinâmica com contração — declare o método.",
          "fonte": "Laurin et al., J Bone Joint Surg Am 1978;60:55-60 · ângulo de congruência: Merchant et al., J Bone Joint Surg Am 1974",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Normal — ângulo abre lateralmente (padrão em ~97% dos joelhos normais)",
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              "status": "yellow",
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            {
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        {
          "id": "tc_msk_coluna.20",
          "grupo": "tc_msk_coluna",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Altura patelar — índice de Insall-Salvati na reformatação sagital",
          "valor": "0,8-1,2",
          "unidade": null,
          "nota": "Razão entre o comprimento do tendão patelar e o maior comprimento da patela. Vantagem do índice: é uma razão entre duas estruturas fixas, descrita como independente do grau de flexão do joelho (faixa de ~20-70°) e da carga — pode ser medido na TC em decúbito e em extensão sem correção. Quem varia com flexão e com apoio é Caton-Deschamps e Blackburne-Peel, que usam o platô tibial como referência: para esses, prefira a radiografia em perfil a 30°. Meça na reformatação sagital estrita, no plano do tendão.",
          "fonte": "Insall & Salvati, Radiology 1971;101:101-104",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Patela baixa (baja) — pós-cirúrgica, pós-traumática ou artrofibrose",
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      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "tc_msk_coluna.c0",
          "grupo": "tc_msk_coluna",
          "nome": "Meyerding — graduação da espondilolistese",
          "nota": null,
          "fonte": "Meyerding, Surg Gynecol Obstet 1932 · revisão: 'Classification in Brief: The Meyerding Classification System of Spondylolisthesis', Clin Orthop Relat Res 2020 (PMID 32282463)",
          "colunas": [
            "Grau",
            "Escorregamento",
            "Leitura clínica"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "I",
                "0-25%",
                "Baixo grau — habitualmente conduta conservadora"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "II",
                "25-50%",
                "Baixo grau"
              ]
            },
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              "celulas": [
                "III",
                "50-75%",
                "Alto grau — avaliar instabilidade e indicação cirúrgica"
              ]
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            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "IV",
                "75-100%",
                "Alto grau"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "V",
                "> 100% (espondiloptose)",
                "Deslocamento completo do corpo vertebral"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_msk_coluna.c1",
          "grupo": "tc_msk_coluna",
          "nome": "Genant — método semiquantitativo de fratura vertebral",
          "nota": null,
          "fonte": "Genant et al., J Bone Miner Res 1993;8:1137-1148 · aplicação em reformatação sagital de TC: International Osteoporosis Foundation, vertebral fracture assessment",
          "colunas": [
            "Grau",
            "Redução de altura",
            "Deformidade"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "0 — normal",
                "< 20%",
                "Sem deformidade"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "1 — leve",
                "≈ 20-25%",
                "Cunha, bicôncava ou compressão (esmagamento)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "2 — moderada",
                "≈ 25-40%",
                "Cunha, bicôncava ou compressão"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "3 — grave",
                "≥ 40%",
                "Cunha, bicôncava ou compressão"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_msk_coluna.c2",
          "grupo": "tc_msk_coluna",
          "nome": "TT-TG — faixas de referência e equivalência TC/RM",
          "nota": null,
          "fonte": "Dejour et al., Knee Surg Sports Traumatol Arthrosc 1994;2:19-26 · Camp et al., Am J Sports Med 2013;41:1835-1840",
          "colunas": [
            "Faixa",
            "TT-TG por TC",
            "Interpretação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Normal",
                "< 15 mm",
                "Alinhamento do aparelho extensor dentro do esperado (controles: 12,7 ± 3,4 mm)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Limítrofe",
                "15 a < 20 mm",
                "Só valorizar com displasia troclear, patela alta e instabilidade objetiva"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Patológico",
                "≥ 20 mm",
                "Lateralização significativa (instáveis: 19,8 ± 1,6 mm) — considerar medialização da tuberosidade"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Medido por RM",
                "≈ 2,2 mm menor que a TC (3,8 mm nos casos ≥ 20 mm)",
                "Não aplicar o corte de 20 mm da TC a medidas de RM"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_msk_coluna.c3",
          "grupo": "tc_msk_coluna",
          "nome": "Letournel-Judet — fraturas do acetábulo",
          "nota": null,
          "fonte": "Judet, Judet & Letournel, J Bone Joint Surg Am 1964 · Letournel & Judet, Fractures of the Acetabulum, 2ª ed., 1993 · aplicação em TC/3D: Scheinfeld et al., RadioGraphics 2015 ('Acetabular Fractures: What Radiologists Should Know and How 3D CT Can Aid Classification')",
          "colunas": [
            "Grupo",
            "Padrão",
            "Chave na TC"
          ],
          "linhas": [
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                "Elementar",
                "Parede posterior",
                "Fragmento posterior com quadrilátero e linhas íntegras; pesquisar luxação e fragmentos intra-articulares. Padrão elementar mais frequente"
              ]
            },
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                "Elementar",
                "Parede anterior",
                "Fragmento anterior com coluna anterior íntegra"
              ]
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                "Elementar",
                "Coluna posterior",
                "Interrupção da linha ilioisquiática e do forame obturatório"
              ]
            },
            {
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              "celulas": [
                "Elementar",
                "Coluna anterior",
                "Interrupção da linha ileopectínea"
              ]
            },
            {
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                "Elementar",
                "Transversa",
                "Traço único separando ílio (segmento superior) do segmento inferior; ambas as linhas rompidas — única elementar que atravessa as duas colunas"
              ]
            },
            {
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              "celulas": [
                "Associada",
                "Ambas as colunas (both-column)",
                "Padrão associado MAIS frequente (~23% na série de Letournel). Nenhum fragmento articular permanece conectado ao esqueleto axial; sinal do esporão na incidência obturatriz"
              ]
            },
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                "Associada",
                "Transversa + parede posterior",
                "Segundo padrão associado mais frequente (~20%)"
              ]
            },
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                "Associada",
                "Em T",
                "Transversa com traço vertical adicional no quadrilátero/obturatório"
              ]
            },
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                "Associada",
                "Coluna posterior + parede posterior",
                ""
              ]
            },
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                "Associada",
                "Coluna anterior (ou parede anterior) + hemitransversa posterior",
                ""
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_msk_coluna.c4",
          "grupo": "tc_msk_coluna",
          "nome": "Schatzker — fraturas do planalto tibial",
          "nota": null,
          "fonte": "Schatzker, McBroom & Bruce, Clin Orthop Relat Res 1979;138:94-104 (classificação morfológica; não define limiar milimétrico de depressão) · avaliação por TC/RM: Markhardt et al., RadioGraphics 2009;29:585-597 · revisão: Injury 2018 ('Revisiting the Schatzker classification')",
          "colunas": [
            "Tipo",
            "Morfologia",
            "Observação na TC"
          ],
          "linhas": [
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                "I",
                "Cisalhamento (split) do planalto lateral, sem afundamento",
                "Osso jovem; pesquisar lesão meniscal lateral"
              ]
            },
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                "II",
                "Split do planalto lateral com afundamento",
                "Quantificar o afundamento nas reformatações coronal e sagital"
              ]
            },
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                "III",
                "Afundamento puro — lateral (IIIA) ou central (IIIB)",
                "Frequentemente só caracterizado na TC"
              ]
            },
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                "IV",
                "Fratura do planalto medial",
                "Alta energia — pesquisar luxação do joelho e lesão neurovascular"
              ]
            },
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                "V",
                "Bicondilar com continuidade entre epífise e diáfise",
                ""
              ]
            },
            {
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                "VI",
                "Bicondilar com dissociação metafisodiafisária",
                "Maior risco de síndrome compartimental e de lesão de partes moles"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_msk_coluna.c5",
          "grupo": "tc_msk_coluna",
          "nome": "AO Spine — lesões toracolombares (+ escore TL AOSIS)",
          "nota": null,
          "fonte": "Vaccaro et al., Spine 2013;38:2028-2037 (AOSpine Thoracolumbar Spine Injury Classification System) · algoritmo cirúrgico e TL AOSIS: Vaccaro/Kepler et al., Eur Spine J 2016 · revisão: 'Classifications in Brief: AO Thoracolumbar Classification System', Clin Orthop Relat Res 2020",
          "colunas": [
            "Elemento",
            "Categoria",
            "Descrição"
          ],
          "linhas": [
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                "Morfologia",
                "A0",
                "Sem fratura ou fratura de processo transverso/espinhoso"
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                "Impactação em cunha de um platô, sem envolvimento da parede posterior"
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                "A2",
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              ]
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                "A3",
                "Burst incompleta — um platô com envolvimento da parede posterior"
              ]
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                "Morfologia",
                "A4",
                "Burst completa — ambos os platôs com envolvimento da parede posterior"
              ]
            },
            {
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                "Morfologia",
                "B1",
                "Falha óssea transóssea da banda de tensão posterior (fratura de Chance)"
              ]
            },
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                "Morfologia",
                "B2",
                "Falha da banda de tensão posterior (óssea e/ou ligamentar), em geral com lesão tipo A associada"
              ]
            },
            {
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                "Morfologia",
                "B3",
                "Hiperextensão — falha da banda de tensão anterior"
              ]
            },
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                "Morfologia",
                "C",
                "Translação/deslocamento em qualquer plano (lesão mais grave da escala)"
              ]
            },
            {
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              "celulas": [
                "Estado neurológico",
                "N0 a N4, NX",
                "N0 intacto · N1 déficit transitório · N2 radiculopatia · N3 lesão incompleta ou cauda equina · N4 lesão completa · NX não avaliável"
              ]
            },
            {
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                "Modificadores",
                "M1 / M2",
                "M1 lesão indeterminada da banda de tensão posterior (tipicamente pela RM) · M2 comorbidade específica do paciente (ex.: espondilite anquilosante, DISH, queimadura)"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_msk_coluna.c6",
          "grupo": "tc_msk_coluna",
          "nome": "Sacroiliíte estrutural — Nova York modificado e definição por TC",
          "nota": null,
          "fonte": "van der Linden, Valkenburg & Cats, Arthritis Rheum 1984;27:361-368 (critérios de Nova York modificados) · definição estrutural por TC: RMD Open 2022, 'What amount of structural damage defines sacroiliitis: a CT study' (PMID 35064092) · contexto de lesões estruturais: ASAS/OMERACT MRI working group",
          "colunas": [
            "Grau / critério",
            "Achado",
            "Aplicação na TC"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
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                "0",
                "Normal",
                "—"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "1",
                "Alterações suspeitas",
                "Não caracteriza sacroiliíte"
              ]
            },
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                "2",
                "Anormalidade mínima — pequenas áreas de erosão ou esclerose, sem alteração da largura articular",
                "Contar apenas erosões das porções média e dorsal"
              ]
            },
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                "3",
                "Anormalidade inequívoca — erosões, esclerose, alargamento, estreitamento ou anquilose parcial",
                "TC é o padrão de referência para erosão cortical"
              ]
            },
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                "4",
                "Anquilose total",
                "Anquilose parcial ou completa, uni ou bilateral, é critério positivo"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Critério mNY (radiográfico)",
                "Grau ≥ 2 bilateral OU grau ≥ 3 unilateral",
                "Define sacroiliíte estrutural para classificação de espondiloartrite axial"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Definição por TC (data-driven)",
                "Erosões em mais de uma região das porções média e/ou dorsal, e/ou anquilose",
                "Sensibilidade 67,6% · especificidade 96,3% (RV+ 18,3 · RV− 0,34). Excluir esclerose isolada e erosões do terço ventral"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "CT",
      "chave": "tc_protocolo",
      "slug": "tc-protocolo",
      "nome": "TC — Técnica, dose e contraste",
      "temPaginaPublica": false,
      "medidas": [
        {
          "id": "tc_protocolo.0",
          "grupo": "tc_protocolo",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Fator k — crânio de adulto (DLP → dose efetiva)",
          "valor": "0,0021",
          "unidade": "mSv/(mGy·cm)",
          "nota": "Assume o fantoma de dosimetria de cabeça de 16 cm. Para o conjunto cabeça e pescoço use 0,0031; para pescoço isolado, 0,0059. Em criança o fator sobe muito (0,011 no recém-nascido).",
          "fonte": "AAPM Report No. 96 (2008), Tabela 3 — AAPM Task Group 23: CT Dosimetry",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tc_protocolo.1",
          "grupo": "tc_protocolo",
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          "unidade": "mSv/(mGy·cm)",
          "nota": "Fantoma de corpo de 32 cm. É o mesmo fator adotado pela AAPM para estimar a dose efetiva do rastreamento de câncer de pulmão.",
          "fonte": "AAPM Report No. 96 (2008), Tabela 3 — AAPM Task Group 23: CT Dosimetry",
          "faixas": []
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        {
          "id": "tc_protocolo.2",
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          "unidade": "mSv/(mGy·cm)",
          "nota": "Mesmo valor para tronco (0,015). No recém-nascido o fator é 0,049, mais de três vezes maior: nunca aplique o k do adulto em criança.",
          "fonte": "AAPM Report No. 96 (2008), Tabela 3 — AAPM Task Group 23: CT Dosimetry",
          "faixas": []
        },
        {
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          "ruleId": null,
          "rotulo": "Fator k de crânio recalculado com pesos de tecido da ICRP 103",
          "valor": "2,4",
          "unidade": "µSv/(mGy·cm)",
          "nota": "Com os pesos da ICRP 103 a dose efetiva de crânio sobe ~11% e a de tórax ~20% em relação à ICRP 60, enquanto a de pelve cai ~25% (pescoço e abdome sem mudança marcada). Para exames de corpo o k fica entre 14 e 20 µSv/(mGy·cm). Diga sempre qual conjunto de pesos foi usado.",
          "fonte": "Huda W, Magill D, He W. Med Phys 2011;38(3):1261–1265",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tc_protocolo.4",
          "grupo": "tc_protocolo",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "CTDIvol máximo no rastreamento de câncer de pulmão",
          "valor": "≤ 3,0",
          "unidade": "mGy",
          "nota": "Medido no fantoma de 32 cm, para paciente de porte padrão (170 cm, 70 kg, IMC ≈ 24). É obrigatório ter algum ajuste de saída por porte do paciente (AEC e/ou seleção automática de kV).",
          "fonte": "AAPM CT Protocols — Lung Cancer Screening CT, v6.0 (09/11/2023)",
          "faixas": [
            {
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              "rotulo": "Dentro do requisito",
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          ]
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          "grupo": "tc_protocolo",
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          "rotulo": "DLP máximo no rastreamento de câncer de pulmão",
          "valor": "≤ 75",
          "unidade": "mGy·cm",
          "nota": "Para paciente idealizado de porte padrão e comprimento de varredura de 25 cm. Multiplicado pelo k de tórax (0,014), corresponde a dose efetiva ≤ 1,0 mSv — valor populacional, que não deve ser reportado como dose individual.",
          "fonte": "AAPM CT Protocols — Lung Cancer Screening CT, v6.0 (09/11/2023)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
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              "status": "red",
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              "valor": "> 75 mGy·cm",
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          "rotulo": "NDRL — TC de crânio no AVC agudo, CTDIvol",
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          "unidade": "mGy",
          "nota": "NDRL é gatilho de auditoria do protocolo (percentil 75 da distribuição nacional), não limite para o paciente individual. Compare a mediana local do serviço, não um exame isolado.",
          "fonte": "UKHSA — National Diagnostic Reference Levels (NDRLs), TC de adulto, GOV.UK (página atualizada em 11/12/2025; valores de TC adotados em 2022)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Mediana local dentro do NDRL",
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              "status": "red",
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              "valor": "> 47 mGy",
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        {
          "id": "tc_protocolo.7",
          "grupo": "tc_protocolo",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "NDRL — TC de crânio no AVC agudo, DLP",
          "valor": "790",
          "unidade": "mGy·cm",
          "nota": "Valor por exame completo, somando todas as sequências. Protocolos multifásicos de AVC (perfusão e angio) somam-se ao DLP total e precisam de nível de referência próprio.",
          "fonte": "UKHSA — National Diagnostic Reference Levels (NDRLs), TC de adulto, GOV.UK (página atualizada em 11/12/2025; valores de TC adotados em 2022)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
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          "unidade": "mGy·cm",
          "nota": "CTDIvol correspondente de 8,5 mGy. A TCAR para doença intersticial tem NDRL próprio: 8 mGy e 300 mGy·cm.",
          "fonte": "UKHSA — National Diagnostic Reference Levels (NDRLs), TC de adulto, GOV.UK (página atualizada em 11/12/2025; valores de TC adotados em 2022)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
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            {
              "status": "red",
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          ]
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        {
          "id": "tc_protocolo.9",
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          "ruleId": null,
          "rotulo": "NDRL — angio-TC de artérias pulmonares (TEP), DLP",
          "valor": "310",
          "unidade": "mGy·cm",
          "nota": "CTDIvol correspondente de 9,1 mGy. Fases adicionais (venosa de membros inferiores, por exemplo) não estão contempladas neste nível.",
          "fonte": "UKHSA — National Diagnostic Reference Levels (NDRLs), TC de adulto, GOV.UK (página atualizada em 11/12/2025; valores de TC adotados em 2022)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
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        {
          "id": "tc_protocolo.10",
          "grupo": "tc_protocolo",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "NDRL — TC de abdome e pelve (abscesso), DLP",
          "valor": "530",
          "unidade": "mGy·cm",
          "nota": "CTDIvol correspondente de 10 mGy. Protocolo de cálculo urinário (KUB) é bem mais baixo: 6,3 mGy e 290 mGy·cm — não use o protocolo de abdome cheio para cólica renal.",
          "fonte": "UKHSA — National Diagnostic Reference Levels (NDRLs), TC de adulto, GOV.UK (página atualizada em 11/12/2025; valores de TC adotados em 2022)",
          "faixas": [
            {
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        {
          "id": "tc_protocolo.11",
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          "ruleId": null,
          "rotulo": "DRL norte-americano — TC de tórax, CTDIvol (diâmetro água-equivalente 26–30 cm)",
          "valor": "9",
          "unidade": "mGy",
          "nota": "Percentil 75 (DRL); a mediana (dose alcançável) na mesma faixa é 6 mGy, com DLP de 231 mGy·cm (P50) e 310 mGy·cm (P75). Diferente do modelo europeu, o registro do ACR estratifica por porte: acima de 30 cm o P75 sobe para 12 mGy. Valores extraídos das tabelas do artigo, não reconferidos linha a linha nesta auditoria (texto integral fora de acesso aberto).",
          "fonte": "Kanal KM, Butler PF, Sengupta D et al. Radiology 2017;284(1):120–133 (ACR Dose Index Registry)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tc_protocolo.12",
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          "rotulo": "DRL europeu pediátrico — TC de crânio acima de 6 anos, DLP",
          "valor": "650",
          "unidade": "mGy·cm",
          "nota": "CTDIvol correspondente de 50 mGy. Escala por idade: 0–3 meses 24 mGy / 300 mGy·cm; 3 meses–1 ano 28 / 385; 1–6 anos 40 / 505. Em criança o DRL do corpo é definido por faixa de peso, não por idade. Valores não reconferidos nesta auditoria (documento indisponível no momento da consulta).",
          "fonte": "European Commission, Radiation Protection No. 185 — European Guidelines on DRLs for Paediatric Imaging (2018)",
          "faixas": []
        },
        {
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          "grupo": "tc_protocolo",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Massa de iodo por exame — protocolo de massa renal",
          "valor": "35–52,5",
          "unidade": "g de iodo",
          "nota": "Equivale a 100–150 mL de meio de contraste com 350 mgI/mL. Usar contraste de baixa osmolalidade ou iso-osmolar. Dose por peso é alternativa aceita pelo painel. Documento da SAR não recuperado nesta auditoria — reconferir contra o protocolo institucional.",
          "fonte": "Society of Abdominal Radiology, DFP on Renal Cell Carcinoma — CT renal mass protocols v1.0",
          "faixas": []
        },
        {
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          "rotulo": "Taxa de injeção do contraste iodado",
          "valor": "2–5",
          "unidade": "mL/s",
          "nota": "Faixa do protocolo de massa renal. Taxas na porção alta favorecem fases arteriais; na porção baixa, tolerância venosa em acesso periférico fino. Sempre registrar via, sítio, tipo, volume e taxa no relatório técnico.",
          "fonte": "Society of Abdominal Radiology, DFP on Renal Cell Carcinoma — CT renal mass protocols v1.0",
          "faixas": []
        },
        {
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          "grupo": "tc_protocolo",
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          "rotulo": "Dose de iodo ajustada ao peso (realce hepático e aórtico)",
          "valor": "518",
          "unidade": "mgI/kg",
          "nota": "Administrada em duração fixa de 25 s em estudo multifásico para CHC hipervascular. Contraste de concentração moderada (300 mgI/mL) injetado rapidamente foi mais eficaz para detectar CHC hipervascular do que a alta concentração com a mesma carga de iodo.",
          "fonte": "Awai K, Inoue M, Yagyu Y et al. Radiology 2004 — Moderate versus high concentration of contrast material at multi-detector row CT",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tc_protocolo.16",
          "grupo": "tc_protocolo",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Volume por peso na fase portal com duração fixa de injeção",
          "valor": "1,22",
          "unidade": "mL/kg (iohexol 350)",
          "nota": "Com duração fixa de 35 s o realce hepático médio foi 54,8 ± 11 HU contra 50,0 ± 12 HU com taxa fixa de 3 mL/s (p = 0,001). A variabilidade entre pacientes não diferiu entre os protocolos.",
          "fonte": "Costa AF, Peet K. Abdom Radiol (NY) 2021",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tc_protocolo.17",
          "grupo": "tc_protocolo",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "eGFR — limiar de risco de CA-AKI para contraste intravenoso",
          "valor": "< 30",
          "unidade": "mL/min/1,73 m²",
          "nota": "Mesmo limiar vale para injeção intra-arterial com exposição renal de segunda passagem. Calcular por CKD-EPI 2009 em adultos; em criança, Schwartz revisada. Colher eGFR até 7 dias antes em doente agudo ou internado e até 3 meses nos demais. A ESUR passou a usar o termo CA-AKI (antes PC-AKI) a partir de 2025, alinhando-se ao consenso ACR/NKF 2020.",
          "fonte": "ESUR Contrast Media Safety Committee — Guidelines 2025 (limiares) · Davenport MS et al., Kidney Med 2020;2(1):85–93 (risco por faixa)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Sem risco aumentado para contraste IV",
              "valor": "≥ 45",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Zona de atenção — profilaxia opcional em alto risco",
              "valor": "30–44",
              "min": null,
              "max": null,
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              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Em risco — hidratação preventiva e ponderação risco-benefício",
              "valor": "< 30",
              "min": null,
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              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_protocolo.18",
          "grupo": "tc_protocolo",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "eGFR — limiar para injeção intra-arterial com exposição renal de primeira passagem",
          "valor": "< 45",
          "unidade": "mL/min/1,73 m²",
          "nota": "Primeira passagem significa contraste chegando às artérias renais praticamente sem diluição (coração esquerdo, aorta torácica e suprarrenal, artérias renais). O mesmo limiar se aplica a paciente de UTI. Quando o eGFR não puder ser obtido em exame de urgência, siga o protocolo do limiar correspondente.",
          "fonte": "ESUR Contrast Media Safety Committee — Guidelines 2025",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tc_protocolo.19",
          "grupo": "tc_protocolo",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Hidratação preventiva com solução salina 0,9%",
          "valor": "1",
          "unidade": "mL/kg/h",
          "nota": "Por 3–4 h antes e 4–6 h após o contraste (via IV e intra-arterial de segunda passagem). Alternativa: bicarbonato de sódio 1,4% (154 mmol/L) a 3 mL/kg/h por 1 h antes — salina e bicarbonato têm eficácia semelhante. Na injeção intra-arterial de primeira passagem, o esquema de bicarbonato ganha 1 mL/kg/h por 4–6 h depois. Hidratação oral isolada não é recomendada. Individualizar em insuficiência cardíaca NYHA 3–4 e em eGFR < 15.",
          "fonte": "ESUR Contrast Media Safety Committee — Guidelines 2025",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tc_protocolo.20",
          "grupo": "tc_protocolo",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Razão volume de contraste / eGFR (injeção intra-arterial de primeira passagem)",
          "valor": "< 3,0",
          "unidade": "mL por mL/min/1,73 m² (contraste a 350 mgI/mL)",
          "nota": "Critério equivalente: massa de iodo (g) dividida pelo eGFR absoluto (mL/min) menor que 1,1. Serve para limitar a dose em cateterismo e em intervenção arterial, não em TC venosa de rotina.",
          "fonte": "ESUR Contrast Media Safety Committee — Guidelines 2025",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Dentro do teto recomendado",
              "valor": "< 3,0",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Acima do teto — reduzir volume",
              "valor": "≥ 3,0",
              "min": null,
              "max": null,
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              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_protocolo.21",
          "grupo": "tc_protocolo",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Definição de CA-AKI (lesão renal aguda associada ao contraste)",
          "valor": "> 0,3 mg/dL ou > 1,5× o basal",
          "unidade": "creatinina sérica, em 48–72 h",
          "nota": "Equivale a aumento > 26,5 µmol/L. Em doente de risco, dosar eGFR 48 h após o contraste; se houver CA-AKI, acompanhar clinicamente por pelo menos 30 dias com eGFR seriado. Nenhuma profilaxia farmacológica (estatina, vasodilatador renal, antagonista de mediadores vasoativos, citoprotetor) mostrou proteção consistente. Termo PC-AKI aposentado pela ESUR em 2025 em favor de CA-AKI.",
          "fonte": "ESUR Contrast Media Safety Committee — Guidelines 2025 · consenso ACR/NKF 2020",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Sem CA-AKI",
              "valor": "Δ ≤ 0,3 mg/dL e < 1,5× o basal",
              "min": null,
              "max": null,
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              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "CA-AKI",
              "valor": "Δ > 0,3 mg/dL ou ≥ 1,5× o basal em 48–72 h",
              "min": null,
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_protocolo.22",
          "grupo": "tc_protocolo",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Adrenalina intramuscular na anafilaxia por contraste (adulto)",
          "valor": "0,5",
          "unidade": "mg IM (0,5 mL de 1:1.000), repetível",
          "nota": "Dose única do adulto para toda anafilaxia: choque, estridor, edema laríngeo com hipóxia e broncoespasmo que se deteriora — a ESUR 2025 NÃO mantém escalonamento de 0,1–0,3 mg. Aplicar na face lateral da coxa e repetir conforme necessário, guiado pela frequência cardíaca, junto de O2 10–15 L/min em máscara não reinalante e bolus de 500 mL de cristaloide IV em 10 min (repetível). Anti-H1 injetável da diretriz é clorfenamina 20 mg ou clemastina 2 mg IV. Bradicardia com hipotensão sugere reação vasovagal e trata-se com atropina e volume, não com adrenalina. Observação depois: mínimo 30 min nas reações leves, 4–6 h nas maiores porém não ameaçadoras à vida, e internação nas ameaçadoras à vida. Dose pediátrica: seguir o capítulo pediátrico da diretriz — não extrapolar da dose do adulto.",
          "fonte": "ESUR Contrast Media Safety Committee — Guidelines 2025, 'Management of hypersensitivity reactions'",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tc_protocolo.23",
          "grupo": "tc_protocolo",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Metformina — manter ou suspender",
          "valor": "manter se eGFR > 30",
          "unidade": "mL/min/1,73 m²",
          "nota": "Com eGFR > 30 e sem LRA, em contraste intravenoso ou intra-arterial de segunda passagem, a metformina segue normalmente. Suspender quando eGFR < 30, em injeção intra-arterial de primeira passagem ou em LRA: dosar eGFR em 48 h e reintroduzir se a função não mudou significativamente. Com gadolínio não há precaução especial (risco de CA-AKI extremamente baixo e nenhum relato de acidose láctica nesse cenário).",
          "fonte": "ESUR Contrast Media Safety Committee — Guidelines 2025, 'Safe use of contrast agents in patients with diabetes mellitus taking metformin'",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "tc_protocolo.24",
          "grupo": "tc_protocolo",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Pré-medicação do reator prévio",
          "valor": "ESUR 2025 (emergência): prednisolona 50 mg IV + clemastina 2 mg IV, ≥ 30 min antes",
          "unidade": null,
          "nota": "Regime eletivo clássico de 13 horas (Greenberger 1991): prednisona 50 mg VO 13 h, 7 h e 1 h antes + difenidramina 50 mg 1 h antes; com contraste de baixa osmolalidade e pré-tratamento a taxa de reação generalizada imediata caiu para 0,5%, contra 9,1% com meio convencional. A ESUR 2025 já não nega a pré-medicação: manda considerá-la (referindo as diretrizes da EAACI) e traz um protocolo próprio de emergência — prednisolona 50 mg IV (ou equivalente: 40 mg de metilprednisolona, 8 mg de dexametasona, 200 mg de hidrocortisona) e clemastina 2 mg IV, ambos ≥ 30 min antes. As prioridades continuam sendo trocar o agente culpado, ter time de resposta rápida por perto, manter acesso venoso e observar pelo menos 30 minutos, e estar preparado para tratar. Pré-medicação nunca elimina o risco de reação de escape; recorrência obriga encaminhamento ao alergista.",
          "fonte": "ESUR Contrast Media Safety Committee — Guidelines 2025, 'Prevention of recurrent hypersensitivity reactions' · Greenberger PA, Patterson R. J Allergy Clin Immunol 1991;87(4):867–872",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "tc_protocolo.c0",
          "grupo": "tc_protocolo",
          "nome": "Níveis de referência diagnósticos (NDRL) — TC de adulto",
          "nota": null,
          "fonte": "UK Health Security Agency (UKHSA) — National Diagnostic Reference Levels (NDRLs), Tabela 1 (TC de adulto), publicada no GOV.UK. Página atualizada em 11/12/2025; os valores de TC foram adotados em 2022 e os de angio-TC coronária em 2018. São o terceiro quartil (percentil 75) da distribuição nacional.",
          "colunas": [
            "Exame",
            "Indicação clínica / técnica",
            "CTDIvol por sequência (mGy)",
            "DLP por exame completo (mGy·cm)"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Crânio",
                "AVC agudo",
                "47",
                "790"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Seios paranasais",
                "Doença sinusal",
                "12",
                "160"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Coluna cervical",
                "Fratura",
                "16",
                "400"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Pescoço, tórax, abdome e pelve",
                "Câncer",
                "—",
                "850"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Tórax",
                "Câncer de pulmão",
                "8,5",
                "290"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Tórax e abdome",
                "Câncer de pulmão",
                "—",
                "470"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Tórax de alta resolução (TCAR)",
                "Doença pulmonar intersticial",
                "8",
                "300"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Tórax, abdome e pelve",
                "Câncer",
                "—",
                "660"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Angio-TC de artérias pulmonares",
                "Tromboembolismo pulmonar",
                "9,1",
                "310"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Abdome e pelve",
                "Abscesso",
                "10",
                "530"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Colonoscopia virtual",
                "Pólipos / tumor",
                "—",
                "690"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Rins, ureteres e bexiga (KUB)",
                "Cálculo / cólica",
                "6,3",
                "290"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Urografia por TC",
                "Tumor / cálculo / cólica",
                "—",
                "890"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Angio-TC coronária",
                "Prospectiva, sem padding",
                "—",
                "170"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Angio-TC coronária",
                "Prospectiva, com padding",
                "—",
                "280"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Angio-TC coronária",
                "Retrospectiva, com gating",
                "—",
                "380"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_protocolo.c1",
          "grupo": "tc_protocolo",
          "nome": "Janelas de visualização em TC (largura e centro)",
          "nota": null,
          "fonte": "Lev MH et al., Radiology 1999;213:150–155 (encéfalo 80/20 e janela estreita 8/32 no AVC) · Stern EJ, Frank MS, Godwin JD, Invest Radiol 1995;30(9):517–521 (pulmão 1500/−600 e mediastino 350/40, preferência de radiologistas torácicos) · Mayo-Smith WW et al., Radiology 1999 (utilidade da janela hepática) · Pomerantz SM et al., AJR 2000 (janelas hepática e óssea adicionais). Percentuais das duas últimas referências não reconferidos nesta auditoria.",
          "colunas": [
            "Janela",
            "Largura (W, HU)",
            "Centro (L, HU)",
            "Quando usar"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Encéfalo — parênquima",
                "80",
                "20",
                "Leitura padrão do crânio; base sobre a qual se procura o AVC precoce"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "AVC agudo — janela estreita variável",
                "8",
                "32",
                "Isquemia hiperaguda: elevou a sensibilidade de 57% para 71% mantendo especificidade de 100%; o leitor ajusta a partir de 8/32 para acentuar o contraste substância cinzenta/branca"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Pulmão",
                "1500",
                "−600",
                "Parênquima pulmonar: enfisema, nódulo, vidro fosco, bronquiectasia"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Mediastino",
                "350",
                "40",
                "Linfonodos, vasos, derrame, partes moles do tórax"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Fígado (janela estreita adicional)",
                "sem valor consensual publicado — usar preset do serviço",
                "—",
                "Revisão adicional em janela hepática detectou lesão nova em 3,1% dos abdomes e mudou o diagnóstico em 1,7%; janelas hepática e óssea adicionais melhoraram conspicuidade em 67% dos achados alterados e tiveram impacto diagnóstico em 18% dos casos, com custo de ~40 s por exame"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_protocolo.c2",
          "grupo": "tc_protocolo",
          "nome": "Fases do contraste iodado e tempos",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR LI-RADS v2018 CT/MRI (definição de fase arterial tardia pelo realce e fase tardia 2–5 min) · Society of Abdominal Radiology — Disease Focused Panel on Renal Cell Carcinoma, CT renal mass protocols v1.0 (Wang ZJ, Davenport MS, Silverman SG et al.). Atenção: o documento da SAR não pôde ser recuperado nesta auditoria; os atrasos das fases renais seguem convenção de serviço e devem ser reconferidos contra o protocolo institucional.",
          "colunas": [
            "Fase",
            "Atraso (a partir do início da injeção)",
            "Marca / uso principal"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Arterial (mapa arterial pré-nefrectomia parcial ou pré-ablação)",
                "30 s",
                "Artérias renais e seus ramos e a relação com a massa"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Arterial tardia (abdome)",
                "40–50 s",
                "Metástases hipervasculares hepáticas e pancreáticas"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Corticomedular",
                "40–70 s",
                "Diferenciação córtex/medula renal; ajuda na subtipagem do carcinoma de células renais"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Portal (venosa)",
                "60–90 s",
                "Melhor equilíbrio entre parênquima, alças e vasos; vigilância oncológica"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Nefrográfica",
                "100–120 s",
                "Fase de escolha para caracterizar e medir massa renal"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Excretora",
                "7–10 min",
                "Urotélio, divertículo calicinal, cisto parapiélico vs hidronefrose, lesão do sistema coletor"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Arterial tardia hepática (LI-RADS)",
                "definida pelo realce, não pelo relógio",
                "Artéria hepática e seus ramos plenamente realçados com veias hepáticas ainda não realçadas — é a fase arterial exigida, preferida à arterial precoce"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Tardia hepática (LI-RADS)",
                "2–5 min",
                "Veias porta e hepáticas ainda realçadas, porém menos que na fase portal; washout e cápsula"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_protocolo.c3",
          "grupo": "tc_protocolo",
          "nome": "Fator k: conversão DLP → dose efetiva (mSv por mGy·cm)",
          "nota": null,
          "fonte": "AAPM Report No. 96 (2008), Tabela 3 — Report of AAPM Task Group 23: The Measurement, Reporting, and Management of Radiation Dose in CT. Fatores de cabeça/pescoço e pediátricos assumem o fantoma de 16 cm; os demais, o fantoma de corpo de 32 cm. Fatores derivados de pesos de tecido da ICRP 60.",
          "colunas": [
            "Região do corpo",
            "0 ano",
            "1 ano",
            "5 anos",
            "10 anos",
            "Adulto"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Cabeça e pescoço",
                "0,013",
                "0,0085",
                "0,0057",
                "0,0042",
                "0,0031"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Cabeça",
                "0,011",
                "0,0067",
                "0,0040",
                "0,0032",
                "0,0021"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Pescoço",
                "0,017",
                "0,012",
                "0,011",
                "0,0079",
                "0,0059"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Tórax",
                "0,039",
                "0,026",
                "0,018",
                "0,013",
                "0,014"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Abdome e pelve",
                "0,049",
                "0,030",
                "0,020",
                "0,015",
                "0,015"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Tronco",
                "0,044",
                "0,028",
                "0,019",
                "0,014",
                "0,015"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_protocolo.c4",
          "grupo": "tc_protocolo",
          "nome": "Reação aguda ao contraste — classificação e primeira linha (ESUR 2025)",
          "nota": null,
          "fonte": "ESUR Contrast Media Safety Committee — Guidelines 2025 (publicadas em dezembro de 2025, sucedendo a versão 10.0), seções 'Categories of immediate hypersensitivity reactions' e 'Management of hypersensitivity reactions'. A gradação de gravidade segue a classificação radiológica do ACR, com equivalência aos graus de Ring & Messmer, ambas endossadas pelo CMSC.",
          "colunas": [
            "Gravidade (classificação do ACR)",
            "Quadro clínico",
            "Ring & Messmer",
            "Primeira linha"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Leve",
                "Congestão nasal, espirros, conjuntivite, rinorreia, urticária e prurido limitados, edema cutâneo, prurido leve de garganta",
                "Grau 1",
                "Tranquilizar e observar os sinais vitais até a resolução (mínimo 30 min); não retirar o acesso venoso durante a observação. Considerar anti-H1 não sedante (desloratadina 5 mg VO ou cetirizina 10 mg VO) e ondansetrona 4 mg IV no vômito prolongado"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Moderada — urticária ou eritema difusos",
                "Urticária e prurido difusos, eritema difuso sem hipotensão",
                "Grau 1",
                "Clorfenamina 20 mg ou clemastina 2 mg IV. Se houver hipotensão associada, tratar como anafilaxia"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Moderada — edema facial sem estridor",
                "Edema facial ou rouquidão sem dispneia",
                "Grau 1",
                "O2 10–15 L/min em máscara não reinalante + clorfenamina 20 mg ou clemastina 2 mg IV. Se o edema for intenso, próximo às vias aéreas, ou surgir estridor, tratar como anafilaxia"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Moderada — broncoespasmo leve",
                "Broncoespasmo leve sem hipóxia",
                "Grau 2",
                "Salbutamol 2–4 jatos de 100 µg inalados (repetíveis a cada 20 min) ou nebulização, até melhora clínica. Se houver deterioração, adrenalina 0,5 mg IM e acionar o time de resposta rápida, repetindo 0,5 mg guiado pela frequência cardíaca"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Grave — anafilaxia ou estridor",
                "Edema difuso ou facial com dispneia, eritema difuso com hipotensão, edema laríngeo com hipóxia, broncoespasmo grave com hipóxia, choque anafilático",
                "Graus 2–3",
                "Acionar o time de resposta rápida; O2 10–15 L/min em máscara não reinalante; adrenalina 0,5 mg IM na face lateral da coxa, repetível conforme necessário e guiada pela frequência cardíaca; bolus de cristaloide 500 mL IV em 10 min, repetível; salbutamol 2–10 jatos de 100 µg; clorfenamina 20 mg ou clemastina 2 mg IV; considerar corticoide (prednisolona 50 mg IV ou equivalente); dosar triptase sérica em até 4 h do início"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Grave — parada cardíaca ou respiratória",
                "Parada cardiopulmonar",
                "Grau 4",
                "Acionar o time de PCR e iniciar RCP imediatamente"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Reação vasovagal (não é hipersensibilidade)",
                "Bradicardia acentuada com hipotensão, palidez, sudorese",
                "—",
                "Manter deitado com as pernas elevadas, O2 e expansão volêmica IV; atropina se a bradicardia for acentuada. NÃO é indicação de adrenalina — confundir vasovagal com anafilaxia leva a tratamento errado nos dois sentidos"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_protocolo.c5",
          "grupo": "tc_protocolo",
          "nome": "Risco de lesão renal associada ao contraste (CA-AKI) por faixa de eGFR",
          "nota": null,
          "fonte": "Davenport MS, Perazella MA, Yee J et al. Use of Intravenous Iodinated Contrast Media in Patients With Kidney Disease: Consensus Statements from the American College of Radiology and the National Kidney Foundation. Kidney Med 2020;2(1):85–93 (publicação simultânea em Radiology 2020). Os percentuais são de CA-AKI (qualquer LRA coincidente à administração do contraste, independentemente de causalidade) e são bem maiores que o risco de CI-AKI atribuível ao contraste. Adotado pela ESUR CMSC a partir de 2025.",
          "colunas": [
            "eGFR (mL/min/1,73 m²)",
            "Risco de CA-AKI (critério de creatinina, KDIGO estágio 1)",
            "Conduta"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "≥ 60",
                "~5%",
                "Sem profilaxia; não retardar nem negar exame bem indicado"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "45–59",
                "~10%",
                "Sem profilaxia indicada"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "30–44",
                "~15%",
                "Profilaxia pode ser considerada em situações individuais de alto risco (múltiplos fatores de risco, LRA recente, eGFR limítrofe), a critério do médico solicitante"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "< 30, sem diálise de manutenção, ou LRA em curso",
                "~30%",
                "Expansão volêmica com soro fisiológico IV; ponderar risco de adiar o diagnóstico"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Em diálise de manutenção",
                "—",
                "Não iniciar nem reprogramar diálise apenas por causa do contraste iodado. Exceção importante: o dialítico NÃO anúrico, com função renal residual (diurese > 100 mL/dia), é tratado como eGFR < 30 / LRA — considerar expansão volêmica para preservar a diurese residual"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_protocolo.c6",
          "grupo": "tc_protocolo",
          "nome": "Artefatos em TC — categorias, reconhecimento e prevenção",
          "nota": null,
          "fonte": "Barrett JF, Keat N. Artifacts in CT: recognition and avoidance. RadioGraphics 2004;24(6):1679–1691",
          "colunas": [
            "Categoria",
            "Artefatos típicos",
            "Como reduzir"
          ],
          "linhas": [
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                "Físicos (processo de aquisição)",
                "Endurecimento do feixe (cupping e estrias entre estruturas densas), efeito de volume parcial, penúria de fótons (estrias em ombros e pelve), subamostragem/aliasing",
                "Filtros de forma e correção de endurecimento do feixe, cortes mais finos, aumento do produto corrente-tempo ou modulação automática, kV mais alto em pacientes grandes, reconstrução iterativa"
              ]
            },
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                "Relacionados ao paciente",
                "Movimento (borramento e estrias duplas), material metálico (estrias intensas), estruturas fora do campo de visão",
                "Imobilização e treino de apneia, menor tempo de rotação, retirada de metal removível, campo de visão que inclua todo o corpo, algoritmos de redução de artefato metálico"
              ]
            },
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                "Relacionados ao equipamento",
                "Artefato em anel por detector descalibrado ou defeituoso",
                "Calibração periódica do detector e manutenção preventiva"
              ]
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                "Helicoidais e multicorte (reconstrução)",
                "Artefato em cata-vento (windmill), efeito degrau nas reformatações, artefato de feixe cônico",
                "Reduzir o pitch, usar colimação e espessura de corte menores, algoritmos de reconstrução dedicados a feixe cônico"
              ]
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          ]
        },
        {
          "id": "tc_protocolo.c7",
          "grupo": "tc_protocolo",
          "nome": "ASPECTS — TC sem contraste no AVC de artéria cerebral média",
          "nota": null,
          "fonte": "Barber PA, Demchuk AM, Zhang J, Buchan AM (ASPECTS Study Group). Validity and reliability of a quantitative computed tomography score in predicting outcome of hyperacute stroke before thrombolytic therapy. Lancet 2000;355(9216):1670–1674",
          "colunas": [
            "Item",
            "Descrição"
          ],
          "linhas": [
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              "celulas": [
                "Pontuação",
                "Começa em 10; subtrai-se 1 ponto para cada região com alteração isquêmica precoce"
              ]
            },
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                "Regiões avaliadas (10)",
                "Caudado, lentiforme, cápsula interna, fita insular e os territórios corticais M1 a M6, em dois cortes axiais padronizados"
              ]
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                "≥ 8",
                "Maior chance de desfecho funcional independente"
              ]
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                "< 8 (ou seja, ≤ 7)",
                "Maior probabilidade de mau desfecho funcional; pode apoiar decisões de transferência e de terapia"
              ]
            },
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              "celulas": [
                "O que o estudo original mostrou",
                "O ASPECTS basal predisse desfecho funcional (p < 0,001) E hemorragia intracerebral sintomática (p = 0,012; sensibilidade 0,90, especificidade 0,62), e correlacionou-se inversamente com o NIHSS (r = −0,56). Concordância interobservador boa (kappa 0,71–0,89)"
              ]
            },
            {
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              "celulas": [
                "Limites do escore",
                "Validado sobretudo em pacientes elegíveis a reperfusão; a literatura posterior é menos consistente quanto a predizer resposta ao tratamento. O escore isolado não deve negar terapia de reperfusão"
              ]
            },
            {
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              "celulas": [
                "Como ler",
                "Use a janela estreita de AVC (W 8 / L 32) sobre a janela de encéfalo (W 80 / L 20) para não subestimar a hipoatenuação precoce"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "tc_protocolo.c8",
          "grupo": "tc_protocolo",
          "nome": "Dose efetiva estimada a partir do DLP — fatores k por região",
          "nota": null,
          "fonte": "AAPM Report 96 (2008) · Deak PD et al., Radiology 2010;257(1):158-66 · ICRP 103 (2007)",
          "colunas": [
            "Região",
            "Fator k (mSv·mGy⁻¹·cm⁻¹)",
            "Leitura"
          ],
          "linhas": [
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                "Crânio",
                "0,0021",
                "O menor fator do corpo: 1000 mGy·cm de crânio equivalem a ≈ 2,1 mSv."
              ]
            },
            {
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                "Pescoço",
                "0,0059",
                "Tireoide é o órgão crítico; proteção e colimação pesam mais que o número."
              ]
            },
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                "Tórax",
                "0,014",
                "Mama e pulmão dominam a dose efetiva na mulher jovem."
              ]
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                "Abdome",
                "0,015",
                "Fator praticamente igual ao da pelve; use o mesmo em abdome-pelve."
              ]
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                "Pelve",
                "0,015",
                "Gônadas e medula óssea entram com peso alto no cálculo."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Coluna",
                "0,015",
                "Aplique por segmento examinado, não ao exame inteiro quando houver múltiplas séries."
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "RM",
      "chave": "rm_neuro",
      "slug": "rm-neuro",
      "nome": "RM — Neurorradiologia (encéfalo)",
      "temPaginaPublica": false,
      "medidas": [
        {
          "id": "rm_neuro.0",
          "grupo": "rm_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Altura da hipófise — limite superior no adulto",
          "valor": "♂ < 8,0 · ♀ < 9,0",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Medir no sagital mediano em T1, do assoalho selar ao ponto mais alto da glândula. Na casuística original (213 sujeitos, 0 a 69 anos) nenhum sujeito de qualquer idade atingiu 8,0 mm (homens) ou 9,0 mm (mulheres) — inclusive os adolescentes, que foram justamente o grupo de maior média. O próprio artigo alerta que a medida sagital mediana SUBESTIMA a glândula no idoso, por causa da concavidade superior frequente nessa faixa. Hipertrofia fisiológica na gestação e no puerpério eleva o teto (consenso da literatura, não dado desta série): glândula convexa, homogênea e com realce uniforme nesses contextos não é adenoma.",
          "fonte": "Suzuki et al., J Comput Assist Tomogr 1990;14(1):36-9 (PMID 2298994; n=213, 0–69 anos) · faixas normativas modernas: Kobrow et al., Sci Rep 2024;14(1):4492 (PMID 38396059; n=1.924)",
          "faixas": [
            {
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            {
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          "id": "rm_neuro.1",
          "grupo": "rm_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Altura da hipófise — mediana em adultos saudáveis",
          "valor": "♀ 5,1 (2,2–8,1) · ♂ 4,6 (1,9–7,1)",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Normativa em 1.924 adultos saudáveis de base populacional, em T1, com valores estratificados por índice de massa corporal (a associação com IMC existe, mas com inclinações de regressão pequenas: 0,0001 a 0,05). Serve para dizer o que é normal na população geral antes de chamar de hiperplasia.",
          "fonte": "Kobrow R, Gross S, Fleischmann R, Baldauf J, Langner S, et al., Sci Rep 2024;14(1):4492 (PMID 38396059; doi 10.1038/s41598-024-54975-0)",
          "faixas": []
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        {
          "id": "rm_neuro.2",
          "grupo": "rm_neuro",
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          "rotulo": "Haste hipofisária (infundíbulo) — diâmetro",
          "valor": "3,25 ± 0,56 no quiasma · 1,91 ± 0,40 na inserção",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Série de 58 pacientes, retrospectiva. A haste normal afila progressivamente de cima para baixo e realça por completo em todos os casos após contraste. A perda desse afilamento (haste cilíndrica ou nodular) pesa mais que o número isolado, e é o achado que levanta hipofisite, histiocitose, germinoma e sarcoidose. Uma área central sem realce numa haste de resto uniforme é variação normal, dependente do tamanho do recesso infundibular — não confundir com lesão.",
          "fonte": "Simmons GE, Suchnicki JE, Rak KM, Damiano TR. AJR Am J Roentgenol 1992;159(2):375-7 (PMID 1632360; n=58)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Normal, com afilamento preservado",
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          "grupo": "rm_neuro",
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          "rotulo": "Ectopia tonsilar — limiar de Chiari I no adulto",
          "valor": "> 5 (convenção pragmática — ver nota)",
          "unidade": "mm abaixo do forame magno",
          "nota": "ATENÇÃO À FONTE: o corte de 5 mm é convenção pragmática consolidada na prática, NÃO é o corte do artigo original. Barkovich et al. (1986) mediram 200 normais e 25 Chiari I: nos normais a posição média foi 1 mm ACIMA do forame magno, com extremos de 8 mm acima a 5 mm abaixo, e 14% dos normais já tinham tonsilas discretamente abaixo do forame; nos Chiari I a média foi 13 mm abaixo (3 a 29 mm). Os autores propuseram 2 mm abaixo (S 100%, E 98,5%) ou 3 mm abaixo (S 96%, E 99,5%), e concluíram que ectopia menor que 2 mm provavelmente não tem significado clínico na ausência de siringomielia. Ou seja: a faixa de 3 a 5 mm é sobreposição real entre normais e Chiari, não zona de segurança. Medir perpendicularmente à linha basion–opistion até o polo tonsilar mais baixo, no sagital mediano. Ectopia isolada, sem siringomielia, sem afilamento em cunha das tonsilas e sem obliteração das cisternas retrocerebelares, é frequentemente assintomática — descreva o número e o contexto, não apenas o rótulo.",
          "fonte": "Barkovich AJ, Wippold FJ, Sherman JL, Citrin CM. Significance of cerebellar tonsillar position on MR. AJNR Am J Neuroradiol 1986;7(5):795-9 (PMID 3096099; n=200 normais + 25 Chiari I) · ajuste etário: Mikulis et al., Radiology 1992;183(3):725-8 (PMID 1584927)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Sem significado clínico isolado (fonte: < 2 mm)",
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        {
          "id": "rm_neuro.4",
          "grupo": "rm_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Ectopia tonsilar — corte ajustado por década de vida",
          "valor": "1ª década 6 · 2ª–3ª 5 · 4ª–8ª 4 · 9ª 3",
          "unidade": "mm abaixo do forame magno",
          "nota": "As tonsilas sobem com a idade (221 indivíduos, 5 meses a 89 anos). Os valores são os que ficam mais de 2 desvios-padrão fora da faixa normal de cada década. Um corte único de 5 mm superdiagnostica Chiari no idoso e subdiagnostica na criança — os autores concluíram textualmente que um padrão único de referência é inadequado sem considerar a idade.",
          "fonte": "Mikulis DJ, Diaz O, Egglin TK, Sanchez R. Radiology 1992;183(3):725-8 (PMID 1584927; n=221)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_neuro.5",
          "grupo": "rm_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Índice de Evans",
          "valor": "≥ 0,30",
          "unidade": "razão",
          "nota": "Maior largura dos cornos frontais dividida pelo maior diâmetro interno do crânio, no mesmo corte axial. Marca ventriculomegalia, não hidrocefalia: atrofia cortical também eleva o índice. Nunca laudar HPN só pelo Evans — ler junto do ângulo calososseptal e do padrão DESH. Vale o inverso também: a diretriz japonesa aceita HPN idiopática POSSÍVEL mesmo com Evans < 0,30, quando ângulo calososseptal < 90°, z-Evans > 0,42, BVR alterado e/ou dilatação do corno temporal estão presentes.",
          "fonte": "Evans WA Jr. Am J Dis Child 1942 (índice original, por pneumoencefalografia) · adotado como critério nas diretrizes japonesas de HPN idiopática: Nakajima et al., Neurol Med Chir (Tokyo) 2021;61(2):63-97 (PMID 33455998)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Sem ventriculomegalia pelo critério",
              "valor": "< 0,30",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Ventriculomegalia — diferenciar hidrocefalia de atrofia",
              "valor": "≥ 0,30",
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          ]
        },
        {
          "id": "rm_neuro.6",
          "grupo": "rm_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "z-Evans index (Evans craniocaudal)",
          "valor": "> 0,42",
          "unidade": "razão",
          "nota": "Altura dos cornos frontais dos ventrículos laterais no eixo z dividida pelo diâmetro interno mediano do crânio, no plano coronal. Captura a dilatação desproporcional no eixo vertical característica da HPN idiopática, que o Evans axial clássico não enxerga — a diretriz afirma que, para esse fim, o z-Evans é superior ao Evans > 0,30.",
          "fonte": "Nakajima et al., Neurol Med Chir (Tokyo) 2021;61(2):63-97 (PMID 33455998) — diretriz japonesa de HPN idiopática, 3ª edição",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_neuro.7",
          "grupo": "rm_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Brain/Ventricle Ratio (BVR)",
          "valor": "< 1,0 na comissura anterior · < 1,5 na comissura posterior",
          "unidade": "razão",
          "nota": "ATENÇÃO À DEFINIÇÃO: é LARGURA sobre LARGURA, não espessura sobre altura. BVR = maior largura do parênquima imediatamente acima dos ventrículos laterais ÷ maior largura dos ventrículos laterais, medidas no MESMO plano coronal de referência — um plano passando pela comissura anterior e perpendicular à linha CA–CP, e outro passando pela comissura posterior. Útil como marcador de reforço quando o índice de Evans fica limítrofe ou até normal.",
          "fonte": "Nakajima et al., Neurol Med Chir (Tokyo) 2021;61(2):63-97 (PMID 33455998)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_neuro.8",
          "grupo": "rm_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Ângulo calososseptal (callosal angle)",
          "valor": "< 90°",
          "unidade": "graus",
          "nota": "Medir no coronal que passa pela comissura posterior, perpendicular ao plano CA–CP. Médias do estudo original: HPN idiopática 66 ± 14°, doença de Alzheimer 104 ± 15°, controles 112 ± 11°. O corte de 90° é a média − 2 DP do grupo controle; com ele, separou HPN de Alzheimer com sensibilidade 97%, especificidade 88% e acurácia 93%. O plano da medida é decisivo: coronal oblíquo errado muda o ângulo.",
          "fonte": "Ishii K, Kanda T, Harada A, et al. Eur Radiol 2008;18(11):2678-83 (PMID 18500524)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Faixa do idoso normal / atrofia",
              "valor": "> 100°",
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Zona de sobreposição — pesar DESH e z-Evans",
              "valor": "90–100°",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Ângulo agudo — sugere HPN idiopática",
              "valor": "< 90°",
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          ]
        },
        {
          "id": "rm_neuro.9",
          "grupo": "rm_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Diâmetro da bainha do nervo óptico na RM",
          "valor": "♀ 4,3 (2,8–5,9) · ♂ 4,6 (3,6–5,7)",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Mediana e intervalo de referência em 1.924 adultos saudáveis, com valores estratificados por índice de massa corporal. Isoladamente o diâmetro tem baixa especificidade para hipertensão intracraniana idiopática, porque a faixa normal é ampla e vai até quase 6 mm — o número sozinho separa mal. ATENÇÃO ao contraste com os demais sinais: no mesmo estudo, protrusão da papila, sela vazia e oclusão de seio transverso foram RAROS em saudáveis, e os autores concluem que essa raridade REFORÇA o valor desses achados como marcadores de imagem, independentemente do IMC. Ou seja: relativize o diâmetro da bainha, não relativize a protrusão papilar nem a sela vazia.",
          "fonte": "Kobrow R, Gross S, Fleischmann R, Baldauf J, Langner S, et al., Sci Rep 2024;14(1):4492 (PMID 38396059; n=1.924)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_neuro.10",
          "grupo": "rm_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "ADC — limiar do núcleo do infarto (core)",
          "valor": "≤ 620",
          "unidade": "×10⁻⁶ mm²/s",
          "nota": "Limiar derivado voxel a voxel em 14 pacientes do estudo DEFUSE (51.045 voxels positivos em DWI), comparando a lesão de DWI inicial com o infarto final em FLAIR aos 30 dias (sensibilidade 69%, especificidade 78%, pelo índice de Youden). É critério de segmentação automatizada para triagem de trombectomia, não medida diagnóstica isolada, e a amostra é pequena. Superestimação do core na RM basal é descrita, sobretudo em janelas muito precoces.",
          "fonte": "Purushotham A, Campbell BCV, Straka M, et al. Int J Stroke 2015;10(3):348-53 (PMID 23802548; n=14 pacientes / 51.045 voxels)",
          "faixas": [
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Núcleo isquêmico (tecido provavelmente irreversível)",
              "valor": "≤ 620 ×10⁻⁶ mm²/s",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Hipersinal em DWI com ADC acima do limiar — tecido potencialmente recuperável",
              "valor": "> 620 ×10⁻⁶ mm²/s",
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          ]
        },
        {
          "id": "rm_neuro.11",
          "grupo": "rm_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "ADC — abscesso piogênico vs tumor cístico/necrótico",
          "valor": "Abscesso piogênico 0,65 ± 0,16 · tumor cístico/necrótico 2,70 ± 0,31",
          "unidade": "×10⁻³ mm²/s",
          "nota": "Série pequena (11 abscessos, dos quais 10 piogênicos, e 15 tumores císticos/necróticos; 1,5 T, b=1000). A DWI separou os dois grupos com sensibilidade 93,3% e especificidade 90,9% (área sob a curva ROC 0,92 contra 0,44 do T1 pós-contraste). A restrição vem da alta viscosidade do pus, não do realce anelar — e não é patognomônica. DUAS EXCEÇÕES DA PRÓPRIA SÉRIE, que são as armadilhas reais: o abscesso por toxoplasmose NÃO restringiu (ADC ~1,9 ×10⁻³, hipossinal em DWI) e um astrocitoma fibrilar de baixo grau restringiu (0,44 ×10⁻³). Some-se a isso que metástases (sobretudo de pulmão) e linfoma restringem e imitam abscesso. Ler sempre junto de SWI (anel hipointenso completo favorece abscesso), padrão de realce e clínica.",
          "fonte": "Chang SC, Lai PH, Chen WL, et al. Clin Imaging 2002;26(4):227-36 (PMID 12140151; n=11 abscessos + 15 tumores) · ressalva: \"Restricted diffusion within ring enhancement is not pathognomonic for brain abscess\", AJNR Am J Neuroradiol 2001;22:1738-42",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_neuro.12",
          "grupo": "rm_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Razão Cho/NAA — graduação de glioma",
          "valor": "> 1,60 (critério de erro C1) · > 0,75 (critério de erro C2)",
          "unidade": "razão",
          "nota": "Limiares obtidos em 160 gliomas primários, medidos em TE de 144 ms. ATENÇÃO AO PAREAMENTO: o estudo publicou DOIS limiares por metabólito, correspondentes a critérios de custo de erro diferentes — 1,60 (Cho/NAA) e 1,56 (Cho/Cr) minimizam o erro C1; 0,75 (Cho/NAA) e 1,08 (Cho/Cr) minimizam o erro C2. Não misture os pares: usar Cho/NAA 1,60 junto de Cho/Cr 1,08 combina critérios distintos e desloca o desempenho. Razões elevadas também aparecem em desmielinização tumefativa, abscesso e radionecrose com componente tumoral residual — a espectroscopia grada, não diagnostica sozinha. TE intermediário (135–144 ms) dá razões mais reprodutíveis para essa finalidade.",
          "fonte": "Law M, Yang S, Wang H, et al. AJNR Am J Neuroradiol 2003;24(10):1989-98 (PMID 14625221; n=160)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_neuro.13",
          "grupo": "rm_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Razão Cho/Cr — graduação de glioma",
          "valor": "> 1,08 (critério de erro C2) · > 1,56 (critério de erro C1)",
          "unidade": "razão",
          "nota": "Mesma casuística de 160 gliomas, mesmo TE de 144 ms, mesma ressalva de pareamento da medida anterior: 1,08 anda com Cho/NAA 0,75, e 1,56 anda com Cho/NAA 1,60. Combinada a rCBV e Cho/NAA, o conjunto das três medidas atingiu sensibilidade 93,3%, especificidade 60,0%, VPP 87,5% e VPN 75,0% — sensível, pouco específico: serve para não perder alto grau, não para excluí-lo.",
          "fonte": "Law M, Yang S, Wang H, et al. AJNR Am J Neuroradiol 2003;24(10):1989-98 (PMID 14625221; n=160)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_neuro.14",
          "grupo": "rm_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "rCBV máximo (perfusão DSC) — graduação de glioma",
          "valor": "> 1,75",
          "unidade": "razão normalizada pela substância branca contralateral",
          "nota": "Melhor desempenho isolado do estudo (160 gliomas): sensibilidade 95,0%, especificidade 57,5%, VPP 87,0%, VPN 79,3% — bem acima da RM convencional na mesma coorte (72,5% / 65,0% / 86,1% / 44,1%). A especificidade baixa é o ponto de atenção — oligodendroglioma de baixo grau e placa desmielinizante ativa podem hiperperfundir. Medir na região de perfusão máxima. Exige pré-carga de contraste e correção de vazamento de T1 para não subestimar em lesões com quebra de barreira.",
          "fonte": "Law M, Yang S, Wang H, et al. AJNR Am J Neuroradiol 2003;24(10):1989-98 (PMID 14625221; n=160)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Favorece baixo grau",
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              "valor": "> 1,75",
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        {
          "id": "rm_neuro.15",
          "grupo": "rm_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Espectroscopia de prótons — posição dos picos",
          "valor": "NAA 2,0 · Cr 3,0 · Cho 3,2 · mio-inositol 3,5–3,6 · lactato 1,33 (dupleto) · lipídios 0,9–1,3",
          "unidade": "ppm",
          "nota": "TE curto (~30 ms) mostra mio-inositol, glutamato/glutamina e lipídios; TE longo (135–144 ms) limpa o espectro e inverte o dupleto de lactato abaixo da linha de base — escolher o TE pela pergunta clínica. NAA cai em perda neuronal, colina sobe em turnover de membrana, mio-inositol sobe em gliose e na doença de Alzheimer, lactato e lipídios marcam necrose e anaerobiose.",
          "fonte": "Oz G, Alger JR, Barker PB, et al (MRS Consensus Group). Radiology 2014;270(3):658-79 (PMID 24568703) · razões diagnósticas: Law et al., AJNR 2003;24:1989-98",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_neuro.16",
          "grupo": "rm_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Índice de parkinsonismo por RM (MRPI)",
          "valor": "PSP 19,42 · DP 9,40 · AMS-P 6,53 · controles 9,21 (medianas)",
          "unidade": "índice adimensional",
          "nota": "MRPI = (área da ponte ÷ área do mesencéfalo) × (largura do pedúnculo cerebelar médio ÷ largura do pedúnculo cerebelar superior), por planimetria manual no sagital mediano e no coronal. Na série original (33 PSP, 108 DP, 19 AMS-P, 50 controles) não houve sobreposição entre PSP e os demais grupos, e nenhum PSP foi classificado errado — mas o artigo NÃO publicou um valor de corte. LEITURA CRÍTICA DO ÍNDICE: ele é ALTO na PSP e BAIXO na AMS-P (6,53, abaixo dos próprios controles), de modo que um MRPI baixo não exclui parkinsonismo atípico — só afasta PSP. O corte de ≥13 usado aqui vem de um estudo de PSP vs parkinsonismo VASCULAR (12 PSP vs 17 VP, retrospectivo), população diferente da que se quer separar na prática; o corte mais citado para PSP vs DP na literatura é 13,55. Meta-análise posterior encontrou, para PSP vs AMS especificamente, sensibilidade agrupada 79,2% e especificidade 91,2%, sem corte único validado e com alto risco de viés — a medida é muito dependente de quem mede e de como delimita as áreas.",
          "fonte": "Quattrone A, Nicoletti G, Messina D, et al. Radiology 2008 (PMID 17991785; n=33 PSP, 108 DP, 19 AMS-P, 50 controles; sem corte publicado) · corte ≥13 derivado de PSP vs parkinsonismo vascular: Mostile et al., Neurol Sci 2016;37(4):591-5 (PMID 26820655; n=12 PSP vs 17 VP) · desempenho agrupado PSP vs AMS: Heim B, Krismer F, Seppi K. J Neural Transm (Vienna) 2021;128(10):1497-505 (PMID 34105000)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Não favorece PSP — atenção: NÃO exclui parkinsonismo atípico (AMS-P tem MRPI mais baixo que controles)",
              "valor": "< 13",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Favorece paralisia supranuclear progressiva",
              "valor": "≥ 13",
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          ]
        },
        {
          "id": "rm_neuro.17",
          "grupo": "rm_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Mismatch DWI–FLAIR (AVC de horário desconhecido)",
          "valor": "Lesão visível em DWI e ainda não visível em FLAIR → provável início < 4,5 h",
          "unidade": null,
          "nota": "Desempenho no estudo PRE-FLAIR (543 pacientes, multicêntrico observacional): sensibilidade 62%, especificidade 78%, VPP 83%, VPN 54%. A concordância entre observadores para visibilidade em FLAIR foi apenas moderada (κ 0,569) — o julgamento não é trivial. Foi o critério de seleção do ensaio WAKE-UP (503 randomizados), que mostrou benefício funcional da trombólise no AVC ao acordar ou de horário indeterminado, com mais hemorragias intracranianas no braço alteplase. No laudo do AVC agudo, diga explicitamente se a lesão de DWI já tem ou não tradução em FLAIR — essa frase muda conduta.",
          "fonte": "Thomalla G, Cheng B, Ebinger M, et al. Lancet Neurol 2011;10(11):978-86 (PRE-FLAIR, PMID 21978972; n=543) · Thomalla G, Simonsen CZ, Boutitie F, et al. N Engl J Med 2018;379(7):611-22 (WAKE-UP, PMID 29766770; n=503)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_neuro.18",
          "grupo": "rm_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "SWI vs T2* eco-gradiente — detecção de microssangramentos",
          "valor": "GRE 2D convencional de corte espesso detectou 33% (103/310) dos microssangramentos vistos em SWI de cortes finos",
          "unidade": null,
          "nota": "Comparação feita em pacientes com angiopatia amiloide cerebral provável, variando sequência (GRE vs SWI), espessura (1,2–1,5 mm vs 5 mm) e campo (1,5 T vs 3 T). A contagem direta de 103/310 vem de apenas 3 sujeitos que fizeram os dois protocolos na mesma sessão — o número mostra a direção do efeito, não uma estimativa estável. Como a carga de microssangramentos entra em critérios de angiopatia amiloide cerebral e pesa na decisão de anticoagular, o laudo deve declarar qual sequência sensível a suscetibilidade foi usada e com que espessura — sem isso, comparar exames de serviços diferentes é comparar coisas distintas.",
          "fonte": "Nandigam RN, Viswanathan A, Delgado P, et al. AJNR Am J Neuroradiol 2009;30(2):338-43 (PMID 19001544; contagem direta em n=3)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_neuro.19",
          "grupo": "rm_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Protocolo de EM — 3D-FLAIR como sequência-núcleo",
          "valor": "3D-FLAIR = sequência-núcleo do encéfalo; gadolínio de uso criterioso",
          "unidade": null,
          "nota": "Consenso conjunto MAGNIMS–CMSC–NAIMS. O 3D-FLAIR melhora a acurácia diagnóstica e a detecção de lesões novas no seguimento; a medula deve ser incluída na RM diagnóstica. Com 3D-FLAIR comparável entre exames, o contraste pode ser dispensado em boa parte das RMs de seguimento — decisão que também responde às preocupações de deposição de gadolínio. O consenso estende as recomendações à infância, à gestação e ao puerpério.",
          "fonte": "Wattjes MP, Ciccarelli O, Reich DS, et al. Lancet Neurol 2021;20(8):653-70 (PMID 34139157) — consenso MAGNIMS-CMSC-NAIMS",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_neuro.20",
          "grupo": "rm_neuro",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Escore MTA de Scheltens — corte de anormalidade por idade",
          "valor": "< 65 anos ≥ 1,0 · 65–74 anos ≥ 1,5 · 75–84 anos ≥ 2,0 · ≥ 85 anos ≥ 2,0",
          "unidade": null,
          "nota": "ATENÇÃO À MODALIDADE DE ORIGEM: estes cortes etários foram validados em TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA (832 pacientes com Alzheimer, idade média 81,8 anos, vs 333 controles com queixa cognitiva subjetiva, idade média 71,8 anos), não em RM — o transporte para a RM é uso consagrado, não validação direta. O escore usado é a média dos dois lados. Sensibilidade/especificidade por faixa: 83,3%/86,4%; 73,7%/84,6%; 73,7%/76,2%; 84,0%/62,5%. A atrofia mesial temporal sobe com a idade nos DOIS grupos, doentes e controles, na mesma medida. Acima de 85 anos o corte perde utilidade prática (especificidade 62,5%) — atrofia mesial temporal é quase regra nessa faixa e não deve, sozinha, virar laudo de doença de Alzheimer.",
          "fonte": "Claus JJ, Staekenborg SS, Holl DC, et al. Eur Radiol 2017;27(8):3147-55 (PMID 28083697; validação em TC, n=832 + 333) · escala original em RM: Scheltens et al., J Neurol Neurosurg Psychiatry 1992;55(10):967-72 (PMID 1431963)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Abaixo do corte para a faixa etária",
              "valor": "MTA médio < corte da faixa",
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "No corte — correlacionar com cognição e outros marcadores",
              "valor": "MTA médio = corte da faixa",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Acima do corte — atrofia mesial temporal desproporcional à idade",
              "valor": "MTA médio > corte da faixa",
              "min": null,
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            }
          ]
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "rm_neuro.c0",
          "grupo": "rm_neuro",
          "nome": "Critérios de McDonald 2024 — esclerose múltipla",
          "nota": null,
          "fonte": "Montalban X, Lebrun-Frénay C, Oh J, et al. Lancet Neurol 2025;24(10):850-65 — \"Diagnosis of multiple sclerosis: 2024 revisions of the McDonald criteria\" (PMID 40975101) · leitura radiológica: Rai P, Bathla G, Chan VEY, et al. AJR Am J Roentgenol 2026;226(4):e2533997 (PMID 41439773) · qualificação da regra das 4–5 topografias (\"selected patients with highly characteristic clinical and imaging features\"): Arun T, et al. Pract Neurol 2026 (PMID 42178152) e Cobo-Calvo Á, Rovira À, Tintore M. Rev Neurol (Paris) 2026;182(5):335-43 (PMID 41927390) · protocolo: Wattjes et al., Lancet Neurol 2021;20:653-70 (PMID 34139157)",
          "colunas": [
            "Elemento",
            "Regra na revisão de 2024"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Topografias do SNC (disseminação no espaço)",
                "Periventricular, cortical/justacortical, infratentorial, medula espinhal e nervo óptico — o nervo óptico passou a ser a 5ª topografia, principal novidade de 2024 (documentável por RM, potencial evocado visual ou OCT)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Disseminação no espaço (DIS) mínima",
                "Lesões típicas em pelo menos 2 das 5 topografias, sintomáticas ou não"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "4 ou 5 topografias acometidas",
                "Permite fechar o diagnóstico SEM demonstrar disseminação no tempo (DIT) — mas apenas EM CONTEXTO CLÍNICO APROPRIADO, em pacientes selecionados com quadro clínico e de imagem altamente característicos. Não é regra automática"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "2 a 3 topografias",
                "Exige um elemento de suporte: DIT na RM, LCR positivo (bandas oligoclonais ou índice kFLC) ou sinal da veia central pela regra Select 6"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "1 topografia",
                "Exige DIT na RM ou LCR positivo E, adicionalmente, sinal da veia central ou pelo menos 1 lesão com anel paramagnético"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Sinal da veia central (SCV) — regra Select 6",
                "≥ 6 lesões da substância branca com veia central, distribuídas em ao menos 2 topografias; se houver menos de 10 lesões avaliáveis, a maioria delas deve ser SCV positiva"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Lesão com anel paramagnético (PRL)",
                "≥ 1 PRL no encéfalo já conta como positivo — marcador de lesão cronicamente ativa, avaliado em sequências sensíveis a suscetibilidade (SWI/QSM)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Líquor",
                "O índice de cadeias leves kappa (kFLC) é intercambiável com as bandas oligoclonais restritas ao LCR, e pode substituir a demonstração de DIT"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Síndrome radiologicamente isolada (RIS)",
                "Pode ser classificada como EM com ≥ 2 topografias mais DIT na RM, LCR positivo ou Select 6 — permite diagnóstico antes do primeiro sintoma"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "≥ 50 anos, cefaleia/enxaqueca, fatores de risco vascular ou CRIANÇAS",
                "Limiar mais rígido para evitar sobrediagnóstico: exigir elemento adicional — lesão medular, LCR positivo (bandas oligoclonais ou kFLC) ou sinal da veia central"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Papel do gadolínio",
                "Realce continua útil para DIT em uma única RM (lesões realçantes e não realçantes simultâneas), mas deixou de ser condição obrigatória do diagnóstico"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_neuro.c1",
          "grupo": "rm_neuro",
          "nome": "Escala de Fazekas — hiperintensidades da substância branca",
          "nota": null,
          "fonte": "Fazekas F, Chawluk JB, Alavi A, Hurtig HI, Zimmerman RA. MR signal abnormalities at 1.5 T in Alzheimer's dementia and normal aging. AJR Am J Roentgenol 1987;149(2):351-6 (PMID 3496763; n=12 Alzheimer, 4 demência multi-infarto, 9 controles)",
          "colunas": [
            "Grau",
            "Periventricular (PVH)",
            "Substância branca profunda (DWMH)"
          ],
          "linhas": [
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              "celulas": [
                "0",
                "Ausente",
                "Ausente"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "1",
                "\"Caps\" frontais/occipitais ou linha fina revestindo os ventrículos",
                "Focos puntiformes"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "2",
                "Halo liso periventricular",
                "Início de confluência"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "3",
                "Halo irregular estendendo-se à substância branca profunda",
                "Áreas confluentes extensas"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Observação de uso",
                "A escala original é QUALITATIVA e não define cortes em milímetros para nenhum grau — cortes métricos atribuídos a Fazekas circulam na prática mas não estão no artigo de 1987",
                "Idem: a graduação da DWMH é por padrão de confluência, não por tamanho medido"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_neuro.c2",
          "grupo": "rm_neuro",
          "nome": "Escala de atrofia mesial temporal (MTA) de Scheltens",
          "nota": null,
          "fonte": "Scheltens P, Leys D, Barkhof F, et al. J Neurol Neurosurg Psychiatry 1992;55(10):967-72 (PMID 1431963; escala original, em RM, n=21 Alzheimer + 21 controles) · cortes de anormalidade por idade validados em TC: Claus JJ, et al. Eur Radiol 2017;27(8):3147-55 (PMID 28083697)",
          "colunas": [
            "Escore",
            "Fissura coroidal",
            "Corno temporal",
            "Altura do hipocampo"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
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                "0",
                "Normal",
                "Normal",
                "Normal"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "1",
                "Alargamento discreto",
                "Normal",
                "Normal"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "2",
                "Alargamento moderado",
                "Alargamento discreto",
                "Redução discreta"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "3",
                "Alargamento acentuado",
                "Alargamento moderado",
                "Redução moderada"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "4",
                "Alargamento acentuado",
                "Alargamento acentuado",
                "Redução acentuada"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_neuro.c3",
          "grupo": "rm_neuro",
          "nome": "Marcadores de imagem da hidrocefalia de pressão normal (DESH e índices)",
          "nota": null,
          "fonte": "Nakajima M, Yamada S, Miyajima M, et al. Neurol Med Chir (Tokyo) 2021;61(2):63-97 (PMID 33455998) — diretriz japonesa de HPN idiopática, 3ª edição · ângulo calososseptal: Ishii K, et al. Eur Radiol 2008;18(11):2678-83 (PMID 18500524)",
          "colunas": [
            "Marcador",
            "Como medir",
            "Corte"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Índice de Evans",
                "Maior largura dos cornos frontais ÷ maior diâmetro interno do crânio, no mesmo corte axial",
                "≥ 0,30"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "z-Evans index",
                "Altura dos cornos frontais no eixo z ÷ diâmetro interno mediano do crânio, no coronal",
                "> 0,42 (superior ao Evans axial para HPN idiopática)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Ângulo calososseptal",
                "Ângulo entre os tetos/paredes mediais dos ventrículos laterais no coronal que passa pela comissura posterior, perpendicular ao plano CA–CP",
                "< 90° (idoso normal 112 ± 11°; Alzheimer 104 ± 15°; HPN idiopática 66 ± 14°)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Brain/Ventricle Ratio (BVR)",
                "Maior LARGURA do parênquima logo acima dos ventrículos laterais ÷ maior LARGURA dos ventrículos laterais, no mesmo plano coronal (não é altura ventricular)",
                "< 1,0 no nível da comissura anterior; < 1,5 no nível da comissura posterior"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "DESH",
                "Tríade: ventriculomegalia + sulcos apertados na alta convexidade e na linha média + fissuras silvianas alargadas",
                "Padrão completo presente — alto valor preditivo positivo e baixo valor preditivo negativo; melhor resposta à derivação"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Evans normal não exclui",
                "Mesmo com Evans < 0,30, a diretriz aceita HPN idiopática POSSÍVEL quando ângulo calososseptal < 90°, z-Evans > 0,42, BVR alterado e/ou dilatação do corno temporal estão presentes",
                "Não descartar HPN só porque o Evans está abaixo de 0,30"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Armadilha a excluir",
                "Índice de Evans elevado com sulcos da convexidade ALARGADOS (e não apertados) e ângulo calososseptal obtuso",
                "Padrão de atrofia, não de HPN — não indicar derivação por Evans isolado"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_neuro.c4",
          "grupo": "rm_neuro",
          "nome": "Sequências de RM neuro — quando usar e o que só elas entregam",
          "nota": null,
          "fonte": "Wattjes et al., Lancet Neurol 2021;20(8):653-70 (PMID 34139157) · Purushotham et al., Int J Stroke 2015;10:348-53 (PMID 23802548) · Chang et al., Clin Imaging 2002;26:227-36 (PMID 12140151) · Thomalla et al., Lancet Neurol 2011;10:978-86 (PMID 21978972) e N Engl J Med 2018;379:611-22 (PMID 29766770) · Nandigam et al., AJNR 2009;30:338-43 (PMID 19001544) · Law et al., AJNR 2003;24:1989-98 (PMID 14625221) · Oz et al., Radiology 2014;270:658-79 (PMID 24568703)",
          "colunas": [
            "Sequência",
            "Quando indicar",
            "O que só ela entrega"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "DWI / mapa de ADC",
                "AVC agudo, abscesso vs tumor, epidermoide vs cisto aracnoide, doença de Creutzfeldt-Jakob, estimativa de celularidade tumoral",
                "Núcleo do infarto (ADC ≤ 620 ×10⁻⁶ mm²/s); abscesso piogênico ~0,65 vs tumor cístico/necrótico ~2,70 ×10⁻³ mm²/s — lembrando que abscesso não-piogênico pode não restringir"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "FLAIR — preferir 3D",
                "Esclerose múltipla, epilepsia, doença de pequenos vasos, hemorragia subaracnóidea, AVC de horário desconhecido",
                "Mismatch DWI–FLAIR estima início < 4,5 h (VPP 83%, VPN 54%); 3D-FLAIR é a sequência-núcleo do protocolo de EM"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "SWI / QSM",
                "Microssangramentos, angiopatia amiloide, cavernoma, trauma, calcificação vs hemorragia, sinal da veia central e PRL na EM",
                "GRE 2D de corte espesso mostrou apenas 33% dos microssangramentos vistos em SWI de cortes finos; é a sequência obrigatória para Select 6 e PRL nos critérios de 2024"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Perfusão DSC (rCBV)",
                "Graduação de glioma, recidiva tumoral vs radionecrose, lesão indeterminada",
                "rCBV > 1,75 favorece alto grau (S 95%, E 57,5%) — exige pré-carga e correção de vazamento de T1"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Espectroscopia de prótons",
                "Massa indeterminada, doença metabólica/leucodistrofia, infecção, avaliação pós-tratamento",
                "Pelo critério de erro C1 de Law 2003, Cho/NAA > 1,60 com Cho/Cr > 1,56 favorecem alto grau (não misturar com o par C2: Cho/NAA > 0,75 com Cho/Cr > 1,08); lactato (1,33 ppm) e lipídios (0,9–1,3 ppm) marcam necrose"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Gadolínio",
                "RM diagnóstica de EM, tumor, infecção, suspeita de lesão ativa ou de quebra de barreira",
                "Uso criterioso: no seguimento de EM com 3D-FLAIR comparável entre exames, o contraste pode ser dispensado em boa parte dos casos"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "RM",
      "chave": "rm_coluna_msk",
      "slug": "rm-coluna-msk",
      "nome": "RM — Coluna e Musculoesquelético",
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          "id": "rm_coluna_msk.0",
          "grupo": "rm_coluna_msk",
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          "rotulo": "Hérnia discal focal — extensão circunferencial",
          "valor": "< 25%",
          "unidade": "% da circunferência do disco",
          "nota": "Fardon 2.0 define hérnia como deslocamento LOCALIZADO de material discal — localizado significa menos de 50% (180°) da circunferência. Abaixo de 25% o termo correto é hérnia focal. Descrever sempre com a zona (central, subarticular/recesso lateral, foraminal, extraforaminal) e o nível craniocaudal.",
          "fonte": "NASS/ASSR/ASNR — Lumbar Disc Nomenclature version 2.0, 2014 · Fardon DF, Williams AL, Dohring EJ, Murtagh FR, Gabriel Rothman SL, Sze GK. Spine J 2014;14(11):2525-45 (publicação simultânea: Spine 2014;39(24):E1448-65)",
          "faixas": []
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        {
          "id": "rm_coluna_msk.1",
          "grupo": "rm_coluna_msk",
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          "rotulo": "Hérnia discal de base larga",
          "valor": "25-50%",
          "unidade": "% da circunferência do disco",
          "nota": "Faixa intermediária: ainda é hérnia (broad-based), porque continua sendo deslocamento localizado (< 50%). ATENÇÃO à sobreposição: o abaulamento começa acima de 25%, de modo que 25-50% é território compartilhado — o desempate é morfológico (material discal deslocado, com base definível e ápice identificável = hérnia de base larga; extensão lisa e generalizada do contorno do ânulo externo = abaulamento). O que o consenso proíbe é chamar de hérnia qualquer coisa acima de 50% (180°).",
          "fonte": "NASS/ASSR/ASNR — Lumbar Disc Nomenclature version 2.0, 2014 · Fardon DF et al. Spine J 2014;14(11):2525-45",
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        {
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          "rotulo": "Abaulamento discal (bulge)",
          "valor": "> 25% (> 90°)",
          "unidade": "% da circunferência do disco",
          "nota": "Contorno do ânulo externo ultrapassando (ou aparentando ultrapassar) as bordas dos anéis apofisários em mais de 25% (90°) da circunferência, em geral menos de 3 mm além das bordas do corpo vertebral. Por definição do consenso NÃO é hérnia e não deve ser laudado como tal, em nenhuma extensão. Quando ultrapassa 50% (180°) o achado é 'generalizado' — o que apenas reforça que jamais poderá ser chamado de hérnia. Pode ser variante do normal, adaptativo (escoliose, listese) ou degenerativo.",
          "fonte": "NASS/ASSR/ASNR — Lumbar Disc Nomenclature version 2.0, 2014 · Fardon DF et al. Spine J 2014;14(11):2525-45 (glossário: disco abaulado = deslocamento > 25% da circunferência; hérnia = deslocamento localizado, < 50%)",
          "faixas": []
        },
        {
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          "grupo": "rm_coluna_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Protrusão × extrusão — regra da base",
          "valor": "Protrusão: maior distância entre as bordas do material herniado MENOR que a distância entre as bordas da base, em todos os planos. Extrusão: em pelo menos UM plano, essa distância é MAIOR que a da base.",
          "unidade": null,
          "nota": "A distinção é geométrica, não de tamanho. Uma hérnia pequena com colo estreito é extrusão; uma hérnia volumosa de base ampla é protrusão. Avaliar nos planos axial E sagital — basta um plano positivo para caracterizar extrusão.",
          "fonte": "NASS/ASSR/ASNR — Lumbar Disc Nomenclature version 2.0, 2014 · Fardon DF et al. Spine J 2014;14(11):2525-45 / Spine 2014;39(24):E1448-65",
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          "rotulo": "Sequestro e migração",
          "valor": "Sequestro: fragmento que PERDEU continuidade com o disco-mãe. Migração: deslocamento do material para longe do sítio de extrusão, sequestrado ou não.",
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          "nota": "Sequestro e migração são conceitos independentes: material migrado pode continuar em continuidade (não sequestrado). Todo sequestro é, por definição, uma extrusão. Relatar sentido (cranial/caudal) e se é subligamentar ou transligamentar.",
          "fonte": "NASS/ASSR/ASNR — Lumbar Disc Nomenclature version 2.0, 2014 · Fardon DF et al. Spine J 2014;14(11):2525-45",
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          "grupo": "rm_coluna_msk",
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          "rotulo": "Diâmetro anteroposterior do canal lombar",
          "valor": "> 12",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Critérios clássicos de Verbiest, originalmente mielográficos: 12 mm = canal estreito (estenose relativa); 10 mm ou menos = estenose absoluta. Servem como triagem: em canal congenitamente estreito (pedículos curtos), uma hérnia pequena já descompensa. Na RM em decúbito o valor tende a superestimar o canal disponível em ortostase.",
          "fonte": "Critérios clássicos de Verbiest, sintetizados em Gopinathan P. \"Lumbar spinal canal stenosis — special features\". J Orthop 2015 (PMC4501532)",
          "faixas": [
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          "grupo": "rm_coluna_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Área seccional do saco dural (DSCA) no nível mais estreito",
          "valor": "> 100",
          "unidade": "mm²",
          "nota": "Medida quantitativa no T2 axial. Complementa o grau de Schizas, não o substitui: os dois métodos classificam pacientes diferentes. Traçar o contorno do saco dural (não do canal ósseo) no nível de maior estreitamento. Atenção: < 76 mm² é o corte DESCRITIVO desta fonte; o corte de < 75 mm² usado adiante é PROGNÓSTICO (Mannion 2017) — fontes e finalidades distintas, não divergência de medida.",
          "fonte": "Gopinathan P. \"Lumbar spinal canal stenosis — special features\". J Orthop 2015 (PMC4501532) · validação clínica de desfecho em Mannion AF, Fekete TF, Pacifico D, et al. Eur Spine J 2017;26(10):2552-64",
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            {
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        {
          "id": "rm_coluna_msk.7",
          "grupo": "rm_coluna_msk",
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          "rotulo": "DSCA < 75 mm² ou Schizas D — valor prognóstico cirúrgico",
          "valor": "4 a 13× mais chance de atingir a mudança clinicamente mínima importante (MCIC) do COMI aos 12 meses da descompressão",
          "unidade": null,
          "nota": "Coorte de 157 pacientes (88 homens, 69 mulheres; idade média 72 ± 7 anos) em primeira cirurgia por estenose central lombar. Correlação forte entre área e grau morfológico (ρ = -0,69; p < 0,001). Nem a área nem o grau se correlacionaram com o COMI basal (p > 0,85), mas ambos previram o benefício da cirurgia. Reforça que a gravidade radiológica não explica a dor pré-operatória. Os autores concluem que o grau morfológico, mais simples, é preferível na rotina.",
          "fonte": "Mannion AF, Fekete TF, Pacifico D, O'Riordan D, Nauer S, von Büren M, Schizas C. Eur Spine J 2017;26(10):2552-64 (PMID 28856447)",
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          "rotulo": "Sacroileíte ativa (ASAS) — regra clássica de contagem do edema medular",
          "valor": "≥ 1 lesão de edema medular em ≥ 2 cortes consecutivos OU > 1 lesão em um único corte",
          "unidade": null,
          "nota": "Regra da definição ASAS de 2009. Na atualização de 2016 esse requisito quantitativo saiu do núcleo da definição e passou para as \"diretrizes de aplicação\": o que define sacroileíte ativa é edema medular subcondral claramente presente E com aspecto altamente sugestivo de espondiloartrite. Sinovite, entesite ou capsulite isoladas, sem edema medular, NÃO satisfazem a definição.",
          "fonte": "ASAS 2009 (Rudwaleit M et al., Ann Rheum Dis) · atualização: Lambert RGW, Bakker PAC, van der Heijde D, et al. \"Defining active sacroiliitis on MRI for classification of axial spondyloarthritis: update by the ASAS MRI working group\". Ann Rheum Dis 2016;75(11):1958-63",
          "faixas": []
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          "rotulo": "Lesão ATIVA definida na sacroilíaca — cortes quantitativos ASAS",
          "valor": "Edema medular em ≥ 4 quadrantes da sacroilíaca (qualquer localização) OU no MESMO local em ≥ 3 cortes consecutivos",
          "unidade": null,
          "nota": "Cortes derivados de dados na coorte de classificação ASAS, escolhidos por alta especificidade e VPP ≥ 95% para o diagnóstico reumatológico de espondiloartrite axial no seguimento. Cada sacroilíaca é dividida em quadrantes (ilíaco/sacral × anterior/posterior) por corte.",
          "fonte": "Maksymowych WP, Lambert RG, Baraliakos X, et al. (ASAS MRI group) \"Data-driven definitions for active and structural MRI lesions in the sacroiliac joint in spondyloarthritis and their predictive utility\". Rheumatology (Oxford) 2021;60(10):4778-89 (PMID 33523107)",
          "faixas": []
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        {
          "id": "rm_coluna_msk.10",
          "grupo": "rm_coluna_msk",
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          "rotulo": "Lesão ESTRUTURAL definida na sacroilíaca — cortes quantitativos ASAS",
          "valor": "Qualquer um: erosão em ≥ 3 quadrantes · lesão gordurosa em ≥ 5 quadrantes · erosão no mesmo local em ≥ 2 cortes consecutivos · lesão gordurosa no mesmo local em ≥ 3 cortes consecutivos · lesão gordurosa profunda (> 1 cm)",
          "unidade": null,
          "nota": "Exige sequência T1 sem saturação de gordura para erosão e lesão gordurosa. A lesão gordurosa profunda (> 1 cm de profundidade) sozinha já qualifica. Dano estrutural reforça a confiança de que o edema é de espondiloartrite, mas não é exigido pela definição de sacroileíte ativa.",
          "fonte": "Maksymowych WP, Lambert RG, Baraliakos X, et al. Rheumatology (Oxford) 2021;60(10):4778-89 · contexto: Lambert RGW et al., Ann Rheum Dis 2016;75(11):1958-63",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_coluna_msk.11",
          "grupo": "rm_coluna_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Extrusão do menisco medial (corte coronal médio)",
          "valor": "> 3",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Série de 105 joelhos. Extrusão maior (> 3 mm) associou-se a degeneração meniscal acentuada, rotura extensa/complexa, rotura radial grande e sobretudo rotura de raiz: raiz acometida em 42% (30/71) dos joelhos com extrusão maior contra 3% (1/34) com extrusão menor. Medir do platô tibial (excluindo osteófitos) no corte coronal médio.",
          "fonte": "Costa CR, Morrison WB, Carrino JA. \"Medial meniscus extrusion on knee MRI: is extent associated with severity of degeneration or type of tear?\" AJR Am J Roentgenol 2004;183(1):17-23",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Extrusão menor",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Extrusão maior — procurar rotura de raiz",
              "valor": "> 3 mm",
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          ]
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        {
          "id": "rm_coluna_msk.12",
          "grupo": "rm_coluna_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Sinal meniscal grau 3 (contato com a superfície articular)",
          "valor": "94% (116/123) tinham rotura na cirurgia",
          "unidade": null,
          "nota": "Casuística de 277 meniscos em 144 joelhos com confirmação cirúrgica. Sinal linear que atinge a superfície articular tibial ou femoral. É o único grau que autoriza laudar rotura. Confirmar em pelo menos dois cortes ou dois planos para reduzir falso-positivo por volume parcial e por vasos meniscais no jovem.",
          "fonte": "Crues JV 3rd, Mink J, Levy TL, Lotysch M, Stoller DW. \"Meniscal tears of the knee: accuracy of MR imaging\". Radiology 1987 (PMID 3602385)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_coluna_msk.13",
          "grupo": "rm_coluna_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Sinal meniscal graus 1 e 2 (não atinge a superfície)",
          "valor": "89% (137/154) eram meniscos NORMAIS na cirurgia",
          "unidade": null,
          "nota": "Grau 1 = sinal globular de contorno irregular (degeneração mucoide precoce). Grau 2 = sinal linear que NÃO atinge a superfície articular. Nenhum dos dois deve ser laudado como rotura — descrever como alteração degenerativa intrassubstancial. Considerando apenas o grau 3 como positivo, RM e cirurgia concordaram em 91,3% dos meniscos.",
          "fonte": "Crues JV 3rd, Mink J, Levy TL, Lotysch M, Stoller DW. Radiology 1987 (PMID 3602385)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_coluna_msk.14",
          "grupo": "rm_coluna_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Distância tuberosidade tibial–sulco troclear (TT-TG) na RM",
          "valor": "≤ 15,0",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Corte ótimo derivado de RM em 100 pacientes com luxação patelar e 100 controles pareados, com reprodutibilidade interobservador quase perfeita. Em coorte pediátrica (215 RM, 5 a 18 anos), TT-TG ≥ 13,5 mm foi 76% sensível e 76% específico para luxação (AUC 0,806). Não usar cortes de TC de forma intercambiável com a RM.",
          "fonte": "Friedman MV, Hillen TJ, Misra S, Hildebolt CF, Rubin DA. \"Quantitative variable assessment of patellar instability: an MRI-based study\". AJR Am J Roentgenol 2020;215(5):1163-70 (PMID 32901564) · Mistovich RJ, Urwin JW, Fabricant PD, Lawrence JTR. Am J Sports Med 2018;46(14):3400-6 (PMID 30427701)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Normal",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Associado a instabilidade patelar",
              "valor": "> 15,0 mm",
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          ]
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        {
          "id": "rm_coluna_msk.15",
          "grupo": "rm_coluna_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Distância tuberosidade tibial–LCP (TT-PCL) na RM",
          "valor": "≤ 21,3",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Mede lateralização da tuberosidade tibial isolando-a da morfologia troclear (útil quando há displasia, que desloca o sulco e contamina o TT-TG). Reprodutibilidade quase perfeita na série original.",
          "fonte": "Friedman MV, Hillen TJ, Misra S, Hildebolt CF, Rubin DA. AJR Am J Roentgenol 2020;215(5):1163-70",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Normal",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Tuberosidade lateralizada",
              "valor": "> 21,3 mm",
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        {
          "id": "rm_coluna_msk.16",
          "grupo": "rm_coluna_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Profundidade do sulco troclear na RM (displasia troclear)",
          "valor": "≥ 4,95",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Na mesma série (100 casos × 100 controles), a displasia troclear foi o parâmetro com maior associação isolada com instabilidade patelar, e mais ainda combinada a TT-TG alterado. A instabilidade patelar é multifatorial: relatar os três parâmetros juntos.",
          "fonte": "Friedman MV, Hillen TJ, Misra S, Hildebolt CF, Rubin DA. AJR Am J Roentgenol 2020;215(5):1163-70",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Tróclea normal",
              "valor": "≥ 4,95 mm",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Displasia troclear",
              "valor": "< 4,95 mm",
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          ]
        },
        {
          "id": "rm_coluna_msk.17",
          "grupo": "rm_coluna_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Ângulo alfa do quadril (morfologia cam)",
          "valor": "> 55",
          "unidade": "graus",
          "nota": "Medido no corte axial oblíquo (basculado) que passa pelo centro da cabeça femoral, na cintura do colo. ATENÇÃO à origem dos números: Nötzli 2002 reportou MÉDIAS de 74° em 39 pacientes sintomáticos com teste de impacto positivo contra 42° em 35 controles assintomáticos (p < 0,001), com boa reprodutibilidade entre 4 observadores — o artigo original não fixa o corte; o limiar > 55° é convenção consolidada na literatura posterior e é assim que deve ser laudado. O Acordo de Warwick exige a TRÍADE sintoma + sinal clínico + achado de imagem: ângulo alfa alterado isolado, em paciente assintomático, não é síndrome de impacto femoroacetabular.",
          "fonte": "Nötzli HP, Wyss TF, Stoecklin CH, Schmid MR, Treiber K, Hodler J. J Bone Joint Surg Br 2002;84(4):556-60 (PMID 12043778) — médias 74° × 42° · corte de 55°: convenção da literatura posterior · Griffin DR et al. \"The Warwick Agreement on femoroacetabular impingement syndrome\". Br J Sports Med 2016;50(19):1169-76",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Normal (controles assintomáticos: média 42°)",
              "valor": "< 50°",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Limítrofe (faixa operacional, não da série original) — depende do plano de corte e da rotação",
              "valor": "50-55°",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Morfologia cam",
              "valor": "> 55°",
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          ]
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        {
          "id": "rm_coluna_msk.18",
          "grupo": "rm_coluna_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Sinal da tangente (atrofia do supraespinal)",
          "valor": "Negativo em 100% (70/70) dos voluntários assintomáticos",
          "unidade": null,
          "nota": "Traçar a tangente pelas bordas superiores da espinha da escápula e do processo coracoide, no corte parassagital T1. O supraespinal saudável cruza essa linha; se não cruzar, o sinal é POSITIVO. Casuística original: 70 voluntários saudáveis, 30 pacientes com rotura do manguito e 10 com instabilidade — o sinal foi negativo nos saudáveis e positivo na maioria das roturas médias e grandes. As áreas seccionais discriminaram estágios de rotura; a intensidade de sinal NÃO discriminou.",
          "fonte": "Zanetti M, Gerber C, Hodler J. \"Quantitative assessment of the muscles of the rotator cuff with magnetic resonance imaging\". Invest Radiol 1998;33(3):163-70 (PMID 9525755)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_coluna_msk.19",
          "grupo": "rm_coluna_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Retração tendínea do manguito rotador (Patte, plano frontal)",
          "valor": "Estágio 1: coto proximal próximo à inserção óssea (retração < 1 cm) · Estágio 2: coto retraído até a altura da cabeça umeral · Estágio 3: coto retraído até a margem superior da glenoide ou mais medial",
          "unidade": null,
          "nota": "Avaliar no plano coronal oblíquo. A classificação de Patte descreve a rotura em duas dimensões (topografia sagital e frontal) e ainda incorpora a qualidade trófica do músculo e a integridade da cabeça longa do bíceps. Retração estágio 3 associada a Goutallier ≥ 3 e tangente positivo compõe o quadro de rotura de difícil reparo.",
          "fonte": "Patte D. \"Classification of rotator cuff lesions\". Clin Orthop Relat Res 1990 (PMID 2323151)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_coluna_msk.20",
          "grupo": "rm_coluna_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Lesões SLAP (Snyder) — quatro tipos originais",
          "valor": "Tipo I: degeneração/fibrilação do lábio superior com âncora bicipital ÍNTEGRA · Tipo II: desinserção da âncora do bíceps e do lábio superior da glenoide · Tipo III: rotura em alça de balde do lábio superior com âncora bicipital íntegra · Tipo IV: alça de balde que se estende ao tendão da cabeça longa do bíceps",
          "unidade": null,
          "nota": "A lesão começa posteriormente e se estende anteriormente, parando antes ou no entalhe médio-glenoidal, incluindo a âncora do bíceps. Mecanismo mais comum na série original: compressão axial por queda sobre o membro estendido, com ombro em abdução e leve flexão anterior. Os autores registraram que nenhum exame de imagem definia a lesão no pré-operatório — hoje a artro-RM é o método de escolha. Atenção às variantes que simulam SLAP: recesso sublabral, forame sublabral e complexo de Buford.",
          "fonte": "Snyder SJ, Karzel RP, Del Pizzo W, Ferkel RD, Friedman MJ. \"SLAP lesions of the shoulder\". Arthroscopy 1990;6(4):274-9",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "rm_coluna_msk.c0",
          "grupo": "rm_coluna_msk",
          "nome": "Pfirrmann — degeneração discal lombar na RM",
          "nota": null,
          "fonte": "Pfirrmann CWA, Metzdorf A, Zanetti M, Hodler J, Boos N. \"Magnetic resonance classification of lumbar intervertebral disc degeneration\". Spine 2001;26(17):1873-8 — 300 discos, 60 pacientes; κ intraobservador 0,84-0,90 e interobservador 0,69-0,81; concordância completa em 83,8%",
          "colunas": [
            "Grau",
            "Estrutura do disco",
            "Distinção núcleo × ânulo",
            "Sinal em T2",
            "Altura do disco"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "I",
                "Homogênea, branca",
                "Nítida",
                "Hiperintenso (isointenso ao LCR)",
                "Normal"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "II",
                "Não homogênea, com ou sem bandas horizontais",
                "Nítida",
                "Hiperintenso (isointenso ao LCR)",
                "Normal"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "III",
                "Não homogênea, acinzentada",
                "Indistinta",
                "Intermediário",
                "Normal a levemente reduzida"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "IV",
                "Não homogênea, de cinza a preta",
                "Perdida",
                "Intermediário a hipointenso",
                "Normal a moderadamente reduzida"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "V",
                "Não homogênea, preta",
                "Perdida",
                "Hipointenso",
                "Colapso do espaço discal"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_coluna_msk.c1",
          "grupo": "rm_coluna_msk",
          "nome": "Modic — alterações do platô vertebral e da medular óssea",
          "nota": null,
          "fonte": "Modic MT, Steinberg PM, Ross JS, Masaryk TJ, Carter JR. \"Degenerative disk disease: assessment of changes in vertebral body marrow with MR imaging\". Radiology 1988;166(1 Pt 1):193-9 — 474 pacientes consecutivos; tipo 1 em 4% e tipo 2 em 16%, sempre com doença discal degenerativa no mesmo nível · tipo 3 (esclerose) consolidado em Modic MT, Ross JS. Radiology 2007 (PMID 17885180)",
          "colunas": [
            "Tipo",
            "T1",
            "T2",
            "Substrato histológico",
            "Comportamento no seguimento"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "1",
                "Hipointenso",
                "Hiperintenso",
                "Ruptura e fissuração dos platôs com tecido fibrovascular vascularizado",
                "Converteu para tipo 2 em 5 de 6 pacientes, entre 14 meses e 3 anos"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "2",
                "Hiperintenso",
                "Isointenso a levemente hiperintenso",
                "Substituição por medula amarela (gordura)",
                "Estável em 10 de 10 pacientes ao longo de 2-3 anos"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "3",
                "Hipointenso",
                "Hipointenso",
                "Esclerose óssea subcondral",
                "Descrito após a série original de 1988"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_coluna_msk.c2",
          "grupo": "rm_coluna_msk",
          "nome": "Schizas — estenose central lombar pela morfologia do saco dural",
          "nota": null,
          "fonte": "Schizas C, Theumann N, Burn A, Tansey R, Wardlaw D, Smith FW, Kulik G. \"Qualitative grading of severity of lumbar spinal stenosis based on the morphology of the dural sac on magnetic resonance images\". Spine 2010;35(21):1919-24 (PMID 20671589) — 95 pacientes (37 operados, 31 tratados conservadoramente, 27 com lombalgia); concordância intraobservador substancial (κ 0,65) e interobservador moderada (κ 0,44); graus C e D falharam mais no tratamento conservador; a área do saco dural isolada superdiagnosticou estenose em 35 e subdiagnosticou em 12 casos · validação de desfecho: Mannion AF et al., Eur Spine J 2017;26(10):2552-64 (ρ = -0,69 com a área do saco dural)",
          "colunas": [
            "Grau",
            "Relação raízes × LCR no T2 axial",
            "Gordura epidural posterior",
            "Leitura"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "A1",
                "LCR nitidamente visível; raízes dorsais ocupando MENOS da metade da área do saco dural",
                "Presente",
                "Sem estenose ou estenose mínima"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "A2",
                "LCR nitidamente visível; raízes dorsais em configuração de ferradura, tocando a dura",
                "Presente",
                "Sem estenose ou estenose mínima"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "A3",
                "LCR nitidamente visível; raízes dorsais ocupando MAIS da metade da área",
                "Presente",
                "Sem estenose ou estenose mínima"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "A4",
                "LCR nitidamente visível; raízes em posição CENTRAL ocupando a maior parte da área",
                "Presente",
                "Sem estenose ou estenose mínima"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "B",
                "Raízes ocupam todo o saco dural mas ainda são individualizáveis; ainda há LCR, com aspecto granulado",
                "Presente",
                "Estenose moderada"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "C",
                "Nenhuma raiz identificável; saco dural com sinal cinzento homogêneo, sem sinal de LCR",
                "Presente",
                "Estenose grave"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "D",
                "Nenhuma raiz identificável, como no grau C",
                "AUSENTE",
                "Estenose extrema"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_coluna_msk.c3",
          "grupo": "rm_coluna_msk",
          "nome": "Goutallier — infiltração gordurosa dos músculos do manguito rotador",
          "nota": null,
          "fonte": "Goutallier D, Postel JM, Bernageau J, Lavau L, Voisin MC. \"Fatty muscle degeneration in cuff ruptures: pre- and postoperative evaluation by CT scan\". Clin Orthop Relat Res 1994;(304):78-83 (PMID 8020238) — 63 pacientes no pré-operatório, 57 com seguimento (média 17,7 meses); a degeneração do infraespinal nunca regrediu no pós-operatório e influenciou negativamente o resultado do reparo do supraespinal (recidiva em 25% dos reparos de supraespinal) · adaptação para RM em T1: Fuchs B, Weishaupt D, Zanetti M, Hodler J, Gerber C. J Shoulder Elbow Surg 1999 · corte de leitura: imagem parassagital mais lateral em que a espinha da escápula ainda toca o corpo escapular",
          "colunas": [
            "Estágio",
            "Achado (TC original, 1994)",
            "Leitura na RM (T1 parassagital)",
            "Gravidade"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "0",
                "Músculo completamente normal, sem qualquer estria gordurosa",
                "Sem estrias gordurosas",
                "Normal"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "1",
                "Algumas estrias gordurosas",
                "Estrias gordurosas tênues",
                "Normal a leve"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "2",
                "Infiltração gordurosa importante, mas ainda há mais músculo que gordura",
                "Músculo > gordura",
                "Moderada"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "3",
                "Tanta gordura quanto músculo",
                "Músculo ≈ gordura",
                "Grave"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "4",
                "Mais gordura que músculo",
                "Gordura > músculo",
                "Grave"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_coluna_msk.c4",
          "grupo": "rm_coluna_msk",
          "nome": "Outerbridge (modificado) e ICRS — lesão condral",
          "nota": null,
          "fonte": "Outerbridge RE, J Bone Joint Surg Br 1961 (descrição original para condromalácia patelar, com o divisor de área em meia polegada; estendida a todo o joelho e depois a outras articulações) · revisão de referência: Slattery C, Kweon CY. \"Classifications in Brief: Outerbridge Classification of Chondral Lesions\". Clin Orthop Relat Res 2018;476(10):2101-4 (PMID 29533246) · ICRS: International Cartilage Repair Society (escala de 5 categorias, com graduação por profundidade e dimensão)",
          "colunas": [
            "Grau",
            "Outerbridge (artroscopia, 1961)",
            "Correlato na RM",
            "ICRS"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "0",
                "Cartilagem normal",
                "Espessura e sinal cartilaginosos normais",
                "0 — normal"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "I",
                "Amolecimento e edema da cartilagem",
                "Alteração de sinal com superfície ainda íntegra",
                "1 — quase normal: amolecimento e/ou fissuras superficiais"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "II",
                "Fragmentação e fissuras em área de ≤ 1,3 cm de diâmetro (\"meia polegada\" no texto original = 1,27 cm)",
                "Defeito acometendo menos de 50% da espessura",
                "2 — anormal: defeito < 50% da espessura"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "III",
                "Fragmentação e fissuras em área > 1,3 cm de diâmetro",
                "Defeito ≥ 50% da espessura, sem exposição do osso",
                "3 — gravemente anormal: > 50% da espessura, até a camada calcificada / placa subcondral, sem atravessá-la"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "IV",
                "Erosão da cartilagem com exposição do osso subcondral",
                "Perda condral total, com alteração de sinal do osso subcondral",
                "4 — gravemente anormal: atravessa a placa subcondral"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_coluna_msk.c5",
          "grupo": "rm_coluna_msk",
          "nome": "Fardon 2.0 — nomenclatura do disco lombar (NASS/ASSR/ASNR)",
          "nota": null,
          "fonte": "NASS/ASSR/ASNR — Lumbar Disc Nomenclature version 2.0, 2014. Fardon DF, Williams AL, Dohring EJ, Murtagh FR, Gabriel Rothman SL, Sze GK. Spine J 2014;14(11):2525-45 (PMID 24768732) · publicação simultânea: Spine 2014;39(24):E1448-65 · substitui o documento de 2001 (Fardon & Milette)",
          "colunas": [
            "Termo preferido",
            "Definição",
            "Como reconhecer / o que relatar"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Abaulamento (bulge)",
                "Contorno do ânulo externo além dos anéis apofisários em MAIS de 25% (> 90°) da circunferência, em geral < 3 mm além das bordas apofisárias",
                "NÃO é hérnia, em nenhuma extensão. Acima de 50% (180°) é 'generalizado' — e por isso jamais pode ser chamado de hérnia. Não usar \"hérnia difusa\". Pode ser variante, adaptativo (escoliose, listese) ou degenerativo"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Hérnia focal",
                "Deslocamento LOCALIZADO de material discal em MENOS de 25% da circunferência",
                "Relatar zona (central, subarticular, foraminal, extraforaminal) e nível craniocaudal"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Hérnia de base larga",
                "Deslocamento localizado acometendo 25-50% da circunferência",
                "Ainda é hérnia (broad-based). Faixa que se sobrepõe à do abaulamento: desempatar pela morfologia (material deslocado com base definível = hérnia; contorno liso e generalizado do ânulo = abaulamento). Acima de 50% nunca é hérnia"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Protrusão",
                "A maior distância entre as bordas do material herniado é MENOR que a distância entre as bordas da base, em TODOS os planos",
                "Base ampla em relação ao ápice; medir no axial e no sagital"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Extrusão",
                "Em PELO MENOS UM plano, a distância entre as bordas do material é MAIOR que a da base",
                "Aspecto em cogumelo, colo estreito; basta um plano positivo"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Sequestro",
                "Fragmento deslocado que PERDEU continuidade com o disco-mãe",
                "Todo sequestro é extrusão. Localizar o fragmento livre"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Migração",
                "Deslocamento do material para longe do sítio de extrusão, sequestrado ou não",
                "Relatar sentido (cranial/caudal) e se é subligamentar ou transligamentar"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Fissura anular",
                "Ruptura das fibras do ânulo (radial, concêntrica ou transversa)",
                "Preferir \"fissura\" a \"rasgo/tear\", que sugere trauma. Zona de alta intensidade (HIZ) é achado associado"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_coluna_msk.c6",
          "grupo": "rm_coluna_msk",
          "nome": "Meyerding — grau de espondilolistese",
          "nota": null,
          "fonte": "Meyerding HW, 1932 (descrição original, com quatro graus; o grau V/espondiloptose foi incorporado posteriormente) · revisão de referência: \"Classification in Brief: The Meyerding Classification System of Spondylolisthesis\", Clin Orthop Relat Res 2020 (PMID 32282463) — graduação sobre radiografia em perfil, ortostática e neutra",
          "colunas": [
            "Grau",
            "Deslizamento anterior",
            "Observação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "I",
                "0-25%",
                "Divide-se o platô superior da vértebra caudal em 4 quadrantes iguais"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "II",
                "25-50%",
                "O grau é o percentual do platô descoberto pelo escorregamento"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "III",
                "50-75%",
                "Instabilidade progressivamente mais provável"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "IV",
                "75-100%",
                "Frequentemente sintomática e com estenose associada"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "V",
                "> 100%",
                "Espondiloptose — deslocamento completo"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_coluna_msk.c7",
          "grupo": "rm_coluna_msk",
          "nome": "Lee — estenose foraminal lombar na RM",
          "nota": null,
          "fonte": "Lee S, Lee JW, Yeom JS, Kim KJ, Kim HJ, Chung SK, Kang HS. \"A practical MRI grading system for lumbar foraminal stenosis\". AJR Am J Roentgenol 2010;194(4):1095-8 — 576 forames em 96 pacientes (L3-L4 a L5-S1); concordância inter e intraobservador quase perfeita (κ 0,80-1,00)",
          "colunas": [
            "Grau",
            "Obliteração da gordura perineural (sagital)",
            "Morfologia da raiz",
            "Leitura"
          ],
          "linhas": [
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                "Gordura perineural preservada",
                "Normal",
                "Sem estenose foraminal"
              ]
            },
            {
              "status": null,
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                "Obliteração em DUAS direções opostas — vertical OU transversa",
                "Normal",
                "Estenose foraminal leve"
              ]
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                "Obliteração nas QUATRO direções — vertical E transversa",
                "Normal",
                "Estenose foraminal moderada"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "3",
                "—",
                "Colapso ou alteração morfológica da raiz",
                "Estenose foraminal grave"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "RM",
      "chave": "rm_abdome",
      "slug": "rm-abdome",
      "nome": "RM — Abdome",
      "temPaginaPublica": false,
      "medidas": [
        {
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          "grupo": "rm_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "LI-RADS — tamanho mínimo para LR-5 (definitivamente CHC)",
          "valor": "10 mm",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Observação de 10–19 mm com APHE não periférica (não em anel) + washout não periférico é LR-5 na v2018; a mesma faixa com APHE + crescimento limiar também é LR-5. Abaixo de 10 mm o teto é LR-4. Nenhuma observação é LR-5 sem APHE não periférica. A v2018 removeu os qualificadores '-us' e '-g' (LR-5us/LR-5g) e simplificou o crescimento limiar — atenção: a antiga exigência de visibilidade em US antecedente pertencia à via de CRESCIMENTO (LR-5us), nunca à via do washout, que sempre foi LR-5 pleno.",
          "fonte": "ACR CT/MRI LI-RADS v2018 (ACR) · Chernyak et al., Radiology 2018;289(3):816-830 (PMID 30251931)",
          "faixas": [
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          "nota": "Definição simplificada na v2018 para alinhar com a OPTN. Qualquer outro aumento é crescimento subliminar e NÃO conta como característica maior — erro comum é usar crescimento de 12 meses como se fosse limiar.",
          "fonte": "ACR CT/MRI LI-RADS v2018 (ACR) · Chernyak et al., Radiology 2018;289(3):816-830 — alinhado à definição OPTN",
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        {
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          "rotulo": "LI-RADS RM — em que fase o washout pode ser avaliado, por agente de contraste",
          "valor": "Gadoxetato: somente fase portal · Extracelular e gadobenato: portal OU tardia",
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          "nota": "A restrição é do agente, não da classe. Com gadolínio extracelular E com gadobenato de dimeglumina o washout vale na fase portal ou na fase tardia. Só com gadoxetato dissódico a avaliação fica restrita à fase portal, porque a hipointensidade das fases transicional e hepatobiliar reflete captação hepatocitária do parênquima, e não washout — usá-la superestima a categoria. Erro simétrico e igualmente grave: descartar um washout de fase tardia legítimo por supor que todo agente hepatobiliar segue a regra do gadoxetato.",
          "fonte": "ACR CT/MRI LI-RADS v2018 (ACR) · Chernyak et al., Radiology 2018;289(3):816-830 (PMID 30251931)",
          "faixas": []
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        {
          "id": "rm_abdome.3",
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          "rotulo": "Fase hepatobiliar — tempo de aquisição",
          "valor": "≈ 20 min (gadoxetato); 1–3 h (gadobenato)",
          "unidade": "min",
          "nota": "Na fase hepatobiliar o parênquima fica hiperintenso em relação aos vasos e há excreção biliar do contraste. Usada como característica auxiliar (hipointensidade na FHB favorece malignidade), nunca como característica maior. O gadobenato é agente hepatobiliar, mas — ao contrário do gadoxetato — não impõe restrição de fase para a avaliação do washout.",
          "fonte": "ACR CT/MRI LI-RADS v2018 — recomendações técnicas (ACR) · Chernyak et al., Radiology 2018;289(3):816-830",
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        {
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          "rotulo": "PDFF — limiar de esteatose hepática (grau ≥ 1)",
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          "unidade": "%",
          "nota": "Limiares de alta especificidade validados em coorte independente com biópsia (3 T, 89 adultos): 6,4% → S 86% / E 83%. Não confundir com o corte histológico de 5% de hepatócitos esteatóticos — PDFF é fração de prótons de gordura, não percentual de hepatócitos.",
          "fonte": "Tang et al., Radiology 2013;267(2):422-431 (PMID 23382291) · validação: Tang et al., Radiology 2015;274(2):416-425 (PMID 25247408)",
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          "valor": "≥ 30% de redução relativa",
          "unidade": "%",
          "nota": "Metanálise de 7 ensaios (346 pacientes): quem reduziu ≥ 30% do PDFF teve resposta histológica em 51% × 14% (OR 6,98; IC95% 2,38–20,43) e resolução de NASH em 41% × 7% (OR 5,45). É redução RELATIVA (ex.: 20% → 14%), não queda de 30 pontos percentuais.",
          "fonte": "Stine et al., Clin Gastroenterol Hepatol 2021;19(11):2274-2283 (PMID 32882428)",
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        },
        {
          "id": "rm_abdome.6",
          "grupo": "rm_abdome",
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          "rotulo": "MRE — rigidez hepática para fibrose significativa (≥ F2)",
          "valor": "3,5 kPa",
          "unidade": "kPa",
          "nota": "Cortes únicos propostos para a maioria das etiologias pelo LI-RADS Quantitative Imaging Working Group + painel de fibrose da SAR: 3,0 (≥F1), 3,5 (≥F2), 4,0 (≥F3), 5,0 (F4). Elevam a rigidez SEM fibrose: inflamação aguda/hepatite ativa, transaminases elevadas, colestase, congestão hepática, hipertensão portal, edema e o período pós-prandial. Queda rápida sob antiviral costuma refletir redução de inflamação, não regressão de fibrose.",
          "fonte": "Moura Cunha et al., Radiology 2024;310(3):e231220 (PMID 38470236) — LI-RADS QIWG / SAR Liver Fibrosis Disease Focus Panel",
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        {
          "id": "rm_abdome.7",
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          "valor": "5,0 kPa",
          "unidade": "kPa",
          "nota": "Acima de 5,0 kPa, reporte a rigidez como variável contínua e não apenas a categoria: na cirrose estabelecida a histologia agrupa todos em um único estágio, mas o valor absoluto segue estratificando risco.",
          "fonte": "Moura Cunha et al., Radiology 2024;310(3):e231220 (PMID 38470236)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_abdome.8",
          "grupo": "rm_abdome",
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          "rotulo": "R2* hepático a 1,5 T — controles saudáveis",
          "valor": "39,9 ± 2,8 Hz",
          "unidade": "Hz",
          "nota": "Média (± EPM) de 13 controles a 1,5 T, correspondendo a HIC estimada de ≈ 1,2 mg/g de peso seco. Valor de referência só vale a 1,5 T — a 3 T o R2* praticamente dobra para a mesma carga de ferro.",
          "fonte": "Wood et al., Blood 2005;106(4):1460-1465 (PMID 15860670)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_abdome.9",
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          "rotulo": "Conversão R2* → concentração hepática de ferro (1,5 T)",
          "valor": "HIC (mg/g peso seco) = 0,0254 × R2* (Hz) + 0,202",
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          "nota": "Calibração validada contra biópsia para HIC de 1,33 a 32,9 mg/g (r² ≥ 0,95). Fora dessa faixa a extrapolação não é confiável. Combinar R2 e R2* não melhorou a acurácia.",
          "fonte": "Wood et al., Blood 2005;106(4):1460-1465 (PMID 15860670)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_abdome.10",
          "grupo": "rm_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "T2* miocárdico — sobrecarga cardíaca de ferro (RM cardíaca, complemento do protocolo de sobrecarga)",
          "valor": "< 20 ms",
          "unidade": "ms",
          "nota": "Medida de RM CARDÍACA, incluída aqui porque compõe o mesmo protocolo do R2* hepático — não é medida abdominal. Todos os pacientes com disfunção ventricular tinham T2* miocárdico < 20 ms. Ferro cardíaco NÃO é previsível pela ferritina nem pelo ferro hepático — por isso entra como medida independente.",
          "fonte": "Anderson et al., Eur Heart J 2001;22(23):2171-2179 (PMID 11913479)",
          "faixas": [
            {
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              "rotulo": "Sem sobrecarga cardíaca detectável",
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        },
        {
          "id": "rm_abdome.11",
          "grupo": "rm_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Colédoco — calibre normal (referência de TC de 64 canais, aplicada por extensão à colangio-RM)",
          "valor": "até 6 mm",
          "unidade": "mm",
          "nota": "ATENÇÃO À MODALIDADE: a série de referência é de TC de 64 canais (604 adultos sem colecistectomia), não de colangio-RM. Maior diâmetro médio 4,77 ± 1,81 mm (faixa 1,8–11,8 mm), com aumento significativo pela idade. Limite superior razoável de 8 mm após os 50 anos e de 10 mm em colecistectomizados (média 7,28 ± 2,37 mm). Calibre isolado não define obstrução: correlacione com bilirrubinas, nível de transição e presença de cálculo.",
          "fonte": "Senturk et al., Eur J Radiol 2012;81(1):39-42 (PMID 21144686) — série de TC de 64 canais",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Normal (vesícula in situ)",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Limítrofe — aceitável em > 50 anos (in situ) ou em colecistectomizado",
              "valor": "7–8 mm (in situ, > 50 anos) · 7–10 mm (pós-colecistectomia)",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Dilatado — investigar obstrução",
              "valor": "> 8 mm (in situ) · > 10 mm (pós-colecistectomia)",
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          ]
        },
        {
          "id": "rm_abdome.12",
          "grupo": "rm_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Colangio-RM — acurácia para coledocolitíase",
          "valor": "Sensibilidade 93% / especificidade 96%",
          "unidade": "%",
          "nota": "Metanálise Cochrane; o braço de colangio-RM reuniu 7 estudos (996 participantes; 361 casos): S 0,93 (IC95% 0,87–0,96) e E 0,96 (IC95% 0,90–0,98), sem diferença estatística em relação à ecoendoscopia (p = 0,5). Os estudos incluídos são de baixa qualidade metodológica. CPRM negativa com sintomas persistentes não encerra a investigação.",
          "fonte": "Giljaca et al., Cochrane Database Syst Rev 2015;2:CD011549 (PMID 25719224)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_abdome.13",
          "grupo": "rm_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Ducto pancreático principal — definição de IPMN de ducto principal",
          "valor": "> 5 mm",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Dilatação do DPP > 5 mm sem outra causa obstrutiva define o componente de ducto principal. De 5 a 9,9 mm é feature preocupante; ≥ 10 mm é high-risk stigma.",
          "fonte": "Ohtsuka et al., Kyoto guidelines, Pancreatology 2024;24(2):255-270 (PMID 38182527)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
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              "valor": "≥ 10 mm",
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          ]
        },
        {
          "id": "rm_abdome.14",
          "grupo": "rm_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "IPMN — nódulo mural com realce",
          "valor": "≥ 5 mm = high-risk stigma",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Nódulo com realce ≥ 5 mm ou componente sólido é indicação absoluta de cirurgia em paciente apto; nódulo < 5 mm é feature preocupante. A RM com contraste é superior à TC para diferenciar nódulo mural de rolha de muco (que não realça e não restringe à difusão).",
          "fonte": "Ohtsuka et al., Kyoto guidelines, Pancreatology 2024;24(2):255-270 (PMID 38182527)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_abdome.15",
          "grupo": "rm_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "IPMN — taxa de crescimento do cisto",
          "valor": "≥ 2,5 mm/ano",
          "unidade": "mm/ano",
          "nota": "Limiar revisado nas diretrizes de Kyoto 2024 (antes as séries variavam de 0,96 a 3,5 mm/ano). Substitui na prática o antigo critério de > 5 mm em 2 anos.",
          "fonte": "Ohtsuka et al., Kyoto guidelines, Pancreatology 2024;24(2):255-270 (PMID 38182527)",
          "faixas": []
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        {
          "id": "rm_abdome.16",
          "grupo": "rm_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "IPMN — encerramento da vigilância",
          "valor": "Reavaliar após 5 anos estáveis",
          "unidade": null,
          "nota": "Para BD-IPMN pequeno e sem alterações após 5 anos de vigilância, Kyoto 2024 admite duas opções explícitas: encerrar a vigilância ou mantê-la pelo risco de adenocarcinoma ductal concomitante (que independe do cisto).",
          "fonte": "Ohtsuka et al., Kyoto guidelines, Pancreatology 2024;24(2):255-270 (PMID 38182527)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_abdome.17",
          "grupo": "rm_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Adrenal — índice de intensidade de sinal (fase/fora de fase)",
          "valor": "≥ 16,5%",
          "unidade": "%",
          "nota": "SII = [(SI em fase − SI fora de fase) / SI em fase] × 100. Em 102 tumores adrenais não houve sobreposição ENTRE ADENOMAS E METÁSTASES usando corte entre 11,2% e 16,5% (acurácia 100% para essa comparação). O SII superou as razões adrenal/baço, adrenal/músculo e adrenal/fígado. TRAVA DE SEGURANÇA: a ausência de sobreposição não foi demonstrada para feocromocitoma (9 casos na série, fora da comparação), carcinoma adrenocortical nem metástase de carcinoma renal de células claras — todos podem conter lipídio e cair de sinal. Queda de sinal NÃO rebaixa lesão com morfologia suspeita, crescimento documentado ou contexto oncológico. Cuidado adicional: esteatose hepática invalida a razão adrenal/fígado, e adenomas pobres em lipídios não caem de sinal.",
          "fonte": "Fujiyoshi et al., AJR Am J Roentgenol 2003;180(6):1649-1657 (PMID 12760936)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Queda de sinal compatível com adenoma rico em lipídios — apenas se morfologia não suspeita",
              "valor": "≥ 16,5%",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Zona intermediária do estudo",
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              "status": "red",
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        {
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          "rotulo": "Adrenal — tamanho e risco de malignidade",
          "valor": "≥ 4 cm com heterogeneidade ou HU > 20",
          "unidade": "cm",
          "nota": "Diretriz ESE/ENSAT 2023: lesão homogênea com ≤ 10 UH na TC sem contraste é benigna independentemente do tamanho e dispensa IMAGEM adicional (a limitação de 4 cm da versão anterior foi removida). Lesões ≥ 4 cm heterogêneas ou com HU > 20 têm risco relevante de malignidade e a cirurgia é a conduta habitual, precedida de discussão multidisciplinar; as demais vão a discussão multidisciplinar. ATENÇÃO: 'dispensa imagem adicional' não é 'dispensa investigação' — a avaliação hormonal permanece obrigatória em TODO incidentaloma adrenal (teste de supressão com 1 mg de dexametasona + metanefrinas), inclusive nas lesões benignas por imagem.",
          "fonte": "Fassnacht et al., ESE/ENSAT clinical practice guidelines, Eur J Endocrinol 2023;189(1):G1-G42 (PMID 37318239)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_abdome.19",
          "grupo": "rm_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Bosniak v2019 — espessura de parede e septos",
          "valor": "≤ 2 mm / 3 mm / ≥ 4 mm",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Parede ou septo liso ≤ 2 mm: Bosniak I/II. Espessamento liso mínimo de 3 mm com realce, ou ≥ 4 septos finos com realce: IIF. Parede/septo espesso (≥ 4 mm) ou irregular com realce: III. A medida é feita na porção mais espessa e o realce precisa ser inequívoco.",
          "fonte": "Silverman et al., Bosniak Classification version 2019 — An Update Proposal and Needs Assessment, Radiology 2019;292(2):475-488 (PMID 31210616)",
          "faixas": []
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        {
          "id": "rm_abdome.20",
          "grupo": "rm_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Bosniak v2019 na RM — cisto hemorrágico/proteináceo (classe II)",
          "valor": "T1 sem contraste e SEM saturação de gordura ≈ 2,5 × o parênquima renal",
          "unidade": null,
          "nota": "Critério exclusivo da RM e dependente da sequência: massa homogeneamente hiperintensa em T1 sem contraste e SEM saturação de gordura, com sinal cerca de 2,5 vezes o do parênquima renal normal, é Bosniak II. Massa HETEROGENEAMENTE hiperintensa em T1 sem contraste COM saturação de gordura, sem achados de classe superior, cai em IIF. Medir na sequência errada troca a classe.",
          "fonte": "Silverman et al., Radiology 2019;292(2):475-488 (PMID 31210616)",
          "faixas": []
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        {
          "id": "rm_abdome.21",
          "grupo": "rm_abdome",
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          "rotulo": "Bosniak v2019 — definição de nódulo com realce (classe IV)",
          "valor": "≥ 4 mm com margem obtusa, ou qualquer tamanho com margem aguda",
          "unidade": "mm",
          "nota": "A v2019 tornou o nódulo uma definição geométrica, não subjetiva: protrusão convexa focal de margem aguda (qualquer tamanho) ou de margem obtusa medindo ≥ 4 mm. Protrusões de margem obtusa ≤ 3 mm são consideradas irregularidade (classe III), não nódulo.",
          "fonte": "Silverman et al., Radiology 2019;292(2):475-488 (PMID 31210616)",
          "faixas": []
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        {
          "id": "rm_abdome.22",
          "grupo": "rm_abdome",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Difusão hepática — ADC em nódulos LR-3 (SEM corte validado)",
          "valor": "Sem corte validado — ADC médio: benigno 1,41 ± 0,31 × maligno 1,01 ± 0,15 (×10⁻³ mm²/s)",
          "unidade": "×10⁻³ mm²/s",
          "nota": "Não existe corte de ADC externamente validado para reclassificar nódulos LR-3. Único estudo unicêntrico retrospectivo (122 lesões em 88 pacientes; 68 benignas, 54 malignas) reportou ADC médio de 1,01 ± 0,15 nas malignas e 1,41 ± 0,31 nas benignas (p < 0,0001), com AUC 0,909, S 92,6% e E 74,1%. Difusão é característica AUXILIAR no LI-RADS — o ADC não reclassifica sozinho para LR-5, e valores absolutos variam com b-values, campo magnético e fabricante. Use como argumento acessório, nunca como corte numérico de conduta.",
          "fonte": "Chen et al., Front Oncol 2023;13:1186290 (PMID 37675222) — estudo unicêntrico retrospectivo, sem validação externa",
          "faixas": []
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      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "rm_abdome.c0",
          "grupo": "rm_abdome",
          "nome": "LI-RADS v2018 (RM com contraste) — tabela diagnóstica (LR-3 a LR-5, LR-M e LR-TIV)",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR CT/MRI LI-RADS v2018 (ACR) · Chernyak et al., Radiology 2018;289(3):816-830 (PMID 30251931) · Marks RM, Masch WR, Chernyak V. LI-RADS: Past, Present, and Future. AJR Am J Roentgenol 2021;216(2):295-304 (PMID 33052720)",
          "colunas": [
            "Tamanho",
            "APHE não periférica",
            "Características maiores adicionais",
            "Categoria"
          ],
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                "≥ 1 (washout, cápsula ou crescimento limiar)",
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                "Apenas cápsula com realce",
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                "Washout não periférico",
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                "Crescimento limiar (≥ 50% em ≤ 6 meses)",
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                "≥ 20 mm",
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                "≥ 20 mm",
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                "≥ 1",
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                "—",
                "Nunca LR-5 (LR-3 ou LR-4)"
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                "Qualquer",
                "Em anel (rim APHE)",
                "Washout periférico e/ou realce central tardio (alvo)",
                "LR-M — provável malignidade não-CHC"
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                "Tumor no interior de veia",
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          "id": "rm_abdome.c1",
          "grupo": "rm_abdome",
          "nome": "PDFF por RM — graduação da esteatose hepática",
          "nota": null,
          "fonte": "Tang et al., Radiology 2013;267(2):422-431 (PMID 23382291) · Tang et al., Radiology 2015;274(2):416-425 (PMID 25247408) · Stine et al., Clin Gastroenterol Hepatol 2021;19(11):2274-2283 (PMID 32882428)",
          "colunas": [
            "Grau histológico",
            "Limiar de PDFF",
            "Sensibilidade / especificidade"
          ],
          "linhas": [
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                "< 6,4%",
                "—"
              ]
            },
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                "Grau ≥ 1",
                "≥ 6,4%",
                "86% / 83%"
              ]
            },
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                "Grau ≥ 2",
                "≥ 17,4%",
                "64% / 96%"
              ]
            },
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                "Grau 3",
                "≥ 22,1%",
                "71% / 92%"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Resposta ao tratamento (MASH)",
                "Queda relativa ≥ 30%",
                "Resposta histológica 51% × 14% (OR 6,98)"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_abdome.c2",
          "grupo": "rm_abdome",
          "nome": "Elastografia por RM (MRE) — estadiamento de fibrose",
          "nota": null,
          "fonte": "Moura Cunha et al., Radiology 2024;310(3):e231220 (PMID 38470236) — LI-RADS Quantitative Imaging Working Group e SAR Liver Fibrosis Disease Focus Panel",
          "colunas": [
            "Rigidez hepática (60 Hz)",
            "Interpretação"
          ],
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        {
          "id": "rm_abdome.c3",
          "grupo": "rm_abdome",
          "nome": "IPMN — diretrizes de Kyoto 2024 (high-risk stigmata × worrisome features)",
          "nota": null,
          "fonte": "Ohtsuka T, Fernandez-del Castillo C, Furukawa T et al., International evidence-based Kyoto guidelines, Pancreatology 2024;24(2):255-270 (PMID 38182527) — itens de linfonodomegalia, CA 19-9, pancreatite aguda e mudança abrupta de calibre mantidos de Fukuoka 2017",
          "colunas": [
            "Grupo",
            "Achado",
            "Conduta"
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                "High-risk stigmata",
                "Icterícia obstrutiva com lesão cística na cabeça do pâncreas",
                "Cirurgia em paciente apto"
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            },
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                "Nódulo mural com realce ≥ 5 mm ou componente sólido",
                "Cirurgia em paciente apto"
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                "High-risk stigmata",
                "Ducto pancreático principal ≥ 10 mm",
                "Cirurgia em paciente apto"
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                "High-risk stigmata",
                "Citologia suspeita ou positiva para malignidade (EUS-PAAF)",
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                "Cisto ≥ 30 mm",
                "EUS e vigilância intensificada"
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            },
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                "Worrisome feature",
                "Nódulo mural com realce < 5 mm",
                "EUS e vigilância intensificada"
              ]
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                "Worrisome feature",
                "Parede do cisto espessada ou com realce",
                "EUS e vigilância intensificada"
              ]
            },
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                "Ducto pancreático principal 5–9,9 mm",
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                "Worrisome feature",
                "Mudança abrupta de calibre do ducto com atrofia parenquimatosa distal",
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                "Worrisome feature",
                "Linfonodomegalia regional",
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                "Worrisome feature",
                "CA 19-9 sérico elevado",
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                "Crescimento do cisto ≥ 2,5 mm/ano",
                "EUS e vigilância intensificada"
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                "Worrisome feature",
                "Pancreatite aguda atribuível ao cisto",
                "EUS e vigilância intensificada"
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                "Diabetes de início recente ou piora do controle glicêmico",
                "EUS e vigilância intensificada"
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          ]
        },
        {
          "id": "rm_abdome.c4",
          "grupo": "rm_abdome",
          "nome": "Bosniak v2019 aplicado à RM — cistos renais",
          "nota": null,
          "fonte": "Silverman SG et al., Bosniak Classification of Cystic Renal Masses, Version 2019: An Update Proposal and Needs Assessment, Radiology 2019;292(2):475-488 (PMID 31210616) — SAR Disease-Focused Panel on Renal Cell Carcinoma; atualização pendente de validação externa",
          "colunas": [
            "Classe",
            "Critérios na RM",
            "Risco de malignidade / conduta"
          ],
          "linhas": [
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                "I",
                "Cisto simples, parede lisa e bem definida ≤ 2 mm, sem septos",
                "Benigno — sem seguimento"
              ]
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                "II",
                "Até 3 septos finos (≤ 2 mm); ou massa homogeneamente hiperintensa em T2 semelhante ao LCR; ou massa homogeneamente hiperintensa em T1 sem contraste e SEM saturação de gordura ≈ 2,5 × o parênquima renal",
                "Benigno — sem seguimento"
              ]
            },
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                "IIF",
                "≥ 4 septos finos (≤ 2 mm) com realce; ou espessamento liso mínimo de 3 mm da parede/septo com realce; ou massa heterogeneamente hiperintensa em T1 sem contraste COM saturação de gordura",
                "Provavelmente benigno — seguimento por imagem"
              ]
            },
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                "III",
                "Parede ou septo espesso (≥ 4 mm) ou irregular, com realce, sem nódulo",
                "≈ 50% malignos — avaliação urológica"
              ]
            },
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                "IV",
                "Nódulo com realce: protrusão convexa de margem aguda (qualquer tamanho) ou de margem obtusa ≥ 4 mm",
                "≈ 90% malignos — tratamento"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "RM",
      "chave": "rm_pelve",
      "slug": "rm-pelve",
      "nome": "RM — Pelve masculina e feminina",
      "temPaginaPublica": false,
      "medidas": [
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          "grupo": "rm_pelve",
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          "rotulo": "Volume prostático — fórmula elipsoide",
          "valor": "0,52 × AP × TR × CC",
          "unidade": "cm³",
          "nota": "O PI-RADS v2.1 padroniza AP e CC na T2 sagital mediana e o transverso na T2 axial. É o mesmo volume que alimenta a densidade de PSA. Como o volume cresce com a HPB, a PSAd corrige melhor que o PSA isolado em próstatas grandes.",
          "fonte": "PI-RADS v2.1 (ACR/ESUR/AdMeTech 2019) — Turkbey et al., Eur Urol 2019 · The Radiology Assistant (Prostate Cancer PI-RADS v2.1)",
          "faixas": []
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          "rotulo": "Densidade de PSA (PSAd)",
          "valor": "< 0,15",
          "unidade": "ng/mL/cm³",
          "nota": "PSAd = PSA total sérico ÷ volume prostático medido na RM. O NCCN usa < 0,15 como marcador de doença de muito baixo risco; o material didático de PI-RADS v2.1 (The Radiology Assistant) apresenta ≥ 0,20 como valor que reforça a suspeita de neoplasia clinicamente significativa — não é recomendação normativa do documento ACR/ESUR. Os cortes ótimos variam por zona nos estudos (0,25 na ZP e 0,33 na ZT numa coorte), então use como modulador do PI-RADS 3, não como corte rígido.",
          "fonte": "NCCN Prostate Cancer (corte 0,15) · The Radiology Assistant — PI-RADS v2.1 (valor 0,20); cortes por zona em PMC9024291 (2022)",
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          "valor": "1,5",
          "unidade": "cm",
          "nota": "Um achado que preencheria escore 4 (na ZP: acentuadamente hipointenso no ADC E acentuadamente hiperintenso na DWI de alto b; na ZT: lenticular ou não circunscrito, homogêneo, moderadamente hipointenso) sobe para 5 quando mede ≥ 1,5 cm no maior eixo. Extensão extraprostática ou comportamento invasivo definidos fazem escore 5 independentemente do tamanho.",
          "fonte": "PI-RADS v2.1 (ACR/ESUR/AdMeTech 2019) — Turkbey et al., Eur Urol 2019",
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          "rotulo": "Contato capsular curvilíneo — limiar do grau de EPE",
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          "unidade": "cm",
          "nota": "No sistema de Mehralivand, contato capsular curvilíneo ≥ 1,5 cm OU abaulamento/irregularidade capsular define grau 1; os dois achados juntos definem grau 2; brecha capsular franca com tumor mensurável no espaço periprostático define grau 3.",
          "fonte": "Mehralivand et al., Radiology 2019;290(3):709–719 (PMID 30667329)",
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          "grupo": "rm_pelve",
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          "rotulo": "Extensão extraprostática confirmada na peça, por grau de EPE",
          "valor": "24 (grau 1) · 38 (grau 2) · 66 (grau 3)",
          "unidade": "%",
          "nota": "Taxas da coorte de derivação (18/74, 39/102 e 37/56). Servem para calibrar a linguagem de risco no laudo — 'risco intermediário de extensão extraprostática' em vez de sim/não —, não como probabilidade individual do paciente.",
          "fonte": "Mehralivand et al., Radiology 2019;290(3):709–719 (PMID 30667329)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_pelve.5",
          "grupo": "rm_pelve",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Zona juncional (ZJ) — espessura máxima",
          "valor": "< 8",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Medir a maior espessura da ZJ em T2, varrendo os planos sagital, axial e coronal — medir só no sagital subestima a ZJ máxima. Abaixo de 8 mm exclui adenomiose na prática; entre 8 e 12 mm é faixa indeterminada que exige critério acessório; ≥ 12 mm é o critério de RM mais frequentemente usado. A ZJ é fisiologicamente mais espessa na fase secretora e fica fina ou mal definida na pós-menopausa, sob análogo de GnRH e em usuárias de progestágeno — não diagnostique por ZJ isolada nesses cenários. Contração miometrial transitória simula espessamento: repita a sequência na dúvida.",
          "fonte": "Agostinho et al., Insights Imaging 2017;8(6):549–556 (PMID 28980163 / PMC5707223) · corte de 12 mm revisitado em Eur Radiol 2019 (doi 10.1007/s00330-019-06308-3)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "exclui adenomiose",
              "valor": "< 8 mm",
              "min": null,
              "max": null,
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              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "indeterminado — exige critério acessório",
              "valor": "8–12 mm",
              "min": null,
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              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "critério de adenomiose",
              "valor": "≥ 12 mm",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_pelve.6",
          "grupo": "rm_pelve",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Razão ZJ máxima / espessura miometrial",
          "valor": "≤ 40",
          "unidade": "%",
          "nota": "Critério acessório usado quando a ZJ cai na faixa indeterminada de 8–12 mm: razão acima de 40% favorece adenomiose.",
          "fonte": "Agostinho et al., Insights Imaging 2017;8(6):549–556 (PMC5707223)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "normal",
              "valor": "≤ 40%",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "favorece adenomiose",
              "valor": "> 40%",
              "min": null,
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              "incluiMin": true,
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_pelve.7",
          "grupo": "rm_pelve",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Diferença ZJ máxima − ZJ mínima",
          "valor": "≤ 5",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Assimetria da ZJ entre as paredes anterior e posterior do útero. Diferença acima de 5 mm é o segundo critério acessório na faixa de 8–12 mm.",
          "fonte": "Agostinho et al., Insights Imaging 2017;8(6):549–556 (PMC5707223)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "normal",
              "valor": "≤ 5 mm",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "favorece adenomiose",
              "valor": "> 5 mm",
              "min": null,
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_pelve.8",
          "grupo": "rm_pelve",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Folículo / cisto simples ovariano — limite de O-RADS MRI 1",
          "valor": "≤ 3",
          "unidade": "cm",
          "nota": "Na PRÉ-menopausa, folículo (cisto simples ≤ 3 cm), corpo lúteo e cisto hemorrágico entram em O-RADS MRI 1, ou seja, ovário normal — não são 'lesão' e não devem gerar seguimento. Acima de 3 cm passa a ser lesão a caracterizar pelo escore. Na PÓS-menopausa não há folículo nem corpo lúteo fisiológicos: cisto simples é lesão e entra como O-RADS MRI 2, não como ovário normal.",
          "fonte": "ACR O-RADS MRI v1 (2020) · Sadowski/Thomassin-Naggara et al., Radiology 2022 (doi 10.1148/radiol.204371)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "ovário normal na pré-menopausa (O-RADS MRI 1)",
              "valor": "≤ 3 cm",
              "min": null,
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              "incluiMin": true,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "lesão a caracterizar pelo escore",
              "valor": "> 3 cm (ou qualquer cisto na pós-menopausa)",
              "min": null,
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_pelve.9",
          "grupo": "rm_pelve",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Realce do tecido sólido aos 30–40 s (protocolo sem DCE)",
          "valor": "≤ miométrio externo = O-RADS 4 · > miométrio externo = O-RADS 5",
          "unidade": null,
          "nota": "Quando não há perfusão dinâmica com curva tempo-intensidade, o O-RADS MRI permite comparar o realce do tecido sólido com o do miométrio externo aos 30–40 s. Tecido sólido, no léxico, é componente que realça e assume uma destas morfologias: projeção papilar, nódulo mural, septo ou parede irregular, ou porção sólida maior — coágulo retraído e septo liso não contam.",
          "fonte": "ACR O-RADS MRI v1 (2020) · revisão de desempenho e notas técnicas em PMC9254700 (2022)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_pelve.10",
          "grupo": "rm_pelve",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Linfonodo pélvico — eixo curto suspeito",
          "valor": "> 10",
          "unidade": "mm",
          "nota": "O corte varia por cadeia: obturador já é suspeito acima de 8 mm e inguinal pode chegar a 15 mm sendo normal. Tamanho isolado é critério fraco — some morfologia (forma arredondada, perda do hilo gorduroso, contorno irregular, necrose central) e restrição à difusão. Na FIGO 2018 do colo uterino, linfonodo positivo define estádio IIIC.",
          "fonte": "Revisão do papel da RM no estadiamento do câncer de colo uterino — PMC10605640 (2023)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "normal",
              "valor": "≤ 8 mm de eixo curto",
              "min": null,
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              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "limítrofe / depende da cadeia",
              "valor": "8–10 mm (obturador já suspeito)",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "suspeito",
              "valor": "> 10 mm de eixo curto",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_pelve.11",
          "grupo": "rm_pelve",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Colo uterino — profundidade de invasão estromal (FIGO IA)",
          "valor": "< 3 (IA1) · ≥ 3 e < 5 (IA2)",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Estádio IA é essencialmente patológico: a RM raramente resolve invasão abaixo de 5 mm. Na revisão FIGO 2018 a extensão horizontal saiu do critério, que passou a ser só a profundidade. Atenção: abaixo de 5 mm de profundidade o estádio é IA independentemente do diâmetro do tumor — só acima de 5 mm o tamanho passa a definir IB1/IB2/IB3.",
          "fonte": "FIGO 2018 (colo uterino) · PMC10605640 (2023)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_pelve.12",
          "grupo": "rm_pelve",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Colo uterino — cortes de tamanho tumoral (FIGO 2018, invasão ≥ 5 mm)",
          "valor": "< 2 (IB1) · ≥ 2 e < 4 (IB2) · ≥ 4 (IB3)",
          "unidade": "cm",
          "nota": "Os cortes de tamanho só valem para tumor com invasão estromal ≥ 5 mm de profundidade (abaixo disso o estádio é IA). Medir o maior eixo em T2 nos três planos (craniocaudal, anteroposterior e transverso). A RM tem cerca de 93% de acurácia na medida contra cerca de 60% do exame clínico, e o subestádio muda diretamente a estratégia (cirurgia versus quimiorradiação).",
          "fonte": "FIGO 2018 (colo uterino) · acurácia da medida em PMC10605640 (2023)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_pelve.13",
          "grupo": "rm_pelve",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Anel estromal cervical hipointenso íntegro — VPN para invasão parametrial",
          "valor": "94–100",
          "unidade": "%",
          "nota": "O estroma cervical normal aparece como anel hipointenso em T2. Íntegro, praticamente exclui invasão parametrial (estádio IIB). Interrupção do anel com tecido nodular avançando para o paramétrio indica invasão; estriação perilesional isolada é achado menos específico e não deve, sozinha, fechar IIB.",
          "fonte": "PMC10605640 (2023) — RM no estadiamento do câncer de colo uterino",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_pelve.14",
          "grupo": "rm_pelve",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Endométrio — profundidade de invasão miometrial",
          "valor": "< 50 (superficial) · ≥ 50 (profunda)",
          "unidade": "%",
          "nota": "É o eixo que a RM resolve bem e o que mais muda conduta. Avaliar em T2 axial-oblíqua perpendicular ao eixo longo do corpo uterino, combinada com DWI e pós-contraste multifásico. Armadilhas de superestimação: adenomiose, leiomiomas, tumor volumoso distendendo a cavidade e cornos uterinos, onde o miométrio é fisiologicamente fino.",
          "fonte": "ESUR — Nougaret et al., Updated ESUR Guidelines for Endometrial Cancer, Eur Radiol 2026;36(1):1–16 (PMID 40586816); versão anterior em Eur Radiol 2019;29(2):792–805",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_pelve.15",
          "grupo": "rm_pelve",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "#Enzian — endometrioma / compartimento ovariano (O)",
          "valor": "< 3 (O1) · 3–7 (O2) · > 7 (O3)",
          "unidade": "cm",
          "nota": "Graduação por tamanho do compartimento ovariano; indicar o lado. Focos infiltrativos de superfície ovariana também entram no compartimento O quando medem ≥ 5 mm.",
          "fonte": "Keckstein et al., The #Enzian classification, Acta Obstet Gynecol Scand 2021;100(7):1165–1175 (PMID 33483970)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_pelve.16",
          "grupo": "rm_pelve",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "#Enzian — endometriose peritoneal superficial (P)",
          "valor": "< 3 (P1) · 3–7 (P2) · > 7 (P3)",
          "unidade": "cm",
          "nota": "Compartimento da doença superficial de peritônio, medido pelo diâmetro do círculo que engloba as lesões visíveis. Vale lembrar que a RM é pouco sensível para implante superficial: descrever o que se vê e sinalizar que ausência na RM não exclui doença peritoneal.",
          "fonte": "Keckstein et al., Acta Obstet Gynecol Scand 2021;100(7):1165–1175",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_pelve.17",
          "grupo": "rm_pelve",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "#Enzian — nódulos profundos dos compartimentos A, B e C",
          "valor": "< 1 (grau 1) · 1–3 (grau 2) · > 3 (grau 3)",
          "unidade": "cm",
          "nota": "Mesma escala de tamanho para o compartimento central profundo (A), o lateral (B, indicar o lado) e o retossigmoide (C). É a graduação que acompanha a dificuldade cirúrgica esperada, por isso o maior diâmetro do nódulo precisa constar do laudo em cada compartimento acometido.",
          "fonte": "Keckstein et al., Acta Obstet Gynecol Scand 2021;100(7):1165–1175",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_pelve.18",
          "grupo": "rm_pelve",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "#Enzian FI — doença intestinal acima da junção retossigmoide",
          "valor": "> 16",
          "unidade": "cm da margem anal",
          "nota": "O compartimento C cobre reto e sigmoide baixo; doença intestinal cranial à junção retossigmoide, ou seja, acima de 16 cm da margem anal, é codificada como FI. Sempre informar a distância do nódulo à margem anal — é o dado que o cirurgião usa para decidir shaving, ressecção discoide ou segmentar.",
          "fonte": "Keckstein et al., Acta Obstet Gynecol Scand 2021;100(7):1165–1175",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_pelve.19",
          "grupo": "rm_pelve",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "RM de endometriose — jejum recomendado",
          "valor": "3–6",
          "unidade": "h",
          "nota": "Recomendação da ESUR para reduzir peristalse e artefato no compartimento posterior. A duração relatada entre serviços varia de 3 a 6 horas.",
          "fonte": "ESUR — Bazot et al., Eur Radiol 2017;27(7):2765–2775 (PMID 27921160)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_pelve.20",
          "grupo": "rm_pelve",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "RM de endometriose — repleção vesical",
          "valor": "~1 h sem urinar",
          "unidade": null,
          "nota": "Bexiga moderadamente cheia: orientar a paciente a não urinar por cerca de 1 hora antes do exame. Bexiga vazia esconde nódulo de parede vesical; excessivamente cheia distorce o compartimento anterior e piora o conforto. A ESUR também recomenda agente antiperistáltico, com preferência por glucagon endovenoso.",
          "fonte": "ESUR — Bazot et al., Eur Radiol 2017;27(7):2765–2775",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_pelve.21",
          "grupo": "rm_pelve",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "RM de endometriose — cobertura craniocaudal",
          "valor": "hilos renais → sínfise púbica",
          "unidade": null,
          "nota": "T2 axial 2D dos hilos renais ao púbis. Estender até os rins não é excesso: é como se detecta hidronefrose por endometriose ureteral (compartimento FU do #Enzian), que muda a urgência da conduta, além de cobrir a fossa ilíaca direita. Bobina phased-array pélvica é recomendada tanto em 1,5 T quanto em 3 T.",
          "fonte": "ESUR — Bazot et al., Eur Radiol 2017;27(7):2765–2775",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_pelve.22",
          "grupo": "rm_pelve",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Leiomioma — margem livre externa (tipos FIGO 1, 2 e 3)",
          "valor": "documentar em mm",
          "unidade": null,
          "nota": "Nos miomas que tocam o endométrio e podem ser candidatos a via histeroscópica (tipos 1, 2 e 3), registrar a margem livre externa — a distância entre o mioma e a serosa. Margem fina aumenta o risco de perfuração e empurra a decisão para a via abdominal; é um dado que costuma ser esquecido no laudo. No tipo 4 (intramural puro, sem contato com endométrio nem serosa) a via histeroscópica não está em questão — ali o que se documenta é o maior diâmetro e a relação com endométrio e serosa.",
          "fonte": "FIGO — Munro et al., Int J Gynecol Obstet 2011;113(1):3–13",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "rm_pelve.c0",
          "grupo": "rm_pelve",
          "nome": "PI-RADS v2.1 (2019) — pontuação por zona e regra da sequência dominante",
          "nota": null,
          "fonte": "PI-RADS v2.1 (ACR/ESUR/AdMeTech 2019) — Turkbey et al., Eur Urol 2019 · tabelas ZP/ZT conferidas em The Radiology Assistant (Prostate Cancer PI-RADS v2.1)",
          "colunas": [
            "Zona / escore",
            "Sequência dominante",
            "Critério na RM",
            "PI-RADS final"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "ZP — 1",
                "DWI / ADC",
                "Sem anormalidade no ADC nem na DWI de alto valor b",
                "PI-RADS 1"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "ZP — 2",
                "DWI / ADC",
                "Hipossinal linear ou cuneiforme no ADC e/ou hipersinal linear ou cuneiforme na DWI de alto b",
                "PI-RADS 2"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "ZP — 3",
                "DWI / ADC",
                "Hipossinal focal no ADC e/ou hipersinal focal na DWI de alto b; pode ser acentuado em uma das duas, mas não nas duas",
                "PI-RADS 3 se DCE negativo · PI-RADS 4 se DCE positivo"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "ZP — 4",
                "DWI / ADC",
                "Hipossinal focal acentuado no ADC E hipersinal focal acentuado na DWI de alto b, medindo < 1,5 cm",
                "PI-RADS 4"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "ZP — 5",
                "DWI / ADC",
                "Mesmos achados do escore 4, porém ≥ 1,5 cm no maior eixo, ou extensão extraprostática / comportamento invasivo definidos",
                "PI-RADS 5"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "ZT — 1",
                "T2",
                "Zona de transição normal, ou nódulo redondo completamente encapsulado (nódulo típico de HPB)",
                "PI-RADS 1"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "ZT — 2",
                "T2",
                "Nódulo predominantemente encapsulado, ou nódulo homogêneo circunscrito sem cápsula (nódulo atípico), ou área homogênea discretamente hipointensa entre nódulos",
                "PI-RADS 2 se DWI ≤ 3 · PI-RADS 3 se DWI ≥ 4"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "ZT — 3",
                "T2",
                "Sinal heterogêneo com margens obscurecidas; não preenche os critérios dos demais escores",
                "PI-RADS 3 se DWI ≤ 4 · PI-RADS 4 se DWI = 5"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "ZT — 4",
                "T2",
                "Lenticular ou não circunscrito, homogêneo, moderadamente hipointenso (aspecto de carvão apagado), medindo < 1,5 cm",
                "PI-RADS 4"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "ZT — 5",
                "T2",
                "Mesmos achados do escore 4, porém ≥ 1,5 cm, ou extensão extraprostática / comportamento invasivo definidos",
                "PI-RADS 5"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "DCE",
                "—",
                "Positivo: realce focal precoce coincidente com achado suspeito em T2 e/ou DWI. Negativo: sem realce precoce, ou realce difuso não coincidente, ou realce focal correspondente a nódulo de HPB",
                "Só promove ZP 3 → 4. Não participa da pontuação da ZT"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Regra da zona dominante",
                "ZP: DWI/ADC · ZT: T2",
                "Na zona periférica a DWI/ADC define a nota e T2 e DCE são coadjuvantes; na zona de transição o T2 define e a DWI só resolve os escores 2 e 3",
                "Dizer no laudo qual sequência definiu a nota"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Categorias finais",
                "—",
                "1 = muito baixa, 2 = baixa, 3 = intermediária/equívoca, 4 = alta, 5 = muito alta probabilidade de neoplasia clinicamente significativa",
                "Escore 3 é a categoria de decisão — modular com densidade de PSA e contexto clínico"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Mudanças da v2.1 que passam batido",
                "—",
                "Nódulo típico de HPB caiu de T2 2 para T2 1; nódulo atípico (parcialmente encapsulado ou homogêneo circunscrito sem cápsula) caiu de T2 3 para T2 2",
                "Reduz PI-RADS 3 desnecessário na ZT"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_pelve.c1",
          "grupo": "rm_pelve",
          "nome": "Grau de EPE (Mehralivand) — estadiamento local do câncer de próstata",
          "nota": null,
          "fonte": "Mehralivand et al., A Grading System for the Assessment of Risk of Extraprostatic Extension of Prostate Cancer at Multiparametric MRI, Radiology 2019;290(3):709–719 (PMID 30667329) · comparação com escala Likert em Radiol Imaging Cancer 2019 (doi 10.1148/rycan.2019190071)",
          "colunas": [
            "Grau / item",
            "Achado na RM",
            "EPE confirmada na peça cirúrgica"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "1",
                "Contato capsular curvilíneo ≥ 1,5 cm OU abaulamento / irregularidade capsular (apenas um dos dois)",
                "24% (18/74)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "2",
                "Contato capsular curvilíneo ≥ 1,5 cm E abaulamento / irregularidade capsular (os dois juntos)",
                "38% (39/102)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "3",
                "Brecha capsular franca, com tumor mensurável estendendo-se ao espaço periprostático",
                "66% (37/56)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Complementos do estadiamento local",
                "Contato de base larga com a cápsula; obliteração do ângulo retoprostático; invasão de vesícula seminal (hipossinal em T2 com realce anormal e restrição à difusão, ou apagamento do ângulo entre base prostática e vesícula); feixe neurovascular posterolateral às 5 e 7 horas; extensão ao esfíncter uretral externo no ápice",
                "Descrever sempre — muda a decisão de preservação de feixes e o risco de incontinência pós-operatória"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Como ler as taxas",
                "Percentagens da coorte de derivação, não probabilidades individuais do paciente",
                "Usar para calibrar linguagem de risco no laudo em vez de um sim/não"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_pelve.c2",
          "grupo": "rm_pelve",
          "nome": "O-RADS MRI v1 (2020) — massa anexial indeterminada",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR O-RADS MRI v1 (2020) — Sadowski/Thomassin-Naggara et al., Radiology 2022 (doi 10.1148/radiol.204371) · VPPs e desempenho em Thomassin-Naggara et al., JAMA Netw Open 2020 · notas técnicas em PMC9254700 (2022)",
          "colunas": [
            "Categoria / item",
            "Achado",
            "VPP de malignidade"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "O-RADS MRI 0",
                "Exame incompleto ou tecnicamente inadequado para caracterização",
                "—"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "O-RADS MRI 1",
                "Ovário normal na pré-menopausa: folículo (cisto simples ≤ 3 cm), corpo lúteo ou cisto hemorrágico; ou lesão de origem não ovariana. Na pós-menopausa não se aplica o conceito de folículo fisiológico",
                "—"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "O-RADS MRI 2",
                "Quase certamente benigno: cisto unilocular com conteúdo simples ou endometriótico, parede fina realçante e sem tecido sólido; lesão com gordura SEM componente sólido realçante; tecido sólido homogêneo escuro em T2 e escuro na DWI",
                "< 0,5%"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "O-RADS MRI 3",
                "Baixo risco: cisto unilocular com conteúdo proteináceo, hemorrágico ou mucinoso, parede lisa e sem tecido sólido; cisto multilocular sem gordura, com septos lisos e sem tecido sólido; ou tecido sólido com curva tempo-intensidade de baixo risco (tipo 1)",
                "≈ 5%"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "O-RADS MRI 4",
                "Risco intermediário: tecido sólido (excluído o escuro em T2 e na DWI) com curva de risco intermediário (tipo 2); sem DCE disponível, realce ≤ miométrio externo aos 30–40 s; TAMBÉM entra aqui a lesão com conteúdo lipídico que apresenta tecido sólido realçante (excluído o nódulo de Rokitansky)",
                "≈ 50%"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "O-RADS MRI 5",
                "Alto risco: tecido sólido (excluído o escuro em T2 e na DWI) com curva de alto risco (tipo 3); sem DCE disponível, realce > miométrio externo aos 30–40 s; ou nodularidade peritoneal, mesentérica ou omental",
                "≈ 90%"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Tecido sólido (léxico)",
                "Componente que realça e assume uma destas quatro morfologias: projeção papilar, nódulo mural, septo ou parede irregular, ou porção sólida maior",
                "Coágulo retraído, septo liso e debris NÃO contam — é o erro que mais infla a categoria"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Assimetria proposital do sistema",
                "Tecido sólido homogeneamente escuro em T2 e na DWI cai em O-RADS 2 (fibroma, fibrotecoma, tumor de Brenner)",
                "Qualquer outro tecido sólido nunca desce abaixo de 3"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Escopo de uso",
                "Desenhado para massa anexial deixada indeterminada pelo ultrassom",
                "Não é para rastreamento nem para lesão já caracterizada. Desempenho do escore 4–5: S 93% e E 91% em Thomassin-Naggara et al., JAMA Netw Open 2020; outra série (PMC9254700) relatou S 91% e E 95%"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_pelve.c3",
          "grupo": "rm_pelve",
          "nome": "Zona juncional na RM — critérios de adenomiose",
          "nota": null,
          "fonte": "Agostinho et al., MRI for adenomyosis: a pictorial review, Insights Imaging 2017;8(6):549–556 (PMID 28980163 / PMC5707223) · corte de 12 mm revisitado prospectivamente em Eur Radiol 2019 (doi 10.1007/s00330-019-06308-3)",
          "colunas": [
            "Critério",
            "Valor",
            "Leitura"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Espessura máxima da ZJ",
                "< 8 mm",
                "Exclui adenomiose na prática"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Espessura máxima da ZJ",
                "8–12 mm",
                "Faixa indeterminada — só fecha com critério acessório"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Espessura máxima da ZJ",
                "≥ 12 mm",
                "Critério de RM mais frequentemente usado para adenomiose"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Razão ZJ máxima / espessura miometrial",
                "> 40%",
                "Critério acessório válido na faixa de 8–12 mm"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Diferença ZJ máxima − ZJ mínima (parede anterior versus posterior)",
                "> 5 mm",
                "Critério acessório válido na faixa de 8–12 mm"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Focos puntiformes de alto sinal em T2 e/ou T1",
                "Presentes",
                "Ilhotas de tecido endometrial ectópico e micro-hemorragias — sinal acessório de alta especificidade"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Estrias lineares de alto sinal T2 irradiando da camada basal do endométrio",
                "Presentes",
                "Sinal acessório descrito na mesma fonte; some com limites mal definidos da ZJ"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Técnica de medida",
                "T2 nos planos sagital, axial e coronal, registrando a maior espessura",
                "Medir só no sagital subestima a ZJ máxima. Repetir a sequência quando houver suspeita de contração miometrial transitória, que simula espessamento focal"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Quando a espessura isolada não vale",
                "Pós-menopausa, análogo de GnRH, progestágeno; fase secretora",
                "A ZJ fica fina ou mal definida nas três primeiras situações e é fisiologicamente mais espessa na fase secretora — os critérios acessórios pesam mais"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Consequência prática",
                "Armadilhas ligadas à ZJ",
                "Adenomiose superestima a invasão miometrial no câncer de endométrio; adenomioma versus leiomioma se separa por margens mal definidas com focos de alto sinal versus pseudocápsula e vasos periféricos"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_pelve.c4",
          "grupo": "rm_pelve",
          "nome": "#Enzian (2021) — mapeamento da endometriose por compartimentos",
          "nota": null,
          "fonte": "Keckstein et al., The #Enzian classification: a comprehensive non-invasive and surgical description system for endometriosis, Acta Obstet Gynecol Scand 2021;100(7):1165–1175 (PMID 33483970) · aplicação em RM e laudo estruturado em Insights Imaging 2023 (doi 10.1186/s13244-023-01466-x)",
          "colunas": [
            "Compartimento / item",
            "O que codifica",
            "Graduação e observação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "P",
                "Endometriose peritoneal superficial",
                "P1 < 3 cm · P2 3–7 cm · P3 > 7 cm (diâmetro do círculo que engloba as lesões)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "O",
                "Ovário: endometrioma e focos infiltrativos de superfície ovariana ≥ 5 mm",
                "O1 < 3 cm · O2 3–7 cm · O3 > 7 cm (indicar o lado)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "T",
                "Condição tubo-ovariana / aderências",
                "T1 anexo aderido à parede pélvica · T2 anexo aderido à parede e ao útero · T3 aderências adicionais ao intestino (avaliar cada lado)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "A",
                "Compartimento central profundo: vagina, espaço retovaginal, espaço retrocervical, torus uterino",
                "A1 < 1 cm · A2 1–3 cm · A3 > 3 cm"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "B",
                "Compartimento lateral: ligamentos uterossacros, ligamentos cardinais/paramétrio, parede pélvica lateral",
                "B1 < 1 cm · B2 1–3 cm · B3 > 3 cm (indicar o lado)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "C",
                "Reto e sigmoide baixo (até a junção retossigmoide)",
                "C1 < 1 cm · C2 1–3 cm · C3 > 3 cm"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "FA",
                "Adenomiose uterina",
                "Presença"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "FB",
                "Bexiga",
                "Presença"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "FU",
                "Ureter, acometimento extrínseco e/ou intrínseco com sinais de obstrução",
                "Presença (indicar o lado)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "FI",
                "Intestino cranial à junção retossigmoide (> 16 cm da margem anal)",
                "Presença"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "FO",
                "Outras localizações: parede abdominal, diafragma, nervos, cicatriz",
                "Presença"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Como usar",
                "Codificar só depois de a descrição por compartimentos estar feita — o #Enzian fecha o laudo, não substitui a descrição",
                "Único sistema desenhado para funcionar igual na imagem e na cirurgia; ao contrário do rASRM cobre superficial, profunda e extragenital numa fórmula só"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Não deixar de fora",
                "Distância do nódulo à margem anal quando houver acometimento intestinal, comprometimento da camada muscular própria e extensão circunferencial",
                "Hidronefrose no compartimento FU é o achado que muda a urgência da conduta"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Cautela",
                "A graduação de tamanho de A, B e C acompanha a dificuldade cirúrgica esperada, não a intensidade dos sintomas",
                "RM negativa não exclui doença peritoneal superficial (compartimento P): registrar isso explicitamente na conclusão"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_pelve.c5",
          "grupo": "rm_pelve",
          "nome": "Estadiamento FIGO por RM — colo uterino (2018) e endométrio",
          "nota": null,
          "fonte": "FIGO 2018 (estadiamento do carcinoma de colo uterino) · ESUR — Nougaret et al., Updated ESUR Guidelines for Endometrial Cancer: integrating MRI with the 2023 FIGO Staging Revolution, Eur Radiol 2026;36(1):1–16 (PMID 40586816) · atualização do papel da RM no colo uterino em PMC10605640 (2023)",
          "colunas": [
            "Sítio",
            "Estádio / descritor",
            "Critério na RM"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Colo",
                "IA1",
                "Invasão estromal < 3 mm de profundidade — diagnóstico patológico, abaixo da resolução da RM"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Colo",
                "IA2",
                "Invasão estromal ≥ 3 mm e < 5 mm de profundidade"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Colo",
                "IB1",
                "Invasão estromal ≥ 5 mm de profundidade E tumor < 2 cm no maior eixo"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Colo",
                "IB2",
                "Invasão estromal ≥ 5 mm E tumor ≥ 2 cm e < 4 cm no maior eixo"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Colo",
                "IB3",
                "Invasão estromal ≥ 5 mm E tumor ≥ 4 cm no maior eixo"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Colo",
                "Regra que evita supraestadiar",
                "Abaixo de 5 mm de profundidade o estádio é IA independentemente do diâmetro; os cortes de 2 e 4 cm só se aplicam a partir de 5 mm de invasão"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Colo",
                "IIA1",
                "Invasão dos dois terços superiores da vagina, sem invasão parametrial, tumor < 4 cm"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Colo",
                "IIA2",
                "Invasão dos dois terços superiores da vagina, sem invasão parametrial, tumor ≥ 4 cm"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Colo",
                "IIB",
                "Invasão parametrial sem atingir a parede pélvica — interrupção do anel estromal hipointenso com tecido nodular avançando para o paramétrio"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Colo",
                "IIIA",
                "Acometimento do terço inferior da vagina, sem extensão à parede pélvica"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Colo",
                "IIIB",
                "Extensão à parede pélvica e/ou hidronefrose ou rim não funcionante"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Colo",
                "IIIC1",
                "Metástase em linfonodo pélvico"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Colo",
                "IIIC2",
                "Metástase em linfonodo para-aórtico"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Colo",
                "IVA",
                "Invasão da mucosa de bexiga ou reto"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Colo",
                "IVB",
                "Metástase a distância"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Colo",
                "Nota de técnica",
                "A FIGO 2018 passou a admitir imagem e patologia no estadiamento; a RM é o método de escolha para tamanho, invasão parametrial e extensão vaginal (acurácia de medida ~93% contra ~60% do exame clínico). Anel estromal hipointenso íntegro em T2 tem VPN de 94–100% para invasão parametrial. Medir nos três planos, porque IB1/IB2/IB3 muda a estratégia entre cirurgia e quimiorradiação"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Endométrio",
                "Invasão miometrial superficial",
                "Tumor invadindo < 50% da espessura miometrial"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Endométrio",
                "Invasão miometrial profunda",
                "Tumor invadindo ≥ 50% da espessura miometrial"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Endométrio",
                "Invasão do estroma cervical",
                "Tumor rompendo o estroma cervical, não apenas extensão endocervical superficial"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Endométrio",
                "Serosa e/ou anexos",
                "Perda do hipossinal seroso com tumor atingindo a superfície uterina, ou acometimento anexial"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Endométrio",
                "Vagina e/ou paramétrio",
                "Extensão vaginal ou parametrial"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Endométrio",
                "Linfonodos",
                "Eixo curto > 8 mm nos pélvicos e > 10 mm nos para-aórticos, somado a morfologia alterada (forma arredondada, perda do hilo gorduroso, contorno irregular, necrose) e restrição à difusão. Tamanho isolado é critério fraco — não usar corte único de 10 mm para a pelve, sob risco de subestadiar"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Endométrio",
                "Nota de técnica",
                "Avaliar a invasão miometrial em T2 axial-oblíqua perpendicular ao eixo longo do corpo uterino, somada a DWI e pós-contraste multifásico. Superestimam a invasão: adenomiose, leiomiomas, tumor volumoso distendendo a cavidade e os cornos, onde o miométrio é fisiologicamente fino"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Endométrio",
                "Nota sobre FIGO 2023 e ESUR 2026",
                "A FIGO 2023 incorporou tipo histológico, invasão linfovascular e classificação molecular, que não são dados de imagem. A diretriz vigente da ESUR é a atualização de 2026 (Nougaret et al., Eur Radiol 2026;36(1):1–16), que integra a RM à FIGO 2023 e substitui a versão de 2019 — o laudo entrega os descritores e não fecha o estádio sozinho"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_pelve.c6",
          "grupo": "rm_pelve",
          "nome": "Leiomioma uterino — classificação FIGO (PALM-COEIN, Munro 2011)",
          "nota": null,
          "fonte": "FIGO — Munro et al., FIGO classification system (PALM-COEIN) for causes of abnormal uterine bleeding, Int J Gynecol Obstet 2011;113(1):3–13",
          "colunas": [
            "Tipo",
            "Localização",
            "Observação para o laudo"
          ],
          "linhas": [
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                "0",
                "Submucoso pediculado, inteiramente intracavitário",
                "Ressecção histeroscópica geralmente factível"
              ]
            },
            {
              "status": null,
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                "1",
                "Submucoso com < 50% do volume intramural",
                "Ressecção histeroscópica habitualmente possível — documentar a margem livre externa em mm"
              ]
            },
            {
              "status": null,
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                "2",
                "Submucoso com ≥ 50% do volume intramural",
                "Documentar a margem livre externa em mm"
              ]
            },
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              "status": null,
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                "3",
                "100% intramural, mas em contato com o endométrio",
                "Documentar a margem livre externa em mm"
              ]
            },
            {
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                "4",
                "Intramural, inteiramente circundado por miométrio, sem contato com endométrio nem serosa",
                "Sem contato endometrial: via histeroscópica não se aplica — documentar maior diâmetro e relação com endométrio e serosa"
              ]
            },
            {
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              "celulas": [
                "5",
                "Subseroso com ≥ 50% do volume intramural",
                "Em contato com a serosa"
              ]
            },
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                "6",
                "Subseroso com < 50% do volume intramural",
                "Em contato com a serosa"
              ]
            },
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                "7",
                "Subseroso pediculado",
                "Diferenciar de massa anexial — procurar o pedículo e os vasos-ponte"
              ]
            },
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                "8",
                "Outro (especificar: cervical, do ligamento largo, parasita)",
                "Fora do corpo uterino"
              ]
            },
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                "Híbrido",
                "Toca endométrio e serosa: dois números separados por hífen, por exemplo 2–5",
                "O primeiro número é a relação com o endométrio; o segundo, com a serosa"
              ]
            },
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              "celulas": [
                "O que mais informar",
                "Número de nódulos, maiores diâmetros dos dominantes, localização (anterior, posterior, fúndica, lateral, cervical) e comportamento em T2 (degeneração hialina, cística, mixoide ou vermelha)",
                "A margem livre externa nos tipos 1, 2 e 3 pesa na escolha entre via histeroscópica e abdominal e no risco de perfuração"
              ]
            },
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              "status": null,
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                "Sinal de alerta",
                "Hipersinal em T2 e na DWI, margens irregulares, necrose e crescimento rápido",
                "Não permitem diagnóstico de leiomiossarcoma por imagem, mas merecem ressalva explícita na conclusão em vez de o nódulo ser chamado de mioma"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_pelve.c7",
          "grupo": "rm_pelve",
          "nome": "Fístula perianal — Parks (cirúrgica) e St James University Hospital (RM)",
          "nota": null,
          "fonte": "Parks, Gordon & Hardcastle, A classification of fistula-in-ano, Br J Surg 1976 · Morris, Spencer & Ambrose, MR imaging classification of perianal fistulas (St James University Hospital), RadioGraphics 2000",
          "colunas": [
            "Sistema / item",
            "Tipo, grau ou dado",
            "Descrição"
          ],
          "linhas": [
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                "Parks",
                "I — Interesfincteriana",
                "Trajeto que se ramifica apenas no plano interesfincteriano; pode ter extensão alta"
              ]
            },
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                "Parks",
                "II — Transesfincteriana",
                "Do plano interesfincteriano, o trajeto atravessa o complexo esfincteriano externo em altura variável, alcançando a fossa isquioanal"
              ]
            },
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                "III — Supraesfincteriana",
                "O trajeto sobe no plano interesfincteriano por cima do puborretal e desce pela fossa isquioanal até a pele"
              ]
            },
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                "Parks",
                "IV — Extraesfincteriana",
                "O trajeto vai da pele perineal, atravessa a gordura isquioanal e o elevador do ânus, e alcança o reto sem relação com a linha pectínea"
              ]
            },
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                "St James",
                "Grau 0",
                "Aspecto normal, sem fístula demonstrável"
              ]
            },
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                "St James",
                "Grau 1",
                "Fístula interesfincteriana linear simples"
              ]
            },
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                "St James",
                "Grau 2",
                "Fístula interesfincteriana com abscesso ou trajeto secundário"
              ]
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                "St James",
                "Grau 3",
                "Fístula transesfincteriana"
              ]
            },
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                "St James",
                "Grau 4",
                "Fístula transesfincteriana com abscesso ou trajeto secundário na fossa isquioanal"
              ]
            },
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                "St James",
                "Grau 5",
                "Doença supraelevadora / translevatória (supraesfincteriana e extraesfincteriana)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Correspondência",
                "Grau 1 ≈ Parks I · grau 3 ≈ Parks II · grau 5 cobre supra e extraesfincteriana",
                "Parks organiza pela relação do trajeto com o complexo esfincteriano; St James traduz Parks para a RM e acrescenta o que muda conduta: abscesso e trajeto secundário"
              ]
            },
            {
              "status": null,
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                "O que o coloproctologista precisa",
                "Roteiro do laudo",
                "Posição do orifício interno em horas do relógio (posição de litotomia) e sua distância à margem anal; trajeto primário e sua relação com esfíncter interno, esfíncter externo e puborretal; trajetos secundários e coleções; posição do orifício externo; sinalizar doença de Crohn, que muda a estratégia"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Atividade do trajeto",
                "T2/STIR e pós-contraste",
                "Hipersinal em T2/STIR com realce indica trajeto ativo; hipossinal fibroso indica trajeto inativo"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_pelve.c8",
          "grupo": "rm_pelve",
          "nome": "Densidade de PSA — leitura por faixa",
          "nota": null,
          "fonte": "Nordström T et al., Prostate Cancer Prostatic Dis 2018;21:57-63 · Washington SL et al., J Urol 2022 · PI-RADS v2.1 (volume por elipsoide)",
          "colunas": [
            "Densidade (ng/mL/mL)",
            "Leitura",
            "Uso prático"
          ],
          "linhas": [
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              "status": null,
              "celulas": [
                "< 0,10",
                "Baixa",
                "Em PI-RADS 3, apoia vigilância em vez de biópsia imediata."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "0,10 – 0,14",
                "Intermediária",
                "Zona cinzenta: decidir com idade, toque retal, história familiar e preferência do paciente."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "≥ 0,15",
                "Elevada",
                "Aumenta a probabilidade de câncer clinicamente significativo; em PI-RADS 3 costuma inclinar para biópsia."
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "RM",
      "chave": "rm_mama_cardio",
      "slug": "rm-mama-cardio",
      "nome": "RM — Mama e Cardíaca",
      "temPaginaPublica": false,
      "medidas": [
        {
          "id": "rm_mama_cardio.0",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Volume diastólico final do VE indexado (VDFVEi) — cine SSFP",
          "valor": "Homens 79 ± 15 (50–108) · Mulheres 73 ± 12 (50–96)",
          "unidade": "mL/m²",
          "nota": "Média ± DP com limites de normalidade entre parênteses. Tabela com músculos papilares incluídos na massa do VE (portanto excluídos do volume cavitário). Indexado pela superfície corpórea.",
          "fonte": "Kawel-Boehm N et al., J Cardiovasc Magn Reson 2020;22:87 — Reference ranges (\"normal values\") for CMR in adults and children: 2020 update (Tabela 2; doi 10.1186/s12968-020-00683-3)",
          "faixas": [
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              "rotulo": "Dentro do intervalo de referência",
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        },
        {
          "id": "rm_mama_cardio.1",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Volume sistólico final do VE indexado (VSFVEi)",
          "valor": "Homens 29 ± 9 (11–47) · Mulheres 25 ± 7 (10–40)",
          "unidade": "mL/m²",
          "nota": "Parâmetro mais sensível que o VDF para remodelamento em valvopatia e cardiomiopatia. Mesma convenção de contorno da tabela de VDF.",
          "fonte": "Kawel-Boehm N et al., J Cardiovasc Magn Reson 2020;22:87 (Tabela 2; doi 10.1186/s12968-020-00683-3)",
          "faixas": [
            {
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            {
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              "rotulo": "Acima do limite superior de normalidade",
              "valor": "> 47 (homens) · > 40 (mulheres) mL/m²",
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_mama_cardio.2",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) por RM",
          "valor": "Homens 64 ± 8 (49–79) · Mulheres 66 ± 7 (52–79)",
          "unidade": "%",
          "nota": "A RM é o padrão de referência para FE. O limite inferior por RM é mais alto que o adotado em ecocardiografia — não transportar o corte de 52% (homens) / 54% (mulheres) do eco para o laudo de RM sem ressalva.",
          "fonte": "Kawel-Boehm N et al., J Cardiovasc Magn Reson 2020;22:87 (Tabela 2; doi 10.1186/s12968-020-00683-3)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Dentro do intervalo de referência",
              "valor": "49–79% (homens) · 52–79% (mulheres)",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Abaixo do limite inferior de normalidade",
              "valor": "< 49% (homens) · < 52% (mulheres)",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_mama_cardio.3",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Massa do VE indexada",
          "valor": "Homens 62 ± 11 (39–85) · Mulheres 49 ± 10 (30–68)",
          "unidade": "g/m²",
          "nota": "Medida ao final da diástole, com músculos papilares INCLUÍDOS na massa nesta tabela. Excluir os papilares reduz a massa em cerca de 5–10% — declarar a convenção no laudo, sobretudo em seguimento.",
          "fonte": "Kawel-Boehm N et al., J Cardiovasc Magn Reson 2020;22:87 (Tabela 2; doi 10.1186/s12968-020-00683-3)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Dentro do intervalo de referência",
              "valor": "39–85 (homens) · 30–68 (mulheres) g/m²",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Acima do limite superior — hipertrofia/aumento de massa",
              "valor": "> 85 (homens) · > 68 (mulheres) g/m²",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_mama_cardio.4",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Volume diastólico final do VD indexado (VDFVDi)",
          "valor": "Homens 88 ± 17 (53–123) · Mulheres 76 ± 14 (48–104)",
          "unidade": "mL/m²",
          "nota": "O VD normal é maior que o VE em volume indexado. Parâmetro central em displasia arritmogênica, shunt e valvopatia pulmonar.",
          "fonte": "Kawel-Boehm N et al., J Cardiovasc Magn Reson 2020;22:87 (Tabela 10 — músculos papilares incluídos no volume do VD; doi 10.1186/s12968-020-00683-3)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Dentro do intervalo de referência",
              "valor": "53–123 (homens) · 48–104 (mulheres) mL/m²",
              "min": null,
              "max": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Acima do limite superior — dilatação do VD",
              "valor": "> 123 (homens) · > 104 (mulheres) mL/m²",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_mama_cardio.5",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Volume sistólico final do VD indexado (VSFVDi)",
          "valor": "Homens 38 ± 11 (17–59) · Mulheres 30 ± 9 (13–48)",
          "unidade": "mL/m²",
          "nota": "Mesma convenção de contorno do VDF do VD (papilares incluídos no volume).",
          "fonte": "Kawel-Boehm N et al., J Cardiovasc Magn Reson 2020;22:87 (Tabela 10; doi 10.1186/s12968-020-00683-3)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Dentro do intervalo de referência",
              "valor": "17–59 (homens) · 13–48 (mulheres) mL/m²",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Acima do limite superior de normalidade",
              "valor": "> 59 (homens) · > 48 (mulheres) mL/m²",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_mama_cardio.6",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Fração de ejeção do ventrículo direito (FEVD) por RM",
          "valor": "Homens 57 ± 8 (42–72) · Mulheres 60 ± 7 (46–74)",
          "unidade": "%",
          "nota": "A FEVD normal é fisiologicamente menor que a FEVE. A RM é o método de escolha para o VD, cuja geometria inviabiliza estimativa volumétrica confiável ao ecocardiograma.",
          "fonte": "Kawel-Boehm N et al., J Cardiovasc Magn Reson 2020;22:87 (Tabela 10; doi 10.1186/s12968-020-00683-3)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Dentro do intervalo de referência",
              "valor": "42–72% (homens) · 46–74% (mulheres)",
              "min": null,
              "max": null,
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              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Abaixo do limite inferior de normalidade",
              "valor": "< 42% (homens) · < 46% (mulheres)",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_mama_cardio.7",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Volume máximo do átrio esquerdo indexado",
          "valor": "Homens 38 ± 11 (17–59) · Mulheres 39 ± 11 (17–61)",
          "unidade": "mL/m²",
          "nota": "Método biplano área-comprimento, com veias pulmonares e apêndice atrial EXCLUÍDOS do volume. A mesma tabela traz valores pelo método de Simpson COM o apêndice incluído (homens 40 ± 8 [25–56]; mulheres 39 ± 7 [25–53]) — declarar o método usado, sobretudo em seguimento. Valores por RM são sistematicamente maiores que os cortes ecocardiográficos: não aplicar o corte de 34 mL/m² do eco à RM.",
          "fonte": "Kawel-Boehm N et al., J Cardiovasc Magn Reson 2020;22:87 (Tabela 14; doi 10.1186/s12968-020-00683-3)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Dentro do intervalo de referência (biplano área-comprimento)",
              "valor": "17–59 (homens) · 17–61 (mulheres) mL/m²",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Acima do limite superior — aumento atrial esquerdo",
              "valor": "> 59 (homens) · > 61 (mulheres) mL/m²",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_mama_cardio.8",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "T1 nativo miocárdico — 3 T, MOLLI (coorte com biópsia)",
          "valor": "Biópsia negativa 1195 ± 43 · Miocardite 1252 ± 42 · corte 1228",
          "unidade": "ms",
          "nota": "Corte de 1228 ms com sensibilidade 86,0% e especificidade 93,3% para miocardite confirmada por biópsia endomiocárdica (43 positivos, 30 negativos); esquema MOLLI 5(3)3 pré-contraste, Philips Ingenia 3 T. ATENÇÃO: o grupo de 1195 ms é de pacientes com biópsia NEGATIVA (arritmia idiopática, cardiomiopatia dilatada e outras), não de voluntários sadios — não usar como valor normal de T1 a 3 T. Valor NÃO transportável para 1,5 T nem para outra sequência: o consenso SCMR/EACVI determina que, sem faixa de referência local para T1 nativo, o resultado quantitativo não deve ser reportado clinicamente. T1 nativo elevado é inespecífico (edema, inflamação, fibrose, amiloide).",
          "fonte": "Li S et al., Front Cardiovasc Med 2021;8:739892 (doi 10.3389/fcvm.2021.739892; PMID 34712710) · advertência de dependência técnica e exigência de faixa local em Messroghli DR et al., J Cardiovasc Magn Reson 2017;19:75 (consenso SCMR/EACVI, doi 10.1186/s12968-017-0389-8)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Abaixo do corte da coorte",
              "valor": "≤ 1228 ms (3 T, MOLLI)",
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Acima do corte — critério T1 de Lake Louise satisfeito",
              "valor": "> 1228 ms (3 T, MOLLI)",
              "min": null,
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_mama_cardio.9",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "T2 mapping miocárdico — 3 T, GraSE (coorte com biópsia)",
          "valor": "Biópsia negativa 54,5 ± 3,7 · Miocardite 63,2 ± 6,1 · corte 58,5",
          "unidade": "ms",
          "nota": "Corte de 58,5 ms com sensibilidade 83,7% e especificidade 93,3%, em sequência GraSE de seis ecos a 3 T. O mapa de T2 superou a imagem T2 ponderada na mesma coorte (sensibilidade 83,7% x 69,8%). T2 elevado = edema miocárdico, marcador de atividade/agudeza — é o critério que separa inflamação ativa de cicatriz. O grupo de 54,5 ms é de pacientes com biópsia negativa, não de voluntários sadios.",
          "fonte": "Li S et al., Front Cardiovasc Med 2021;8:739892 (doi 10.3389/fcvm.2021.739892; PMID 34712710)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Abaixo do corte da coorte",
              "valor": "≤ 58,5 ms (3 T, GraSE)",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Acima do corte — critério T2 (edema) satisfeito",
              "valor": "> 58,5 ms (3 T, GraSE)",
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          ]
        },
        {
          "id": "rm_mama_cardio.10",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Volume extracelular (ECV) miocárdico — 3 T",
          "valor": "Biópsia negativa 29,3 ± 4,1 · Miocardite 32,7 ± 3,3 · corte 31,0",
          "unidade": "%",
          "nota": "Corte de 31,0% com sensibilidade 65,1% e especificidade 83,3% — o menos sensível dos três parâmetros de mapeamento. Exige hematócrito e aquisição pré e pós-contraste. Referência de plausibilidade, derivada da seção de AMILOIDOSE do consenso SCMR/EACVI: fibrose difusa raramente eleva o ECV acima de 40%, e ECV acima de ~55% aparece em realce tardio transmural — são balizas de magnitude, não cortes diagnósticos de miocardite.",
          "fonte": "Li S et al., Front Cardiovasc Med 2021;8:739892 (doi 10.3389/fcvm.2021.739892) · balizas de 40% e 55% na seção de amiloidose de Messroghli DR et al., J Cardiovasc Magn Reson 2017;19:75 (doi 10.1186/s12968-017-0389-8)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Abaixo do corte da coorte",
              "valor": "≤ 31,0%",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Acima do corte — critério T1/ECV satisfeito",
              "valor": "> 31,0%",
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          ]
        },
        {
          "id": "rm_mama_cardio.11",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "T2* miocárdico — sobrecarga de ferro (1,5 T)",
          "valor": "> 20 (baixo risco) · 10–20 (intermediário) · < 10 (alto risco)",
          "unidade": "ms",
          "nota": "Estratificação derivada de Anderson 2001, onde nenhum paciente sem sobrecarga apresentou T2* abaixo de 20 ms — o que sustenta 20 ms como limiar clínico. O consenso SCMR/EACVI não publica esses cortes; ele recomenda que o T2* seja adquirido a 1,5 T, com gradiente-eco multi-eco de 8 ecos igualmente espaçados de 2 a 18 ms, ROI no septo interventricular e abordagem de sangue escuro quando disponível. O T2* miocárdico não acompanha a ferritina sérica nem o T2* hepático — a sobrecarga cardíaca precisa ser medida no coração.",
          "fonte": "Anderson LJ et al., Eur Heart J 2001;22:2171-2179 — Cardiovascular T2-star (T2*) magnetic resonance for the early diagnosis of myocardial iron overload (PMID 11913479) · desfechos em Kirk P et al., Circulation 2009;120:1961-1968 (PMID 19801505) · parâmetros de aquisição em Messroghli DR et al., J Cardiovasc Magn Reson 2017;19:75 (doi 10.1186/s12968-017-0389-8)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Baixo risco — sem sobrecarga significativa",
              "valor": "> 20 ms",
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Risco intermediário — sobrecarga miocárdica",
              "valor": "10–20 ms",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Alto risco — quelação intensiva",
              "valor": "< 10 ms",
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          ]
        },
        {
          "id": "rm_mama_cardio.12",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "T2* miocárdico e risco de insuficiência cardíaca (talassemia maior)",
          "valor": "< 10 ms: RR 160 (IC 95% 39–653) · < 6 ms: IC em 47% em 1 ano, RR 270 (IC 95% 64–1129)",
          "unidade": "ms",
          "nota": "Coorte de 652 pacientes e 1442 exames. O T2* cardíaco esteve abaixo de 10 ms em 98% dos exames de pacientes que desenvolveram insuficiência cardíaca; 83% dos que desenvolveram arritmia tinham T2* < 20 ms (RR de arritmia 4,6; IC 95% 2,66–7,95). A área sob a curva ROC para prever insuficiência cardíaca foi 0,948 para o T2* cardíaco, contra 0,589 do T2* hepático e 0,629 da ferritina sérica. T2* < 6 ms justifica quelação intensiva mesmo com função ventricular normal — é o achado que muda a conduta no mesmo dia.",
          "fonte": "Kirk P et al., Circulation 2009;120:1961-1968 — Cardiac T2* magnetic resonance for prediction of cardiac complications in thalassemia major (PMID 19801505; doi 10.1161/CIRCULATIONAHA.109.874487)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Baixo risco — sem sobrecarga significativa",
              "valor": "> 20 ms",
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            {
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              "rotulo": "Alto risco de insuficiência cardíaca",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Risco muito alto — quelação intensiva imediata",
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        {
          "id": "rm_mama_cardio.13",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Extensão transmural do realce tardio e viabilidade miocárdica",
          "valor": "< 50% da espessura parietal = segmento viável",
          "unidade": null,
          "nota": "Com o corte de 50%, 381 de 609 segmentos disfuncionais com realce < 50% (63%) recuperaram contração em 6 meses após revascularização cirúrgica (análise segmentar em modelo de 48 segmentos). Ainda com o corte de 50%, e agora no modelo AHA de 16 segmentos, a presença de ≥ 10 segmentos viáveis ou normais previu ganho ≥ 3% de FEVE com sensibilidade 95% e especificidade 75% (AUC 0,90). Estudo pequeno (33 pacientes), resultados considerados preliminares pelos próprios autores. Princípio original estabelecido por Kim et al., N Engl J Med 2000.",
          "fonte": "Pegg TJ et al., J Cardiovasc Magn Reson 2010;12:56 (doi 10.1186/1532-429X-12-56; PMID 20929540) · princípio original em Kim RJ et al., N Engl J Med 2000;343:1445-1453",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Viável — alta probabilidade de recuperação funcional",
              "valor": "< 50% da espessura parietal",
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              "status": "red",
              "rotulo": "Não viável — baixa probabilidade de recuperação",
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        },
        {
          "id": "rm_mama_cardio.14",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Espessura parietal máxima do VE — diagnóstico de cardiomiopatia hipertrófica",
          "valor": "≥ 15 mm (caso índice) · ≥ 13 mm (história familiar ou genótipo positivo)",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Espessura ao final da diástole em qualquer segmento, não explicada apenas por condições de carga. A RM entra quando o ecocardiograma é inconclusivo e para estratificação de risco de morte súbita quando o CDI não está claramente indicado após a avaliação clínica — a RM detecta hipertrofia apical e anterolateral basal que o eco subestima, além de aneurisma apical e extensão de fibrose por realce tardio.",
          "fonte": "Ommen SR et al., 2024 AHA/ACC/AMSSM/HRS/PACES/SCMR Guideline for the Management of Hypertrophic Cardiomyopathy — Circulation 2024;149:e1239-e1311 (doi 10.1161/CIR.0000000000001250; PMID 38718139) e J Am Coll Cardiol 2024;83:2324-2405 (doi 10.1016/j.jacc.2024.02.014; PMID 38727647)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Abaixo do limiar diagnóstico",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Diagnóstico apenas com história familiar ou genótipo positivo",
              "valor": "13–14 mm",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Limiar diagnóstico no caso índice",
              "valor": "≥ 15 mm",
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          ]
        },
        {
          "id": "rm_mama_cardio.15",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Desempenho dos critérios de Lake Louise 2018 x 2009 (biópsia como referência)",
          "valor": "2018: sensibilidade 95,3%, especificidade 86,7%, acurácia 91,8% · 2009: 79,1%, 73,3%, 76,7%",
          "unidade": null,
          "nota": "Coorte com confirmação por biópsia endomiocárdica (43 positivos, 30 negativos), 3 T. O ganho da versão 2018 vem da entrada do mapeamento paramétrico, que substitui os critérios baseados em razão de intensidade de sinal. Estudo unicêntrico e de amostra pequena; a especificidade é penalizada pelos falsos-negativos de amostragem da própria biópsia.",
          "fonte": "Li S et al., Front Cardiovasc Med 2021;8:739892 — Multiparametric CMR in Acute Myocarditis: Comparison of 2009 and 2018 Lake Louise Criteria With Endomyocardial Biopsy Confirmation (doi 10.3389/fcvm.2021.739892; PMID 34712710)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_mama_cardio.16",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Desempenho isolado do mapeamento paramétrico na miocardite aguda (meta-análise)",
          "valor": "T1 nativo: S 83% / E 86% (AUC 0,91) · T2: S 81% / E 86% (AUC 0,89) · ECV: S 71% / E 81% (AUC 0,83)",
          "unidade": null,
          "nota": "Meta-análise de 11 estudos e 677 pacientes, predominantemente a 1,5 T com MOLLI. O T1 nativo teve a maior acurácia diagnóstica isolada, mas nenhum parâmetro isolado substitui a combinação obrigatória T2 + T1 dos critérios de Lake Louise 2018. Cortes agrupados a 1,5 T: T1 nativo 1021 ms, T2 52 ms, ECV 28% — com heterogeneidade alta (I² 69–75%) e necessidade de validação local.",
          "fonte": "Ganesan L et al., Diagnostic performance of cardiovascular magnetic resonance parametric mapping as per modified Lake Louise Criteria in acute myocarditis: an updated systematic review and meta-analysis — J Cardiovasc Imaging 2025 (doi 10.1186/s44348-025-00048-3; PMID 40462222; PMC12131415)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_mama_cardio.17",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "BI-RADS 3 na RM de mama — teto de probabilidade de malignidade",
          "valor": "> 0% e ≤ 2%",
          "unidade": null,
          "nota": "Categoria reservada a achado com probabilidade de malignidade de no máximo 2%, com conduta de controle em intervalo curto (tipicamente 6 meses) em vez de biópsia. Na RM, a categoria 3 pressupõe exame de qualidade técnica adequada e realce de fundo que não mascare o achado — BPE acentuado desqualifica o uso confortável da categoria.",
          "fonte": "ACR BI-RADS Atlas 5ª ed (2013) · limiares consolidados em StatPearls, Breast Imaging Reporting and Data System (NCBI Bookshelf NBK459169)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Categorias 1 e 2 — benigno",
              "valor": "essencialmente 0%",
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              "valor": "> 0% e ≤ 2%",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Categoria 4 ou superior — biópsia",
              "valor": "> 2%",
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          ]
        },
        {
          "id": "rm_mama_cardio.18",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "BI-RADS 5 — piso de probabilidade de malignidade",
          "valor": "≥ 95%",
          "unidade": null,
          "nota": "Valor preditivo positivo esperado de pelo menos 95%. Resultado histológico benigno em achado categoria 5 é discordante e obriga rediscussão — a conduta não se encerra no laudo da patologia.",
          "fonte": "ACR BI-RADS Atlas 5ª ed (2013) · StatPearls, Breast Imaging Reporting and Data System (NCBI Bookshelf NBK459169)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_mama_cardio.19",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Risco vitalício que indica RM de mama de rastreamento anual",
          "valor": "≥ 20%",
          "unidade": null,
          "nota": "Risco vitalício calculado por modelo que incorpore história familiar. Também indicam RM anual: risco de base genética (portadoras de BRCA e demais mutações), irradiação torácica em idade jovem, câncer de mama diagnosticado antes dos 50 anos e história pessoal de câncer de mama associada a mamas densas. Quem tem história pessoal fora dessas condições, ou atipia na biópsia, deve considerar fortemente a RM. A RM é o método suplementar de escolha; para quem qualifica mas não pode fazer RM, a ACR admite mamografia com contraste ou ultrassom. Entre 15% e 20% de risco vitalício a ACR 2023 não estabelece indicação de rotina — a decisão é individualizada.",
          "fonte": "Monticciolo DL, Newell MS, Moy L, Lee CS, Destounis SV. Breast Cancer Screening for Women at Higher-Than-Average Risk: Updated Recommendations From the ACR. J Am Coll Radiol 2023;20(9):902-914 (doi 10.1016/j.jacr.2023.04.002; PMID 37150275)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Risco habitual — rastreamento mamográfico anual a partir dos 40 anos",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Zona intermediária — sem indicação de rotina; decisão individualizada",
              "valor": "15% a < 20%",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Alto risco — RM anual indicada",
              "valor": "≥ 20%",
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          ]
        },
        {
          "id": "rm_mama_cardio.20",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Idade de início do rastreamento por RM e da avaliação formal de risco",
          "valor": "RM aos 25–30 anos · avaliação de risco até os 25 anos",
          "unidade": null,
          "nota": "Toda mulher deve passar por avaliação formal de risco até os 25 anos, para identificar quem precisa de rastreamento antecipado. Nas de alto risco, a RM começa entre 25 e 30 anos e a mamografia entre 25 e 40 anos, conforme o tipo de risco; portadoras de mutação podem adiar a mamografia até os 40 anos se a RM anual estiver sendo feita como recomendado. A recomendação enfatiza a avaliação precoce em mulheres negras e em mulheres de ascendência judaica asquenaze.",
          "fonte": "Monticciolo DL et al. Breast Cancer Screening for Women at Higher-Than-Average Risk: Updated Recommendations From the ACR. J Am Coll Radiol 2023;20(9):902-914 (doi 10.1016/j.jacr.2023.04.002; PMID 37150275)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_mama_cardio.21",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Desempenho diagnóstico da curva cinética na RM de mama",
          "valor": "Sensibilidade 91% · especificidade 83% · acurácia 86%",
          "unidade": null,
          "nota": "Estudo original de 266 lesões (101 malignas, 165 benignas) que definiu as curvas tipo I, II e III. Distribuição nos carcinomas: tipo I 8,9%, tipo II 33,6%, tipo III 57,4%; nas lesões benignas: tipo I 83,0%, tipo II 11,5%, tipo III 5,5%. A curva é adjuvante: acrescenta especificidade à morfologia, mas não deve rebaixar achado morfologicamente suspeito — carcinomas bem diferenciados e carcinoma lobular podem exibir curva tipo I.",
          "fonte": "Kuhl CK, Mielcareck P, Klaschik S et al. Dynamic Breast MR Imaging: Are Signal Intensity Time Course Data Useful for Differential Diagnosis of Enhancing Lesions? Radiology 1999;211:101-110 (PMID 10189459; doi 10.1148/radiology.211.1.r99ap38101)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rm_mama_cardio.22",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Resposta neoadjuvante por RM — RECIST 1.1",
          "valor": "Resposta parcial: redução ≥ 30% · Doença progressiva: aumento ≥ 20% e ≥ 5 mm em valor absoluto",
          "unidade": null,
          "nota": "Somatório dos maiores diâmetros das lesões-alvo. A resposta parcial é referida ao basal; a progressão é referida ao MENOR somatório do estudo (nadir) e exige, além dos 20%, aumento absoluto de pelo menos 5 mm — regra criada justamente para evitar falsa progressão em lesões pequenas. Resposta completa é o desaparecimento de todas as lesões-alvo, e nos linfonodos exige redução do eixo curto para menos de 10 mm. Linfonodo com eixo curto ≥ 15 mm é mensurável e entra como lesão-alvo. Limitação prática na mama: a RM pode subestimar doença residual fragmentada e superestimar em tumores com resposta concêntrica — a referência final é a resposta patológica completa.",
          "fonte": "Eisenhauer EA et al., New response evaluation criteria in solid tumours: revised RECIST guideline (version 1.1) — Eur J Cancer 2009;45:228-247",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Resposta parcial ou completa",
              "valor": "redução ≥ 30% do somatório",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Doença estável",
              "valor": "entre redução < 30% e aumento < 20%",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Doença progressiva",
              "valor": "aumento ≥ 20% em relação ao nadir e ≥ 5 mm absolutos",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "rm_mama_cardio.c0",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "nome": "BI-RADS RM — categorias de avaliação (ACR 5ª ed, 2013)",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR BI-RADS Atlas 5ª ed (2013) — a 5ª edição harmonizou o léxico e as categorias entre mamografia, ultrassom e RM · limiares conferidos em StatPearls (NCBI Bookshelf NBK459169)",
          "colunas": [
            "Categoria",
            "Significado",
            "Probabilidade de malignidade",
            "Conduta"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "0",
                "Avaliação incompleta — necessita avaliação adicional por imagem",
                "Não se aplica",
                "Comparar com exames prévios ou completar com método adicional"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "1",
                "Negativa — sem realce anômalo",
                "Essencialmente 0%",
                "Rastreamento de rotina conforme o nível de risco"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "2",
                "Achado benigno (cisto, linfonodo intramamário, necrose gordurosa, implante)",
                "Essencialmente 0%",
                "Rastreamento de rotina conforme o nível de risco"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "3",
                "Provavelmente benigno",
                "> 0% e ≤ 2%",
                "Controle em intervalo curto, tipicamente 6 meses"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "4A",
                "Suspeita baixa",
                "> 2% a ≤ 10%",
                "Biópsia (guiada por RM se não houver correlato)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "4B",
                "Suspeita intermediária",
                "> 10% a ≤ 50%",
                "Biópsia; avaliar concordância radiopatológica"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "4C",
                "Suspeita alta",
                "> 50% a < 95%",
                "Biópsia; resultado benigno exige rediscussão"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "5",
                "Altamente sugestivo de malignidade",
                "≥ 95%",
                "Biópsia e tratamento apropriado; resultado benigno é discordante"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "6",
                "Malignidade já comprovada por biópsia",
                "Não se aplica",
                "Estadiamento local, planejamento cirúrgico ou monitorização neoadjuvante"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_mama_cardio.c1",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "nome": "Curvas cinéticas na RM de mama — fases inicial e tardia",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR BI-RADS Atlas 5ª ed (2013), léxico de RM · classificação original e desempenho em Kuhl CK et al., Radiology 1999;211:101-110 (sensibilidade 91%, especificidade 83%, acurácia 86% em 266 lesões; PMID 10189459)",
          "colunas": [
            "Tipo / fase",
            "Definição temporal",
            "Comportamento do sinal",
            "Interpretação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Fase inicial",
                "Primeiros 2 minutos após a injeção, ou até a primeira inflexão da curva",
                "Descrita como lenta, média ou rápida",
                "Velocidade de captação; compõe a descrição junto com a fase tardia"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Tipo I — persistente",
                "Fase tardia, após cerca de 2 minutos",
                "O sinal continua subindo ao longo de toda a aquisição",
                "Mais frequente em lesões benignas (83,0% das benignas na série original), mas ocorre em 8,9% dos carcinomas; não exclui carcinoma bem diferenciado nem carcinoma lobular"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Tipo II — platô",
                "Fase tardia, após cerca de 2 minutos",
                "O sinal estabiliza após o pico inicial",
                "Indeterminado — a categoria é definida pelos descritores morfológicos"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Tipo III — washout",
                "Fase tardia, após cerca de 2 minutos",
                "O sinal cai após o pico inicial",
                "Mais frequente em lesões malignas (57,4% dos carcinomas); eleva a suspeita mas não substitui a morfologia"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_mama_cardio.c2",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "nome": "Descritores de realce — léxico BI-RADS RM",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR BI-RADS Atlas 5ª ed (2013), léxico de RM de mama · enumeração conferida em RadioGraphics 2016, A Pictorial Review of Changes in the BI-RADS Fifth Edition (doi 10.1148/rg.2016150178)",
          "colunas": [
            "Tipo de achado",
            "Descritores do léxico"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Foco",
                "Realce puntiforme, pequeno demais para que forma e margem sejam caracterizadas"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Massa — forma",
                "Oval, redonda, irregular"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Massa — margem",
                "Circunscrita, irregular, espiculada"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Massa — realce interno",
                "Homogêneo, heterogêneo, anelar (rim enhancement), septos internos escuros"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Realce não-massa — distribuição",
                "Focal, linear, segmentar, regional, múltiplas regiões, difuso"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Realce não-massa — padrão interno",
                "Homogêneo, heterogêneo, agrupado (clumped), em anéis agrupados (clustered ring)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Simetria",
                "Simétrico ou assimétrico, aplicável a realce não-massa em achados bilaterais"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Achados associados",
                "Retração cutânea ou papilar, espessamento cutâneo, invasão de músculo peitoral ou parede torácica, linfonodopatia axilar, edema"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_mama_cardio.c3",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "nome": "Tecido fibroglandular (TFG) e realce de fundo (BPE) na RM de mama",
          "nota": null,
          "fonte": "ACR BI-RADS Atlas 5ª ed (2013) — o TFG é categorizado com as letras a a d, à semelhança da densidade mamográfica, e avaliado em T1 sem contraste; o BPE é estimativa visual do volume e da intensidade do realce do parênquima normal nas imagens pós-contraste (MIP axial) e é graduado como mínimo, leve, moderado ou acentuado, sem usar as mesmas letras · categorias conferidas em RadioGraphics 2016 (doi 10.1148/rg.2016150178)",
          "colunas": [
            "Categoria",
            "Tecido fibroglandular — T1 sem contraste",
            "Realce de fundo (BPE) — 1ª fase pós-contraste"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "a",
                "Quase inteiramente adiposo",
                "Mínimo"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "b",
                "Tecido fibroglandular esparso",
                "Leve"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "c",
                "Tecido fibroglandular heterogêneo",
                "Moderado"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "d",
                "Tecido fibroglandular extremo",
                "Acentuado"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_mama_cardio.c4",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "nome": "Critérios de Lake Louise 2018 — miocardite",
          "nota": null,
          "fonte": "Ferreira VM et al., Cardiovascular Magnetic Resonance in Nonischemic Myocardial Inflammation: Expert Recommendations — J Am Coll Cardiol 2018;72:3158-3176 · validação com biópsia endomiocárdica em Li S et al., Front Cardiovasc Med 2021;8:739892 (sensibilidade 95,3%, especificidade 86,7%, acurácia 91,8%; doi 10.3389/fcvm.2021.739892)",
          "colunas": [
            "Critério",
            "O que satisfaz",
            "Papel no diagnóstico"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Critério T2 — edema miocárdico",
                "Aumento regional ou global do T2 no mapa de T2; ou hipersinal regional em T2/STIR; ou razão de intensidade global de T2 elevada",
                "Obrigatório — pelo menos um item positivo"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Critério T1 — lesão miocárdica",
                "Aumento do T1 nativo; ou aumento do ECV; ou realce tardio com padrão não-isquêmico",
                "Obrigatório — pelo menos um item positivo"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Diagnóstico de miocardite",
                "Um critério T2 positivo E um critério T1 positivo",
                "Os dois são necessários; um só critério positivo apenas apoia a hipótese"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Critérios de apoio",
                "Derrame pericárdico ou realce/edema pericárdico; alteração segmentar da contratilidade sistólica do VE",
                "Reforçam o diagnóstico mas não substituem os critérios principais"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Observação de agudeza",
                "O critério T2 (edema) é o que indica atividade inflamatória; realce tardio isolado, sem T2 elevado, favorece cicatriz prévia e não miocardite ativa",
                "Separa miocardite ativa de sequela"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_mama_cardio.c5",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "nome": "T2* miocárdico — estratificação da sobrecarga de ferro",
          "nota": null,
          "fonte": "Limiar de 20 ms e estratificação original em Anderson LJ et al., Eur Heart J 2001;22:2171-2179 (PMID 11913479) · desfechos clínicos em Kirk P et al., Circulation 2009;120:1961-1968 (PMID 19801505; 652 pacientes, 1442 exames) · parâmetros de aquisição (1,5 T, gradiente-eco multi-eco com 8 ecos de 2 a 18 ms, ROI septal) em Messroghli DR et al., J Cardiovasc Magn Reson 2017;19:75 (doi 10.1186/s12968-017-0389-8), que não publica estes cortes de risco",
          "colunas": [
            "T2* miocárdico (1,5 T)",
            "Estrato",
            "Implicação clínica"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "> 20 ms",
                "Baixo risco — sem sobrecarga miocárdica significativa",
                "Nenhum paciente sem sobrecarga apresentou T2* abaixo de 20 ms na série de Anderson 2001, o que sustenta esse valor como limiar clínico"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "10 a 20 ms",
                "Risco intermediário — sobrecarga miocárdica presente",
                "83% dos pacientes que desenvolveram arritmia tinham T2* menor que 20 ms (risco relativo de arritmia 4,6; IC 95% 2,66 a 7,95)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "< 10 ms",
                "Alto risco",
                "Risco relativo de insuficiência cardíaca de 160 (IC 95% 39 a 653) em comparação com T2* acima de 10 ms; 98% dos exames de quem desenvolveu insuficiência cardíaca estavam abaixo de 10 ms"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "< 6 ms",
                "Risco muito alto",
                "Insuficiência cardíaca sintomática em 47% dos pacientes em 1 ano (risco relativo 270; IC 95% 64 a 1129); indica quelação intensiva mesmo com função ventricular normal"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_mama_cardio.c6",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "nome": "Realce tardio — padrão isquêmico x não-isquêmico",
          "nota": null,
          "fonte": "Lewis AJM et al., Cardiovascular magnetic resonance imaging for inflammatory heart diseases — Cardiovasc Diagn Ther (PMID 32695640) · regra de viabilidade em Pegg TJ et al., J Cardiovasc Magn Reson 2010;12:56 (doi 10.1186/1532-429X-12-56) e princípio original em Kim RJ et al., N Engl J Med 2000;343:1445-1453",
          "colunas": [
            "Padrão",
            "Distribuição na parede",
            "Contexto típico"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Isquêmico",
                "Acomete obrigatoriamente o subendocárdio, com extensão variável até transmural, respeitando território de artéria coronária",
                "Infarto do miocárdio e doença arterial coronariana"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Não-isquêmico — mesocárdico (mid-wall)",
                "Faixa média da parede, poupando o subendocárdio",
                "Cardiomiopatia dilatada, miocardite, sarcoidose; satisfaz o critério T1 de Lake Louise"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Não-isquêmico — subepicárdico",
                "Camada subepicárdica, tipicamente em focos manchados e não contíguos nas paredes lateral ou septal",
                "Miocardite — é o padrão mais característico, e satisfaz o critério T1 de Lake Louise tanto quanto o mesocárdico"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Não-isquêmico — transmural sem território coronariano",
                "Acometimento transmural sem correspondência com território de artéria coronária",
                "Pode ocorrer em miocardite grave, sarcoidose e doença de Chagas; exige exclusão de infarto antes de ser chamado de não-isquêmico"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Regra de viabilidade",
                "Extensão transmural do realce menor que 50% da espessura parietal",
                "Segmento considerado viável: 63% dos segmentos disfuncionais com realce menor que 50% recuperaram contração em 6 meses após revascularização"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rm_mama_cardio.c7",
          "grupo": "rm_mama_cardio",
          "nome": "T1 nativo — o que eleva e o que reduz",
          "nota": null,
          "fonte": "Messroghli DR et al., Clinical recommendations for cardiovascular magnetic resonance mapping of T1, T2, T2* and extracellular volume: consenso SCMR endossado pela EACVI — J Cardiovasc Magn Reson 2017;19:75 (doi 10.1186/s12968-017-0389-8)",
          "colunas": [
            "Direção",
            "Condições",
            "Uso prático"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Elevam o T1 nativo",
                "Amiloidose, inflamação aguda, isquemia aguda, necrose, fibrose difusa, edema",
                "T1 nativo elevado é sensível mas inespecífico — precisa do T2 e do realce tardio para separar edema agudo de fibrose crônica"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Reduzem o T1 nativo",
                "Doença de Anderson-Fabry, sobrecarga de ferro, gordura, hemorragia",
                "T1 nativo reduzido é um achado de alto valor: em hipertrofia ventricular inexplicada, sugere Fabry e muda a investigação"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Advertência técnica",
                "Os valores dependem de sequência (MOLLI, ShMOLLI, SASHA), campo magnético (1,5 T x 3 T), idade e sexo; a variação por sexo e idade é da ordem de 0,5 desvio-padrão da média normal",
                "O consenso recomenda comparar com faixas publicadas mas usar prioritariamente a faixa de referência LOCAL, com limites definidos pela média ± 2 desvios-padrão; sem faixa local para T1 nativo e T2, o resultado quantitativo NÃO deve ser reportado clinicamente"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "ECV — referência de magnitude",
                "Na amiloidose, fibrose difusa raramente ultrapassa 40%; valores acima de cerca de 55% aparecem em áreas de realce tardio transmural",
                "Ajuda a checar plausibilidade do valor medido antes de laudar; não é corte diagnóstico"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "RX",
      "chave": "rx_torax",
      "slug": "rx-torax",
      "nome": "Radiografia de Tórax — Medidas, Qualidade Técnica e Sinais",
      "temPaginaPublica": false,
      "medidas": [
        {
          "id": "rx_torax.0",
          "grupo": "rx_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Índice cardiotorácico (ICT) — PA em ortostase",
          "valor": "≤ 0,50",
          "unidade": "razão",
          "nota": "Soma do maior diâmetro cardíaco à direita e à esquerda da linha média, dividida pelo maior diâmetro torácico interno, medidos na mesma inspiração. Em PA ortostático, ICT ≥ 0,50 já define cardiomegalia — não existe faixa 'limítrofe' nesta projeção. Só é válido em PA ortostático com inspiração adequada.",
          "fonte": "Chon SB, Oh WS, Cho JH, Kim SS, Lee SJ. Calculation of the cardiothoracic ratio from portable anteroposterior chest radiography. J Korean Med Sci 2011;26(11):1446-53 (define cardiomegalia como ICT ≥ 0,50)",
          "faixas": [
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        {
          "id": "rx_torax.1",
          "grupo": "rx_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Índice cardiotorácico (ICT) — radiografia AP portátil/supina",
          "valor": "≤ 0,55",
          "unidade": "razão",
          "nota": "Corte derivado de curva ROC em radiografia digital portátil supina de pacientes de UTI com cateter de artéria pulmonar. Mesmo combinado ao pedículo vascular ≥ 70 mm, a acurácia dos radiologistas para diferenciar PAOP > 18 mmHg de PAOP < 18 mmHg foi de apenas 70% — o corte descreve tendência, não decide volemia. Alternativa: corrigir o diâmetro cardíaco do AP pelo fator 0,925 e aplicar o corte de 0,50 (Chon 2011).",
          "fonte": "Ely EW, Smith AC, Chiles C, et al. Radiologic determination of intravascular volume status using portable, digital chest radiography. Crit Care Med 2001;29(8):1502-8",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Abaixo do corte ROC do portátil",
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              "rotulo": "Acima do corte ROC do portátil — correlacionar com a clínica",
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          "id": "rx_torax.2",
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          "rotulo": "Magnificação do diâmetro cardíaco na incidência AP",
          "valor": "≈ 7,5% a 140 cm de distância foco-filme",
          "unidade": "%",
          "nota": "A armadilha do AP: razão DC(PA)/DC(AP) = [0,00099 × distância em cm] + 0,79. A 140 cm o cálculo dá 0,9286, arredondado pelos próprios autores para 0,925 — cerca de 7,5% de superestimativa do diâmetro cardíaco no AP. Quanto menor a distância foco-filme, maior a superestimativa — nunca laudar cardiomegalia com base isolada em AP/portátil.",
          "fonte": "Chon SB et al. Calculation of the cardiothoracic ratio from portable anteroposterior chest radiography. J Korean Med Sci 2011;26(11):1446-53",
          "faixas": []
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        {
          "id": "rx_torax.3",
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          "ruleId": null,
          "rotulo": "Traqueia — diâmetro coronal",
          "valor": "Homens 13 – 25 mm · Mulheres 10 – 21 mm",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Medido na coluna aérea traqueal em PA. Limites definidos como média ± 3 desvios-padrão (99,7% da população normal) em 808 adultos de 10 a 79 anos. Sem correlação estatística com peso ou altura na série original. Traqueia em bainha de sabre NÃO se define por diâmetro coronal isolado: exige razão coronal/sagital ≤ 2/3 no segmento intratorácico, tipicamente em DPOC.",
          "fonte": "Breatnach E, Abbott GC, Fraser RG. Dimensions of the normal human trachea. AJR 1984;142(5):903-6 (n=808)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Normal",
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              "rotulo": "Alargamento patológico — traqueobroncomegalia (Mounier-Kuhn) a investigar",
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          "rotulo": "Traqueia — diâmetro sagital",
          "valor": "Homens 13 – 27 mm · Mulheres 10 – 23 mm",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Medido no perfil. Os limites inferiores da normalidade são os mesmos dos dois planos: 13 mm (homens) e 10 mm (mulheres).",
          "fonte": "Breatnach E, Abbott GC, Fraser RG. AJR 1984;142(5):903-6",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rx_torax.5",
          "grupo": "rx_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Estria (linha) paratraqueal direita",
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          "unidade": "mm",
          "nota": "Faixa de densidade de água entre a coluna aérea traqueal e o pulmão direito. Na série de 1.259 normais a largura variou de 1 a 4 mm; 5 mm ou mais é evidência confiável de doença traqueal, mediastinal (adenopatia, hemorragia) ou pleural.",
          "fonte": "Savoca CJ, Austin JH, Goldberg HI. The right paratracheal stripe. Radiology 1977;122(2):295-301",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
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        {
          "id": "rx_torax.6",
          "grupo": "rx_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Arco da veia ázigos (ortostase)",
          "valor": "< 10 mm",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Mede-se no ângulo traqueobrônquico direito. Aumenta fisiologicamente em decúbito, na gestação e na manobra de Müller (inspiração contra glote fechada); a manobra de Valsalva, ao contrário, reduz o calibre. No supino perde valor como marcador de hipervolemia.",
          "fonte": "Klein JS, Rosado-de-Christenson ML. A Systematic Approach to Chest Radiographic Analysis. In: IDKD Springer Series — Diseases of the Chest, Breast, Heart and Vessels 2019-2022 (acesso aberto, NBK553874)",
          "faixas": [
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              "status": "green",
              "rotulo": "Normal em ortostase",
              "valor": "< 10 mm",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Aumentado — hipervolemia, obstrução de VCS, azigos contínua",
              "valor": "≥ 10 mm",
              "min": null,
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_torax.7",
          "grupo": "rx_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Posição relativa dos hilos",
          "valor": "Hilo direito mais baixo que o esquerdo em 97% dos casos; mesmo nível em 3%",
          "unidade": null,
          "nota": "O padrão inverso (hilo esquerdo mais baixo que o direito) não é descrito nessa casuística — quando observado, procure perda volumétrica (atelectasia de lobo inferior esquerdo) ou massa tracionando o hilo.",
          "fonte": "Klein JS, Rosado-de-Christenson ML. IDKD Springer Series 2019 (acesso aberto, NBK553874)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rx_torax.8",
          "grupo": "rx_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Inspiração adequada (PA)",
          "valor": "Cúpula diafragmática direita no 6º arco costal anterior ou 10º arco posterior, na linha hemiclavicular",
          "unidade": null,
          "nota": "Referência única e reprodutível: conte na linha hemiclavicular. Hipoinsuflação aumenta o ICT, alarga o mediastino, borra as bases e simula congestão.",
          "fonte": "Klein JS, Rosado-de-Christenson ML. IDKD Springer Series 2019 (acesso aberto, NBK553874)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rx_torax.9",
          "grupo": "rx_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Rotação (PA)",
          "valor": "Processos espinhosos projetados na linha média entre as extremidades mediais das clavículas",
          "unidade": null,
          "nota": "Rotação produz assimetria de transparência pulmonar, falso alargamento mediastinal, falso desvio traqueal e distorce a medida do pedículo vascular.",
          "fonte": "Klein JS, Rosado-de-Christenson ML. IDKD Springer Series 2019 (acesso aberto, NBK553874)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rx_torax.10",
          "grupo": "rx_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Penetração / exposição adequada",
          "valor": "Corpos vertebrais e espaços discais fracamente visíveis através do mediastino, pulmões cinzentos e vasos pulmonares facilmente identificáveis",
          "unidade": null,
          "nota": "Subpenetrado esconde lesão retrocardíaca e retrodiafragmática; superpenetrado apaga a linha pleural do pneumotórax e o detalhe vascular periférico.",
          "fonte": "Klein JS, Rosado-de-Christenson ML. IDKD Springer Series 2019 (acesso aberto, NBK553874)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rx_torax.11",
          "grupo": "rx_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Derrame pleural — volume mínimo detectável no perfil",
          "valor": "≈ 50 mL",
          "unidade": "mL",
          "nota": "Menisco velando o seio costofrênico posterior. O perfil detecta volumes cerca de quatro vezes menores que o PA (50 mL vs. 200 mL na mesma série) — em suspeita de derrame pequeno, o perfil é obrigatório.",
          "fonte": "Blackmore CC, Black WC, Dallas RV, Crow HC. Pleural fluid volume estimation: a chest radiograph prediction rule. Acad Radiol 1996;3(2):103-9",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rx_torax.12",
          "grupo": "rx_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Derrame pleural — volume mínimo detectável em PA",
          "valor": "≈ 200 mL",
          "unidade": "mL",
          "nota": "Menisco velando o seio costofrênico lateral. Regra de predição validada contra TC, com acurácia ponderada de 86% (teste) e 85% (validação) e concordância interobservador de 97% e 88%.",
          "fonte": "Blackmore CC et al. Acad Radiol 1996;3(2):103-9",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Seios livres em PA e perfil",
              "valor": "< 50 mL",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Detectável só no perfil",
              "valor": "≈ 50 – 200 mL",
              "min": null,
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              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Detectável em PA",
              "valor": "≥ 200 mL",
              "min": null,
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              "incluiMin": true,
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_torax.13",
          "grupo": "rx_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Derrame pleural — volume que apaga a hemicúpula diafragmática",
          "valor": "≈ 500 mL",
          "unidade": "mL",
          "nota": "Marco prático para estimar volume no laudo: seio lateral velado ≈ 200 mL; hemicúpula apagada ≈ 500 mL ou mais.",
          "fonte": "Blackmore CC et al. Acad Radiol 1996;3(2):103-9",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rx_torax.14",
          "grupo": "rx_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Largura do pedículo vascular — PA ereto",
          "valor": "≤ 53 mm",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Medida da perpendicular baixada do ponto de emergência da subclávia esquerda até o cruzamento da veia cava superior com o brônquio principal direito. ATENÇÃO: os cortes de decisão publicados (≥ 70 mm) foram derivados em filme AP supino de UTI e NÃO se aplicam a esta escala. Em PA ereto, um pedículo acima de 53 mm é achado descritivo — compare apenas filmes de mesma técnica.",
          "fonte": "Milne EN, Pistolesi M, Miniati M, Giuntini C. The radiologic distinction of cardiogenic and noncardiogenic edema. AJR 1985;144:879-94",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Normal em PA ereto",
              "valor": "≤ 53 mm",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Alargado em PA ereto — descritivo, sem corte de decisão validado nesta projeção",
              "valor": "> 53 mm",
              "min": null,
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_torax.15",
          "grupo": "rx_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Largura do pedículo vascular — AP portátil/supino (UTI)",
          "valor": "≥ 70 mm",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Corte derivado de curva ROC para edema pulmonar cardiogênico em pacientes críticos com cateter de artéria pulmonar: sensibilidade 55%, especificidade 88%, VPP 81%, VPN 69% e acurácia 73% (n=80); AUC 0,72. Combinado a ICT 0,55 na radiografia digital portátil, a acurácia dos radiologistas para estado volêmico foi de 70%. Válido apenas em AP supino — não transponha para PA ereto.",
          "fonte": "Farshidpanah S et al. Anaesth Intensive Care 2014;42(3):349-56 · Ely EW et al. Crit Care Med 2001;29(8):1502-8",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Abaixo do corte",
              "valor": "< 70 mm",
              "min": null,
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              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Sobrecarga volêmica / edema cardiogênico provável",
              "valor": "≥ 70 mm",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_torax.16",
          "grupo": "rx_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Largura mediastinal superior em AP supino (trauma)",
          "valor": "> 8 cm",
          "unidade": "cm",
          "nota": "Critério clássico de mediastino alargado no trauma fechado. É gatilho para angio-TC, não diagnóstico: na série de 749 pacientes, 502 (67%) tinham mediastino > 8 cm, apenas 2 tinham lesão aórtica confirmada — sensibilidade 100%, especificidade 33% para achados traumáticos e valor preditivo positivo isolado para lesão aórtica < 1%. Confirme sempre com achados associados (perda do contorno aórtico, desvio traqueal/da sonda para a direita, capuz apical).",
          "fonte": "Vasileiou G, Qian S, Al-Ghamdi H, et al. Blunt Trauma: What Is Behind the Widened Mediastinum on Chest X-Ray? J Surg Res 2019;243:23-26",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Não alargado",
              "valor": "≤ 8 cm",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
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              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Mediastino alargado — prosseguir para angio-TC",
              "valor": "> 8 cm",
              "min": null,
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              "incluiMin": true,
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_torax.17",
          "grupo": "rx_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Largura mediastinal esquerda (trauma) — critério alternativo",
          "valor": "≥ 6 cm",
          "unidade": "cm",
          "nota": "Distância da linha média à borda mediastinal esquerda no nível do botão aórtico. Em série de 51 pacientes (21 com lesão aórtica), com os cortes fixados por curva ROC PARA garantir 100% de sensibilidade, a especificidade foi de 40,0% e o VPP de 53,8% — melhor que a largura mediastinal total ≥ 8 cm (especificidade 13,3%, VPP 44,7%). A razão de largura mediastinal ≥ 0,60 teve especificidade de 43,3% e, combinada à largura esquerda, 66,7%. Série pequena: use como triagem, não como diagnóstico.",
          "fonte": "Wong YC, Ng CJ, Wang LJ, Hsu KH, Chen CJ. Left mediastinal width and mediastinal width ratio are better radiographic criteria than general mediastinal width for predicting blunt traumatic aortic injury. J Trauma 2004",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rx_torax.18",
          "grupo": "rx_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Tubo orotraqueal — ponta acima da carina (cabeça neutra)",
          "valor": "5 ± 2 cm",
          "unidade": "cm",
          "nota": "Sempre declare a posição do queixo/mandíbula: em neutro a borda inferior da mandíbula se projeta sobre C5-C6. Distância curta demais arrisca intubação seletiva do brônquio principal direito; longa demais arrisca extubação e lesão de cordas vocais.",
          "fonte": "Goodman LR, Conrardy PA, Laing F, Singer MM. Radiographic evaluation of endotracheal tube position. AJR 1976;127(3):433-4",
          "faixas": [
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Baixa demais — risco de intubação seletiva",
              "valor": "< 3 cm da carina",
              "min": null,
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              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Adequada em posição neutra",
              "valor": "3 – 7 cm da carina",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Alta demais — risco de extubação",
              "valor": "> 7 cm da carina",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_torax.19",
          "grupo": "rx_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Tubo orotraqueal — alvo quando a carina não é visível",
          "valor": "Ponta em T3 – T4",
          "unidade": null,
          "nota": "Na série original a carina se projetou sobre T5, T6 ou T7 em 92 de 100 radiografias portáteis — por isso a ponta em T3-T4 é segura mesmo sem visualizar a carina.",
          "fonte": "Goodman LR et al. AJR 1976;127(3):433-4",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rx_torax.20",
          "grupo": "rx_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Tubo orotraqueal — deslocamento com flexão e extensão cervical",
          "valor": "≈ 2 cm em cada sentido",
          "unidade": "cm",
          "nota": "Flexão desce a ponta ≈ 2 cm em direção à carina; extensão a eleva ≈ 2 cm. Alvos ajustados: 3 ± 2 cm (flexão), 5 ± 2 cm (neutro), 7 ± 2 cm (extensão).",
          "fonte": "Conrardy PA, Goodman LR, Laing F, Singer MM. Alteration of endotracheal tube position: flexion and extension of the neck. Crit Care Med 1976;4(1):8-12",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rx_torax.21",
          "grupo": "rx_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Cateter venoso central — junção cavoatrial",
          "valor": "≈ 2 corpos vertebrais abaixo da carina",
          "unidade": null,
          "nota": "A carina é o marco mais confiável; use a coluna torácica como régua interna (unidade = distância entre as plataformas inferiores de vértebras adjacentes). Ponta acima desse ponto fica na VCS (aceitável); abaixo, entra em átrio direito (risco de arritmia e perfuração). Ressalva: a casuística original foram 100 TCs de pacientes de 12 a 28 anos (média 16 anos), e a ausência de associação com a idade se refere a essa faixa etária.",
          "fonte": "Baskin KM, Jimenez RM, Cahill AM, Jawad AF, Towbin RB. Cavoatrial junction and central venous anatomy: implications for central venous access tip position. J Vasc Interv Radiol 2008;19(3):359-65",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rx_torax.22",
          "grupo": "rx_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Pneumotórax — distância interpleural no nível do hilo (BTS)",
          "valor": "≥ 2 cm = grande",
          "unidade": "cm",
          "nota": "Critério de tamanho do BTS: sensibilidade 0,667 e especificidade 0,805 quando comparado ao critério do ACCP. Atenção: a diretriz BTS 2023 retirou o tamanho da decisão terapêutica no pneumotórax espontâneo primário pouco sintomático (conduta guiada por sintomas e risco); a medida permanece útil para descrever o caso e julgar a segurança de puncionar.",
          "fonte": "MacDuff A, Arnold A, Harvey J. BTS Pleural Disease Guideline 2010. Thorax 2010;65(Suppl 2):ii18-31 · Roberts ME et al. BTS Guideline for pleural disease. Thorax 2023;78(11):1143-56 · comparação em Eur Respir J 2015;45(6):1731",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Pequeno (BTS)",
              "valor": "< 2 cm",
              "min": null,
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              "incluiMin": true,
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Grande (BTS)",
              "valor": "≥ 2 cm",
              "min": null,
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_torax.23",
          "grupo": "rx_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Pneumotórax — distância ápice-cúpula (ACCP/CHEST)",
          "valor": "≥ 3 cm = grande",
          "unidade": "cm",
          "nota": "Critério do consenso Delphi do ACCP. Comparado ao BTS é muito mais sensível (0,948) e muito menos específico (0,351): pelo critério do CHEST, 65% dos pacientes cujo pneumotórax poderia ser tratado de forma conservadora ou por aspiração seriam internados desnecessariamente para dreno.",
          "fonte": "Baumann MH, Strange C, Heffner JE et al. ACCP Delphi consensus statement. Chest 2001;119:590-602 · comparação em Eur Respir J 2015;45(6):1731",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Pequeno (ACCP)",
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            },
            {
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              "rotulo": "Grande (ACCP)",
              "valor": "≥ 3 cm",
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          ]
        },
        {
          "id": "rx_torax.24",
          "grupo": "rx_torax",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Pneumotórax — quantificação percentual (fórmula de Collins)",
          "valor": "% = 4,2 + 4,7 × (A + B + C)",
          "unidade": "%",
          "nota": "A = distância interpleural no ápice; B = no ponto médio da metade superior do pulmão colapsado; C = no ponto médio da metade inferior, em centímetros, em PA ortostático. Correlação r = 0,98 (p < 0,0001) com o volume medido por TC helicoidal — porém em série pequena (20 pneumotórax em 19 pacientes).",
          "fonte": "Collins CD, Lopez A, Mathie A, Wood V, Jackson JE, Roddie ME. Quantification of pneumothorax size on chest radiographs using interpleural distances. AJR 1995;165:1127-30",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "rx_torax.c0",
          "grupo": "rx_torax",
          "nome": "Índice cardiotorácico — leitura por faixa e por técnica",
          "nota": null,
          "fonte": "Danzer CS, Am J Med Sci 1919;157:513-54 · Dimopoulos K et al., Int J Cardiol 2013;167(5):1935-41 · Chest radiograph interpretation (ACR appropriateness / técnica PA x AP)",
          "colunas": [
            "Faixa",
            "Leitura",
            "Ressalva de técnica"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "≤ 0,50 (PA ortostático)",
                "Área cardíaca dentro do esperado",
                "Vale só em PA ortostático com inspiração adequada; conte 9-10 arcos costais posteriores."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "0,51 – 0,55 (PA ortostático)",
                "Limítrofe / aumento discreto",
                "Confirme rotação (clavículas simétricas em relação às apófises espinhosas) antes de concluir — rotação estreita o tórax e infla o índice."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "> 0,55 (PA ortostático)",
                "Aumento importante da área cardíaca",
                "Descrever a configuração (câmaras, pedículo) e correlacionar; o índice não define qual câmara está aumentada."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Qualquer valor em AP, leito ou decúbito",
                "Índice não aplicável para afirmar cardiomegalia",
                "A projeção AP magnifica o coração (distância foco-objeto menor). Descreva a silhueta e, se a dúvida for relevante, repita em PA ortostático."
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Inspiração incompleta (< 9 arcos posteriores)",
                "Índice superestimado",
                "Diafragma alto horizontaliza o coração e alarga a silhueta; a mesma pessoa pode variar mais de 0,05 entre inspiração boa e ruim."
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_torax.c1",
          "grupo": "rx_torax",
          "nome": "Critérios de qualidade técnica da radiografia de tórax",
          "nota": null,
          "fonte": "Klein JS, Rosado-de-Christenson ML. A Systematic Approach to Chest Radiographic Analysis. IDKD Springer Series — Diseases of the Chest, Breast, Heart and Vessels 2019-2022 (acesso aberto, NBK553874) · Chon SB et al. J Korean Med Sci 2011;26(11):1446-53 (magnificação em AP) · Ely EW et al. Crit Care Med 2001;29(8):1502-8 (cortes de ICT e pedículo em portátil)",
          "colunas": [
            "Critério",
            "Alvo",
            "Como conferir",
            "O que falseia se falhar"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Inspiração",
                "Cúpula diafragmática direita no 6º arco costal anterior ou 10º posterior",
                "Contar os arcos na linha hemiclavicular",
                "Hipoinsuflação eleva o ICT, alarga o mediastino, aglomera a trama e simula congestão e opacidade de bases"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Rotação",
                "Processos espinhosos na linha média entre as extremidades mediais das clavículas",
                "Comparar as distâncias clavícula-espinhosa dos dois lados",
                "Assimetria de transparência pulmonar, falso alargamento mediastinal, falso desvio traqueal, pedículo vascular falseado"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Penetração",
                "Corpos vertebrais e espaços discais fracamente visíveis através do mediastino; vasos pulmonares facilmente identificáveis",
                "Olhar a região retrocardíaca e retrodiafragmática",
                "Subpenetrado esconde lesão retrocardíaca; superpenetrado apaga a linha pleural do pneumotórax e o detalhe vascular periférico"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Ausência de movimento",
                "Corticais superiores dos arcos costais, margens vasculares e contornos diafragmáticos nítidos",
                "Procurar borramento de bordas",
                "Borramento cinético simula opacidade em vidro fosco e infiltrado"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Projeção e distância",
                "PA em ortostase com distância foco-filme padronizada",
                "Conferir o marcador de incidência e a posição do paciente",
                "AP/portátil magnifica o coração em ≈7,5% a 140 cm, além do mediastino e do pedículo vascular — cortes de PA não se aplicam (ICT no portátil: corte 0,55; pedículo: 70 mm)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Cobertura",
                "Ápices, seios costofrênicos e ambas as paredes torácicas incluídos",
                "Verificar as bordas do campo",
                "Seio cortado impede excluir derrame pequeno; ápice cortado impede excluir pneumotórax apical"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_torax.c2",
          "grupo": "rx_torax",
          "nome": "Estimativa do tamanho do pneumotórax — métodos publicados",
          "nota": null,
          "fonte": "MacDuff A, Arnold A, Harvey J. Thorax 2010;65(Suppl 2):ii18-31 · Baumann MH et al. Chest 2001;119:590-602 · Roberts ME et al. Thorax 2023;78(11):1143-56 · Collins CD et al. AJR 1995;165:1127-30 · Rhea JT, DeLuca SA, Greene RE. Radiology 1982 · Hoi K, Turchin B, Kelly AM. How accurate is the Light index for estimating pneumothorax size? Emerg Radiol 2007 · Eur Respir J 2015;45(6):1731",
          "colunas": [
            "Método",
            "O que se mede",
            "Corte / fórmula",
            "Observação prática"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "BTS (Thorax 2010)",
                "Distância interpleural no nível do hilo",
                "≥ 2 cm = grande; < 2 cm = pequeno",
                "Mais específico (0,805) e menos sensível (0,667) que o ACCP; leva a menos drenagens. Na atualização BTS 2023 o tamanho deixou de definir a conduta no pneumotórax espontâneo primário pouco sintomático"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "ACCP/CHEST (Chest 2001)",
                "Distância do ápice pulmonar à cúpula torácica",
                "≥ 3 cm = grande; < 3 cm = pequeno",
                "Sensibilidade 0,948 e especificidade 0,351; 65% dos pacientes tratáveis de forma conservadora ou por aspiração seriam internados desnecessariamente para dreno"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Collins (AJR 1995)",
                "A = ápice; B = ponto médio da metade superior; C = ponto médio da metade inferior (cm)",
                "% = 4,2 + 4,7 × (A + B + C)",
                "Regressão validada contra TC, r = 0,98, porém em apenas 20 pneumotórax — método prático para dar um percentual no laudo, com essa ressalva"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Rhea (Radiology 1982)",
                "Distância interpleural média (AID) das três medidas",
                "Nomograma AID → percentual",
                "Método gráfico anterior ao de Collins; exige o nomograma original e é pouco prático no fluxo digital"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Índice de Light",
                "DL = diâmetro médio do pulmão colapsado; DH = diâmetro médio do hemitórax",
                "% = 100 × [1 − (DL³/DH³)]",
                "Assume geometria esférica e colapso uniforme; perde acurácia no colapso assimétrico ou com aderências"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Radiografia em expiração",
                "Distância interpleural em inspiração vs. expiração",
                "Sem corte próprio",
                "Não aumenta a detecção o bastante para justificar uso rotineiro; laude sobre o filme inspiratório"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_torax.c3",
          "grupo": "rx_torax",
          "nome": "Posicionamento de dispositivos no tórax",
          "nota": null,
          "fonte": "Goodman LR, Conrardy PA, Laing F, Singer MM. AJR 1976;127(3):433-4 · Conrardy PA, Goodman LR, Laing F, Singer MM. Crit Care Med 1976;4(1):8-12 · Baskin KM et al. J Vasc Interv Radiol 2008;19(3):359-65 · Amorosa JK et al. J Am Coll Radiol 2013;10(3)",
          "colunas": [
            "Dispositivo / situação",
            "Alvo radiográfico",
            "Erro típico e consequência",
            "Fonte"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Tubo orotraqueal — cabeça neutra",
                "Ponta 5 ± 2 cm acima da carina (mandíbula projetada sobre C5-C6)",
                "Ponta < 3 cm: intubação seletiva do brônquio principal direito com atelectasia do pulmão esquerdo. Ponta > 7 cm: extubação e lesão glótica",
                "Goodman LR et al. AJR 1976;127(3):433-4"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Tubo orotraqueal — carina não visível",
                "Ponta projetada em T3-T4",
                "A carina está em T5-T7 em 92% dos portáteis; assumir nível errado gera falso alarme",
                "Goodman LR et al. AJR 1976;127(3):433-4"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Tubo orotraqueal — pescoço fletido ou estendido",
                "3 ± 2 cm (flexão) · 5 ± 2 cm (neutro) · 7 ± 2 cm (extensão)",
                "Laudar sem considerar a posição do queixo gera recuo/avanço desnecessário do tubo",
                "Conrardy PA et al. Crit Care Med 1976;4(1):8-12"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Cateter venoso central",
                "Ponta na VCS inferior / junção cavoatrial ≈ 2 corpos vertebrais abaixo da carina",
                "Ponta em átrio direito (arritmia, perfuração, tamponamento) ou refluída para jugular/subclávia contralateral",
                "Baskin KM et al. J Vasc Interv Radiol 2008;19(3):359-65 (casuística de 12-28 anos)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Radiografia de controle na UTI",
                "Indicada após inserção ou troca de dispositivo e diante de mudança clínica",
                "Radiografia diária de rotina não melhora desfecho na maioria dos pacientes estáveis",
                "Amorosa JK et al. ACR Appropriateness Criteria — Routine Chest Radiographs in ICU Patients. J Am Coll Radiol 2013;10(3)"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_torax.c4",
          "grupo": "rx_torax",
          "nome": "Padrão de congestão e edema pulmonar (Milne-Pistolesi)",
          "nota": null,
          "fonte": "Milne EN, Pistolesi M, Miniati M, Giuntini C. The radiologic distinction of cardiogenic and noncardiogenic edema. AJR 1985;144:879-94 (três achados principais: distribuição do fluxo pulmonar, distribuição do edema e largura do pedículo vascular; acurácia global 86-89%) · Ely EW et al. Crit Care Med 2001;29(8):1502-8 · Farshidpanah S et al. Anaesth Intensive Care 2014;42(3):349-56 · padrão peri-hilar em asa de morcego do edema cardiogênico conforme StatPearls, Cardiogenic Pulmonary Edema (NBK544260) · terminologia conforme Bankier AA et al. Fleischner Society: Glossary of Terms for Thoracic Imaging. Radiology 2024;310(2):e232558",
          "colunas": [
            "Achado",
            "Edema hidrostático (cardiogênico)",
            "Edema por permeabilidade (SDRA)"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Pedículo vascular",
                "Alargado (> 53 mm em PA ereto; ≥ 70 mm em AP supino de UTI)",
                "Normal ou estreito"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Área cardíaca",
                "Aumentada",
                "Normal"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Redistribuição de fluxo (cefalização)",
                "Presente — proeminência dos vasos dos lobos superiores; só avaliável em ortostase",
                "Ausente"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Distribuição das opacidades",
                "Central e peri-hilar, relativamente simétrica — padrão em asa de morcego (borboleta) nos casos graves",
                "Periférica e irregular (patchy), não gravitacional, poupando relativamente a região peri-hilar"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Broncograma aéreo",
                "Menos frequente",
                "Frequente"
              ]
            },
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              "status": null,
              "celulas": [
                "Espessamento septal (linhas B de Kerley) e cuffing peribrônquico",
                "Presente",
                "Ausente ou tardio"
              ]
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                "Derrame pleural",
                "Comum",
                "Incomum"
              ]
            },
            {
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                "Volume pulmonar",
                "Reduzido",
                "Normal ou reduzido — isoladamente pouco discriminante"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_torax.c5",
          "grupo": "rx_torax",
          "nome": "Detecção do derrame pleural por incidência",
          "nota": null,
          "fonte": "Blackmore CC, Black WC, Dallas RV, Crow HC. Pleural fluid volume estimation: a chest radiograph prediction rule. Acad Radiol 1996;3(2):103-9 (acurácia ponderada 86% e 85%) · Klein JS, Rosado-de-Christenson ML. IDKD Springer Series 2019 (acesso aberto, NBK553874)",
          "colunas": [
            "Incidência",
            "Limiar",
            "Achado radiográfico"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Perfil em ortostase",
                "≈ 50 mL",
                "Menisco velando o seio costofrênico posterior — a incidência mais sensível"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "PA em ortostase",
                "≈ 200 mL",
                "Menisco velando o seio costofrênico lateral"
              ]
            },
            {
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              "celulas": [
                "PA em ortostase",
                "≈ 500 mL ou mais",
                "Opacidade apagando o contorno da hemicúpula diafragmática"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Decúbito lateral com raio horizontal",
                "Sem volume mínimo estabelecido em fonte primária verificada",
                "Confirma se o derrame é livre (estratifica na parede dependente) e permite medir a espessura da lâmina antes da toracocentese"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "AP em supino",
                "Menos sensível que as incidências em ortostase",
                "O líquido se estratifica posteriormente: velamento difuso do hemitórax com trama vascular preservada, sem menisco"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_torax.c6",
          "grupo": "rx_torax",
          "nome": "Sinais clássicos de localização e caracterização",
          "nota": null,
          "fonte": "Felson B, Felson H. Localization of intrathoracic lesions by means of the postero-anterior roentgenogram: the silhouette sign. Radiology 1950;55(3):363-74 · Bankier AA et al. Fleischner Society: Glossary of Terms for Thoracic Imaging. Radiology 2024;310(2):e232558 (edição vigente, substitui 1984/1996/2008) · Klein JS, Rosado-de-Christenson ML. IDKD Springer Series 2019 (sinal cervicotorácico e convergência hilar) · Gordon R. The deep sulcus sign. Radiology 1980;136(1):25-7",
          "colunas": [
            "Sinal",
            "Definição",
            "Aplicação no laudo"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Sinal da silhueta",
                "Perda do contorno de uma interface ar/tecido mole por uma opacidade adjacente de densidade semelhante e em contato anatômico com ela",
                "Localiza a lesão: apagamento da borda cardíaca direita indica lobo médio; da borda cardíaca esquerda, língula; do contorno diafragmático com bordas cardíacas preservadas, lobos inferiores"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Broncograma aéreo",
                "Brônquio preenchido por ar tornado visível por dentro de uma opacidade de partes moles adjacente",
                "Confirma doença do espaço aéreo (consolidação) e afasta massa extrapulmonar, derrame ou espessamento pleural"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Sinal cervicotorácico",
                "Contorno mediastinal anormal que se apaga ao ultrapassar a clavícula indica lesão anterior; contorno que permanece visível acima da clavícula indica lesão posterior",
                "Localiza massas do mediastino superior sem exame adicional e orienta o próximo método"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Convergência hilar",
                "Vasos aumentados que convergem para o hilo alargado",
                "Separa aumento hilar de causa vascular (artéria pulmonar dilatada) de adenopatia ou massa"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Sinal do sulco profundo",
                "Seio costofrênico lateral aprofundado e hipertransparente na radiografia em supino",
                "Reconhece pneumotórax no paciente deitado, em que o ar se acumula ântero-inferiormente e a linha pleural apical não aparece"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "metodo": "RX",
      "chave": "rx_msk",
      "slug": "rx-msk",
      "nome": "Radiografia — Musculoesquelético: ângulos, índices e medidas",
      "temPaginaPublica": false,
      "medidas": [
        {
          "id": "rx_msk.0",
          "grupo": "rx_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Ângulo de Cobb (escoliose)",
          "valor": "≥ 10° com rotação vertebral define escoliose",
          "unidade": "°",
          "nota": "Medido na panorâmica de coluna em ortostase, entre o platô superior da vértebra-limite cranial e o platô inferior da vértebra-limite caudal. A definição de escoliose estrutural exige curva coronal ≥ 10° ASSOCIADA a rotação vertebral; sem rotação (e abaixo de 10°) trata-se de assimetria/atitude escoliótica, e o termo escoliose não deve ser usado. A variabilidade intra e interobservador do método é relevante (habitualmente ±5°): compare sempre com a mesma técnica e as mesmas vértebras-limite antes de afirmar progressão.",
          "fonte": "SOSORT 2016 — Negrini S, et al. Scoliosis Spinal Disord 2018;13:3 (definição SRS/SOSORT: ≥ 10° com rotação vertebral)",
          "faixas": [
            {
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              "rotulo": "Não é escoliose (assimetria postural)",
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            {
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              "rotulo": "Risco de progressão na vida adulta; acima de 50° a progressão é praticamente certa",
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          "rotulo": "Cifose torácica (T4–T12)",
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          "nota": "Valor normativo de voluntários adultos assintomáticos multiétnicos (estudo MEANS, n = 468, idade média 40,4 ± 14,8 anos). A cifose aumenta com a idade; no mesmo estudo a lordose lombar NÃO variou com a idade — por isso o valor de referência deve ser lido junto com a faixa etária.",
          "fonte": "MEANS — Sardar ZM, et al. Spine (Phila Pa 1976) 2022 (PMID 35797462)",
          "faixas": []
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        {
          "id": "rx_msk.2",
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          "rotulo": "Lordose lombar (L1–S1)",
          "valor": "57,4 ± 11,3",
          "unidade": "°",
          "nota": "Mesma coorte normativa adulta assintomática (MEANS); a lordose não variou com a idade nesse grupo. Interpretar sempre junto com a incidência pélvica do mesmo paciente (média 52,0 ± 10,7°): o descompasso entre incidência pélvica e lordose é o que sustenta as classificações de deformidade sagital do adulto, não a lordose isolada.",
          "fonte": "MEANS — Sardar ZM, et al. Spine (Phila Pa 1976) 2022 (PMID 35797462)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rx_msk.3",
          "grupo": "rx_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Escorregamento vertebral (índice de Meyerding)",
          "valor": "Grau I = até 25% de escorregamento",
          "unidade": "%",
          "nota": "Percentual do deslocamento anteroposterior da vértebra superior dividido pelo diâmetro AP do platô da vértebra inferior, no perfil em ortostase. Qualquer grau (inclusive o I) é achado patológico — não existe 'grau 0'. O perfil deitado subestima a listese: se a suspeita for instabilidade, o exame precisa ser em pé (e, quando indicado, com flexo-extensão).",
          "fonte": "Meyerding HW 1932 · Koslosky E, Gendelberg D. Clin Orthop Relat Res 2020;478:1125-30",
          "faixas": [
            {
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        {
          "id": "rx_msk.4",
          "grupo": "rx_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Perda de altura vertebral (critério de Genant)",
          "valor": "≥ 20% de altura (com 10–20% de redução de área) caracteriza fratura",
          "unidade": "%",
          "nota": "Avaliação semiquantitativa visual de T4 a L4 no perfil, comparando as alturas anterior, média e posterior do corpo vertebral entre si e com os corpos adjacentes. O método original grada por perda de altura E redução estimada de área (grau 1: 20–25% de altura, 10–20% de área; grau 2: 25–40% e 20–40%; grau 3: > 40% e > 40%). Abaixo de 20% de redução não se firma fratura — descreva como deformidade a esclarecer, sobretudo em vértebra com Schmorl, remodelação degenerativa ou variante de forma.",
          "fonte": "Genant HK, Wu CY, van Kuijk C, Nevitt MC. J Bone Miner Res 1993;8:1137-48 · International Osteoporosis Foundation — Assessing vertebral fractures",
          "faixas": [
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              "rotulo": "Grau 0 — sem fratura",
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              "rotulo": "Grau 2 (moderada, 25–40%) e grau 3 (grave, > 40%)",
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          "grupo": "rx_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Ângulo centro-borda lateral (CE de Wiberg)",
          "valor": "> 25",
          "unidade": "°",
          "nota": "Na AP de bacia, entre a vertical traçada pelo centro da cabeça femoral (perpendicular à linha inter-lágrimas) e a linha do centro da cabeça até a borda óssea mais lateral do teto acetabular. Rotação pélvica e inclinação alteram a medida; confirme a simetria dos forames obturadores antes de medir. Em criança/adolescente com fise aberta a referência é outra — não aplicar a régua do adulto.",
          "fonte": "Wiberg G 1939 · ESSR 2019 EPOS P-0091 (Radiography of the Hip: a systematic approach) · Radsource — Developmental Dysplasia of the Hip",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Cobertura acetabular normal",
              "valor": "> 25°",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Displasia limítrofe (borderline)",
              "valor": "20–25°",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Displasia acetabular",
              "valor": "< 20°",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_msk.6",
          "grupo": "rx_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Ângulo de Tönnis (inclinação do sourcil / teto acetabular de carga)",
          "valor": "0–10",
          "unidade": "°",
          "nota": "Inclinação do sourcil (porção esclerótica de carga do acetábulo), entre a horizontal paralela à linha inter-lágrimas e a linha que une as bordas medial e lateral do sourcil. NÃO confundir com o índice acetabular pediátrico (medido a partir da linha de Hilgenreiner), que tem valores próprios por faixa etária. As séries divergem no ponto de corte da displasia (> 10° na maioria; algumas só a partir de 14°) — informe a referência usada. Valor negativo sugere sobrecobertura.",
          "fonte": "Tönnis D. Clin Orthop Relat Res 1976;119:39-47 · ESSR 2019 EPOS P-0091 · Radsource — Developmental Dysplasia of the Hip",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Normal",
              "valor": "0–10°",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Zona cinzenta entre séries",
              "valor": "10–14°",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Displasia acetabular",
              "valor": "> 14°",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_msk.7",
          "grupo": "rx_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Ângulo de Sharp",
          "valor": "33–38",
          "unidade": "°",
          "nota": "Inclinação acetabular medida entre a linha inter-lágrimas e a linha da lágrima até a borda lateral do acetábulo, na AP de bacia. É menos dependente do sourcil que o Tönnis, mas mais dependente do posicionamento pélvico — útil como parâmetro de apoio quando o sourcil é mal definido. Corte de displasia: > 42° na referência corrente (algumas séries só firmam acima de 45°); valores de 39–42° são limítrofes e pedem correlação com CE de Wiberg e Tönnis.",
          "fonte": "Sharp IK. J Bone Joint Surg Br 1961;43-B:268-72 · ESSR 2019 EPOS P-0091 — Radiography of the Hip: a systematic approach",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Normal em adultos",
              "valor": "33–38°",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Limítrofe",
              "valor": "39–42°",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Sugere displasia acetabular",
              "valor": "> 42°",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_msk.8",
          "grupo": "rx_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Ângulo alfa (deformidade tipo cam / impacto femoroacetabular)",
          "valor": "> 55–60 (limiares originados em RM)",
          "unidade": "°",
          "nota": "Mede a perda de esfericidade da junção cabeça-colo. ATENÇÃO À MODALIDADE: os cortes de 55° e 60° e o desempenho diagnóstico vêm de RM radial 1,5 T (Sutter 2012) — sensibilidade 81–90% e especificidade 47–65% a 55°; 72–80% e 73–76% a 60°. Na radiografia o ângulo depende da incidência escolhida (Dunn 45°, perfil em rã, cross-table) e os valores não são intercambiáveis com os da RM: informe a incidência usada. No próprio estudo, 38–62% dos voluntários ASSINTOMÁTICOS tinham ângulo > 55° — morfologia cam isolada não é diagnóstico. A síndrome de impacto exige a tríade sintoma + sinal clínico + achado de imagem.",
          "fonte": "Sutter R, Dietrich TJ, Zingg PO, Pfirrmann CWA. Radiology 2012;264:514-21 (PMID 22653190 — medido em RM radial) · Warwick Agreement — Griffin DR, et al. Br J Sports Med 2016;50:1169-76",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Sem morfologia cam pelo corte clássico",
              "valor": "≤ 55°",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Zona de sobreposição com assintomáticos",
              "valor": "55–60°",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Morfologia cam — correlacionar com clínica",
              "valor": "> 60°",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_msk.9",
          "grupo": "rx_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Ângulo colodiafisário (cervicodiafisário)",
          "valor": "120–135",
          "unidade": "°",
          "nota": "Entre o eixo do colo femoral e o eixo da diáfise, na AP com rotação interna de ~15° para desfazer a anteversão. Em rotação externa o ângulo aparece falsamente reduzido. As séries divergem no limite superior (ESSR adota coxa valga já acima de 130°) — reporte o valor medido e a referência.",
          "fonte": "Radsource — Developmental Dysplasia of the Hip · ESSR 2019 EPOS P-0091",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Normal",
              "valor": "120–130°",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Zona de divergência entre séries (ESSR já considera valga)",
              "valor": "130–135°",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Coxa vara (< 120°) ou coxa valga (> 135°)",
              "valor": "< 120° ou > 135°",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_msk.10",
          "grupo": "rx_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Linha de Shenton",
          "valor": "Arco contínuo",
          "unidade": null,
          "nota": "Arco imaginário que une a borda inferomedial do colo femoral à borda superior do forame obturador, na AP de bacia. É um sinal qualitativo, não uma medida: a quebra do arco indica migração proximal ou lateral da cabeça femoral (displasia, luxação, fratura do colo impactada, doença de Perthes). Rotação externa acentuada pode simular quebra — confirme o posicionamento antes de descrever.",
          "fonte": "ESSR 2019 EPOS P-0091 · Radsource — Developmental Dysplasia of the Hip",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Arco contínuo — relação cabeça-acetábulo preservada",
              "valor": "contínuo",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Degrau/descontinuidade — subluxação ou migração da cabeça femoral",
              "valor": "descontínuo",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_msk.11",
          "grupo": "rx_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Eixo mecânico do membro inferior (ângulo femorotibial mecânico / quadril-joelho-tornozelo)",
          "valor": "≈ 1–1,5° de varo entre os eixos mecânicos femoral e tibial",
          "unidade": "°",
          "nota": "Só é mensurável em panorâmica de membros inferiores em carga, com patelas voltadas para frente. O valor de referência vem de uma amostra pequena e selecionada (25 voluntários homens saudáveis, média 30 anos: 1,5° à direita e 1,1° à esquerda) — use como orientação, não como norma populacional. O eixo anatômico do fêmur não passa pelo centro do joelho: o ângulo femorotibial anatômico (medido nas diáfises) e o mecânico não são intercambiáveis, e o laudo deve dizer qual foi usado. Rotação do membro é a principal fonte de erro.",
          "fonte": "Moreland JR, Bassett LW, Hanker GJ. J Bone Joint Surg Am 1987;69:745-9 (PMID 3597474)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rx_msk.12",
          "grupo": "rx_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Índice de Insall-Salvati (altura patelar)",
          "valor": "0,8–1,2",
          "unidade": "razão (comprimento do tendão patelar / comprimento da patela)",
          "nota": "Perfil de joelho com ~30° de flexão. Independe do grau de flexão, mas depende da integridade e do comprimento do tendão patelar — em joelho operado, tendão retraído ou patela bipartida, prefira o Caton-Deschamps. Na RM o limiar de patela alta é mais alto (a partir de 1,5). Ressalva de população: estudo em 434 joelhos saudáveis modelados por TC mostrou que o corte de patela baixa ≤ 0,74 SUPERdiagnostica (o percentil 5 daquela população foi 0,59).",
          "fonte": "Insall J, Salvati E. Radiology 1971;101:101-4 · ressalva populacional em Vella-Baldacchino M, et al. Sci Rep 2025;15:89 (medido em modelos derivados de TC)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Altura patelar normal",
              "valor": "0,80–1,19",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Limítrofe inferior",
              "valor": "0,75–0,79",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Patela alta (≥ 1,20) ou patela baixa (≤ 0,74)",
              "valor": "≥ 1,20 ou ≤ 0,74",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_msk.13",
          "grupo": "rx_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Índice de Caton-Deschamps (altura patelar)",
          "valor": "0,6–1,2",
          "unidade": "razão (superfície articular inferior da patela ao ângulo anterossuperior da tíbia / comprimento da superfície articular patelar)",
          "nota": "Usa marcos ósseos, não o tendão — é o índice de escolha em joelho operado (osteotomia da tuberosidade, artroplastia) e em lesão do tendão patelar. Atenção: Insall-Salvati e Caton-Deschamps classificam de forma discordante o mesmo joelho normal (kappa 0,01 entre os dois índices), então informe qual foi usado. Ressalva de população: no mesmo estudo em modelos de TC, o corte de patela baixa ≤ 0,6 SUBdiagnostica (percentil 5 = 0,75) e o percentil 95 foi 1,3.",
          "fonte": "Caton J, Deschamps G, et al. Rev Chir Orthop 1982 · ressalva populacional em Vella-Baldacchino M, et al. Sci Rep 2025;15:89 (modelos derivados de TC)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Altura patelar normal",
              "valor": "> 0,6 e < 1,2",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Patela alta",
              "valor": "≥ 1,2",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Patela baixa",
              "valor": "≤ 0,6",
              "min": null,
              "max": null,
              "incluiMin": true,
              "incluiMax": true,
              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_msk.14",
          "grupo": "rx_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Ângulo do sulco troclear",
          "valor": "138 ± 6",
          "unidade": "°",
          "nota": "Medido na incidência axial de patela (Merchant, joelho a ~45°, ou a 30° na técnica de Dejour). Quanto maior o ângulo, mais rasa a tróclea. O corte de 145° tem alta especificidade mas sensibilidade limitada (≈ 65%) para displasia troclear — displasia sutil pode passar com sulco normal, e a RM (profundidade troclear ≤ 3 mm) é mais sensível. A displasia acomete sobretudo a tróclea proximal, mal representada na axial em flexão.",
          "fonte": "Merchant AC, et al. J Bone Joint Surg Am 1974 · desempenho reportado em ECR 2014 EPOS C-2236 (Patellar Instability: What a Radiologist Should Know) · Radsource — Trochlear Dysplasia",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Tróclea de profundidade normal",
              "valor": "≤ 144°",
              "min": null,
              "max": null,
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              "quando": null
            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Displasia troclear (tróclea rasa/plana)",
              "valor": "≥ 145°",
              "min": null,
              "max": null,
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              "quando": null
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_msk.15",
          "grupo": "rx_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Ângulo de Böhler (calcâneo)",
          "valor": "20–40 (adulto)",
          "unidade": "°",
          "nota": "No perfil do retropé, entre a linha da tuberosidade posterior ao ponto mais alto da faceta posterior e a linha desta ao ponto mais alto do processo anterior. Redução do ângulo indica afundamento da faceta posterior. ATENÇÃO À IDADE: em crianças o ângulo é fisiologicamente MENOR (média 35,2° em série de 763 pacientes de 0 a 14 anos, contra 39,2° no grupo adulto de comparação) — não aplicar a régua do adulto em criança. A variação individual é ampla: sempre que possível compare com o lado contralateral. Böhler reduzido obriga TC para classificar (Sanders).",
          "fonte": "Davis D, Seaman TJ, Newton EJ. Calcaneus Fractures. StatPearls, 2023 (faixa adulta 20–40°) · valores pediátricos e do grupo adulto de comparação em Boyle MJ, Walker CG, Crawford HA. J Orthop Surg Res 2011;6:2 (PMID 21214961)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Normal (adulto)",
              "valor": "20–40°",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Reduzido — suspeitar afundamento; complementar com TC",
              "valor": "0–20°",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Invertido — pior prognóstico funcional",
              "valor": "< 0°",
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_msk.16",
          "grupo": "rx_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Ângulo crucial de Gissane (calcâneo)",
          "valor": "Referência divergente entre séries (≈ 114° medido; 130–145° em textos)",
          "unidade": "°",
          "nota": "Formado pelas vertentes descendente anterior e ascendente posterior da face superior do calcâneo, no perfil. É o parâmetro com maior divergência de referência na literatura: séries que efetivamente mediram populações normais relatam médias em torno de 111° em crianças e 114° em adultos, enquanto textos de referência citam 120–145°. Use-o como sinal de alteração relativa — aumento sugere afundamento da faceta posterior — sempre em comparação com o lado contralateral, nunca como número isolado no laudo.",
          "fonte": "Boyle MJ, Walker CG, Crawford HA. J Orthop Surg Res 2011;6:2 (PMID 21214961 — média 111,3° em 0–14 anos e 113,8° no grupo adulto de comparação) · Davis D, Seaman TJ, Newton EJ. Calcaneus Fractures. StatPearls, 2023 (faixa de texto 120–145°)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rx_msk.17",
          "grupo": "rx_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Ângulo do hálux valgo (HVA)",
          "valor": "≤ 15",
          "unidade": "°",
          "nota": "Entre os eixos longitudinais da falange proximal e do primeiro metatarsal, obrigatoriamente na radiografia em carga (dorsoplantar em ortostase). O exame sem carga subestima sistematicamente a deformidade.",
          "fonte": "ESR/ECR 2025 EPOS C-22317 (Between lines and silhouettes: radiographic evaluation of the angles of the foot) · Perler A, Dixon M, Alvi F. Hallux Valgus. StatPearls",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Normal",
              "valor": "< 15°",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Hálux valgo leve",
              "valor": "15–20°",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Hálux valgo moderado (20–40°) a grave (> 40°)",
              "valor": "> 20°",
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_msk.18",
          "grupo": "rx_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Ângulo intermetatarsal I–II",
          "valor": "< 9–10",
          "unidade": "°",
          "nota": "Entre os eixos longitudinais do primeiro e do segundo metatarsais, também em carga. Acima do limite caracteriza metatarso primo varo, o componente que determina boa parte da escolha da técnica cirúrgica (osteotomia distal versus proximal/artrodese). Referências divergem levemente no ponto de corte da normalidade (< 9° em textos cirúrgicos, < 10° no material da ESR).",
          "fonte": "ESR/ECR 2025 EPOS C-22317 · Perler A, Dixon M, Alvi F. Hallux Valgus. StatPearls",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Normal",
              "valor": "< 9°",
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            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Metatarso primo varo leve",
              "valor": "9–11°",
              "min": null,
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Moderado (11–16°) a grave (> 16°)",
              "valor": "> 11°",
              "min": null,
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_msk.19",
          "grupo": "rx_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Ângulo de Meary (talo-primeiro metatarsal)",
          "valor": "0 ± 4 (eixos praticamente colineares)",
          "unidade": "°",
          "nota": "Perfil do pé em carga, entre o eixo longitudinal do tálus e o eixo do primeiro metatarsal; no pé normal os dois eixos são praticamente colineares (desvio até ~4°). Avalia o arco longitudinal medial e identifica o ápice da deformidade. Descreva pelo SENTIDO DO ÁPICE, não pelo sinal: ápice plantar (arco desabado) = pé plano; ápice dorsal = pé cavo. A convenção de sinal (positivo/negativo) varia entre séries e não deve ser usada isoladamente — se citar um valor com sinal, diga qual convenção foi adotada. Ler junto com o pitch calcâneo (≈ 17–32°; abaixo de 17–18° reforça pé plano, acima de 30° pé cavo).",
          "fonte": "ESR/ECR 2025 EPOS C-22317 — Between lines and silhouettes: radiographic evaluation of the angles of the foot",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Arco longitudinal medial normal (eixos colineares)",
              "valor": "desvio ≤ 4°",
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Pé plano (ápice plantar)",
              "valor": "> 4° com ápice plantar",
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Pé cavo (ápice dorsal)",
              "valor": "> 4° com ápice dorsal",
              "min": null,
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_msk.20",
          "grupo": "rx_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Intervalo (distância) acromioumeral",
          "valor": "7–14 mm (normal clássico; média ≈ 10)",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Menor distância entre a cortical inferior do acrômio e a cortical superior da cabeça umeral, na AP verdadeira de ombro com o braço em rotação neutra. As bandas abaixo NÃO são faixas de normalidade anatômica: são os estratos de prevalência de rotura do estudo de referência (≤ 7 mm / 8–10 mm / > 10 mm). Nos ombros com distância ≤ 7 mm houve rotura transfixante do supraespinal em 90% (19/21), do infraespinal em 67% (14/21) e do subescapular em 43% (9/21). O tamanho da rotura e a degeneração gordurosa do infraespinal são os fatores que mais reduzem o intervalo. Posição (supino versus ortostase) e rotação alteram a medida.",
          "fonte": "Saupe N, Pfirrmann CWA, Schmid MR, Jost B, Werner CML, Zanetti M. AJR Am J Roentgenol 2006 (PMID 16861541)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Espaço subacromial preservado (estrato de menor prevalência de rotura)",
              "valor": "> 10 mm",
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Estrato intermediário — dentro do normal clássico, mas com prevalência aumentada de rotura",
              "valor": "8–10 mm",
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Redução importante — alta prevalência de rotura transfixante do manguito",
              "valor": "≤ 7 mm",
              "min": null,
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_msk.21",
          "grupo": "rx_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Índice acromial",
          "valor": "0,64 ± 0,06 (controles assintomáticos)",
          "unidade": "razão (distância glenoide-acrômio / distância glenoide-face lateral da cabeça umeral)",
          "nota": "Quantifica a extensão lateral do acrômio sobre a cabeça umeral, na AP verdadeira de ombro com o braço em rotação neutra. Pacientes com rotura transfixante do manguito tiveram índice de 0,73 ± 0,06 contra 0,64 ± 0,06 em controles assintomáticos (n = 70) e 0,60 ± 0,08 em osteoartrose com manguito íntegro (p < 0,0001). É um fator morfológico predisponente, não um critério diagnóstico isolado — e é sensível ao posicionamento.",
          "fonte": "Nyffeler RW, Werner CML, Sukthankar A, Schmid MR, Gerber C. J Bone Joint Surg Am 2006;88:800-5 (PMID 16595470)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Faixa de controles assintomáticos",
              "valor": "≈ 0,64",
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Faixa observada em rotura transfixante do manguito",
              "valor": "≈ 0,73",
              "min": null,
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_msk.22",
          "grupo": "rx_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Ângulo escafossemilunar",
          "valor": "30–60",
          "unidade": "°",
          "nota": "Perfil verdadeiro de punho em posição neutra, entre o eixo do escafoide e o eixo do semilunar. Acima de 60° já é anormal; acima de 70–80° é francamente sugestivo de dissociação escafossemilunar. O diagnóstico de DISI exige o conjunto: escafoide fletido, semilunar estendido, ângulo capitossemilunar > 30° e alargamento do intervalo escafossemilunar na PA. VISI = semilunar fletido com ângulo escafossemilunar < 30°. Punho fletido ou estendido falseia o ângulo — confira o alinhamento rádio-semilunar-capitato antes de medir e compare com o lado contralateral.",
          "fonte": "The Radiology Assistant (Radiological Society of the Netherlands) — Carpal instability · critérios de instabilidade carpal conforme Linscheid RL, Dobyns JH, et al. J Bone Joint Surg Am 1972;54:1612-32",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Normal",
              "valor": "30–60°",
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            },
            {
              "status": "yellow",
              "rotulo": "Anormal/duvidoso — correlacionar com incidências dinâmicas e com o intervalo escafossemilunar",
              "valor": "60–80°",
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            },
            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Dissociação escafossemilunar / DISI (> 80°, com capitossemilunar > 30°) ou VISI (< 30°)",
              "valor": "> 80° ou < 30°",
              "min": null,
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            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_msk.23",
          "grupo": "rx_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Variância ulnar",
          "valor": "+0,74 ± 1,46",
          "unidade": "mm",
          "nota": "Diferença de altura entre a superfície articular distal da ulna e a borda ulnar do rádio, na PA padronizada com ombro abduzido a 90°, cotovelo fletido a 90° e antebraço em rotação neutra. Cerca de 26% dos indivíduos normais têm variância negativa. A medida é dinâmica: aumenta em pronação com preensão (+1,52 ± 1,56 mm) e diminui em supinação relaxada (+0,19 ± 1,43 mm), variação média de 1,34 ± 0,53 mm — por isso a técnica precisa constar do laudo.",
          "fonte": "Jung JM, Baek GH, Kim JH, Lee YH, Chung MS. J Bone Joint Surg Br 2001;83-B:1029-33 (PMID 11603517)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rx_msk.24",
          "grupo": "rx_msk",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Rádio distal: inclinação radial, inclinação volar e altura radial",
          "valor": "Inclinação radial ≈ 23° (13–30°) · inclinação volar ≈ 11° (variação ampla entre séries) · altura radial 11–13 mm",
          "unidade": "° e mm",
          "nota": "Trio de parâmetros usado para julgar redução de fratura do rádio distal: inclinação radial e altura radial na PA, inclinação volar (palmar) no perfil verdadeiro; a variância ulnar de referência é neutra, e o encurtamento radial deve ser quantificado por ela. Critérios de redução habitualmente aceitos: perda de inclinação radial < 5°, encurtamento radial (variância ulnar) < 2–3 mm e angulação dorsal residual até 0–10°, conforme demanda funcional. A rotação do antebraço e a angulação do feixe alteram sobretudo a inclinação volar — o perfil precisa ser verdadeiro (sobreposição do pisiforme entre o polo distal do escafoide e a cortical volar do capitato). Descreva o valor medido e o desvio em relação ao contralateral, quando disponível.",
          "fonte": "Gartland JJ, Werley CW 1951 — valores tabulados no OTA Core Curriculum (Distal Radius Fractures); Schuind et al. relatam inclinação radial 24° (19–29°)",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "rx_msk.c0",
          "grupo": "rx_msk",
          "nome": "Ângulo de Cobb — gravidade da escoliose idiopática",
          "nota": null,
          "fonte": "SOSORT 2016 — Negrini S, et al. Scoliosis Spinal Disord 2018;13:3 · BrAIST — Weinstein SL, Dolan LA, Wright JG, Dobbs MB. N Engl J Med 2013;369:1512-21 (desfecho de falha = progressão para ≥ 50°; sucesso 72% com colete versus 48% com observação na análise por intenção de tratar, 75% versus 42% na análise por tratamento recebido)",
          "colunas": [
            "Ângulo de Cobb",
            "Interpretação",
            "Conduta usual no esqueleto imaturo"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "< 10° (ou sem rotação vertebral)",
                "Assimetria postural / atitude escoliótica — não caracteriza escoliose estrutural",
                "Não usar o rótulo diagnóstico de escoliose no laudo"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "10–20°",
                "Escoliose leve",
                "Observação clínico-radiológica seriada"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "20–30°",
                "Escoliose leve a moderada",
                "Observação ou colete conforme risco de progressão (Risser, menarca, idade)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "30–50°",
                "Escoliose moderada a acentuada",
                "Aumenta o risco de progressão e de repercussão na vida adulta; acompanhamento estreito"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "> 50°",
                "Escoliose grave",
                "Progressão na vida adulta é praticamente certa; avaliação cirúrgica"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_msk.c1",
          "grupo": "rx_msk",
          "nome": "Ângulo de Böhler — afundamento da faceta posterior do calcâneo",
          "nota": null,
          "fonte": "Davis D, Seaman TJ, Newton EJ. Calcaneus Fractures. StatPearls, 2023 · Boyle MJ, Walker CG, Crawford HA. J Orthop Surg Res 2011;6:2 (PMID 21214961 — série pediátrica com grupo adulto de comparação)",
          "colunas": [
            "Ângulo de Böhler",
            "Interpretação",
            "Implicação no laudo"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "20–40° (adulto)",
                "Normal",
                "Altura do calcâneo e faceta posterior preservadas"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Criança (0–14 anos): média ≈ 35°",
                "Valor fisiologicamente menor que no adulto",
                "Usar referência pediátrica; não laudar afundamento por comparação com a faixa adulta"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "< 20°",
                "Reduzido — sugere afundamento da faceta posterior",
                "Indicar TC do retropé para classificação de Sanders"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "< 15° pós-redução",
                "Restauração insuficiente da altura",
                "Associa-se a pior resultado funcional que valores > 15°"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "< 0° (invertido)",
                "Afundamento grave",
                "Pior prognóstico funcional independentemente do tratamento"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_msk.c2",
          "grupo": "rx_msk",
          "nome": "Altura patelar — Insall-Salvati e índices correlatos",
          "nota": null,
          "fonte": "Insall J, Salvati E. Radiology 1971;101:101-4 · Caton J, Deschamps G, et al. Rev Chir Orthop 1982 · Blackburne JS, Peel TE. J Bone Joint Surg Br 1977 · Grelsamer RP, et al. Clin Orthop 1992 · ressalva de população em Vella-Baldacchino M, et al. Sci Rep 2025;15:89 (434 joelhos saudáveis em modelos derivados de TC: P5 do Insall-Salvati = 0,59 e do Caton-Deschamps = 0,75; kappa entre os dois índices = 0,01)",
          "colunas": [
            "Índice",
            "Faixa normal",
            "Patela alta",
            "Patela baixa"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Insall-Salvati (radiografia)",
                "0,80–1,19",
                "≥ 1,20",
                "≤ 0,74 (corte clássico; tende a superdiagnosticar)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Insall-Salvati (RM)",
                "—",
                "≥ 1,5",
                "—"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Caton-Deschamps",
                "> 0,6 e < 1,2",
                "≥ 1,2",
                "≤ 0,6 (corte clássico; tende a subdiagnosticar)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Blackburne-Peel",
                "média 0,8",
                "> 1,0",
                "—"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Insall-Salvati modificado",
                "—",
                "—",
                "> 2,0"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_msk.c3",
          "grupo": "rx_msk",
          "nome": "Ângulo centro-borda de Wiberg — cobertura acetabular",
          "nota": null,
          "fonte": "Wiberg G 1939 · ESSR 2019 EPOS P-0091 (Radiography of the Hip: a systematic approach) · Radsource MRI Web Clinic — Developmental Dysplasia of the Hip",
          "colunas": [
            "CE lateral (Wiberg)",
            "Interpretação",
            "Parâmetros a correlacionar"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "> 25°",
                "Cobertura acetabular normal",
                "—"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "20–25°",
                "Displasia limítrofe (borderline)",
                "Ângulo de Tönnis, índice de extrusão (> 25–27% = displásico), paredes anterior e posterior, CE anterior"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "< 20°",
                "Displasia acetabular",
                "Tönnis > 10°, linha de Shenton, índice de extrusão, ângulo colodiafisário"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "CE anterior < 20°",
                "Deficiência de cobertura anterior",
                "Medido no perfil falso de Lequesne; 20–25° é limítrofe"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_msk.c4",
          "grupo": "rx_msk",
          "nome": "Hálux valgo — gravidade radiográfica (HVA e ângulo intermetatarsal)",
          "nota": null,
          "fonte": "Mann & Coughlin — Coughlin MJ, Jones CP. Foot Ankle Int 2007;28(7):759-77 · Perler A, Dixon M, Alvi F. Hallux Valgus. StatPearls (mesma graduação)",
          "colunas": [
            "Gravidade",
            "Ângulo do hálux valgo (HVA)",
            "Ângulo intermetatarsal I–II"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Normal",
                "< 15°",
                "< 9°"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Leve",
                "15–20°",
                "9–11°"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Moderado",
                "20–40°",
                "11–16°"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Grave",
                "> 40°",
                "> 16°"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_msk.c5",
          "grupo": "rx_msk",
          "nome": "Meyerding — grau de espondilolistese",
          "nota": null,
          "fonte": "Meyerding HW 1932 · Koslosky E, Gendelberg D. Classification in Brief: The Meyerding Classification System of Spondylolisthesis. Clin Orthop Relat Res 2020;478:1125-30",
          "colunas": [
            "Grau",
            "Escorregamento",
            "Comentário"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Sem escorregamento",
                "0%",
                "Normal — não usar grau"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Grau I",
                "> 0% e ≤ 25%",
                "Mais frequente; medir no perfil em ortostase"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Grau II",
                "> 25% e ≤ 50%",
                "—"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Grau III",
                "> 50% e ≤ 75%",
                "—"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Grau IV",
                "> 75% e ≤ 100%",
                "—"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Grau V",
                "> 100%",
                "Espondiloptose"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_msk.c6",
          "grupo": "rx_msk",
          "nome": "Genant — fratura vertebral por método semiquantitativo",
          "nota": null,
          "fonte": "Genant HK, Wu CY, van Kuijk C, Nevitt MC. Vertebral fracture assessment using a semiquantitative technique. J Bone Miner Res 1993;8:1137-48 · International Osteoporosis Foundation — Assessing vertebral fractures",
          "colunas": [
            "Grau",
            "Perda de altura vertebral",
            "Redução de área",
            "Leitura"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Grau 0",
                "< 20%",
                "—",
                "Normal — sem fratura"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Grau 1",
                "20–25%",
                "10–20%",
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      "slug": "rx-abdome-ped",
      "nome": "Radiografia — Abdome e Pediatria",
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          "rotulo": "Cólon transverso — corte de megacólon tóxico",
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          "nota": "Medir o transverso no ponto mais distendido, de preferência em decúbito dorsal (o transverso é o segmento mais anterior e retém gás nessa posição). O corte radiográfico sozinho não fecha o diagnóstico: os critérios de Jalan exigem a dilatação MAIS pelo menos 3 de 4 sinais sistêmicos (temperatura > 38,6 °C, FC > 120 bpm, leucocitose > 10.500/µL com desvio, anemia) e ao menos 1 sinal de toxicidade (rebaixamento, hipotensão, desidratação/hipovolemia, distúrbio eletrolítico). Radiografia seriada é o método de seguimento na colite grave.",
          "fonte": "Jalan KN, Sircus W, Card WI et al., Gastroenterology 1969;57:68-82 (critérios de Jalan, 55 casos; PMID 5305933) · síntese em StatPearls 'Toxic Megacolon' (NBK547679)",
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          "rotulo": "Ceco — diâmetro e risco de perfuração",
          "valor": "12",
          "unidade": "cm",
          "nota": "Série de 400 casos de pseudo-obstrução colônica aguda (Ogilvie). O ceco é o segmento de maior raio e, pela lei de Laplace, o primeiro a perfurar — por isso o corte do ceco (9 cm de normalidade, 12 cm de ação) é mais baixo em risco que o do restante do cólon. O que a fonte primária afirma: com diâmetro cecal ≥ 12 cm ou falha do manejo conservador, está indicada descompressão colonoscópica ou operatória; a mortalidade é de aproximadamente 15% com manejo precoce adequado, contra 36–44% quando há alça perfurada ou isquêmica. Os riscos graduados por faixa de diâmetro que circulam na literatura secundária (≈0% abaixo de 12 cm, ≈7% entre 12 e 14 cm, ≈23% acima de 14 cm) são leitura derivada dessa série, e não constam do resumo original — use-os como ordem de grandeza, não como número duro. Além do valor absoluto, pesam a velocidade de instalação e a duração: dilatação mantida por mais de 48–72 h apesar de tratamento clínico é indicação de descompressão endoscópica ou neostigmina.",
          "fonte": "Vanek VW & Al-Salti M, Dis Colon Rectum 1986;29:203-10 (400 casos; PMID 3753674) · ASGE guideline, Gastrointest Endosc 2020 (descompressão acima de 12 cm)",
          "faixas": [
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              "rotulo": "Abaixo do limiar de ação (normal do ceco: ≤ 9 cm)",
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          "rotulo": "Pneumoperitônio — menor volume de gás detectável",
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          "unidade": "mL",
          "nota": "Valor de estudo experimental e clínico: 1 mL é detectável com raio horizontal, em decúbito lateral esquerdo (gás sobe entre o fígado e a parede lateral) ou em radiografia de tórax em ortostase (crescente subdiafragmático). Duas condições técnicas são obrigatórias e frequentemente esquecidas: raio HORIZONTAL (o decúbito com raio vertical não presta) e 5–10 minutos com o paciente na posição antes do disparo, para o gás migrar. A incidência em decúbito lateral esquerdo é a escolha em quem não fica de pé. Ausência de ar livre não exclui perfuração.",
          "fonte": "Miller RE & Nelson SW, Am J Roentgenol Radium Ther Nucl Med 1971;112:574-85 (PMID 5570369)",
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          "valor": "40–333 mL (medianas)",
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          "nota": "Medianas de AR LIVRE em 172 perfurações operadas: estômago 333 mL, cólon descendente 333 mL, sigmoide 143 mL, delgado 40 mL e cólon ascendente 40 mL. É a explicação quantitativa de por que perfuração de delgado tantas vezes não mostra ar livre na radiografia — o volume liberado é pequeno. Não confundir com o outro eixo do mesmo estudo, o volume de ASCITE: mediana de 333 mL nas perfurações altas contra 100 mL nas baixas, com ascite > 333 mL favorecendo perfuração alta (AUC 0,63 ± 0,04). Nesses casos, a decisão é clínica e a TC é o exame que resolve.",
          "fonte": "Drakopoulos D et al., Abdom Radiol (NY) 2021;46:4536-47 (PMID 34114087)",
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          "valor": "59",
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          "nota": "Em 44 pneumoperitônios confirmados contra 87 controles, ao menos um sinal estava presente em 26 casos (59%), com 11 falso-positivos (13%). Frequência por sinal: gás no quadrante superior direito 41%, sinal de Rigler 32%, ligamento falciforme 2%, 'football' 2%; o sinal do V invertido também foi avaliado. Dois critérios morfológicos separam verdadeiro de falso-positivo: no gás do QSD, a coleção verdadeira é sempre TRIANGULAR OU LINEAR, com orientação inferolateral→superomedial e, quando triangular, borda superolateral côncava; no Rigler, a parede intestinal media de 1 a 8 mm nos verdadeiro-positivos, enquanto TODOS os falso-positivos tinham parede ≤ 1 mm.",
          "fonte": "Levine MS, Scheiner JD, Rubesin SE, Laufer I & Herlinger H, AJR 1991;156:731-5 (PMID 2003436)",
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          "nota": "Gás dos dois lados da parede intestinal, delineando também a serosa. Descrito por Leo G. Rigler em 1941. Exige pneumoperitônio de volume razoável — não é sinal de ar livre mínimo. A armadilha é a justaposição de duas alças distendidas, que simula parede delineada; o critério objetivo de Levine resolve: parede de 1 a 8 mm nos verdadeiro-positivos, ≤ 1 mm em todos os falso-positivos. Confirmar mudando o decúbito — se a 'parede' é a interface de duas alças, ela some. Não confundir com o sinal do croissant/crescente subdiafragmático (ar livre em ortostase) nem com o sinal do crescente da invaginação.",
          "fonte": "Levine MS et al., AJR 1991;156:731-5 (frequência e critério de espessura) · descrição original: Rigler LG et al., 1941",
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          "rotulo": "Radiografia na obstrução mecânica / íleo — acurácia",
          "valor": "S 69,7% (supino) → 80,0% (supino + ortostase)",
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          "nota": "Estudo com 40 pacientes e TC como referência: supino isolado S 69,7% / E 61,0% / AUROC 0,642; supino + ortostase S 80,0% / E 53,4% / AUROC 0,632, sem diferença significativa entre as duas estratégias (p > 0,05). Ou seja: acrescentar a ortostase compra sensibilidade pagando com especificidade e não melhora a acurácia global (a concordância intra e interobservador, porém, melhorou). Como a TC tem S 90–94% e E 93–100%, a radiografia serve para triar, não para excluir.",
          "fonte": "Geng WZM, Fuller M, Osborne B & Thoirs K, J Med Radiat Sci 2018;65:259-66 (PMID 30039624) · Silva AC, Pimenta M & Guimarães LS, RadioGraphics 2009;29:423-39",
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          "rotulo": "Cálculo urinário — detecção direta na radiografia simples",
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          "nota": "Detecção direta do cálculo na radiografia simples em cerca de 40–60% dos casos. Perde-se sistematicamente o cálculo < 5 mm, o sobreposto a estrutura óssea (processo transverso, sacro) e o encoberto por gás intestinal. Cálculos de ácido úrico puro são radiotransparentes. Sinais indiretos (dilatação pielocalicinal, apagamento da linha do psoas) ajudam a levantar a suspeita, mas não têm ganho de sensibilidade quantificado de forma confiável — não os trate como números. A TC sem contraste é o exame de referência (sensibilidade e especificidade da ordem de 94–100% e 92–100%), praticamente independente do tamanho, do sítio e da composição; a radiografia hoje serve sobretudo para acompanhar cálculo já conhecido e opaco.",
          "fonte": "Heidenreich A, Desgrandschamps F & Terrier F, Eur Urol 2002;41:351-62 · Brisbane W, Bailey MR & Sorensen MD, Nat Rev Urol 2016;13:654-62",
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          "rotulo": "Cálculo biliar — radiopacidade na radiografia simples",
          "valor": "minoria opaca (opacidade ∝ teor de cálcio)",
          "unidade": null,
          "nota": "A opacidade radiográfica do cálculo biliar correlaciona-se diretamente com o conteúdo de cálcio e mineral: cálculos de colesterol puro são radiotransparentes, e os pigmentares são opacos com frequência muito maior. Consequência prática para o laudo: radiografia normal NÃO afasta colelitíase, e a ultrassonografia é o método de escolha. Quando o cálculo aparece, tende a ser facetado, laminado e no hipocôndrio direito — diferenciar de calcificação renal direita mudando a incidência (oblíqua).",
          "fonte": "Trotman BW, Petrella EJ, Soloway RD et al., Gastroenterology 1975;68:1563-6 (PMID 1093922) · Bortoff GA et al., RadioGraphics 2000;20:751-66",
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          "grupo": "rx_abdome_ped",
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          "rotulo": "Invaginação intestinal — radiografia em 3 incidências para excluir",
          "valor": "VPN 100% (IC95% 79,1–100)",
          "unidade": null,
          "nota": "Em 128 crianças de 3 meses a 3 anos (19, ou 14,8%, com invaginação confirmada), a presença de ar no cólon ascendente nas TRÊS incidências — SUPINO, PRONA e DECÚBITO LATERAL ESQUERDO (não há incidência em ortostase no protocolo) — teve sensibilidade 100% (IC95% 79,1–100) e VPN 100%, mas especificidade de apenas 17,4% (IC95% 11,1–26,1). Critérios alternativos do mesmo estudo: ar no ascendente em ≥2 das 3 incidências, S 89,5% / E 45,0%; ar no cólon transverso no supino, S 84,2% / E 63,3%. Leitura correta: o exame só serve para EXCLUIR em criança de baixa suspeita clínica; nunca para confirmar. Os sinais clássicos — massa de partes moles no hipocôndrio direito, sinal do alvo/rosca e o sinal do crescente ('croissant'/menisco, a cabeça do intussuscepto projetada contra o gás colônico) — são específicos mas pouco sensíveis. A ultrassonografia é o método diagnóstico e o enema (ar ou hidrostático) o terapêutico.",
          "fonte": "Roskind CG, Kamdar G, Ruzal-Shapiro CB, Bennett JE & Dayan PS, Pediatr Emerg Care 2012;28:855-8 (PMID 22929143) · Applegate KE, Pediatr Radiol 2009;39(Supl 2):S140-3",
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          "grupo": "rx_abdome_ped",
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          "rotulo": "Pilha-botão no esôfago — janela até a remoção",
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          "unidade": "horas",
          "nota": "Queimadura de espessura total pode se instalar em apenas 2 horas — pilha-botão no esôfago é emergência endoscópica, não observação. Sempre AP + PERFIL cobrindo pescoço, esôfago e abdome. Diferenciação de moeda: duplo anel / halo (anel dentro de anel) na incidência frontal e DEGRAU (step-off) no perfil, que marca o polo negativo (o lado que causa a lesão mais grave). Armadilha: moedas empilhadas de diâmetros diferentes simulam o halo; e o degrau pode não aparecer em pilha muito fina ou se o perfil não estiver perpendicular ao plano da pilha. Pilhas de lítio de ~20 mm em menores de 5 anos concentram os casos graves. A diretriz do National Capital Poison Center é revista periodicamente e prevê medidas temporizadoras pré-hospitalares (mel ou sucralfato, conforme idade e tempo de ingestão) — conferir sempre a versão vigente antes de orientar conduta.",
          "fonte": "National Capital Poison Center — Button Battery Ingestion Triage and Treatment Guideline (conferir a versão vigente) · NASPGHAN: Kramer RE et al., J Pediatr Gastroenterol Nutr 2015;60:562-74",
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          "rotulo": "Sinal da dupla bolha (double bubble) — leitura do gás distal",
          "valor": "sem gás distal = atresia duodenal; com gás distal = obstrução incompleta",
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          "nota": "Duas bolhas aéreas (estômago e bulbo/segunda porção duodenal dilatados) com o restante do abdome sem gás indica atresia duodenal — obstrução alta e completa, cirurgia programada. Se HÁ gás distal, a obstrução é incompleta e o diagnóstico muda: pâncreas anular, membrana duodenal fenestrada, estenose, ou — o cenário que não pode ser perdido — má rotação com volvo de intestino médio, que é emergência cirúrgica e exige seriografia esôfago-estômago-duodeno imediata. Em recém-nascido com vômito bilioso, dupla bolha COM gás distal é achado de comunicação urgente.",
          "fonte": "Vinocur DN, Lee EY & Eisenberg RL, AJR 2012;198:W1-10 (PMID 22194504)",
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          "grupo": "rx_abdome_ped",
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          "rotulo": "Idade óssea — Greulich-Pyle x Tanner-Whitehouse 3 (variabilidade)",
          "valor": "desvio RMS ~1,21 ano (GP) x ~1,11 ano (TW3)",
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          "nota": "GP é comparação global da radiografia de mão e punho ESQUERDOS com o padrão mais semelhante do atlas — rápido, mas semiquantitativo (um padrão por ano, o que limita a resolução). TW3 pontua osso a osso (rádio, ulna e ossos curtos — sistema RUS), é mais trabalhoso e mais reprodutível. Em coorte de 851 crianças INDIANAS saudáveis de 2 a 16,5 anos (distrito de Pune), o desvio quadrático médio em relação à idade cronológica foi 1,21 ano para GP (1,26 meninos / 1,16 meninas) e 1,11 ano para TW3 (1,14 meninos / 1,00 meninas). Duas cautelas obrigatórias no laudo: (1) o atlas GP deriva de coorte norte-americana branca de classe média dos anos 1930-40 e tende a não se ajustar a populações diferentes — o Brasil incluído (e note que os próprios números de RMS acima vêm de coorte indiana, não ocidental); (2) sempre declarar QUAL método foi usado, porque GP e TW3 não são intercambiáveis e o seguimento tem de ser feito pelo mesmo método.",
          "fonte": "Shah N et al., Indian J Endocrinol Metab 2021 (PMC8547392; n=851, 2–16,5 anos, Pune) · atlas original: Greulich WW & Pyle SI, Radiographic Atlas of Skeletal Development of the Hand and Wrist, 2ª ed., Stanford Univ Press, 1959 · TW3: Tanner JM et al., 2001",
          "faixas": []
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          "id": "rx_abdome_ped.13",
          "grupo": "rx_abdome_ped",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Índice acetabular — quadris normais até 6 meses",
          "valor": "25,4° ± 3,5° (E) / 24,4° ± 3,3° (D)",
          "unidade": "graus",
          "nota": "Medido entre a linha de Hilgenreiner (horizontal pelas cartilagens trirradiadas) e a linha que une o ponto mais inferior do ílio ao rebordo lateral do teto acetabular. Cai progressivamente com a idade (≈26–27° no primeiro mês → ≈22–25° aos 6 meses; correlação negativa com a idade, r ≈ −0,29 à esquerda e −0,25 à direita). Na coorte de referência — 1132 recém-nascidos e lactentes (2264 quadris), estudo turco retrospectivo transversal — os valores do lado ESQUERDO foram significativamente maiores que os do direito em todas as faixas exceto a de 4 a ≤5 meses; os valores tendem a ser maiores em meninas, mas a diferença por sexo formalmente demonstrada no estudo é do índice de profundidade acetabular (ADR-B), não do índice acetabular. Comparar sempre com a tabela por faixa etária, nunca com um número único. A medida é sensível à obliquidade e à rotação da pelve: pelve rodada invalida o índice. Reprodutibilidade do IA no estudo: ICC interobservador 0,845–0,989.",
          "fonte": "Sari AS, Karakus O, Gultekin MZ & Senaran H, Medicine (Baltimore) 2023;102(16):e33631 (PMID 37083764; 1132 lactentes / 2264 quadris, RN–6 meses)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rx_abdome_ped.14",
          "grupo": "rx_abdome_ped",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Ângulo centro-borda de Wiberg (CEA-W)",
          "valor": "≥ 20° (definição da revisão de 2024) — 20–25° é limítrofe pelo critério clássico",
          "unidade": null,
          "nota": "Ângulo entre a vertical pelo centro da cabeça femoral e a linha até o rebordo acetabular lateral, na incidência AP de bacia. Só é mensurável quando o núcleo de ossificação da cabeça femoral já está bem formado e esférico — abaixo de ~5 anos prefira o índice acetabular. ATENÇÃO ao contexto etário: os cortes de 15–20° (leve) e < 15° (grave) são os adotados pela revisão sistemática citada, que cobre 2–18 anos, e a própria revisão adverte que são valores DERIVADOS DE ADULTO aplicados a criança — a leitura preferencial em criança é por desvio-padrão para a idade. Pelo critério clássico de Wiberg em adulto, 20–25° é faixa LIMÍTROFE e não normal: não lautar como normal um quadril de 22° sem qualificar. A revisão mostra que a prevalência de 'displasia' varia de 13,4% a 25,6% (leve) e 2,2% a 10,9% (grave) apenas em função do corte adotado: sempre declarar o critério usado no laudo.",
          "fonte": "Revisão sistemática 'Prevalence and radiological definitions of acetabular dysplasia after the age of 2 years', J Child Orthop 2024 (PMC11132094) · critério clássico: Wiberg G, 1939",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Sem displasia por esta definição (atenção: 20–25° é limítrofe pelo critério clássico de Wiberg)",
              "valor": "≥ 20°",
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              "status": "yellow",
              "rotulo": "Displasia leve (ou −1 a −2 DP para a idade)",
              "valor": "15–20°",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Displasia grave (ou < −2 DP para a idade)",
              "valor": "< 15°",
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        {
          "id": "rx_abdome_ped.15",
          "grupo": "rx_abdome_ped",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "DDQ — quando a radiografia substitui a ultrassonografia",
          "valor": "4–6 meses",
          "unidade": null,
          "nota": "Antes de ~4–6 meses a cabeça femoral é cartilaginosa e o método é a ULTRASSONOGRAFIA (Graf/Harcke); a radiografia nessa idade tem pouco a mostrar porque as linhas dependem do núcleo de ossificação. A partir de ~4–6 meses, quando o núcleo aparece, a incidência AP de bacia passa a ser o exame de escolha. Achado colateral útil: assimetria ou atraso do núcleo de ossificação do lado acometido. Nas radiografias de bacia da criança, checar sempre as três linhas — Hilgenreiner (horizontal pelas trirradiadas), Perkins (perpendicular à Hilgenreiner pelo rebordo acetabular lateral; o núcleo femoral deve estar MEDIAL a ela e INFERIOR à Hilgenreiner) e Shenton (arco contínuo entre a borda inferior do ramo superior do púbis e a borda inferomedial do colo femoral; descontinuidade = deslocamento superolateral).",
          "fonte": "AAP — Shaw BA & Segal LS, Section on Orthopaedics, Pediatrics 2016;138(6):e20163107 (PMID 27940740) · definições das linhas em Pediatric Imaging (pediatricimaging.org) e Tönnis D, 1976",
          "faixas": []
        },
        {
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          "grupo": "rx_abdome_ped",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Salter-Harris — tipo mais frequente",
          "valor": "tipo II ≈ 75%",
          "unidade": null,
          "nota": "O tipo II (traço pela fise saindo pela metáfise, com o fragmento metafisário de Thurston-Holland) responde por cerca de três quartos das fraturas fisárias. O tipo I pode cursar com radiografia NORMAL — dor localizada sobre a fise em criança com fise aberta é diagnóstico clínico, e o laudo deve dizer isso explicitamente em vez de 'ausência de fratura'. Tipos III e IV são intra-articulares e mudam a conduta (redução anatômica). O tipo V quase sempre é diagnóstico retrospectivo, quando aparece a barra fisária e o desvio angular.",
          "fonte": "Salter RB & Harris WR, J Bone Joint Surg Am 1963;45:587-622 (classificação original) · frequências: StatPearls 'Salter-Harris Fracture' (NBK430688)",
          "faixas": []
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        {
          "id": "rx_abdome_ped.17",
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          "ruleId": null,
          "rotulo": "Raquitismo — escore radiográfico de Thacher (RSS)",
          "valor": "0–10 pontos (punho 0–4 + joelho 0–6)",
          "unidade": null,
          "nota": "Escore objetivo em incrementos de meio ponto, de 0 (normal) a 10 (grave), aplicado às incidências AP de punho e joelho do lado mais acometido. Pontua desfiamento metafisário (fraying), taça (cupping) e a PROPORÇÃO da placa de crescimento acometida. Validado prospectivamente em 67 crianças com raquitismo ativo, com quatro médicos treinados pontuando em duas ocasiões: correlação interobservador ≥ 0,84 para todos os pares e intraobservador ≥ 0,89 para cada observador; correlação apenas moderada com a fosfatase alcalina (r = 0,58) — ou seja, o escore acompanha, mas não substitui, a bioquímica. Os achados radiográficos que sustentam o escore são o alargamento da placa, a irregularidade e o esgarçamento da metáfise, o alargamento das junções costocondrais (rosário raquítico) e o atraso da idade óssea. O Consenso Global exige confirmação RADIOGRÁFICA para o diagnóstico de raquitismo nutricional — bioquímica isolada não fecha.",
          "fonte": "Thacher TD, Fischer PR, Pettifor JM, Lawson JO, Manaster BJ & Reading JC, J Trop Pediatr 2000;46:132-9 (PMID 10893912; n=67) · Munns CF et al., Global Consensus, J Clin Endocrinol Metab 2016;101:394-415 (PMID 26745253)",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rx_abdome_ped.18",
          "grupo": "rx_abdome_ped",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Consolidação pneumônica na criança — definição padronizada OMS/PERCH",
          "valor": "opacidade densa ou 'fofa' ocupando parte ou todo um lobo, ou todo o pulmão, com ou sem broncograma aéreo",
          "unidade": null,
          "nota": "Definição da metodologia padronizada da OMS, AVALIADA (não validada) no estudo PERCH — que a testou justamente fora da aplicação para a qual foi criada. 'Outro infiltrado' é a categoria das densidades lineares e em retalhos, em padrão rendilhado bilateral, com espessamento peribrônquico e microatelectasias. Reserva decisiva: em 4172 radiografias, a concordância entre leitores treinados para detectar consolidação foi apenas moderada (78% de acordo observado, κ = 0,50; entre arbitradores 84%, κ = 0,61), e a concordância nas CINCO categorias de conclusão despencou para 43,5% (κ = 0,25) entre leitores primários e 48,5% (κ = 0,32) entre arbitradores. O desacordo mais frequente foi exatamente entre 'outro infiltrado' e 'normal' — ou seja, a categoria de infiltrado é a menos reprodutível de todas, apesar do processo rigoroso de padronização. A definição foi criada para EPIDEMIOLOGIA e ensaios de vacina, não para decidir antibiótico caso a caso — usá-la como se fosse critério clínico é erro de aplicação.",
          "fonte": "Fancourt N, Deloria Knoll M, Barger-Kamate B et al., Clin Infect Dis 2017;64(supl 3):S253-61 (PMID 28575359) · metodologia OMS: Cherian T et al., Bull World Health Organ 2005;83:353-9",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rx_abdome_ped.19",
          "grupo": "rx_abdome_ped",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "PAC pediátrica — quando pedir (e quando não pedir) radiografia",
          "valor": "não rotineiro no ambulatorial; PA + perfil em todo internado (PIDS/IDSA 2011)",
          "unidade": null,
          "nota": "Recomendações numeradas da diretriz PIDS/IDSA de 2011. Recomendação 31 (forte, alta qualidade): radiografia NÃO é necessária para confirmar PAC em criança bem o bastante para tratamento ambulatorial. Recomendações 32 e 33 (fortes, qualidade moderada): PA e perfil em hipoxemia, desconforto respiratório importante, falha do esquema inicial, e em TODO paciente internado — para documentar a presença, o tamanho e o caráter do infiltrado e detectar complicação (derrame, pneumonia necrosante, pneumotórax). Recomendação 34: controle radiográfico não é rotineiro em quem se recupera sem intercorrência (as recomendações 35–37 tratam da piora clínica e das complicações). Recomendação 38: controle em 4–6 SEMANAS quando há pneumonia de repetição no mesmo lobo ou suspeita de anomalia anatômica, massa ou corpo estranho. ATENÇÃO À VIGÊNCIA: a IDSA/PIDS publicou atualização desta diretriz em 2026 — conferir a versão corrente antes de citar conduta.",
          "fonte": "PIDS/IDSA — Bradley JS, Byington CL, Shah SS et al., Clin Infect Dis 2011;53(7):e25-76 (PMID 21880587; recomendações 31–38) · atualização IDSA/PIDS 2026 — conferir versão vigente",
          "faixas": []
        },
        {
          "id": "rx_abdome_ped.20",
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          "ruleId": null,
          "rotulo": "Bronquiolite — radiografia de tórax",
          "valor": "não solicitar de rotina",
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          "nota": "Quando o diagnóstico de bronquiolite é feito por história e exame físico, exames radiográficos ou laboratoriais NÃO devem ser obtidos rotineiramente. Justificativa da diretriz: muitos lactentes têm alterações radiográficas, mas elas não se correlacionam bem com a gravidade, e pedir radiografia associou-se a mais prescrição de antibiótico SEM diferença de desfecho. Reservar a radiografia inicial para o esforço respiratório grave o bastante para indicar UTI ou para suspeita de complicação de via aérea (pneumotórax). Achados esperados quando o exame é feito: hiperinsuflação, retificação diafragmática, espessamento peribrônquico e atelectasias subsegmentares — que NÃO devem ser laudadas como consolidação.",
          "fonte": "AAP Clinical Practice Guideline — Ralston SL et al., Pediatrics 2014;134(5):e1474-502 (PMID 25349312)",
          "faixas": []
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        {
          "id": "rx_abdome_ped.21",
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          "ruleId": null,
          "rotulo": "Cateter arterial umbilical (CUA) — posição da ponta",
          "valor": "T6–T9 (posição alta)",
          "unidade": null,
          "nota": "Como saber que é ARTERIAL na radiografia: o cateter desce primeiro no sentido caudal (percorre a artéria umbilical até a ilíaca interna), faz uma curva e só então sobe pela aorta, à ESQUERDA da coluna, em trajeto retilíneo. O cateter venoso, ao contrário, sobe direto. A posição alta (T6–T9) é preferida à baixa por menos eventos trombóticos e vasculares. Na posição baixa o limite inferior é a BIFURCAÇÃO AÓRTICA (~L4): ponta em L5 já está em ilíaca comum e não é posição baixa aceitável — é malposicionamento. Reposicionar sempre que a ponta cair entre T10 e L2 ou abaixo de L4.",
          "fonte": "van Schuppen J, Onland W & van Rijn RR, 'Lines and tubes in Neonates', The Radiology Assistant, 2013 · StatPearls 'Umbilical Artery Catheterization' (NBK559111) · Liszewski MC, Daltro P & Lee EY, AJR 2019;212:988-96 (PMID 30779658)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Posição alta — preferencial, menos complicações vasculares",
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            {
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            {
              "status": "red",
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        },
        {
          "id": "rx_abdome_ped.22",
          "grupo": "rx_abdome_ped",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Cateter venoso umbilical (CVU) — posição da ponta",
          "valor": "T8–T9 (junção VCI–átrio direito, na altura do diafragma)",
          "unidade": null,
          "nota": "As faixas se separam pela LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA, não só pelo nível vertebral: um nível fora de T8–T9 só é 'amarelo' se a ponta ainda estiver na cava; ponta baixa costuma significar ramo portal ou parênquima hepático, e ponta alta demais significa intracardíaca — ambos vermelhos. Trajeto correto: veia umbilical → ramo esquerdo da porta → ducto venoso → veia hepática → veia cava inferior, ponta na junção com o átrio direito. Na radiografia frontal o cateter sobe direto, sem a alça caudal do arterial. A frontal isolada engana: a incidência em PERFIL acrescenta informação real sobre a posição da ponta e evita rotular como bem posicionado um cateter que na verdade entrou em ramo portal.",
          "fonte": "van Schuppen J, Onland W & van Rijn RR, The Radiology Assistant, 2013 · Liszewski MC, Daltro P & Lee EY, AJR 2019;212:988-96 (PMID 30779658)",
          "faixas": [
            {
              "status": "green",
              "rotulo": "Junção cava inferior–átrio direito",
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              "rotulo": "Marginal — ponta ainda na veia cava inferior porém fora de T8–T9; reposicionar",
              "valor": "fora de T8–T9, ainda na VCI",
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            {
              "status": "red",
              "rotulo": "Intracardíaca profunda (átrio/ventrículo), ramo portal ou intraparenquimatosa hepática — risco de arritmia, tamponamento, trombose portal e extravasamento",
              "valor": "posição aberrante (confirmar no perfil)",
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          ]
        },
        {
          "id": "rx_abdome_ped.23",
          "grupo": "rx_abdome_ped",
          "ruleId": null,
          "rotulo": "Tubo endotraqueal no neonato — posição da ponta",
          "valor": "entre a abertura torácica superior e 1 cm acima da carina",
          "unidade": null,
          "nota": "Janela estreita: no recém-nascido a traqueia é curta, e poucos milímetros separam a intubação seletiva do brônquio direito da extubação acidental. A ponta migra CAUDALMENTE com a flexão cervical e CRANIALMENTE com a extensão — por isso o laudo deve registrar a posição da cabeça no momento da radiografia; sem esse dado, a medida perde metade do valor. Checar no mesmo filme a sonda gástrica (ponta no estômago, abaixo do diafragma) e os cateteres umbilicais.",
          "fonte": "van Schuppen J, Onland W & van Rijn RR, The Radiology Assistant, 2013 · Liszewski MC, Daltro P & Lee EY, AJR 2019;212:988-96 (PMID 30779658)",
          "faixas": []
        }
      ],
      "classificacoes": [
        {
          "id": "rx_abdome_ped.c0",
          "grupo": "rx_abdome_ped",
          "nome": "Regra 3/6/9 — calibres na radiografia de abdome",
          "nota": null,
          "fonte": "Regra 3/6/9 (regra consagrada de radiologia abdominal), com os cortes ancorados em fontes primárias: cólon > 6 cm — Jalan KN et al., Gastroenterology 1969;57:68-82 (PMID 5305933); ceco ≥ 12 cm — Vanek VW & Al-Salti M, Dis Colon Rectum 1986;29:203-10 (PMID 3753674). O critério neonatal de comparação com a largura interpedicular é regra prática de ensino, sem fonte primária de acurácia — usar como orientação, não como corte.",
          "colunas": [
            "Segmento",
            "Limite normal",
            "Dilatado",
            "Risco de perfuração / ação"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Delgado",
                "≤ 3 cm",
                "> 3 cm — obstrução ou íleo",
                "Não há corte radiográfico validado de perfuração para o delgado — a decisão é clínica e a TC é o exame que resolve"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Cólon (transverso)",
                "≤ 6 cm",
                "> 6 cm",
                "> 6 cm + toxicidade sistêmica = megacólon tóxico (critérios de Jalan)"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Ceco",
                "≤ 9 cm",
                "> 9 cm",
                "≥ 12 cm ou falha do manejo conservador = descompressão (Vanek); risco cresce acima de 14 cm"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Neonato / lactente",
                "alça ≲ largura interpedicular de L1–L2 (regra prática, não corte validado)",
                "alça mais larga que a interpedicular de L1–L2",
                "A régua 3/6/9 é convenção derivada do adulto e não se transporta para o lactente"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_abdome_ped.c1",
          "grupo": "rx_abdome_ped",
          "nome": "Obstrução mecânica x íleo adinâmico",
          "nota": null,
          "fonte": "Geng WZM, Fuller M, Osborne B & Thoirs K, J Med Radiat Sci 2018;65:259-66 (PMID 30039624; n=40, TC como referência) · Silva AC, Pimenta M & Guimarães LS, RadioGraphics 2009;29:423-39 · Paulson EK & Thompson WM, Radiology 2015;275:332-42",
          "colunas": [
            "Achado",
            "Obstrução mecânica",
            "Íleo adinâmico (paralítico)"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Distribuição do gás",
                "Dilatação proximal a um ponto de transição, com colapso distal",
                "Dilatação difusa e homogênea, do estômago ao reto"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Gás no reto / ampola retal",
                "Ausente ou escasso na obstrução completa",
                "Habitualmente presente"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Níveis hidroaéreos (ortostase)",
                "Numerosos, em alturas diferentes dentro da MESMA alça (sinal da escada)",
                "Poucos e alinhados na mesma altura"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Cólon na obstrução de delgado",
                "Colapsado",
                "Dilatado junto com o delgado"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Contexto clínico típico",
                "Aderências, hérnia, neoplasia, bridas, volvo",
                "Pós-operatório, distúrbio eletrolítico, sepse, opioide, pancreatite"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Desempenho do RX simples",
                "Supino S 69,7% / E 61,0%; supino + ortostase S 80,0% / E 53,4% — sem ganho de AUROC",
                "TC (S 90–94%, E 93–100%) é o exame que resolve quando a suspeita é alta"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_abdome_ped.c2",
          "grupo": "rx_abdome_ped",
          "nome": "Sinais de pneumoperitônio no decúbito dorsal — frequência e armadilhas",
          "nota": null,
          "fonte": "Levine MS, Scheiner JD, Rubesin SE, Laufer I & Herlinger H, AJR 1991;156:731-5 (44 pneumoperitônios x 87 controles, PMID 2003436) · limiar de 1 mL: Miller RE & Nelson SW, AJR 1971;112:574-85 (PMID 5570369)",
          "colunas": [
            "Sinal",
            "O que é",
            "Frequência (RX supino)"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Gás no quadrante superior direito",
                "Coleção peri/subhepática; o verdadeiro-positivo é sempre TRIANGULAR OU LINEAR, com orientação inferolateral→superomedial e, se triangular, borda superolateral côncava",
                "41%"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Sinal de Rigler (dupla parede)",
                "Gás dos dois lados da parede da alça, delineando também a serosa; parede de 1–8 mm nos verdadeiro-positivos, ≤ 1 mm em TODOS os falso-positivos",
                "32%"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Sinal do ligamento falciforme",
                "Ligamento delineado por ar, linear e vertical à direita da linha média",
                "2%"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Sinal da bola de futebol ('football')",
                "Grande coleção aérea oval sob a parede abdominal anterior — típico do neonato",
                "2%"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Sinal do V invertido",
                "Ar delineando as pregas umbilicais mediais",
                "Avaliado no estudo; frequência não destacada"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Qualquer um dos sinais (global)",
                "Pelo menos 1 sinal presente",
                "59% dos pneumoperitônios (26/44); 11 falso-positivos (13%) entre os 87 controles"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Crescente subdiafragmático ('croissant')",
                "Ar livre sob a cúpula diafragmática na incidência em ORTOSTASE — não é sinal de supino",
                "Detecta a partir de ~1 mL, com raio horizontal e 5–10 min na posição"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_abdome_ped.c3",
          "grupo": "rx_abdome_ped",
          "nome": "Salter-Harris — fraturas fisárias",
          "nota": null,
          "fonte": "Salter RB & Harris WR, 'Injuries involving the epiphyseal plate', J Bone Joint Surg Am 1963;45:587-622 (classificação original) · frequências relativas: StatPearls 'Salter-Harris Fracture' (NBK430688)",
          "colunas": [
            "Tipo",
            "Traço",
            "Frequência",
            "Prognóstico / armadilha"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "I",
                "Somente através da fise (separação epifisária pura)",
                "≈ 5%",
                "Radiografia pode ser NORMAL — dor sobre a fise é diagnóstico clínico; bom prognóstico"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "II",
                "Fise + fragmento metafisário (Thurston-Holland)",
                "≈ 75%",
                "Tipo mais comum; extra-articular; bom prognóstico"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "III",
                "Fise + epífise, atingindo a articulação",
                "≈ 8–10%",
                "Intra-articular — exige redução anatômica; considerar TC"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "IV",
                "Metáfise + fise + epífise (traço vertical único)",
                "≈ 10%",
                "Intra-articular; maior risco de ponte fisária e desvio angular"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "V",
                "Esmagamento / compressão axial da fise",
                "< 1%",
                "Quase sempre retrospectivo (barra fisária e deformidade tardias); pior prognóstico"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_abdome_ped.c4",
          "grupo": "rx_abdome_ped",
          "nome": "Índice acetabular por idade — normal e cortes de Tönnis",
          "nota": null,
          "fonte": "Sari AS, Karakus O, Gultekin MZ & Senaran H, Medicine (Baltimore) 2023;102(16):e33631 (PMID 37083764; 1132 lactentes / 2264 quadris, RN–6 meses, coorte turca retrospectiva; valores por sexo) · cortes patológicos: Tönnis D, Clin Orthop Relat Res 1976;119:39-47 (conferir a tabela original antes de usar os limites por faixa) · revisão sistemática J Child Orthop 2024 (PMC11132094)",
          "colunas": [
            "Faixa etária",
            "IA médio em quadris normais — esquerdo (M/F)",
            "IA médio — direito (M/F)",
            "Corte patológico de Tönnis"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "≤ 1 mês",
                "26,6° / 27,2°",
                "25,2° / 26,1°",
                "> 35,8°"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "> 1 a 2 meses",
                "25,1° / 27,4°",
                "23,9° / 26,1°",
                "> 35,8°"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "> 2 a 3 meses",
                "24,7° / 26,3°",
                "23,7° / 25,5°",
                "> 31,4°"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "> 3 a 4 meses",
                "24,0° / 25,2°",
                "23,1° / 24,4°",
                "> 31,4°"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "> 4 a 5 meses",
                "23,5° / 25,4°",
                "23,0° / 24,9°",
                "> 27,3°"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "> 5 a 6 meses",
                "22,9° / 25,0°",
                "22,1° / 23,9°",
                "> 27,3°"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Global ≤ 6 meses",
                "25,4° ± 3,5°",
                "24,4° ± 3,3°",
                "Esquerdo significativamente maior que o direito em todas as faixas exceto 4 a ≤5 meses"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "> 6 meses a 7 anos",
                "Queda progressiva (≈ 22° ao 1º ano, ≈ 20° aos 2 anos)",
                "idem",
                "Usar a tabela normativa de Tönnis (1976) por idade, sexo e lado — a única específica até 7 anos"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_abdome_ped.c5",
          "grupo": "rx_abdome_ped",
          "nome": "Fraturas por especificidade para maus-tratos",
          "nota": null,
          "fonte": "AAP — Flaherty EG, Perez-Rossello JM, Levine MA & Hennrikus WL, 'Evaluating children with fractures for child physical abuse', Pediatrics 2014;133(2):e477-89 (PMID 24470642; tabela de especificidade adaptada de Kleinman) · ACR Appropriateness Criteria® Suspected Physical Abuse—Child, J Am Coll Radiol — conferir a revisão vigente no ACR AC Portal · Kleinman PK, Diagnostic Imaging of Child Abuse, 3ª ed., Cambridge Univ Press, 2015",
          "colunas": [
            "Especificidade",
            "Fraturas",
            "Conduta radiológica"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "ALTA",
                "Lesão metafisária clássica (LMC — 'corner fracture' / 'bucket-handle'); fraturas de arcos costais posteriores e posteromediais; escápula; processo espinhoso; esterno",
                "Inquérito esquelético completo e notificação obrigatória; comunicação imediata à equipe"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "MODERADA",
                "Fraturas múltiplas, sobretudo bilaterais; fraturas em estágios DIFERENTES de consolidação; separações epifisárias; fraturas vertebrais e de corpo vertebral; fraturas de dedos; fraturas complexas de crânio",
                "Inquérito esquelético; datar as lesões e correlacionar com a história e o estágio motor da criança"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "BAIXA (inespecífica)",
                "Fratura de clavícula; fratura diafisária de osso longo; fratura linear simples de crânio",
                "Contextualizar — frequentes também em trauma acidental; não descartam abuso, mas não o sustentam sozinhas"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Quando fazer o inquérito esquelético",
                "Toda criança < 2 anos com suspeita de abuso físico (o lactente não conta o que aconteceu e a fratura oculta é a regra)",
                "Protocolo completo, incidências dedicadas — nunca 'babygrama' de imagem única"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Inquérito de controle",
                "Repetir em cerca de 2 semanas",
                "Revela fraturas ocultas que só aparecem com o calo ósseo (costelas e LMC, sobretudo)"
              ]
            }
          ]
        },
        {
          "id": "rx_abdome_ped.c6",
          "grupo": "rx_abdome_ped",
          "nome": "Raquitismo — escore radiográfico de Thacher (RSS)",
          "nota": null,
          "fonte": "Thacher TD, Fischer PR, Pettifor JM, Lawson JO, Manaster BJ & Reading JC, 'Radiographic scoring method for the assessment of the severity of nutritional rickets', J Trop Pediatr 2000;46(3):132-9 (PMID 10893912; n=67) · confirmação radiográfica exigida pelo Consenso Global: Munns CF et al., J Clin Endocrinol Metab 2016;101:394-415 (PMID 26745253)",
          "colunas": [
            "Sítio",
            "Pontuação máxima",
            "O que é pontuado"
          ],
          "linhas": [
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Punho (AP — rádio e ulna distais)",
                "0–4 pontos",
                "Grau de desfiamento (fraying) e de taça (cupping) metafisários e a proporção da placa de crescimento acometida"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Joelho (AP — fêmur distal e tíbia proximal)",
                "0–6 pontos",
                "Mesmos critérios, avaliados nas duas metáfises; pontua também o alargamento da placa"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Total",
                "0–10 pontos, em incrementos de 0,5",
                "0 = normal; 10 = raquitismo grave"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Reprodutibilidade (n=67, 4 observadores, 2 rodadas)",
                "Interobservador ≥ 0,84 (todos os pares) · Intraobservador ≥ 0,89 (cada observador)",
                "Correlação apenas moderada com fosfatase alcalina: r = 0,58"
              ]
            },
            {
              "status": null,
              "celulas": [
                "Achados de suporte (não pontuados)",
                "—",
                "Rosário raquítico (alargamento costocondral), sulco de Harrison, deformidade em varo/valgo, atraso de idade óssea, fratura em galho verde"
              ]
            }
          ]
        }
      ]
    }
  ]
}
